Deixei um estranho me enrabar na balada!

Eu, Emille, 28 anos, sempre fui uma safada que gosta de viver no limite. Ontem à noite, na festa que rolava num galpão lotado de gente suada e música batendo forte no peito, eu tava no meio da pista rebolando como uma puta no cio. O shortinho jeans mal cobria minha bunda redonda e a blusinha fina deixava os mamilos marcando, duros de tesão. Tinha uns caras me cercando, mas um deles me pegou de jeito. Ele era alto, pele morena, barba rala, cheiro de homem misturado com cigarro e suor. Vou chamar ele de Lucas, porque nem perguntei o nome de verdade, só queria sentir ele me comendo.
Enquanto eu rebolava pra trás, esfregando minha bunda no volume que já tava duro dentro da calça dele, o cara grudou a boca no meu ouvido e rosnou baixinho:
- Caralho, sua vadia, tu tá pedindo pra levar pica grossa dançando assim… Eu quero te comer inteiro, buceta, cu, tudo.
Eu só ri, mordi o lábio e empinei mais o rabo contra ele. A música pulsava, as luzes piscavam vermelhas e azuis, e meu grelinho já tava latejando dentro da calcinha molhada. Ele me virou de frente, agarrou minha cintura com força e enfiou a mão por baixo do short, apertando minha buceta por cima do tecido.
- Tá encharcada, porra… Vem pro banheiro comigo que eu vou te foder até tu gritar.
Não pensei duas vezes. Peguei na mão dele e fomos abrindo caminho no meio da multidão suada. O banheiro feminino tava meio vazio, só uma mina se maquiando no espelho, mas ele nem ligou. Me empurrou pra dentro de uma cabine, trancou a porta e já desceu o zíper da calça. A pica dele pulou pra fora, grossa, veiada, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros de carne dura latejando na minha cara.
Eu me ajoelhei no chão sujo sem pensar, abri a boca e engoli ele inteiro. Chupei com fome, lambendo as bolas pesadas, enfiando a língua na fenda da glande enquanto ele segurava meu cabelo.
- Isso, chupa gostoso, sua putinha… Engole essa pica até o talo.
Eu gemia com a boca cheia, baba escorrendo pelo queixo, os olhos lacrimejando enquanto ele metia na minha garganta. Meu cu pulsava de tesão dentro do plug anal que eu tinha colocado em casa antes de sair, um plugzinho de metal frio que me deixava sempre aberta, pronta pra qualquer coisa.
Ele percebeu o volume quando enfiou a mão atrás e apertou minha bunda.
- Que porra é essa? Tu tá com plug no cu, sua safada? Então tu gosta de levar no rabo, hein?
Ele riu baixo, puxou meu cabelo pra trás e tirou a pica da minha boca com um ploc molhado.
- Abre a boca de novo.
Eu obedeci. Ele tirou o plug devagar, aquele metal liso saindo do meu cu com um som obsceno, e enfiou direto na minha boca. Senti o gosto do meu próprio cu, quente, levemente salgado, e chupei ele como se fosse uma pica.
- Chupa teu plug enquanto eu como esse cu, vadia.
Ele me levantou, virou de costas contra a parede, puxou meu short e calcinha pra baixo num só movimento. Meu cu ficou exposto, piscando, já aberto do plug. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e encostou ali.
- Relaxa esse cu gostoso… Vou meter tudo de uma vez.
E meteu. Centímetro por centímetro, devagar no começo, depois com força. A pica grossa abriu meu cu como uma faca quente na manteiga. Eu senti cada veia, cada pulsação, enchendo meu intestino, esticando minhas paredes até doer de um jeito delicioso.
- Aaaahhh porra… Que pica grande, caralho… Me fode, me fode fundo!
Ele começou a meter com vontade, saindo quase todo e enfiando até as bolas baterem na minha buceta molhada. O barulho de pele contra pele ecoava na cabine, ploc ploc ploc, molhado, obsceno. Ele dava palmadas fortes na minha bunda, deixando a pele vermelha.
- Toma no cu, sua puta… Esse rabo é meu agora. Sente como teu cu tá apertando minha pica?
Eu tava louca. Uma mão no meu grelinho inchado, dedilhando rápido, a outra segurando na parede pra não cair. Cada estocada me fazia ver estrelas. Meu cu queimava, mas o prazer era tão forte que eu tremia inteira.
- Hummmm… Isso… Mais fundo… Rasga meu cu com essa pica grossa… Aaaahhh eu vou gozar!
Ele acelerou, metendo como um animal, as bolas batendo no meu clitóris indiretamente. O plug ainda na minha boca abafava meus gemidos, mas eu babava nele todo. Ele puxou meu cabelo, arqueou minhas costas e meteu mais forte ainda.
