Isabel tinha acabado de completar 19 anos no começo daquele mês de abril, mas o corpo dela ainda carregava aquela cara de menina safada que acabara de descobrir o que realmente queria. Aos dezoito ela já era uma delícia de curvas: peitos firmes que balançavam quando ela ria, bunda empinada que preenchia qualquer shortinho justo e uma bucetinha rosada que ficava encharcada só de pensar no irmão. Lucas, o irmão mais velho, tinha feito vinte e um em janeiro. Alto, corpo definido de quem malhava escondido no quarto, pica grossa e comprida que já tinha virado obsessão dela desde o verão passado. Quase um ano. Tudo começou inocente, ou pelo menos era o que eles diziam pra si mesmos. Uma noite quente de janeiro, pais fora, eles sentaram no quarto dele pra assistir pornô no notebook. Lucas escolheu um vídeo de blowjob lento, daqueles bem molhados, com a garota babando até o queixo enquanto engolia a pica até o fundo da garganta. Isabel sentiu a calcinha molhar na hora. Sentada do lado dele na cama, ela viu a mão do irmão descer devagar pro pau por cima da bermuda. - Caralho, mana… olha como ela chupa gostoso – ele murmurou, olhos grudados na tela. Ela não respondeu com palavras. Só mordeu o lábio inferior e enfiou a mão dentro do shortinho de algodão. Dedos deslizaram pela buceta lisinha, já pingando. Lucas olhou de canto e sorriu malicioso. - Tá se tocando, Isabel? Porra, que delícia… Daquele dia em diante virou rotina. Toda vez que os pais saíam, eles trancavam a porta do quarto dele ou dela e ligavam o pornô. No começo era só masturbação lado a lado. Depois vieram os toques. Primeiro a mão dela por cima da cueca dele, sentindo a pica pulsar. Depois ele enfiando dois dedos na bucetinha quente dela enquanto ela gemia baixinho. Mas o que realmente viciou os dois foi quando Isabel decidiu imitar as putas do vídeo. Uma noite, de joelhos entre as pernas dele, ela puxou a cueca pra baixo e a pica dele saltou dura, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Lucas segurou o cabelo dela com força. - Chupa, mana. Chupa bem devagar como no vídeo. Isabel abriu a boca, língua pra fora, e lambeu da base até a glande, deixando uma trilha grossa de saliva. Depois engoliu devagar, centímetro por centímetro, até sentir a pica bater no fundo da garganta. Engasgou feio, olhos lacrimejando, mas não tirou. A meleca de saliva escorreu pelos cantos da boca, desceu pelo queixo e pingou nos peitos dela. Lucas gemeu rouco. - Isso, porra… engole tudo, Isabel. Sua garganta tá apertando minha pica tão gostoso… Ela segurava o controle ali. Era a tara dela. Adorava ver ele perder a cabeça enquanto ela decidia o ritmo. Chupava lento, bem molhado, babando tudo, depois acelerava e deixava ele foder sua boca com força. Toda vez que ele empurrava fundo ela engasgava, tossia, saliva voava, mas voltava pedindo mais. - Fode minha garganta, irmão… me usa como uma vadia – ela pedia entre uma engasgada e outra, voz rouca. E ele fodia. Segurava a cabeça dela com as duas mãos e metia forte, fazendo os peitos dela balançarem. O barulho era obsceno: gluck gluck gluck, saliva escorrendo até molhar a cueca dele toda. Quando ele gozava, enchia a boca dela de porra grossa e quente. Isabel engolia tudo, lambia os lábios e sorria safada. - Hum… adoro o gosto da sua porra, Lucas. Eles tentavam evitar penetração. Era arriscado demais. Incesto dentro de casa, pais logo ali no corredor. Mas Isabel andava louca de tesão. Toda noite sonhava com aquela pica grossa abrindo sua bucetinha virgem