Era noite de Páscoa na casa grande da família, aquele clima de todo ano que junta os sete do grupo – primos, amigos de infância, todo mundo unido pra caralho. A mesa tava cheia de chocolate, carne assada, cerveja gelada e aquela cachaça forte que desce queimando e sobe direto pro tesão. A galera tinha vinte e poucos anos, corpos jovens, peitos firmes, bundas empinadas, picas já meio duras só de olhar pros decotes. Ela, a morena de vinte e dois anos com cabelo cacheado caindo nos ombros, corpo de academia, peitos médios que balançavam quando ria, buceta sempre depilada e bundinha redonda que chamava atenção. O irmão dela, dezenove anos, alto, musculoso de tanto futebol, pica grossa que já tinha sido vista por acaso no chuveiro da casa e deixava todo mundo imaginando. Começou inocente, verdade ou desafio rodando no sofá da sala. A bebida já tava solta, copos virando, risadas altas. Alguém desafiou um primo a beijar a prima no pescoço, depois outro desafio mandou dois irmãos de sangue se beijarem na boca. Línguas se enrolando, mãos descendo pelas costas. A tensão subia. Depois veio o pôquer com strip. Camisetas saindo, shorts caindo, sutiãs voando. Peitos à mostra, bicos duros, picas marcando a cueca. Um primo perdeu e ficou pelado, rola meia bomba balançando enquanto ria nervoso. Outro desafio: tocar os peitos da irmã do outro. Dedos apertando, gemidinhos baixos. A galera tava bêbada de tesão. Alguém propôs punição pesada pro perdedor do próximo round. Ela perdeu. O irmão dela, já só de cueca, foi escolhido pra aplicar. - Vai, irmão, esfrega essa pica pelada nela, bem devagar, como punição – gritou um primo, já com a mão dentro da própria cueca. Ela tava só de calcinha fina, deitada no tapete da sala, pernas abertas, buceta já marcando molhado no tecido. O irmão tirou a cueca, pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, esfregou a rola quente na coxa, subiu devagar até encostar na buceta por cima da calcinha. - Caralho, mana, você tá encharcada – ele sussurrou, puxando a calcinha pro lado. A galera assistia em silêncio, alguns batendo punheta devagar, outros só olhando de boca aberta. Ele esfregou a cabeça da pica direto no grelinho inchado dela. Ela arqueou as costas, - Ai porra, que delícia, não para não. O contato era elétrico, a buceta dela latejando, molhando a pica inteira. Ele deslizou a cabeça pra baixo, encostou na entradinha, pressionou devagar. A buceta dela engoliu a ponta com um som molhado. - Uuuuhhh, irmão, tá entrando, caralho – ela gemeu, unhas cravando no tapete. Ele deu uma estocada curta, só a cabeça dentro. Ela perdeu o fôlego, olhos arregalados. Não esperava que fosse tão bom, tão quente, tão errado. Os amigos riam nervosos, um deles – Porra, olha o irmão metendo na irmã na frente da gente, que loucura. Outro já tava pelado, punheta acelerada. O irmão não aguentou, empurrou mais fundo, pica grossa abrindo a buceta apertada dela até as bolas baterem. - Aaaahhh, mana, sua buceta tá me apertando pra caralho, tão quente, tão molhada – ele grunhiu, começando a meter devagar no início, depois mais forte. O som de pele batendo enchia a sala. Ela gemia alto, sem vergonha mais, - Fode, irmão, mete essa pica toda, me rasga, caralho! O grelinho dela roçava na virilha dele a cada estocada, prazer subindo rápido. Os primos assistiam hipnotizados. Um deles se aproximou, tocou o peito dela enquanto o irmão metia. Outro batia punheta olhando a buceta sendo arrombada. Ela gozou rápido, corpo tremendo, buceta esguichando em volta da pica do irmão. - Aaaaiii porraaa, eu tô gozando, irmão, não para, me enche! As paredes da buceta dela pulsavam, ordenhando a rola dele. Ele não aguentou, meteu fundo e gozou, jatos grossos de porra quente enchendo a buceta dela enquanto os amigos aplaudiam e riam. - Caralho, ele gozou dentro, olha a porra escorrendo Depois veio o constrangimento. Ele tentou beijar ela na boca, mas ela virou o rosto. - Não, irmão, isso não, só fode mesmo – ela disse, rindo nervosa. Alguém brincou – Deixou ele te comer inteira mas não beijar, que doida. A noite terminou com todo mundo se tocando, se masturbando, mas aquele momento ficou marcado. Desde então o irmão não parava de paquerar. Apertava os peitos dela escondido na sala de casa, esfregava a pica dura na bunda dela pelas costas dos pais. Sexo seco rápido, mão dentro da calcinha, dedos molhados de buceta. Ontem foi o ápice. Ela tava sozinha na cozinha grande, de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, preparando um lanche tarde da noite. Os pais dormiam no quarto do fundo, luz apagada. O irmão chegou por trás, silencioso, abraçou ela pela cintura e apertou os peitos com força. - Mana, sua buceta tá me chamando o dia todo, deixa eu te comer de novo – ele sussurrou no