- Goza no meu pau, vadia… Goza com o cu cheio dessa pica.
Eu explodi. O orgasmo veio violento, minhas pernas tremeram, minha buceta esguichou um pouco no chão, e meu cu apertou a pica dele como se quisesse ordenhar. Gemi alto, o plug caindo da boca:
- Aaaaiiiiii caralho… Tô gozando… Meu cu tá piscando na tua pica… Porraaaa!
Ele não parou. Continuou metendo, cada vez mais fundo, até eu sentir ele inchar dentro de mim.
- Vou encher esse cu de porra quente… Toma tudo, sua puta!
E gozou. Jatos grossos, quentes, pulsantes, enchendo meu intestino até transbordar um pouco. Eu senti o calor se espalhando, o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele ainda metia devagar, empurrando o sêmen mais fundo.
- Hummm… Que cu guloso… Tá sugando minha porra toda.
Ele saiu devagar, a pica ainda semi-dura brilhando de gozo e lubrificação do meu cu. Pegou o plug do chão, limpou um pouco na minha blusa e enfiou de volta no meu cu, tampando o gozo lá dentro. Senti o metal frio empurrando a porra quente mais fundo, selando tudo.
- Agora vai dançar com meu gozo no cu, safada. E não tira até eu mandar.
Ajustamos a roupa rapidinho, ele deu um tapa na minha bunda por cima do short e saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido. Voltamos pra pista. A música ainda tava alta, as luzes girando. Eu sentia o plug pressionando, o gozo dele quente e grosso dentro de mim, ameaçando vazar a cada passo.
Comecei a dançar de novo, rebolando mais safada ainda. Me esfreguei em outro cara, um loiro alto que tava olhando pra mim desde o começo. Empinei o rabo contra ele, sentindo a pica dele endurecer. O gozo do Lucas tava ali, preso pelo plug, mas eu imaginava ele escorrendo devagar, molhando minha calcinha enquanto eu rebolava.
O loiro agarrou minha cintura e sussurrou:
- Tu tá cheirando a sexo, gata… Tá molhada pra caralho.
Eu ri, virei o rosto e respondi baixinho:
- Pode apostar… Acabei de levar uma pica grossa no cu e tô com o gozo ainda dentro. Quer sentir?
Ele gemeu no meu ouvido e apertou minha bunda. Eu continuei dançando, me esfregando em mais dois ou três caras naquela noite. Cada rebolada fazia o plug mexer, o gozo do estranho se misturar dentro do meu cu, quente, viscoso, deliciosamente proibido. Meu grelinho tava latejando de novo, minha buceta pingando de tesão só de lembrar da foda no banheiro.
Em certo momento, Lucas reapareceu na pista, me puxou pra perto e enfiou a mão por baixo do short de novo, apertando o plug por cima da roupa.
- Ainda tá lá, né? Meu gozo bem guardadinho no teu cu safado.
Eu mordi o lábio e respondi gemendo baixinho:
- Tá sim… E eu quero mais. Quero que tu me coma de novo antes de amanhecer.
Ele riu, me beijou com força, língua invadindo minha boca, e sussurrou:
- Depois da festa eu te levo pro carro e como esse cu de novo até tu pedir arrego.
A noite seguiu assim, eu dançando, rebolando, sentindo o peso do gozo estranho dentro de mim, o plug me mantendo cheia, aberta, pronta. Cada vez que eu me esfregava em outro cara, eu imaginava ele descobrindo depois, sentindo o cheiro de porra no meu cu. Eu tava no paraíso da putaria.
Quando a festa acabou, quase de manhã, o sol começando a pintar o céu de laranja, Lucas me puxou pro estacionamento deserto. O carro dele tava lá, um hatch preto meio batido. Ele abriu a porta de trás, me jogou de quatro no banco, short e calcinha já abaixados até os joelhos. Meu cu ainda tava plugado, inchado, cheio da primeira carga de porra dele. Ele tirou o plug devagar, vendo o líquido branco escorrer devagar pela minha perna.
- Olha esse cu todo melado… Tá pedindo outra porra, né sua vadia?
Ele lambeu primeiro, língua quente invadindo meu cu, chupando o próprio gozo misturado com meu cheiro de rabo usado. Eu gemia baixinho, rebolando na cara dele:
- Hummm… Chupa meu cu sujo… Come a porra que tu deixou aí.
Mas ele não demorou. Cuspiu na pica de novo, já dura como pedra, e encostou a cabeça grossa na entrada do meu cu. Dessa vez não foi devagar. Ele segurou meus quadris com força, unhas cravando na pele, e meteu tudo de uma vez. A pica entrou rasgando, mais fundo que antes, porque meu cu já tava sensível, inchado da primeira foda. Doeu pra caralho no começo, uma queimação que subiu pela espinha, mas misturada com um prazer tão bruto que eu quase desmaiei.
