Pega no flagra pelo namorado, quicando no pau do irmão!
Eu ainda me lembro daquele primeiro mês na faculdade como se fosse ontem. O campus era um caos de gente nova, festas até de madrugada e hormônios explodindo por todo lado. Foi lá que eu conheci o Pedro, meu primeiro namorado de verdade na vida adulta. Ele era alto, moreno, com aquele sorriso safado que fazia minhas pernas tremerem só de olhar. A gente se pegou na segunda semana, numa festa de calouros, e o sexo... porra, o sexo era insano. Ele me comia com vontade, enfiando aquela pica grossa bem fundo na minha buceta até eu gritar de prazer. Eu fantasiava com tudo: casamento, filhos correndo pela casa, a gente envelhecendo juntos. Achava que era amor pra vida toda. Uns meses depois, meu irmão mais velho, o Lucas, veio me visitar no dormitório. Ele era aquele tipo de cara protetor, mas com um corpo de academia que deixava qualquer uma babando – peito largo, braços definidos, e um pau que eu, sem querer, já tinha reparado mais de uma vez nas calças dele quando ele usava short folgado em casa. A gente sempre foi muito próximo, brincalhão, daqueles irmãos que se zoam o tempo todo. Ele chegou no fim da tarde, com uma mochila e um sorriso enorme. - Ei, maninha, tá com saudade ou o quê? Vim te encher o saco um pouco. A gente começou só brincando, como sempre. Sentados na minha cama de solteiro, ele me fazendo cócegas, eu batendo nele com o travesseiro. Mas o clima mudou rápido. Ele me agarrou pela cintura, me puxou pro colo dele, e eu senti o volume duro da pica dele roçando na minha bunda por cima da calça. Meu coração disparou. Eu estava de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, os mamilos já duros roçando no tecido. - Lucas... a gente não devia... – eu sussurrei, mas minha buceta já estava latejando, molhada pra caralho. Ele não respondeu com palavras. Só deslizou a mão por dentro do meu short, os dedos grossos encontrando minha bucetinha lisinha e já encharcada. Ele esfregou o grelinho inchado devagar, circulando, apertando. - Porra, mana, você tá pingando. Tá querendo isso tanto quanto eu, né? Eu não aguentei. Virei de frente pra ele, ajoelhei no chão do quarto e puxei o short dele pra baixo. A pica dele pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Cheirava a homem, suor e tesão. Eu lambi da base até a ponta, devagar, sentindo o gosto salgado. - Hmm, que delícia essa pica do meu irmão... tão grossa, tão quente... Ele gemeu baixo, segurando meu cabelo. - Chupa, vai... enfia essa boca gulosa toda. Eu obedeci. Engoli ele inteiro, até a garganta, babando, chupando com fome. Subia e descia, lambendo as bolas pesadas, enquanto ele gemia rouco: - Isso, mana... que boca quente da porra... me mama assim... A gente tava tentando fazer silêncio porque minha colega de quarto, a Ana, podia chegar a qualquer momento. Mas o tesão tava maior que o medo. Eu me levantei, tirei o short e a regata num segundo, ficando pelada na frente dele. Minha buceta brilhava, os lábios inchados, o grelinho protuberante pedindo atenção. Empurrei ele deitado na cama, subi em cima, posicionei a cabecinha da pica dele na entrada da minha bucetinha e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. - Aaaahhh porra... que pica enorme... tá me rasgando toda, irmão... Ele agarrou meus quadris, me ajudando a descer até o talo. Sem camisinha, pele com pele, era quente, molhado, proibido pra caralho. Eu comecei a cavalgar devagar no começo, sentindo a pica dele pulsar dentro de mim, batendo no fundo da minha buceta. Depois acelerei, quicando forte, as bolas dele batendo no meu cu. - Isso, mana... cavalga nessa pica... rebola essa bucetinha gulosa... Eu rebolava, esfregando o grelinho no corpo dele, sentindo o prazer subir como uma onda. Meus peitos pulavam, mamilos duros. Ele metia os dedos no meu cu, dois dedos grossos, abrindo, fodendo junto. - Ahhh Lucas... fode meu cu com o dedo... enquanto eu monto nessa pica gostosa... porra, tô quase... A gente tava suado, o quarto cheirando a sexo puro. Meus gemidos tavam ficando mais altos, desesperados. - Hummm... aaaahhh... mais fundo... me enche toda, irmão... quero gozar na sua pica sem capa... Ele apertava meus peitos, beliscava os mamilos, metia os quadris pra cima, estocando forte. - Vai, mana... goza... aperta essa buceta no pau do seu irmão... porra, tô sentindo você latejar... Eu tava no limite, a buceta contraindo, o gozo subindo quente. Quase gozando, o corpo tremendo, quando a porta do quarto se abriu devagar. Era o Pedro. Minha colega Ana devia ter deixado ele