Minha mãe me viu trepando na cozinha - Consequências!

A manhã seguinte àquela foda insana na cozinha foi estranha pra porra, mas boa. Eu e a Juliana acordamos ainda com o corpo dolorido de tanto meter, a buceta dela inchada e vazando um pouco da minha porra seca nas coxas. A gente foi pra sala tomar café e lá estava minha mãe, a Lúcia, 42 anos, já na cozinha de shortinho curto de algodão e uma regata fina sem sutiã, os mamilos escuros marcando o tecido como se ela nem ligasse mais. Ela sorriu daquele jeito safado de novo quando nos viu, serviu o café pra gente e disse - Bom dia, filhão, dormiu bem depois de comer a Juliana direitinho ontem? - A Juliana riu baixinho, corou um pouco mas já tava mais ousada, encostou no meu ombro e respondeu - Ele dormiu bem e comeu sim, dona Lúcia, e eu ainda tô sentindo a pica dele latejando dentro de mim -. Minha mãe soltou uma gargalhada rouca e piscou - Que bom, menina, mulher tem que ser comida direito, senão fica estressada -.
A partir dali as coisas mudaram de verdade na casa. A Juliana ficou outra pessoa. Antes ela era mais discreta em casa, mas agora andava só de camiseta longa sem calcinha por baixo, a barra mal cobrindo a bundinha empinada, ou shortinhos jeans rasgados que deixavam metade da bunda de fora quando ela se abaixava pra pegar alguma coisa. A pele dela tava sempre à mostra, os peitos balançando livres, o grelinho às vezes marcando o tecido fino quando ela sentava de pernas abertas no sofá. E o mais louco era o vínculo com minha mãe. Elas começaram a conversar sobre tudo, até sacanagem pura. Eu chegava da sala e ouvia as duas na cozinha rindo alto, minha mãe contando - Ah, menina, o pai dele me comia todo dia mas depois dos 40 a pica dele amoleceu, agora eu fico aqui me tocando sozinha pensando em coisa grossa - A Juliana respondia sem vergonha - Pois é, dona Lúcia, o meu é uma pica grossa mesmo, me rasga a buceta toda, mas às vezes eu penso como deve ser uma mulher madura como a senhora sentindo uma pica nova - Elas viraram amigas de verdade, quase cúmplices, e eu no meio, sentindo o pau endurecer só de ouvir.
Do lado da minha mãe a mudança foi ainda mais forte. Antes ela era mais recatada, mas depois daquela noite ela parou de se esconder. Saía do banho só com uma toalha enrolada no corpo, mal presa, e quando passava por mim a toalha escorregava de propósito, mostrando os seios grandes, pesados, com aqueles mamilos marrons grossos que eu nunca tinha visto tão de perto. Às vezes ela ficava só de sutiã e calcinha na sala, o sutiã daqueles de renda barata que mal segurava as tetas, os bicos furando o tecido. Outras vezes nem sutiã, só uma blusinha fina e o shortinho, andando pela casa com os mamilos duros roçando o pano. A Juliana incentivava pra caralho. Um dia ela trouxe umas roupas sensuais que tinha comprado online e disse pra minha mãe - prova isso aqui, dona Lúcia, vai ficar uma MILF de matar - Minha mãe riu - MILF? que porra é essa, menina? - A Juliana explicou rindo - Mãe que todo mundo quer foder, dona Lúcia, e a senhora é isso na certa - Minha mãe caiu na gargalhada, jogou a cabeça pra trás e me olhou direto - Então, filhão, eu sou uma MILF pra você? acha que eu ainda dou pro gasto? - Eu engoli seco, o pau já latejando na calça, e respondi - Claro que é, mãe, a senhora tá foda pra caralho - Ela sorriu, tirou a blusa velha e experimentou a nova na frente da gente, os seios balançando livres, mamilos duros, e disse - Então tá, vou usar isso mais vezes, se meu filho gosta -.
Eu comecei a sentir uma coisa estranha, uma conexão safada com ela. Comecei a tocar mais. Abraços demorados, minha mão descendo um pouco na lombar, sentindo a curva da bunda dela por baixo do shortinho. Ela não afastava, pelo contrário, encostava o corpo mais, roçava os peitos no meu peito e sussurrava - Cuidado, filho, senão a mamãe vai ficar molhada - A Juliana via tudo e provocava. À noite, quando a gente tava na cama, ela me chupava devagar e parava pra perguntar - Tá pensando na buceta da tua mãe agora, amor? naqueles peitos grandes balançando enquanto ela anda de toalha? - Eu gemia e metia na boca dela, mas a imagem da Lúcia ficava na cabeça. Era o começo da jornada incestuosa, aquela tesão proibida que crescia devagar, misturada com o medo e a vontade louca.
