Após me acabar no vibrador de minha mãe, chamei meu namorado pra terminar de arrombar comigo!
Me chamo Isadora e nessa época eu estava com 18 anos, tinha semanas que tinha acabado de perder a virgindade com meu namorado João e no dia dos fatos em questão, a casa estava toda pra mim naquele sábado de manhã. Minha mãe tinha viajado pro fim de semana e eu resolvi fazer uma faxina pesada pra ajudar. Estava de shortinho jeans curto e regata fina, sem sutiã, suada já de tanto me mexer. Varri, passei pano, organizei as gavetas da cômoda dela no quarto de casal e foi aí que aconteceu. Minha mão esbarrou numa caixinha pequena, novinha, ainda com o plástico intacto. Abri devagar e quase caí pra trás. Era um vibrador. Rosa choque, daqueles grossos com cabecinha arredondada e um botão pra variar a velocidade. Novinho, nunca usado. Meu coração disparou. Fiquei confusa pra caralho no começo, tipo, minha mãe usa isso? Mas a curiosidade bateu mais forte que qualquer vergonha. Olhei pro relógio, confirmei que estava sozinha mesmo, peguei a caixinha e fui pro meu quarto. Fechei a porta, tranquei e sentei na cama. Abri a embalagem com o máximo de cuidado pra não rasgar nada, tirei o vibrador e segurei ele na mão. Era macio, pesado, cheirava a plástico novo. Meu corpo já começou a esquentar. Tirei a regata, o short e a calcinha num segundo. Deitei de costas, pernas abertas, e liguei o negócio na velocidade baixa só pra testar. O zumbido encheu o quarto. Encostei a cabecinha no meu grelinho e... caralho. Um arrepio subiu pela espinha inteira. Minha bucetinha já estava molhada só de curiosidade. Aumentei pra média, depois pra máxima. Fiquei ali, esfregando em círculos, sentindo a vibração bater direto no nervo que eu nem sabia que existia. Meu clitóris inchou rapidinho, latejando, e eu comecei a gemer baixinho. - Ai... porra... que delícia isso... Minha buceta pingava. Eu nunca tinha sentido nada parecido. Empurrei um dedo dentro só pra sentir como estava molhada e o vibrador não parava. Pressionei mais forte no grelinho, a perna esquerda tremendo sozinha. O prazer foi subindo, subindo, uma onda quente que apertava minha barriga. De repente explodiu. Uma onda insana, tipo um choque que tomou meu corpo inteiro. Meus olhos se fecharam sozinhos, eu tremi da cabeça aos pés, a boca aberta soltando gemidos desesperados. - Aaaahhh... caralho... tô gozando... porraaa... Não consegui controlar. Joguei água pra tudo que é lado. Um jorro quente saiu da minha buceta, molhando a cama, minhas coxas, até o colchão. Era squirting de verdade, pela primeira vez na vida. Meu corpo convulsionava, a bucetinha piscando sem parar, o vibrador ainda ligado no máximo batendo no grelinho inchado. Eu gritei, mordi o travesseiro, as mãos apertando os lençóis. Durou uns bons trinta segundos de puro êxtase, onda atrás de onda, até eu ficar mole, ofegante, suada, com a buceta latejando e o quarto cheirando a tesão fresco. Quando consegui abrir os olhos, olhei pra baixo e vi a bagunça. Lençol encharcado, minhas pernas brilhando de gozo, o vibrador ainda zumbindo na minha mão. Limpei ele com papel higiênico, guardei direitinho na embalagem e coloquei de volta no lugar exato da cômoda da minha mãe. Meu coração ainda batia forte. Mas a buceta não tinha acalmado. Pelo contrário. Eu estava mais molhada e mais tarada que nunca. Sentei na cama, nua, e peguei o celular. Mandei mensagem pro João, meu namorado que tinha 20 anos e morava duas quadras dali. - Vem pra cá agora. Tô sozinha e minha buceta tá pegando fogo. Acabei de gozar pela primeira vez de verdade com um vibrador da minha mãe e ainda tô louca de tesão. Ele respondeu em dois minutos: - Tô indo, safada. Prepara essa bucetinha pra mim. Enquanto esperava, fiquei me tocando devagar, passando o dedo no grelinho ainda sensível. Quando a campainha tocou, corri pra porta só de robe aberto. João entrou, me agarrou pela cintura e me beijou com fome. A língua dele invadiu minha boca enquanto as mãos apertavam minha bunda. - Porra, você tá cheirando a sexo. Me conta direito o que aconteceu. Eu contei tudo, detalhe por detalhe, enquanto ele tirava a roupa. Quando falei do jorro de água, o pau dele já estava duro pra caralho, latejando dentro da cueca. A gente foi pro meu quarto. Ele me jogou na cama ainda molhada do meu gozo anterior e abriu minhas pernas. - Olha essa bucetinha inchada. Tá vermelhinha do vibrador, né? Deixa eu provar. João enfiou a cara entre minhas coxas e lambeu tudo. Língua no grelinho, chupando forte, dois dedos entrando e saindo da buceta. Eu arqueei as costas. - Aaaahhh... João... chupa mais... meu grelinho tá sensível pra porra... Ele não parava. Sugava meu clitóris, enfiava a língua fundo na buceta, bebia meu melado. Eu gozei de novo rapidinho, tremendo