Monique tinha 32 anos e vivia num apartamento pequeno no centro da cidade, daqueles onde o silêncio da tarde era só quebrado pelo barulho distante do trânsito. Funcionária remota há quase quatro anos, ela já tinha aprendido que o home office era uma faca de dois gumes: liberdade total, mas também um tédio que fazia o corpo dela esquentar de um jeito perigoso. Toda tarde, por volta das duas e meia, depois do almoço rápido, o tesão subia como uma onda lenta. Hoje não foi diferente. Ela fechou o laptop do trabalho por uns minutos, respirou fundo e sentiu a calcinha já úmida colada na pele. - Porra, de novo não... mas que delícia essa vontade – murmurou sozinha, sorrindo de canto de boca enquanto se levantava da cadeira da escrivaninha. Ela foi pro quarto, tirou a camiseta folgada e o shortinho de algodão que usava pra trabalhar. O sutiã simples voou pro canto. De pé na frente do espelho grande, Monique olhou o próprio corpo: peitos médios e firmes, mamilos já duros só de imaginar o que ia fazer, barriga lisinha e aquela buceta depilada que ela adorava deixar lisinha pra sentir tudo. Abriu a gaveta da cômoda e pegou a lingerie rendada preta que tinha comprado na semana passada. O body era todo transparente, com renda grossa nos lugares certos. Ela vestiu devagar, sentindo a textura áspera roçar nos mamilos. Cada fio da renda parecia uma língua quente lambendo os bicos, deixando eles ainda mais empinados, quase doloridos de tão duros. - Ai, caralho...olha só isso – sussurrou pra si mesma, apertando os seios com as duas mãos e gemendo baixinho enquanto a renda mordia a pele sensível. A calcinha do body era fio-dental, mas com um pedaço de renda bem no meio que passava direto entre os lábios da xoxota. Quando ela puxou o tecido pra cima, a renda roçou forte no grelinho inchado, já latejando de tesão. Monique abriu as pernas um pouco, olhou no espelho e viu a renda sumindo entre os lábios carnudos da buceta. Estava molhada pra caralho. O tecido ficou escuro rapidinho, encharcado do mel que escorria. Ela não aguentou. Pegou o vibrador Lovense, aquele ovozinho rosa que ela controlava pelo celular. Lubrificou com saliva mesmo, porque a buceta já estava pingando. Sentou na beira da cama, abriu as coxas grossas e empurrou a ponta devagar. - Entra, vai... assim, bem fundo na minha buceta safada – gemeu baixinho, sentindo o brinquedo deslizar pra dentro, abrindo os lábios e enchendo ela toda. O Lovense acomodou no ponto G perfeito, pressionando pra cima. Ela ligou o app no celular, escolheu o padrão “onda crescente” e sentiu a primeira vibração baixa. O corpo inteiro estremeceu. Rápido, vestiu uma camiseta branca solta por cima do body e o shortinho jeans por cima, só pra disfarçar. A calcinha rendada e o vibrador ficavam invisíveis por baixo, mas ela sentia tudo: a renda apertando os mamilos, o fio roçando o cu e o grelinho, e o ovozinho pulsando dentro da xoxota quente. Faltavam cinco minutos pra reunião de vídeo. Monique sentou na cadeira da escrivaninha, abriu o Zoom, ligou a câmera e ajustou o ângulo. O diretor, o Carlos, já estava lá com mais três colegas. Ela sorriu pro canto da tela, fingindo normalidade, mas por baixo da mesa os quadris dela já balançavam devagar, esfregando a buceta contra o assento. A reunião começou. Carlos, com aquela voz grave e calma de sempre, tomou a palavra. - Bom dia a todos, ou boa tarde, né? Vamos começar com a apresentação do relatório trimestral. Monique, você tá com a câmera ligada, ótimo. Pode acompanhar aqui no slide 1. Ela respondeu rápido, voz quase normal. - Claro, Carlos, tô aqui acompanhando. Mas por dentro era outro mundo. O Lovense subiu de intensidade devagar. A vibração batia direto no grelinho por dentro, fazendo a buceta contrair em volta do brinquedo. Os mamilos roçavam na camiseta fina e dava pra ver eles marcados, duros como pedrinhas. Monique mordeu o lábio inferior e apertou as coxas uma contra a outra, sentindo o mel escorrer pela renda e molhar o shortinho por dentro. Os minutos passavam. Carlos continuava a apresentação, detalhando números, gráficos, metas. - Como vocês podem ver no slide 3, o crescimento foi de 18% no setor sul. Precisamos discutir as ações pra manter isso no próximo trimestre. Monique, o que você acha do plano de marketing que eu propus? Ela respirou fundo, tentou manter a voz firme. - Acho excelente, Carlos. Acho que vai dar certo. Mas a voz saiu um pouco rouca. O vibrador tinha entrado no modo “pulsação forte”. A