Eu estava morando com meu irmão Lucas desde que eu e meu marido nos separamos oficialmente. O namorado novo era recente demais pra eu já me jogar de cabeça na casa dele, então voltei pro apartamento do Lucas, aquele lugar que a gente dividia quando era mais novo. No começo foi tranquilo, cada um na sua, só as refeições juntos e umas noites de filme de vez em quando. Mas ultimamente ele andava irritadiço pra porra, estressado, gritando comigo por qualquer besteira, bravo o tempo todo. Típico cara que não abre a boca sobre o que tá sentindo, né. Eu tentava ignorar, mas uma noite a coisa explodiu. A gente tava na sala, bebendo cerveja atrás de cerveja enquanto passava um programa de merda que ele odiava e eu queria ver. O álcool subiu rápido, a discussão ficou feia, vozes altas, acusações idiotas. Quando já estávamos bem alegrinhos, quase bêbados, eu gritei na cara dele: - Qual é o teu problema ultimamente, Lucas? Tá parecendo que quer me matar a cada cinco minutos! Ele respirou fundo, passou a mão no rosto suado e finalmente soltou: - Porra, mana, eu gosto de morar sozinho. Você aqui o tempo todo tá me deixando louco. A gente briga o dia inteiro porque não tem como aliviar a tensão de outro jeito. Eu ri, meio alta, e respondi sem filtro: - Então se masturba, caralho. Vai pro quarto, bate uma punheta e resolve isso. Ele ficou vermelho, desviou o olhar e murmurou: - Não consigo, porra. Me sinto estranho assistindo pornô sabendo que você tá no apartamento. E como você tá sempre aqui, eu nunca tenho chance de ficar sozinho. Aquilo me deu um estalo. Eu peguei o controle, liguei a TV na sala mesmo e abri um site de pornô bem pesado, daqueles com casal fodendo gostoso, gemidos altos saindo das caixas de som. Ele arregalou os olhos e quase cuspiu a cerveja: - Que porra você tá fazendo, mana? Tá louca? Eu sorri, já sentindo o calor subir entre as pernas, e falei bem calma: - Relaxa, irmão. Só vai na tua. Eu não vou julgar porra nenhuma. Tira esse peso das costas. Ele ficou nervoso, todo sem jeito, mexendo as mãos na calça. Eu me ajeitei no sofá, tirei a calça de moletom devagar e enfiei a mão por baixo do cobertor fino que cobria minhas pernas. Comecei a me esfregar por cima da calcinha, sentindo a buceta já molhada, o grelinho inchando só de imaginar. Ele viu o movimento e finalmente cedeu. Abriu o zíper da calça, puxou a pica meio mole ainda e começou a bater devagar na poltrona reclinável dele, olhando pro pornô. O cobertor dele tava atrapalhando, eu percebi. Então eu disse, sem tirar a mão da minha buceta: - Tira esse cobertor, Lucas. Honestamente, eu não me importo. Quero ver você se aliviando de verdade. Ele hesitou um segundo, mas obedeceu. Jogou o cobertor pro lado e lá estava a pica dele, grossa, veia saltada, já ficando dura na mão dele. Eu continuei me esfregando, agora enfiando um dedo dentro da buceta quente, molhada pra caralho. Ele batia a punheta olhando pra tela, mas eu notei que o olhar dele escapava pra mim de vez em quando. Eu sorri, tirei o cobertor de cima de mim também, joguei pro canto da sala e abri as pernas bem devagar, mostrando a calcinha encharcada colada na buceta inchada. - Olha aqui, irmão. Não é justo você só olhar pro pornô – eu falei, baixinho, rouca de tesão. Ele parou de bater por um segundo, os olhos grudados na minha buceta. A gente parou de fingir que tava vendo o vídeo. Eu me virei de lado no sofá, abri mais as pernas, puxei a calcinha pro lado e mostrei tudo: os lábios grossos, o grelinho vermelho e brilhando de tesão, o cuzinho piscando logo abaixo. Ele acelerou a punheta, a mão subindo e descendo na pica grossa, as bolas pesadas balançando. Eu não aguentei. Ver ele se masturbando daquele jeito, a pica latejando, o pré-gozo brilhando na cabeça rosada, me deixou louca. Eu enfiei dois dedos na buceta, fazendo barulho molhado, gemendo baixo: - Aaaah... porra, Lucas... olha como minha buceta tá molhada... Ele gemeu também, rouco, e gozou forte. Jatos grossos de porra branca e quente espirraram no peito dele, na barriga, escorrendo até o umbigo. Foi tanto que pingou no chão. Ver aquilo me fez explodir. Meu grelinho pulsou, a buceta apertou meus dedos e eu gozei forte, tremendo inteira, gemendo alto: - Aaaaaah caralho... tô gozando... porra... A gente ficou ali, ofegante, por uns segundos. O pornô ainda rodando na TV, gemidos de mulher sendo comida ecoando na sala. Mas o tesão não passou. Na verdade, aumentou. Eu me levantei, ainda de calcinha molhada, fui até ele e me ajoelhei entre as pernas dele. Limpei a porra do peito dele com a língua, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado. - Mana... que porra é essa? – ele perguntou, a voz tremendo. Eu levantei o olhar, com um fio de porra escorrendo no queixo, e respondi: - Cala a boca, Lucas. Eu quero mais. Quero essa pica dentro de mim. Ele não resistiu. Me puxou pro colo dele, me beijou com força, língua invadindo minha boca enquanto as mãos apertavam minha bunda. Eu sentei em cima da pica ainda dura, esfregando a buceta molhada na carne quente. Ele puxou minha blusa, mamilos duros pra fora, chupou um de cada