- Aaaaiiii porraaaa! Tá doendo… Mas não para, caralho… Enfia mais fundo nessa buceta de cu!
Ele metia com raiva, saindo quase inteiro e batendo as bolas no meu grelinho inchado. Cada estocada era um soco no meu intestino, esticando tudo, fazendo meu cu latejar de dor e tesão ao mesmo tempo. Eu tava suando, unhas cravando no banco do carro, baba escorrendo da boca enquanto eu gritava.
- Haaaaaaa… Tá rasgando meu cu… Essa pica tá me partindo ao meio… Mas eu amo, porra… Me fode mais forte!
Meu grelinho tava tão inchado que eu mal conseguia tocar, mas eu enfiei a mão mesmo assim, dedilhando desesperada. O prazer subia em ondas, misturando com a dor que fazia minhas pernas tremerem. Ele dava palmadas secas na minha bunda, o som ecoando dentro do carro fechado.
- Sente essa pica destruindo teu cu, sua puta… Tu tá apertando tanto que parece que vai me espremer.
Eu tava no limite. O cu queimava, o prazer latejava no fundo da barriga, e eu sentia o intestino todo se contraindo em volta da pica dele. Comecei a gozar de um jeito que nunca tinha sentido, o orgasmo anal puro, sem tocar quase na buceta. Meu corpo inteiro convulsionava, eu gritava rouca:
- Aaaahhhhhhh caralho… Tô gozando gostoso pelo cu… Meu cu tá explodindo… Não para… Me fode enquanto eu gozo!
Ele metia mais rápido, suado, respirando pesado no meu ouvido. Eu tava se acabando, ondas de prazer misturadas com dor, lágrimas escorrendo, o cu piscando violento em volta da pica grossa.
- Se tu gozar dentro… Eu vou me cagar toda… Porra… Se tu encher meu cu de porra agora eu vou cagar no teu pau… Aaaaiiii!
Ele riu rouco, acelerou ainda mais, estocadas brutais que faziam o carro balançar.
- Então caga, sua vadia gulosa… Eu quero ver esse cu cagando enquanto eu gozo dentro.
E ele gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino de novo, misturando com a primeira porra e com o que meu corpo já não aguentava segurar. O calor me fez perder o controle total. Quando ele puxou a pica devagar, com um ploc molhado e obsceno, eu rebolava desesperada, o cu aberto, piscando, e comecei a cagar mesmo ali. Um jato quente de merda líquida misturada com sêmen branco grosso escorreu pela minha bunda, sujando as coxas, pingando no banco do carro, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o ar.
- Aaaahhh porra… Tô cagando… Olha o que tu fez… Meu cu tá cuspindo tua porra e minha merda junto… Hummmm que delícia…
Eu rebolava devagar, sentindo os últimos jatos saírem, o cu latejando de prazer e alívio, a mistura escorrendo quente pela pele. Ele olhava hipnotizado, pica ainda dura pingando, e passou a mão na bagunça, espalhando tudo na minha bunda.
- Caralho, que puta suja… Tu gozou, gritou que ia cagar e cumpriu… Adorei essa vadia sem vergonha.
Ele pegou o plug do chão, sujo agora, e enfiou de volta no meu cu, tampando a bagunça toda lá dentro. O metal empurrou o resto da merda e porra mais fundo, me fazendo gemer de novo de tesão. Ajustamos a roupa como deu, eu com as coxas meladas, cheirando a sexo bruto, e ele me deu um beijo sujo na boca.
- Amanhã te mando mensagem. Quero te ver com esse cu cheio de novo, cagando na minha pica outra vez.
Eu saí do carro cambaleando, pernas moles, cu latejando de dor, prazer e sujeira, gozo duplo e merda presa pelo plug dentro de mim. Voltei pra casa sorrindo, sentindo cada passo lembrar da noite em que deixei um estranho me comer o cu sem dó, me fazer gozar gritando e ainda me fazer cagar misturado com a porra dele. E olha… Ainda tô com o plug agora, escrevendo isso, sentindo a bagunça seca e pegajosa dentro de mim. Se quiser, posso te contar o que rolou hoje de manhã quando eu me fodi sozinha com o dedo pensando nele e na merda toda. Mas isso é papo pra outra cerveja, né?

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Deixei um estranho me enrabar na balada!

Codigo do conto:
259179

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/04/2026

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