Aí veio o lockdown da covid. De repente o mundo parou e nós três fomos trancados no apartamento de dois quartos em Mumbai, um lugar apertado pra caralho, sala pequena, cozinha americana, banheiro só um. Não tinha como fugir. O calor de Mumbai batia forte, o ar-condicionado velho mal dava conta, todo mundo suando o dia inteiro. A gente passava os dias juntos, sem roupa pesada, só shortinhos e regatas. Minha mãe andava o dia todo de sutiã e calcinha, às vezes só a calcinha, os seios livres, mamilos duros de suor. A Juliana incentivava - Fica à vontade, dona Lúcia, aqui é só nós três, ninguém vai julgar - E eu via tudo. Via ela se abaixar pra pegar o controle da tv, a calcinha entrando no cu, a buceta marcando o tecido molhado de suor. Via ela saindo do banho com a toalha caindo, o corpo molhado brilhando, a buceta depiladinha com os lábios grossos aparecendo. Eu tocava mais, abraçava por trás na cozinha enquanto ela fazia comida, minha pica dura roçando na bunda dela por cima da roupa fina. Ela ria baixinho - Filho, para com isso, senão tua mãe vai querer provar essa pica que a Juliana tanto elogia - A Juliana ouvia e ria - Deixa ele, dona Lúcia, ele tá doido pra meter na senhora, eu vejo no olhar dele -.
Os dias foram passando e a tensão sexual ficou insuportável. A gente ouvia os gemidos quando eu comia a Juliana no quarto, a porta entreaberta de propósito. Minha mãe ficava na sala fingindo ver tv mas eu sabia que ela tava se tocando, a mão dentro da calcinha. Uma noite, depois de um dia quente pra caralho, a Juliana me chamou pro quarto e disse - Vem, amor, hoje a gente vai foder bem alto pra tua mãe ouvir tudinho - Eu tirei a roupa dela devagar, deitei na cama e comecei a chupar aquela buceta inchada, o grelinho duro latejando na minha língua. Ela gemia alto - Aaahhh porra, chupa meu grelinho, amor, lambe essa buceta toda - Eu metia dois dedos fundo, sentindo ela melar minha mão inteira. Depois levantei e enfiei a pica grossa de uma vez, sentindo os lábios dela se abrindo, a buceta quente engolindo tudo até os bagos baterem no cu. Meti forte, a cama rangendo, o barulho molhado ploc ploc ploc enchendo o quarto.
A gente tava no meio da foda quando a porta abriu devagar. Minha mãe entrou, só de calcinha, os peitos balançando, os olhos vidrados de tesão. - Posso assistir de perto, filhão? - ela perguntou com a voz rouca. A Juliana sorriu, sem parar de rebolar no meu pau - entra, dona Lúcia, senta aqui e vê como ele me enche - Minha mãe sentou na beira da cama, a mão já dentro da calcinha, se tocando enquanto eu metia na Juliana. O clima explodiu. Eu tirei a pica da buceta da Juliana, brilhando de mel, e olhei pra minha mãe. Ela entendeu o recado, tirou a calcinha devagar, abriu as pernas e mostrou aquela buceta madura, lábios grossos, inchados, o grelinho grande e escuro brilhando de tesão. - Vem, filhão, prova da buceta da mamãe - ela disse.
Eu me ajoelhei, enfiei o rosto ali e comecei a chupar como louco. O gosto era diferente, mais forte, mais maduro, a buceta dela encharcada, o mel escorrendo pelo meu queixo. Ela segurou minha cabeça e gemeu desesperada - Aaahhh meu deus, filhão, chupa o grelinho da mamãe assim, que delícia, ninguém me lambe assim há anos - A Juliana assistia, se tocando, e dizia - come a buceta da tua mãe, amor, enfia a língua bem fundo - Eu levantei, posicionei a pica na entrada daquela buceta quente e empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo ela apertar, os músculos maduros sugando minha pica. Quando enterrei tudo, minha mãe soltou um grito - Aaahhh porra, que pica grossa, tá me rasgando a buceta toda, filhão - Eu comecei a meter, devagar no começo, depois forte, batendo os bagos na bunda dela, o suor escorrendo dos corpos.
