Me chamo Renato, tenho 36 anos e nesse dia eu entrei pela porta da cozinha como sempre, a chave girando no silêncio da casa pequena, planta aberta, cozinha de um lado e sala do outro, tudo ligado num espaço só. O cheiro de café que eu tinha tomado mais cedo ainda pairava no ar. Levei um segundo pra processar o que tava acontecendo. Olhei pro sofá e lá estava ela, minha enteada Anna Beatriz, a menina que eu criei desde os 15 anos dela e que agora, aos 22, era uma morena alta com corpo escultural, daqueles que fazem qualquer homem babar. Pele morena brilhando de suor, seios pequenos e firmes empinados pra cima, bumbum grande e redondo que sempre me fazia desviar o olhar quando ela passava de shortinho. Mas dessa vez não tinha como desviar. O short dela tava jogado no chão, a calcinha fio-dental branca ao lado, toda molhada. As pernas abertas no sofá, uma mão enfiada entre as coxas grossas, dedos deslizando devagar na buceta depilada, lisinha, rosada, inchada de tesão. O grelinho dela tava duro, aparecendo entre os lábios carnudos, e ela tava circulando ele com o dedo médio, devagar, gemendo baixinho. - Ahhh... porra... que delícia... – ela sussurrava pra si mesma, olhos semicerrados, a outra mão apertando um dos seios pequenos, beliscando o bico escuro. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da calça jeans, inchando tanto que doeu. Fiquei parado ali, coração martelando, sem saber se corria ou ficava. Ela abriu os olhos, me viu. Em vez de gritar, de fechar as pernas, de se cobrir, ela parou por um segundo, me encarou direto nos olhos... e continuou. Os dedos voltaram a foder a bucetinha dela, agora mais fundo, dois dedos entrando e saindo com um barulhinho molhado, schlick schlick, o suco escorrendo pela rachinha até o sofá. - Olha pra mim, padrinho... – ela disse, voz rouca, sem tirar os olhos de mim. – Tá vendo como eu tô molhada? Essa buceta tá piscando pra você desde que eu comecei. Eu não aguentei. Abri o zíper da calça, tirei a pica pra fora, grossa, veia pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Comecei a bater punheta devagar, olhando pra ela se dedando na minha frente. Ela sorriu, safada, abriu mais as pernas, puxou os lábios da buceta com os dedos pra me mostrar tudo – o buraco apertado piscando, o grelinho inchado, o cuzinho marrom logo abaixo, enrugadinho. - Bate essa pica pra mim, vai... – ela gemeu, enfiando três dedos agora, fodendo a buceta com força. – Eu quero ver você gozando enquanto eu gozo na sua frente. O som dos dedos dela na buceta molhada enchia a sala. Eu apertava a pica, subia e descia a pele, imaginando como seria enfiar aquilo tudo lá dentro. Ela começou a rebolar os quadris, dedo no grelinho circulando rápido, o corpo tremendo. - Ahhh porra... padrinho... eu tô gozando... olha pra mim... – Ela arqueou as costas, seios empinados, buceta contraindo nos dedos, jorrando um esguicho fino que molhou o sofá. O gemido dela foi alto, desesperado, corpo convulsionando enquanto ela gozava bem na minha frente, olhos fixos nos meus, buceta piscando sem parar. Eu quase gozei ali mesmo, mas segurei. Ela tirou os dedos devagar, lambendo eles, olhando pra mim com um sorriso sujo. Mas em vez de pegar as roupas e ir pro quarto como da outra vez, ela ficou ali, pernas abertas, buceta brilhando de porra dela própria. - Vem aqui, padrinho... – ela disse, voz baixa e safada. – Não vai ficar só olhando não, né? Essa buceta tá louca pra sentir essa pica grossa que você tá batendo aí. Eu fui. Andei até o sofá, pau na mão, coração explodindo. Ela se levantou um pouco, me puxou pela camisa, me beijou com fome. A língua dela invadiu minha boca, quente, molhada, enquanto a mão dela agarrava minha pica e batia devagar. - Que pica gostosa, caralho... – ela murmurou entre beijos. – Eu sempre imaginei você me fodendo, padrinho. Desde que eu vi você me olhando quando eu tomava banho escondido. Eu desci a mão, toquei aquela buceta quente, molhada pra caralho. Os dedos afundaram fácil, ela tava encharcada. Comecei a dedar ela, dedo no grelinho, e ela gemia na minha boca. - Isso... fode minha bucetinha com o dedo... ai que delícia... Eu a deitei no sofá, abri as pernas dela bem abertas, me ajoelhei e enfiei a cara naquela buceta. O cheiro era doce, safado, buceta jovem e molhada. Lambi tudo, língua no grelinho, chupando forte, enfiando a língua no buraco apertado. Ela agarrou minha cabeça, rebolando na minha cara. - Come minha buceta, padrinho... ahhh porra... chupa esse grelinho... isso... eu vou gozar de novo na sua boca! Ela gozou rápido, jorrando na minha língua, corpo tremendo, gemendo alto. Eu levantei, pica babando, e esfreguei a cabeça na entrada da buceta dela. - Enfia, vai... me fode com essa pica grossa... – ela pediu, olhos vidrados de tesão. Eu empurrei. A cabeça entrou devagar, esticando