A sala estava escura, só a luz azulada da Netflix piscando na tela grande. O filme era um daqueles romances pesados, com pegação quente pra todo lado, e eu já sentia o corpo esquentando só de assistir. Meus pais tinham apagado a luz do corredor uns vinte minutos antes, reclamando do dia corrido, e agora éramos só eu e meu irmão no sofá enorme. Ele, com 24 anos, alto, corpo definido de quem malha mas sem ser exagerado, camiseta justa que marcava o peito largo e a barriga reta. Eu, com 22, de shortinho de algodão fino e regata larga, sem sutiã porque em casa a gente não se preocupa com essas merdas. A gente sempre foi grudado pra caralho, desde pequeno, mas nos últimos seis meses eu venho carregando uma quedinha safada por ele que não passa. Toda vez que ele entra no quarto sem camisa, ou quando ri daquele jeito rouco, minha buceta dá uma latejada involuntária. Ontem à noite essa porra explodiu. A gente tava sentado lado a lado no começo, mas quando o filme entrou na metade ele se deitou de lado no sofá, pernas esticadas, e eu, sem pensar duas vezes, me aninhei junto. Deitei a cabeça na barriga dele, virada pra cima, sentindo o calor da pele dele através da camiseta fina. O cheiro dele era bom pra porra – sabonete, suor leve de dia quente e aquele perfume de homem que me deixava molhada só de sentir. Quinze minutos se passaram e ele começou a massagear minha cabeça devagar, dedos fortes enfiando no cabelo, apertando o couro cabeludo. Caralho, que delícia. Fechei os olhos um segundo, sentindo um arrepio descer pela espinha direto pro meio das minhas pernas. Na tela, o casal do filme tava se pegando pesado: beijos molhados, mão dele sumindo dentro da blusa dela, gemidos abafados saindo do som. Foi aí que eu senti. A respiração do meu irmão mudou de repente, ficou mais pesada, mais rápida. Um tremor leve nas minhas costas, como se o corpo dele inteiro tivesse dado um pulo interno. Fingi que não percebi nada, mas meu coração já tava disparado. Ele continuou massageando, mas agora a mão tava um pouco mais tensa. De repente, sem aviso, ele murmurou baixinho: - Desculpa pela ereção... não consegui segurar. A voz dele saiu rouca, quase envergonhada, mas com um fundo de tesão que eu reconheci na hora. Meu corpo inteiro esquentou. Eu tava estranhamente excitada, a buceta já latejando contra o shortinho, um calor molhado se espalhando devagar. Em vez de me afastar, eu me mexi e deitei em cima dele por completo. Meu peito contra o peito dele, cabeça no meio do peitoral, pernas entrelaçadas nas dele. Senti o volume duro da pica dele logo de cara, pressionando contra a minha coxa. Porra, era grossa, quente, pulsando de leve por baixo da calça de moletom. Ele não falou nada, só passou o braço em volta da minha cintura e me segurou firme, como se não quisesse que eu saísse dali nunca mais. Dez minutos se arrastaram assim, o filme seguindo mas eu mal prestava atenção. O coração dele batia forte contra o meu ouvido. Então ele inclinou a cabeça e deu um beijo suave na minha testa. Foi leve, mas durou um segundo a mais do que o normal. Meu corpo reagiu sozinho. Eu levantei o rosto, olhei nos olhos dele – aqueles olhos escuros, cheios de desejo reprimido – e dei um beijo no maxilar dele, bem devagar, sentindo a barba rala arranhar meus lábios. Ele soltou um suspiro baixo. Eu me mexi de novo, deslizando o corpo pra cima até posicionar minha buceta bem em cima do joelho dele. O shortinho era fino pra caralho, quase nada separando minha carne molhada da perna musculosa dele. Comecei devagar. Um movimento circular lento, esfregando o grelinho inchado bem no osso do joelho. Ahhh... o atrito era perfeito. Minha buceta já tava encharcada, o shortinho grudando na pele, o