e gritando, mas dessa vez ele não deixou eu parar. Tirou a cueca, mostrou aquela pica grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. - Chupa, vadia. Mostra como ficou tarada depois do vibrador. Eu me ajoelhei e engoli ele inteiro. Gosto salgado, cheiro de homem. Chupei com vontade, babando na pica, massageando as bolas. Ele gemia segurando meu cabelo. - Isso... engole fundo... caralho, que boca gulosa. Depois de uns minutos ele me virou de quatro, alinhou a pica na entrada da buceta e meteu tudo de uma vez. Eu gritei. - Aaaaiii porraaa... tá tão fundo... fode essa buceta, João... Ele metia forte, estocadas secas, o saco batendo na minha buceta molhada. O barulho era obsceno, molhado, tapa tapa tapa. Eu rebolava pra trás, pedindo mais. - Mais rápido... mete essa pica grossa... me arromba... Ele segurou meus quadris e acelerou. Meu terceiro orgasmo veio forte, buceta apertando a pica dele, jorrando de novo um pouco de squirt que escorreu pelas coxas dele. - Tô gozando de novo... caralho... não para... João continuou metendo, suado, respirando pesado. Depois de uns minutos ele rosnou. - Vou encher essa buceta de porra, safada. Toma tudo. E gozou. Senti o pau pulsar dentro de mim, jatos quentes de sêmen enchendo minha bucetinha até transbordar. Ele ficou lá, enterrado, gozando bastante, até a porra começar a escorrer pelas minhas coxas misturada com minha lubrificação. A gente ficou uns segundos ofegantes. Mas eu ainda queria mais. Virei o rosto pra ele, olhos pidões. - Agora quero no cu, João. Quero sentir você me arrombando o cu bem dolorido e gostoso. Tá molhado da porra da buceta, vai entrar. Ele arregalou os olhos, mas o pau já começou a endurecer de novo dentro de mim. Tirou devagar, a pica brilhando de porra e melado. Eu me posicionei de quatro de novo, empinei a bunda e abri as nádegas com as mãos. - Mete no meu cu. Devagar no começo, tá? João cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e encostou no meu cuzinho apertado. Pressionou. No começo só a cabeça, mas eu senti uma dor queimando. - Aaaaiii... dói... caralho... tá rasgando meu cu... Ele parou, mas eu empurrei pra trás. - Não para... vai enfiando... quero sentir tudo. Centímetro por centímetro ele foi entrando. A dor era forte, ardida, mas misturada com um prazer doentio que eu nunca tinha sentido. Quando a pica toda entrou, eu estava tremendo. - Porra... tá todo dentro... meu cu tá cheio de pica... Ele começou a meter devagar. A dor foi virando prazer puro. Meu cuzinho apertava a pica dele, e cada estocada mandava choque na minha buceta e no grelinho. Eu comecei a rebolar. - Agora mete forte... fode meu cu... ai que gostoso... João acelerou. Estocadas fundas, o saco batendo na minha buceta cheia de porra. O quarto encheu de gemidos meus, cada vez mais desesperados. - Aaaahhh... porra... tá tão fundo no meu cu... me arromba... Eu sentia a pica dele inchando mais, o cu esticado ao máximo. O prazer subiu rápido, diferente de tudo. Meu corpo inteiro tremia. Gozei de novo, mas dessa vez com o pau no cu, uma onda violenta que fez minha buceta esguichar mesmo sem nada dentro. - Tô gozando com um pau gostoso no cu... caralho... não para... aaaahhh... Enquanto eu gozava, gritei algo inesperado com a voz rouca de tesão. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda... tá me ouvindo? Goza no meu cu que eu vou me cagar... João perdeu o controle. Metia como um animal, segurando minha cintura com força. - Então toma porra no cu, vadia... vou encher esse cu apertado... Ele gozou forte. Senti os jatos quentes explodindo fundo no meu intestino, enchendo meu cu de sêmen grosso. Eu continuei gozando, o cu piscando em volta da pica dele, o prazer misturado com a sensação pesada de estar cheia. Quando ele terminou, puxou o pau bem devagar. No momento que a cabeça saiu, eu rebolava a bunda, empurrando. E aconteceu. Um jato de merda misturada com a porra dele saiu do meu cu, escorrendo quente pelas coxas, pingando na cama. O cheiro forte subiu, mas eu não parei de rebolar, gemendo de prazer. - Olha... tô me cagando... misturado com sua porra... aaaahhh... que delícia... João olhava hipnotizado, a pica ainda latejando. Eu continuei rebolando devagar, sentindo mais porra e merda escorrer, lambuzando tudo. Meu corpo tremia de prazer sujo, a buceta ainda pingando do gozo anterior, o cu latejando aberto e vazio. A gente ficou ali um tempo, suados, sujos, ofegantes. Eu me virei, sorri pra ele e falei baixinho. - Essa foi a melhor faxina da minha vida. E foi mesmo. Depois daquele dia, toda vez que eu via o vibrador da minha mãe guardadinho, lembrava da porra no cu e do jeito que eu me acabei gozando e me cagando pra ele. Mas essa é outra história.
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