os lábios da buceta. Ela arqueou, unhas cravando nas minhas costas. - Ahhh caralho... que pica grande... tá me abrindo toda... fode fundo! Eu meti tudo, até o talo, sentindo a buceta quente apertando minha pica como um punho molhado. Comecei a foder devagar, depois mais forte, o sofá rangendo, bolas batendo no cuzinho dela. O barulho era obsceno – ploc ploc ploc – suco escorrendo pela minha pica, molhando tudo. - Isso... fode essa buceta do padrasto... ahhh... mais forte... me rasga! Eu metia com força, segurando os seios pequenos dela, beliscando os bicos. Ela rebolava embaixo de mim, buceta sugando minha pica, grelinho roçando na minha virilha toda vez que eu entrava fundo. - Eu vou gozar de novo... porra... sua pica tá batendo no meu útero... ai ai ai... GOZEI! Ela convulsionou, buceta apertando tanto que quase me fez gozar. Mas eu segurei, continuei metendo, suado, ofegante. Minutos se passaram, eu virando ela de quatro, metendo por trás, batendo na bunda grande dela, vendo o cuzinho piscando enquanto a pica entrava e saía da buceta encharcada. - Olha como essa buceta tá engolindo minha pica... – eu grunhi. – Tá toda vermelha de tanto foder. - Me enche de porra, padrinho... goza dentro... eu quero sentir você jorrando na minha buceta! Eu não aguentei mais. Meti fundo, grunhindo, e gozei. Jatos grossos de porra quente enchendo a buceta dela, transbordando, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, gritando, corpo tremendo. - Ahhh porra... tá enchendo minha buceta... que porra quente... gozei de novo! Eu tirei a pica devagar, vendo a buceta aberta, vermelha, cheia de porra branca escorrendo. Mas não acabou. Meu pau ainda tava duro, babando. Eu olhei pro cuzinho dela, enrugadinho, piscando, todo molhado do suco da buceta. - Agora eu quero esse cu... – eu disse, voz rouca. Ela olhou pra trás, olhos arregalados, mas com um sorriso safado misturado com medo. - Vai doer, padrinho... meu cu é virgem... mas eu quero... enfia devagar primeiro. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela. Pressionei. O cu resistiu, apertado pra caralho. Ela gemeu de dor quando a cabeça forçou a entrada. - Ahhh... caralho... tá doendo... devagar... ai porra... Eu empurrei mais, sentindo o cu dela se abrindo aos poucos, quente, apertado como nunca. Meio pau entrou, ela gritou. - Tá me rasgando o cu... ai ai... mas continua... eu quero sentir tudo! Eu meti devagar, centímetro por centímetro, até o talo. O cu dela tava esticado ao máximo em volta da minha pica grossa. Comecei a foder, devagar no começo, sentindo ela se acostumar. A dor dela virou gemido de prazer misturado. - Ahhh... agora tá gostoso... fode meu cu... isso... mais fundo... ai que delícia... Eu aumentei o ritmo, metendo forte, bolas batendo na buceta cheia de porra. O cu dela fazia barulho molhado, suco escorrendo. Ela rebolava, empinando o bumbum, pedindo mais. - Fode esse cu virgem... me arromba... ahhh porra... eu tô gozando com pau no cu... GOZEI! Ela se acabou, corpo convulsionando, cu apertando minha pica como um torno, gozando desesperada, gemendo alto, lágrimas nos olhos de tanto prazer. Eu continuei metendo, o cu dela piscando, apertando. - Se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar toda... – ela gritou, voz rouca, desesperada. – Não goza dentro... ai porra... mas goza... me enche o cu de porra! Eu não aguentei. Meti fundo, grunhindo, e gozei. Jatos quentes enchendo o cu dela, porra grossa jorrando dentro do intestino. Ela gritou, gozando de novo com o pau no cu, corpo tremendo inteiro. - Ahhh caralho... tá enchendo meu cu... eu vou me cagar... porra! Eu gozei tudo, esvaziando as bolas dentro daquele cu apertado. Devagar, tirei a pica. O cu dela ficou aberto, vermelho, piscando, e de repente ela começou a rebolar o bumbum, empinando, gemendo ainda de prazer. A porra branca começou a sair misturada com um fio marrom, ela se cagando ali mesmo no sofá, o cu soltando tudo – sêmen grosso, fezes moles, escorrendo pelas coxas, sujando o sofá. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho. - Olha o que você fez... eu me caguei toda com sua porra no cu... que delícia safada... – ela disse, ainda tremendo, mão descendo pra esfregar a mistura na buceta. Eu fiquei ali, pau amolecendo, olhando a cena mais suja e excitante da minha vida. A casa cheirava a sexo, porra e sacanagem. Ela se virou, me beijou de novo, suada, suja, feliz. - Da próxima vez eu quero de novo, padrinho... essa pica no meu cu e na minha buceta... até eu me cagar toda pra você. O resto da tarde a gente ficou ali, limpando devagar, mas o tesão não parava. Eu sabia que isso tinha mudado tudo. Aquela enteada que eu criei agora era minha puta particular, buceta, cu e tudo mais. E ela queria mais. Muito mais.
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