A Juliana se juntou, chupando os mamilos da minha mãe enquanto eu metia. O quarto virou um puteiro. Gemidos pra todo lado. Eu sentia a buceta da minha mãe apertando, molhada pra caralho, o grelinho roçando na minha virilha. Meti mais rápido, segurando os quadris dela, vendo os peitos balançarem loucamente. Ela gemia sem parar - aaahhh fode a buceta da mamãe, filhão, mete fundo, me usa como uma vadia - A Juliana sussurrava no ouvido dela - goza na pica do teu filho, dona Lúcia, deixa ele te encher de porra - Eu sentia que ia gozar, a pica inchando dentro dela. Meti fundo três vezes e jorrei, enchendo a buceta da minha mãe de porra quente, jato atrás de jato, transbordando pelos lábios grossos.
Mas não parou. Minha mãe tava louca de tesão, ainda com a buceta pingando minha porra, virou de quatro na cama, empinou aquela bunda madura e disse - Agora fode o cu da mamãe, filhão, eu quero sentir essa pica no meu cu apertado - A Juliana cuspiu na mão, passou no cu da minha mãe e na minha pica. Eu posicionei a cabeça e empurrei. Ela gritou de dor e prazer - Aaaiii porra, tá doendo, filhão, meu cu tá virgem pra pica grossa assim, mas não para, enfia tudo - Eu forcei, sentindo o anel apertado resistir, depois ceder, a cabeça entrando devagar. Centímetro por centímetro, o cu dela quente, seco no começo, depois molhado da porra que escorria da buceta. Quando enterrei tudo, ela tava tremendo, o corpo suado brilhando. Eu comecei a meter, devagar, depois mais forte, o cu apertando minha pica como um punho, o barulho molhado ploc ploc ploc enchendo o quarto.
Ela se acabava, gemendo desesperada - Aaahhh meu deus, que delícia, fode o cu da mamãe, rasga ele, tô sentindo tua pica toda dentro - A dor virou prazer puro, ela rebolava contra mim, empinando mais, o cu engolindo até os bagos. A Juliana chupava o grelinho dela enquanto eu metia, e minha mãe gozou forte, o corpo convulsionando, o cu apertando minha pica - Aaahhh tô gozando gostoso e forte pelo cu, filhão, porra, não aguento mais - Ela gritava alto - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, filho, vou soltar tudo, mas não para, goza, enche o cu da mamãe de porra quente -.
Eu não aguentei. Meti fundo, os bagos apertando, e gozei jorrando dentro do cu dela, jatos grossos enchendo o intestino. Ela gritava - Aaahhh porra, tô sentindo tua porra quente no meu cu, tô gozando de novo, vou me cagar, filhão - O corpo dela tremia inteiro, outro orgasmo louco enquanto eu ainda jorrava. Quando eu tirei a pica devagar, ainda dura e brilhando, o cu dela ficou aberto um segundo, piscando, vermelho e dilatado. Aí ela começou a rebolar devagar, empinando a bunda pra mim e pra Juliana. De repente saiu tudo: um jato grosso de porra branca misturada com merda marrom, escorrendo pelo cu, pela buceta, pingando na cama, no chão, o cheiro forte enchendo o quarto. Ela rebolava, gemendo baixinho e safada - Aaahh olha o que o filhão fez, tô cagando tua porra misturada com minha merda, que delícia safada, olha como sai tudo - A Juliana ria e passava a mão na bunda dela, espalhando aquela mistura, e eu olhava hipnotizado, a pica latejando de novo.
A gente ficou ali horas, limpando, rindo, se tocando, o lockdown virando uma festa de sexo proibido. A dinâmica da família mudou pra sempre. A partir dali não tinha mais barreira, os três juntos no apartamento apertado, buceta, pica e cu misturados o dia inteiro, gemidos ecoando pelas paredes finas. A Lúcia minha mãe, virou minha amante de verdade, a Juliana minha esposa virou a cúmplice safada, e Mumbai lá fora continuava trancada, mas dentro de casa o fogo nunca apagava.

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Comentários


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naldim Comentou em 14/04/2026

Quem deras eu pudesse ter uma esposa gostosa e safada igual a sua e de quebra uma mãe amante na idade da loba igual a sua.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha mãe me viu trepando na cozinha - Consequências!

Codigo do conto:
259388

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/04/2026

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