vez, mordendo de leve. Eu gemia no ouvido dele: - Mete logo, irmão... enfia essa pica grossa na buceta da tua irmã... Ele me levantou um pouco, alinhou a cabeça da pica na entrada da minha buceta encharcada e empurrou devagar. A pica era grossa pra caralho, esticou meus lábios, abriu caminho centímetro por centímetro. Eu senti cada veia roçando nas paredes da buceta, o grelinho sendo pressionado pela base. Quando ele meteu tudo, eu gritei: - Aaaaaah porra... tá tão fundo... me fode, Lucas... me fode gostoso! Ele começou a meter forte, segurando minha cintura, levantando e descendo meu corpo no pau dele. A poltrona rangia, o som molhado da buceta engolindo a pica ecoava junto com nossos gemidos. Eu rebolava no colo dele, sentindo as bolas batendo no meu cu a cada estocada. O suor escorria, o cheiro de sexo tomava a sala inteira. - Caralho, mana... tua buceta tá apertando pra caralho... tá sugando minha pica... – ele rosnava, metendo mais rápido. Eu estava desesperada, unhas cravadas nos ombros dele, peitos pulando no rosto dele. Gozei de novo, a buceta apertando forte em volta da pica, jorrando tesão nas bolas dele: - Aaaaaah... tô gozando de novo... porra... não para... mete mais fundo! Ele não parou. Continuou metendo como um animal, a pica inchando dentro de mim. Até que ele grunhiu alto, empurrou tudo e gozou. Jatos quentes e grossos de porra encheram minha buceta inteira, transbordando, escorrendo pelas coxas. Senti o calor dele pulsando dentro, enchendo até o fundo do útero. Eu tremi inteira, outro orgasmo pequeno me tomando. - Porra... encheu minha buceta toda de porra, irmão... tá vazando... – eu gemi, ainda sentada no pau dele. Mas ele não amoleceu. A pica ainda dura dentro da buceta cheia de porra. Ele me tirou do colo, me colocou de quatro no chão da sala, bem na frente da TV que ainda mostrava gente fodendo. Abriu minha bunda com as duas mãos, viu a porra escorrendo da buceta pro cuzinho. - Agora eu quero esse cu, mana. Tá molhado da tua buceta... vai ser fácil – ele disse, rouco. Eu tremi de medo e tesão ao mesmo tempo. O cu era virgem pra pica dele, mas o tesão falou mais alto. - Enfia, Lucas... mas devagar no começo... tá doendo pra caralho mas eu quero... Ele cuspiu na mão, misturou com a porra que escorria da minha buceta e lambuzou a cabeça da pica. Pressionou contra o meu cuzinho apertado. A cabeça forçou, queimou, doeu pra porra. Eu gritei, mordendo o lábio: - Aaaaaai caralho... tá doendo... tá abrindo meu cu... devagar, porra... Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. O cu queimava, esticava, mas o prazer começou a vir junto. Quando ele meteu metade, eu já estava gemendo diferente, misturando dor e tesão: - Aaaah... porra... tá fundo... continua... mete no meu cu... Ele meteu tudo. A pica grossa abriu meu cu inteiro, as bolas batendo na minha buceta cheia de porra. Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais forte. A dor virou prazer puro. Eu rebolava pra trás, empinando o cu, pedindo mais. - Mete forte no meu cu, irmão... fode esse cuzinho apertado... aaaaaah... tá gostoso pra caralho... Eu enfiei a mão na buceta, mexendo o grelinho inchado enquanto ele estocava meu cu. O prazer subiu rápido. Eu gozei desesperada, o cu apertando forte na pica dele, o corpo tremendo inteiro, voz rouca gritando: - Aaaaaaaaah porra... tô gozando com seu pau todo socado no meu cu... tô gozando louca... não para... mete mais... Ele acelerou, metendo fundo, as bolas batendo molhadas. Eu gritei, desesperada, sentindo o orgasmo não parar: - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Lucas... porra... eu vou cagar no teu pau... mas não para... goza dentro... enche meu cu de porra... Ele grunhiu, segurou minha cintura com força e gozou. Jatos quentes, grossos, encheram meu cu inteiro. Senti a porra quente invadindo, misturando com o que já tinha na buceta. O cu piscava, apertava, e o orgasmo me tomou de novo, mais forte, eu gritando: - Aaaaaah... tá enchendo meu cu... porra... tô gozando de novo... caralho... Ele tirou o pau devagar. Assim que a cabeça saiu do cu, eu comecei a rebolar, o cuzinho aberto, vermelho, piscando. E aí aconteceu. A porra dele misturada com merda começou a sair. Eu me caguei ali mesmo, no chão da sala, um fio marrom-claro e branco escorrendo do cu aberto, pingando junto com a porra grossa. Eu rebolava, gemendo de prazer e vergonha misturados: - Aaaah porra... tô cagando... tô cagando no chão... olha o que você fez... tua porra tá saindo misturada com minha merda... caralho... que delícia... Ele olhou, a pica ainda latejando, suja de porra e um pouco de merda. Eu continuei rebolando, sentindo o cu esvaziando, o gozo escorrendo pelas coxas, o cheiro forte de sexo e merda enchendo a sala. Gozei mais uma vez só com o prazer sujo daquilo, o corpo tremendo, gemendo baixo: - Porra... que safadeza... eu me caguei toda pro meu irmão... e adorei... A gente ficou ali, ofegantes, suados, sujos, a TV ainda rodando pornô ao fundo. O apartamento nunca mais seria o mesmo. E eu, pra falar a verdade, não queria que fosse.
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