ouvido dela, rola já dura encostando na bunda. Ela tentou resistir um pouco, - Para, irmão, aqui não, os pais tão dormindo. Mas a mão dele já descia, puxava o shortinho e a calcinha pra baixo, dedos abrindo a buceta molhada. Ele a curvou sobre a mesa da cozinha, peito dela esmagado na madeira fria, bunda empinada. A pica grossa roçou a entradinha, ele cuspiu na mão, lubrificou e enfiou de uma vez. - Uuuuhhh caralho, mana, como você tá molhada, buceta gulosa pra porra do irmão – ele grunhiu, metendo fundo. Ela mordeu o lábio pra não gritar, mas o prazer era demais. - Aaaahhh, irmão, mete devagar, tá batendo no fundo, porra! Ele segurou os quadris dela, estocadas fortes, bolas batendo na buceta, som molhado ecoando na cozinha quieta. O grelinho dela inchado roçava na mesa a cada movimento, ela rebolava pra trás pedindo mais. Ele metia sem parar, mão descendo pra esfregar o grelinho dela enquanto a pica entrava e saía brilhando de melzinho. - Goza pra mim, mana, aperta essa buceta na minha pica – ele mandou. Ela gozou forte, pernas tremendo, - Aaaaiii porraaa, tô gozando de novo, irmão, me enche! Ele acelerou, pica inchando, e gozou jorrando porra quente, grossa, enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas. - Toma toda a porra do irmão, caralho, enchei essa buceta – ele gemeu baixo. Mas ele não tirou. A pica ainda dura dentro da buceta cheia de porra. Ele puxou devagar, a cabeça saindo com um ploc molhado, porra escorrendo. Mirou o cu apertado dela, que piscava. - Agora vou foder esse cu, mana, tá pedindo – ele disse, cuspindo na rola e pressionando a cabeça contra o anelzinho. Ela arregalou os olhos, - Não, irmão, dói, tá grosso demais pro meu cu! Mas ele empurrou, a cabeça forçando a entrada. O cu dela esticou, ardendo, dor queimando. - Aaaahhh caralho, tá rasgando meu cu, irmão, devagar porra! Lágrimas nos olhos dela, mas o prazer misturado vinha junto, a dor virando fogo bom. Ele meteu centímetro por centímetro, pica grossa abrindo o cu virgem dela até as bolas encostarem na bunda. - Uuuuhhh, mana, seu cu tá apertando minha pica pra caralho, tão quente, tão safado – ele grunhiu, começando a meter devagar. A dor era intensa, ela gemia desesperada, - Dói, irmão, mas não para, fode meu cu, me arromba! Ele acelerou, estocadas mais fortes, a buceta dela ainda pingando porra misturada com o movimento. O cu dela relaxou aos poucos, prazer tomando conta. Ela rebolava, empinando mais, - Mais fundo, caralho, mete essa pica no meu cu, eu tô amando! Ele segurava a cintura dela, metendo como animal, som de bolas batendo na bunda molhada. Ela gozava de novo, cu piscando em volta da pica, corpo inteiro tremendo. - Aaaaiii porraaa, tô gozando com pau no cu, irmão, me fode mais! Enquanto ele metia sem parar, ela gritou alto, quase sem controle – Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, irmão, porra, não goza aí não! Mas ele não parou, estocadas mais rápidas, pica inchando dentro do cu apertado. Ele gozou forte, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela, fundo, misturando com tudo. - Toma no cu, mana, enchi seu cu de porra – ele grunhiu, segurando ela firme. Quando ele puxou a pica devagar, o cu dela não fechou de imediato, aberto, vermelho, porra branca escorrendo. Ela rebolava desesperada, bunda balançando, e de repente veio: um jato de merda mole, marrom clara misturada com o sêmen branco grosso, saindo do cu aberto enquanto ela rebolava. - Aaaahhh caralho, tô cagando, irmão, olha a merda saindo com sua porra! – ela gemeu, metade vergonha, metade prazer louco. A mistura escorria pelas coxas dela, pingando no chão da cozinha, cheiro forte subindo, mas ela não parava de rebolar, cu piscando, mais porra e merda saindo. Ele olhava hipnotizado, pica ainda latejando, - Caralho, mana, você se cagou mesmo, que safada do caralho. Ela ficou ali, ofegante, bunda suja, porra e merda escorrendo, corpo tremendo de prazer residual. O irmão passou a mão na bunda dela, espalhando um pouco, rindo baixo. - Amanhã a gente repete, mana, sua buceta e seu cu são meus agora. Ela só conseguiu sorrir fraco, ainda sentindo o cu latejar, a bagunça toda ali no chão, sabendo que tinha sido o orgasmo mais intenso e errado da vida dela. A noite da Páscoa e aquele momento na cozinha ficaram gravados pra sempre no grupo. Os amigos nunca esqueceram a cena do irmão comendo a irmã na frente de todo mundo, e ela, toda vez que via o irmão, sentia a buceta e o cu latejarem de tesão misturado com culpa. Era errado pra caralho, mas o prazer era tão forte que nenhum dos dois queria parar. A porra dele ainda escorria dela quando ela subia pro quarto, e o cheiro daquela mistura ficava no ar da cozinha como lembrança suja e deliciosa.
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