cheiro de tesão feminino subindo sutil entre nós. Ele me segurou mais forte pela cintura, dedos cravando na carne, mas não fez mais nada. Só segurou. Eu olhei no olho dele a cada minuto, contato visual carregado, boca entreaberta, respiração saindo quente. - Tá gostoso, maninha? – ele sussurrou de repente, voz baixa e rouca. - Tá... porra, tá muito gostoso... sua perna tá me deixando louca – respondi, quase gemendo já. Continuei esfregando, agora com mais pressão. O joelho dele tava firme, duro, e eu sentia cada veia, cada músculo. Minha buceta escorregava fácil porque o mel escorria sem parar, molhando o shortinho inteiro. Eu imaginava a pica dele ali dentro da calça, latejando, cabeça inchada querendo furar o tecido. Seis meses de tesão reprimido saindo tudo de uma vez. Eu aumentei o ritmo, quadril rebolando devagar mas firme, o grelinho roçando sem parar, inchando mais a cada volta. Meu cu até piscava de tesão, apertado contra a coxa dele. - Hummm... caralho... – escapei, mordendo o lábio. Ele apertou minha cintura mais forte, me puxando contra o joelho como se quisesse me ajudar sem usar as mãos de verdade. O filme seguia na tela mas ninguém ligava mais. Eu sentia a ereção dele roçando na minha coxa lateral, grossa, quente, pulsando no mesmo ritmo que eu rebolava. Quinze minutos inteiros de esfregação lenta, intensa, sem pressa. Eu ia e voltava, pressionava forte, soltava um gemidinho baixo toda vez que o grelinho batia no ponto certo. A buceta tava inchada, os lábios melados, o shortinho encharcado de tesão. - Porra, irmão... sua perna tá me fazendo ficar tão molhada... olha como eu tô pingando pra você – murmurei, voz trêmula. Ele respirou fundo, peito subindo rápido. - Eu sinto... tá quente pra caralho... continua, maninha, se esfrega gostoso no meu joelho. Eu obedeci. O ritmo aumentou. Agora eu rebolava mais rápido, quadril girando, buceta escorregando pra frente e pra trás, o grelinho latejando de prazer. Gemidos escapavam mais altos, desesperados. - Ahhh... ahh, porra... tá bom demais... meu grelinho tá inchando tanto... Ele me segurava firme, dedos cravados na minha pele, me mantendo no lugar enquanto eu me masturbava nele. O cheiro de buceta molhada enchia o ar entre nós. Eu sentia o cu piscando, o cuzinho apertadinho querendo atenção também, mas o foco era todo na buceta esfregando aquele joelho duro. Meu shortinho já tava encharcado, um fiozinho de mel escorrendo pela coxa dele. - Hummmm... irmão... eu vou gozar... vou gozar na sua perna... – avisei, voz rouca, olhos fixos nos dele. - Goza, maninha... goza bem gostoso pra mim – ele respondeu, apertando mais a cintura. Eu acelerei, rebolando desesperada, buceta pressionando forte, grelinho roçando sem parar. O orgasmo veio forte, subindo pelas pernas, apertando a barriga. Eu tremi inteira, unhas cravando no peito dele por cima da camiseta. - Aaaahhh... porraaa... tô gozando... tô gozando no seu joelho... caralhooo! O gozo explodiu. Minha buceta pulsou forte, jorrando mel quente, encharcando o shortinho e molhando a perna dele inteiro. Eu gemia baixinho mas desesperado, corpo tremendo, quadril ainda rebolando devagar enquanto as ondas me atravessavam. Ahhh... porra... que delícia... o prazer era tão intenso que meus olhos encheram de lágrima. Ele me segurou o tempo todo, firme, sentindo cada espasmo da minha buceta contra o joelho dele. A pica dele pulsava forte contra minha coxa, mas ele não se mexeu pra se tocar. Só segurou. Eu desabei no peito dele, ofegante, corpo mole, buceta ainda latejando contra a perna molhada. O cheiro de gozo pairava no ar. Ele passou a mão nas minhas costas devagar, carinhoso, mas ainda com tesão na voz. - Foi incrível... você gozou tanto... – murmurou. - