Sentada no colo de meu filho numa viagem de carro...
No verão passado eu, Mariana, e meu filho Rodrigo, junto com amigos bem próximos da família, nos esprememos dentro de um carro pequeno pra viajar até a praia porque o meu carro tinha dado problema na oficina. Éramos só quatro: eu, Rodrigo, minha melhor amiga Carla dirigindo e a filha dela, Letícia, no banco da frente. O carro era daqueles compactos, sem espaço pra nada, e como eu era a menor de todos, acabei ficando presa no colo do Rodrigo no banco de trás. O calor estava insano, daqueles dias de verão que grudam a roupa na pele e deixam todo mundo suado antes mesmo de sair. Eu tinha escolhido um vestidinho de verão super curto, leve, daqueles que mal cobrem a bunda, e por baixo só uma calcinha fio dental preta, fina, que mal dava pra sentir. Quando eu me sentei no colo dele, o vestido subiu todo e minha bunda nua ficou pressionada direto contra a virilha do Rodrigo. No começo foi só estranho, um incômodo quente, o corpo dele firme contra o meu, o carro balançando devagar enquanto a Carla ligava o motor e colocava uma playlist alta pra animar a viagem. - Ai, Mariana, tá confortável aí atrás? – perguntou a Carla, olhando pelo retrovisor com um sorriso inocente, sem imaginar nada. - Tô sim, amiga, só apertadinha, mas vai dar certo – respondi, tentando manter a voz normal enquanto sentia o calor da coxa do Rodrigo contra a minha pele. A estrada era longa, cheia de buracos, daqueles trechos de asfalto velho que o carro sacode o tempo todo. No início, era só turbulência normal, o corpo do Rodrigo firme debaixo de mim, mas conforme a velocidade aumentava, cada solavanco fazia o pau dele inchar devagar contra minha bunda. Eu sentia a protuberância crescendo, endurecendo, pressionando o tecido fino do short dele direto na minha pele nua. Tentei ficar parada, juro que tentei, mas as vibrações do carro eram boas demais, pareciam massagens profundas na minha buceta que já começava a ficar molhada sem eu querer. Meu grelinho latejava a cada tremor, e eu comecei a balançar os quadris de forma sutil, quase imperceptível, esfregando minha xoxota quente e úmida contra aquela barraca que ele formava. Rodrigo respirava mais pesado atrás de mim, as mãos dele apoiadas nos meus quadris como se fosse só pra me firmar. Ele entendeu o recado rapidinho. Sem dizer nada, ouvi o som baixo do zíper dele descendo, um clique discreto misturado com a música alta que a Carla tinha colocado. Senti ele puxando minha calcinha fio dental pro lado com os dedos, o tecido molhado grudando na minha pele, e então a cabeça grossa da pica dele roçando direto na entrada da minha buceta encharcada. Num movimento suave, ele deslizou tudo pra dentro de mim. Caralho, que delícia. A pica dele era grossa, latejante, me esticando toda por dentro como se fosse feita pra me encher. Tive que morder o lábio com força pra não soltar um gemido ali mesmo. - Hmmm... porra... – sussurrei baixinho só pra ele ouvir, o corpo todo arrepiando enquanto ele se encaixava fundo. O carro seguia barulhento, a Carla conversando animada com a Letícia sobre os planos na praia, a música alta cobrindo tudo. Ninguém percebia que eu estava secretamente cavalgando a pica do meu próprio filho durante a viagem inteira. Cada buraco da estrada empurrava ele mais fundo, a cabeça inchada batendo no fundo da minha buceta, roçando meu ponto G e fazendo meu suco escorrer pelas bolas dele. Eu estava pingando, o short dele já molhado, o cheiro de sexo começando a se misturar com o ar quente do carro. Meu cu piscava de tesão a cada estocada involuntária, o grelinho roçando no pau dele e me fazendo tremer. Eu balançava devagar, subindo e descendo quase imperceptível, sentindo cada veia da pica grossa dele deslizando pra dentro e pra fora da minha buceta molhada. O prazer era insano, ondas quentes subindo pela barriga, meus peitos pesados balançando por baixo do vestido. - Mãe... sua buceta tá apertando minha pica pra caralho... tá tão quente e molhada... – murmurou Rodrigo no meu ouvido, a voz rouca, baixa, só pra mim. - Cala a boca e mete mais fundo, Rodrigo... não para... aaaah... – respondi entre dentes, o corpo inteiro latejando. Cada solavanco era uma estocada natural, ele me comendo sem esforço, minha buceta engolindo ele todo. Eu gozei pela primeira vez depois de uns vinte minutos, um orgasmo silencioso mas violento, as paredes da minha xoxota contraindo em volta da pica dele, esguichando um pouco de porra quente que escorreu pelas coxas dele. Tentei não gemer, mas um suspiro escapou. - Uhhh... porra... – soltei baixinho. A viagem continuava, a estrada infinita de buracos, e eu cavalgava mais rápido agora, o vestido todo embolado na cintura, minha bunda nua subindo e descendo no colo dele. O suor escorria entre nós, tornando tudo mais escorregadio, o pau dele entrando e saindo com um som molhado abafado pela música. Meu cu roçava nas bolas dele a cada descida, e eu imaginava ele me fodendo ali também, mas por enquanto era só minha buceta gulosa levando tudo. De repente pegamos um buraco enorme. O carro deu um solavanco forte e a pica dele bateu tão fundo que acertou meu útero. Não consegui me segurar. - Aaaahhh... caralhooo... – gemi alto, trêmula, o corpo todo sacudindo. Todo mundo riu na frente, achando que era só o susto do buraco. - Que isso, Mariana? Assustou? – perguntou a Carla, rindo. - Foi... só o buraco... – respondi, a voz falhando, enquanto minha buceta ainda pulsava em volta da pica dele. Mas quando ela olhou pelo retrovisor, vi o sorriso cúmplice dela. Ela sabia. Ou pelo menos suspeitava. Meu coração disparou, mas o tesão só aumentou. Paramos uma vez pra pausa no banheiro, num posto de estrada. A Carla e a Letícia desceram pra usar o banheiro e comprar água. Rodrigo ficou comigo no carro, fingindo que ia arrumar alguma coisa. Assim que elas sumiram, ele levantou meu vestido todo, expondo meus peitos grandes e pesados. As mãos dele foram direto pros meus mamilos, beliscando forte, torcendo, puxando enquanto a boca dele mordia meu pescoço. - Olha esses peitos, mãe... tão duros... vou chupar eles até você choramingar – disse ele, a voz grossa de tesão. - Ai, Rodrigo... belisca mais forte... aaaah... isso... morde meu mamilo... porra... – gemi, a buceta ainda com a pica dele enterrada, latejando. Ele brincou com meus peitos sem dó, sugando um mamilo enquanto apertava o outro, os dedos descendo pra esfregar meu grelinho inchado. Eu gozei de novo ali, rápido, molhando ainda mais o pau dele. Meu sutiã? Ele tirou e jogou no chão do carro, sumiu. Quando as duas voltaram, eu ainda estava sentada no colo dele, a pica grossa toda enfiada na minha buceta, o vestido cobrindo mal e mal, mas eu sem sutiã, os mamilos marcando o tecido fino. A Carla entrou no carro com um olhar que dizia tudo, mas não falou nada. Só ligou o motor de novo. - Prontos pra continuar? – perguntou ela, com aquele sorrisinho. - Prontos – respondemos juntos, a voz rouca. A viagem seguiu, e agora era sem freio. Eu cavalgava ele com mais vontade, os solavancos ajudando, minha buceta devorando a pica dele sem parar. O suor pingava da minha testa, escorria entre meus peitos, e eu sentia o pau dele inchando mais, as bolas dele pesadas contra meu cu. - Mete fundo, filho... fode a buceta da sua mãe... aaaahhh... tá me enchendo toda... – sussurrei, os gemidos saindo mais altos apesar do esforço pra segurar. - Porra, mãe... sua buceta tá sugando minha pica... vou gozar dentro... encher você de leite quente... – respondeu Rodrigo, as mãos apertando minha cintura, guiando o ritmo. Eu gozei mais três vezes naqueles quilômetros finais, cada orgasmo mais forte, minha buceta contraindo, esguichando, o short dele encharcado de tanto suco. Meu cu piscava