buceta dela apertava e soltava, sugando o Lovense como se fosse uma pica grossa de verdade. O grelinho estava inchado, latejando, e cada vibração mandava choques de prazer até a ponta dos pés. Ela balançava os quadris discretamente, esfregando a renda contra o clitóris por fora também. O shortinho já estava molhado na virilha. - Porra, vou gozar aqui na frente de todo mundo... – pensou ela, mas não falou. Em vez disso, fingiu anotar algo no caderno ao lado do teclado, enquanto o corpo inteiro começava a tremer. Carlos seguia, alheio a tudo. - No slide 5 temos o comparativo com o ano passado. Reparem como a curva azul representa... Monique não estava mais ouvindo porra nenhuma. A onda chegou de repente. A buceta contraiu forte em volta do vibrador, sugando ele pra dentro. O grelinho explodiu de prazer. Ela prendeu a respiração, olhos fixos na própria imagem na telinha pequena. Viu os mamilos quase furando a camiseta, as bochechas coradas, a boca entreaberta. E gozou. Gozou pra caralho. - Aaaahhh... caralho, tô gozando... minha buceta tá apertando tanto... – gemeu baixinho, quase inaudível, só pra si mesma. O corpo inteiro convulsionava. Suco quente escorria pela renda, encharcando o shortinho, formando uma manchinha escura na cadeira. As pernas tremiam, os dedos cravados na beirada da mesa. Ela via tudo na câmera: o peito subindo e descendo rápido, os olhos vidrados de tesão. Era o segredo mais safado do mundo acontecendo ao vivo, enquanto Carlos falava de metas e KPIs. O orgasmo durou quase um minuto inteiro. Ondas e ondas. A buceta piscava, apertava, soltava mais mel. O Lovense continuava vibrando, prolongando tudo. Monique mordeu o interior da bochecha pra não gemer alto. - Hummmm... porra, que delícia... gozei tanto... – sussurrou só com a boca, sem som, enquanto fingia que estava prestando atenção no slide. Carlos continuava, tranquilo. - Então, no slide 7, vamos falar das projeções pro próximo mês. Alguém tem alguma dúvida até aqui? Monique conseguiu responder, voz trêmula mas ainda profissional. - Nenhuma dúvida por enquanto, Carlos. Por dentro ela estava destruída de prazer. O vibrador tinha diminuído um pouco, mas ainda pulsava leve dentro da buceta encharcada, roçando o ponto G sensível pra caralho. Ela sentia o cu piscando também, de tão excitada. A renda entre os lábios da xoxota estava ensopada, grudada, e cada movimento mínimo da cadeira fazia a textura arranhar o grelinho de novo, ameaçando outro gozo. Os minutos finais da reunião pareceram eternos. Monique ficou lá, quadris ainda balançando devagar, sentindo o mel escorrer pelas coxas por dentro do short. Ela olhava pra própria imagem na tela, admirando o rosto corado, os mamilos visíveis, o jeito que mordia o lábio toda vez que uma vibração mais forte batia. Era como assistir um filme pornô protagonizado por ela mesma. Finalmente, Carlos encerrou. - Bom, pessoal, acho que cobrimos tudo. Obrigado pela atenção. Qualquer coisa me chamem no chat. Tenham uma ótima tarde. A tela escureceu. Monique soltou um suspiro longo e desesperado. - Finalmente, caralho... – disse alto agora, voz rouca de tanto segurar. Ela desligou o vibrador pelo app, mas deixou o Lovense dentro mais um pouco, só pra sentir a buceta pulsando em volta dele. Levantou devagar, as pernas bambas. Foi pro banheiro, baixou o shortinho e o body. A calcinha rendada estava encharcada, um fio grosso de mel branco escorrendo pela coxa. O vibrador saiu devagar, coberto de creme grosso, brilhando. Ela olhou no espelho do banheiro, buceta inchada, vermelha, aberta, grelinho ainda latejando. - Olha o estado dessa xota... toda fodida de tesão – falou pra si mesma, rindo safada. Sentou na privada, abriu as pernas e limpou tudo com papel higiênico, sentindo os dedos roçarem o grelinho sensível e gemendo de novo. - Haaa... ainda tá sensível pra caralho. Depois lavou o Lovense na pia, com cuidado, lembrando de cada segundo da reunião. Guardou o brinquedo, trocou a lingerie por uma calcinha normal e voltou pra escrivaninha como se nada tivesse acontecido. Mas por dentro ela já sabia: amanhã de tarde ia repetir. Talvez com o volume mais alto. Talvez com a câmera um pouco mais próxima dos peitos. O risco era o que tornava tudo tão bom. Monique sorriu, abriu o laptop de novo e voltou pro trabalho. A buceta ainda latejava, molhada, lembrando do segredo que só ela sabia. E o dia, de repente, ficou muito mais interessante.
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