entrar sem bater, achando que eu tava sozinha. Ele parou na porta, os olhos arregalados, vendo eu completamente pelada, montada no pau do meu irmão, quicando como uma vadia desesperada, os peitos balançando, a buceta engolindo aquela pica até o fundo. O choque foi imediato. Eu congelei no meio da cavalgada, a pica dele ainda latejando dentro de mim. Lucas também parou, as mãos ainda no meu cu. - Puta que pariu... – o Pedro murmurou, voz falhando. Nenhum de nós disse nada. O silêncio foi pior que grito. Eu vi o rosto dele passar de surpresa pra dor, depois pra nojo. Ele deu meia-volta e saiu batendo a porta, sem uma palavra. A gente ficou ali, eu ainda empalada na pica do Lucas, o gozo preso na garganta, o coração martelando. - Mana... caralho... – Lucas sussurrou, ainda duro dentro de mim. Eu desci devagar, sentindo o pau dele sair com um ploc molhado, gozo escorrendo pelas minhas coxas. A buceta pulsava, vazia, frustrada. A gente se vestiu em silêncio, o tesão morto no ar. Ele me abraçou forte antes de ir embora. - Desculpa... eu não devia ter deixado isso acontecer. Mas eu não conseguia parar de pensar no Pedro. Liguei pra ele mil vezes. Caixa postal toda vez. Na faculdade ele me evitava como praga. Eu via ele de longe, virava a cara. Meu coração tava em pedaços. Eu me sentia a pior pessoa do mundo. Tinha traído o cara que eu achava que ia casar, e da pior forma possível – com meu próprio irmão, sem camisinha, quase gozando na frente dele. Mas, sabe, com o tempo aquela culpa virou lição. Eu aprendi pra caralho sobre mim mesma. Aprendi que desejo é uma coisa selvagem, que família e tesão às vezes se misturam de um jeito que ninguém planeja. E que eu não era uma santa. Meses depois, quando a dor ainda tava fresca, eu conheci o Marcos. Ele era diferente. Alto, tatuado, com um olhar que via através da gente. A gente se conectou logo. Na primeira vez que a gente transou, foi intenso, ele me comendo na cama dele, me virando de quatro, metendo fundo na buceta e no cu ao mesmo tempo com os dedos. - Porra, que buceta apertada... você gosta assim, né? Safada... Eu gozei gritando, mas depois, chorando no peito dele, contei tudo. A história do Pedro, o irmão, o flagra, a pica do Lucas me enchendo sem capa. Achei que ele ia me mandar embora. Em vez disso, ele me abraçou mais forte. - E aí? Isso te faz quem? Uma vadia? Não, amor. Isso te faz humana. E se sua família tem esse lance... eu topo entrar na onda. Ele entrou mesmo. Meses depois, Lucas veio me visitar de novo, e o Marcos tava lá. O clima esquentou rápido. Eu tava no meio dos dois, pelada, de quatro na cama grande do nosso apartamento. Lucas enfiando a pica grossa na minha buceta por trás, Marcos enfiando na minha boca, os dois me usando como uma puta faminta. - Isso, mana... engole a pica do cunhado enquanto eu fodo essa buceta que é minha... - Hmmm... aaaahhh porra... me enche, irmão... Marcos, fode minha garganta... quero gozar com vocês dois dentro de mim... O Marcos metia devagar, segurando meu cabelo. - Vai, amor... rebola nessa pica do seu irmão... mostra pra ele como você virou uma putinha completa pra gente... Eu rebolava, o grelinho roçando nas bolas do Lucas, o cu piscando vazio pedindo atenção. O Marcos tirou da boca e enfiou no meu cu de uma vez, os dois paus me fodendo ao mesmo tempo, buceta e cu esticados ao limite. - Aaaahhhh caralhooo... tô cheia... dois paus me rasgando... porra, vou gozar... aaaahhh! O gozo veio violento, minha buceta esguichando, o corpo convulsionando. Lucas gozou primeiro, enchendo minha buceta de porra quente, sem capa de novo. Marcos puxou e gozou no meu rosto, jatos grossos pintando minha língua, meus peitos. - Engole tudo, vadia... isso é o que você merece... A gente desabou na cama, suados, rindo, gozo escorrendo por todo lado. Eu me sentia completa. O Marcos não só aceitou – ele abraçou o estilo de vida da minha família. A gente construiu uma vida juntos. Casamos, tivemos filhos lindos. E o Lucas... bom, ele vira e mexe aparece pra “visitar”. Às vezes os três, às vezes eu e ele sozinhos, relembrando aquele dia no dormitório. O Pedro virou uma lembrança dolorida, mas necessária. Me ensinou que o prazer não tem regras bonitinhas. Tem buceta molhada, pica latejando e desejo cru. Hoje, quando eu cavalgo no Marcos e sinto o Lucas me comendo o cu ao mesmo tempo, eu fecho os olhos e penso: deu tudo certo no final. Eu me tornei melhor, mais livre, mais safada. E a família que a gente construiu... é perfeita pra gente.
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