louco, imaginando ele metendo ali também, mas por enquanto era só buceta sendo arrombada. A Carla e a Letícia conversavam sobre protetor solar e ondas da praia, alheias ao fato de que eu estava sendo comida pelo meu filho bem atrás delas. - Olha só esse mar, Letícia, vai ser perfeito – dizia Carla. Enquanto isso, eu mordia o ombro do Rodrigo pra abafar um gemido longo: - Hmmmm... porra... mais fundo... aaaaiii... meu grelinho tá explodindo... Finalmente chegamos à praia. Minhas pernas estavam tremendo quando eu me levantei devagar do colo dele. A pica dele saiu da minha buceta com um ploc molhado, ainda dura, brilhando com meu gozo. Senti o esperma dele começando a vazar de dentro de mim, escorrendo quente pelas minhas coxas, misturado com meu próprio suco. O short dele estava encharcado, uma mancha enorme de porra e buceta. Levantei com as pernas bambas, o vestido grudado no corpo suado, os peitos livres balançando, o cu e a buceta latejando de tanto uso. - Melhor passeio de carro da minha vida – pensei, sorrindo por dentro enquanto pisava na areia quente, sentindo o leite dele pingando devagar. Mas a viagem não terminou ali na minha cabeça. Durante todo o resto do dia na praia, eu sentia o corpo dele perto, o olhar dele me comendo, sabendo que à noite, no quarto da casa alugada, a pica dele ia voltar pra dentro de mim. A Carla me deu um olhar de lado quando descemos, aquele sorriso de quem sabe, mas nunca falou nada. Rodrigo e eu trocamos um olhar cúmplice, o corpo ainda vibrando com o tesão daquela foda secreta no carro. E foi assim que tudo começou de verdade. Aquele solavanco inicial virou o começo de uma loucura que durou o verão inteiro. Cada vez que eu lembro, minha buceta molha de novo só de pensar na pica grossa do Rodrigo me enchendo enquanto o carro sacodia. Foi intenso, proibido, suado, cheio de gemidos abafados e porra escorrendo. E eu faria tudo de novo, sem pensar duas vezes, porém logo após a chegada, a gente foi pra casa de praia, mas o fogo continuou queimando. Naquela mesma noite, depois de todo mundo dormir, Rodrigo me puxou pro banheiro da suíte e me fodeu de novo, contra a pia, com a mão na minha boca pra abafar os gemidos. - Shhh, mãe... não faz barulho... mas abre essa buceta pra mim de novo... – sussurrou ele, a pica já dura roçando meu cu. - Enfia tudo, Rodrigo... fode o cu da sua mãe também... aaaah... devagar no começo... porra, tá grosso... – gemi baixinho, o corpo ainda sensível da viagem. Ele meteu devagar no meu cu, lubrificado só com a porra que ainda vazava da minha buceta, esticando meu anelzinho até eu sentir ele todo dentro. O prazer era diferente, mais profundo, meu grelinho sendo esfregado pela mão dele enquanto ele socava. Gozei gritando contra a palma da mão dele, o cu contraindo em volta da pica, ordenhando o leite quente que ele jorrou fundo dentro de mim. - Toma meu leite no cu, mãe... caralho... tá apertando tanto... – grunhiu ele, o corpo tremendo. No dia seguinte, na praia, eu de biquíni minúsculo, ele de short, a gente se esfregava na água salgada, a mão dele por baixo d'água dedando minha buceta enquanto a Carla e a Letícia tomavam sol. Ninguém via, mas eu mordia o lábio, o corpo todo em chamas. - Dedo mais fundo, filho... toca meu grelinho... aaaah... vou gozar na água... – sussurrei, fingindo brincar nas ondas. E assim o verão virou uma sequência de fodas escondidas, no carro de novo na volta, na areia à noite, no quarto quando dava. Cada detalhe daquela viagem inicial ficou gravado: o cheiro de sexo no banco de trás, o jeito que minha buceta latejava por horas depois, o sorriso da Carla que nunca delatou. Foi a viagem mais safada, mais intensa, mais molhada da minha vida. Meu corpo ainda lembra cada estocada, cada solavanco que virou metida profunda, cada gemido que eu segurei e que explodia depois.
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