de irmão. Começou a implorar. Certa tarde, pais no trabalho, ela entrou no quarto dele só de calcinha fio-dental. Lucas estava deitado jogando no celular. Isabel subiu na cama, sentou no colo dele e esfregou a buceta molhada por cima da bermuda. - Por favor, irmão… eu quero sentir você dentro de mim hoje. Minha buceta tá doendo de tanto tesão. Me fode, Lucas. Me fode de verdade. Ele tentou resistir, mas a voz dela era pura putaria. - Mana, a gente prometeu… - Foda-se a promessa. Eu quero sua pica esticando minha bucetinha. Quero você me arrombando bem fundo. Lucas perdeu. Puxou a calcinha dela pro lado, segurou o pau e encaixou a cabeça na entradinha quente e molhada. Isabel desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir ela. - Aaaahhh caralho… tá tão grosso… me abre todinha… Quando ele estava todo dentro, ela parou um segundo, respirando pesado, buceta pulsando em volta da pica dele. - Agora me fode, irmão. Me fode como você fode as putas dos vídeos. Lucas agarrou a cintura dela e começou a meter forte. O quarto encheu de som molhado de pele contra pele. Ploc ploc ploc. Isabel jogava a cabeça pra trás, peitos pulando, gemendo alto. - Isso… assim… mais fundo… ai que delícia, sua pica tá batendo no meu útero… Eles foderam por quase uma hora naquela tarde. Ela gozou duas vezes, buceta esguichando um líquido claro que molhou a barriga dele. Lucas só aguentou porque queria sentir ela gozando mais. Quando ele finalmente gozou, encheu a bucetinha dela de porra quente, jatos grossos que transbordaram e escorreram pelas coxas dela. Depois disso virou vício. Sempre que podiam, eles fodiam. No quarto, no banheiro, até no sofá da sala quando os pais dormiam. Isabel implorava cada vez mais. - Quero você no meu cu também, Lucas… quero sentir essa pica grossa abrindo meu cuzinho virgem. Ele lambuzava o cu dela com saliva, enfiava devagar enquanto ela mordia o travesseiro pra não gritar. O cuzinho dela apertava tanto que ele quase gozava na hora. - Porra, mana… seu cu tá sugando minha pica… tá tão apertado… Ela gemia desesperada, voz abafada. - Me arromba, irmão… fode meu cu bem fundo… aaaahhh que gostoso… Mas o perigo sempre rondava. E o dia que quase deu merda foi um sábado à noite. Os pais tinham saído pra um jantar e disseram que voltariam só de madrugada. Isabel e Lucas viram a oportunidade perfeita. Trancaram a porta do quarto dela, ligaram o som no volume médio pra disfarçar e começaram a foder como animais. Ela estava de quatro na cama, bunda empinada, Lucas metendo forte na buceta dela por trás. O barulho era alto pra caralho: pele batendo, buceta molhada fazendo barulho de porra, gemidos sem vergonha. - Isso, irmão… me fode forte… rasga minha buceta… aaaahhh porraaaa! Lucas segurava o cabelo dela como rédea, metendo com tudo, bolas batendo no grelinho inchado dela. - Toma, sua safada… toma essa pica toda… sua buceta tá piscando em volta de mim… tá tão molhada que tá escorrendo até meus pés… Isabel estava no limite. O orgasmo vinha forte, pernas tremendo. - Vou gozar… ai caralho… vou gozar no seu pau… aaaahhh Lucas… mais forte… me fode mais forte! Ele acelerou, batendo fundo, mão descendo pra esfregar o grelinho dela. Isabel explodiu. Buceta apertou a pica dele em espasmos, esguichando um jato quente que molhou a cama toda. Ela gritou alto, sem conseguir segurar. - Aaaahhh porraaa… tô gozando… tô gozando tanto… não para, irmão… continua metendo… Lucas não parou. Continuou socando enquanto ela tremia. De repente ouviu o barulho da porta da sala batendo. Passos no corredor. A mãe tinha voltado mais cedo. - Merda… – Lucas sussurrou, mas não saiu de dentro dela. Isabel congelou por meio segundo, buceta ainda pulsando em volta da pica dele. - Lucas… ela voltou… para… Mas ele não parou. Pelo contrário, tapou a boca dela com a mão grande e continuou metendo devagar, mas fundo, como se o risco tivesse deixado ele ainda mais louco. - Cala a boca, mana… vou terminar de gozar dentro de você… fica quietinha. Os passos da mãe pararam bem na frente da porta do quarto. Isabel sentiu o coração disparar, mas a buceta dela apertou ainda mais a pica do irmão. O tesão do proibido era insano. Lucas metia em silêncio agora, devagar, mas com força, cabeça da pica batendo no fundo dela a cada estocada. A mãe chamou do corredor. - Crianças? Vocês estão aí? Isabel tentou responder, mas Lucas enfiou dois dedos na boca dela junto com a mão que tampava, fazendo ela chupar enquanto metia. - Responde, vadia… – ele sussurrou no ouvido dela. Isabel, voz tremendo de prazer e medo, conseguiu falar com a boca semi-abafada. - Tô… tô aqui, mãe… assistindo… Netflix… A mãe pareceu satisfeita. - Ah, tá. Não vou atrapalhar. Boa noite, filhos. Os passos se afastaram. Assim que a porta do quarto dos pais fechou, Lucas tirou a mão da boca dela e meteu com tudo de novo, forte, rápido, sem piedade. - Porra, Isabel… quase fomos pegos… e sua buceta apertou tanto que eu quase gozei na hora… Ela gemeu alto agora, sem medo, voz rouca de tesão. - Me fode, Lucas… me fode mesmo com ela em casa… quero sua porra dentro de mim… enche minha bucetinha de porra, irmão… Ele agarrou os quadris dela e socou sem parar. O quarto voltou a encher de barulho molhado. Ploc ploc ploc. Isabel mordia o travesseiro, mas ainda assim gemia alto. - Aaaahhh… sim… assim… me arromba… sua pica tá tão dura… tô sentindo ela latejar dentro de mim… Lucas rosnava baixo. - Toma, mana… toma tudo… vou encher você de porra quente… vai sentir meu leite escorrendo pela sua buceta o resto da noite… Ela gozou de novo, mais forte que antes. Corpo inteiro tremendo, buceta esguichando, olhos revirando. Lucas não aguentou. Deu mais três estocadas profundas e gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. Porra escorrendo pelas coxas, pingando na cama. Eles ficaram ali, ofegantes, pica ainda dentro da buceta latejante. Isabel virou o rosto, olhos brilhando de safadeza e cumplicidade. - Quase fomos pegos… e eu gozei mais forte que nunca… isso tá ficando perigoso demais, irmão. Lucas sorriu, puxou a pica devagar e viu a porra branca escorrendo da bucetinha inchada dela. - E você adora, né? Sua putinha incestuosa. Ela lambeu os lábios, passou o dedo na mistura de porra e mel que escorria e levou na boca. - Adoro. E quero mais. Quero você me fodendo todo dia, mesmo com risco. Quero sua pica na minha buceta, no meu cu, na minha garganta… até a gente não conseguir mais parar. Lucas deitou ao lado dela, mão descendo pra acariciar o grelinho sensível dela de novo. - Então amanhã a gente repete. E depois de amanhã. E sempre que puder. Porque essa buceta agora é minha. Isabel fechou os olhos, sorrindo satisfeita, corpo ainda tremendo do orgasmo. - E essa pica agora é minha também, irmão. Pra sempre. Eles ficaram ali, abraçados, suor, porra e saliva misturados, sabendo que o perigo só tornava tudo mais viciante. A casa dormia, mas dentro daquele quarto o fogo continuava aceso. E nenhum dos dois queria apagar.
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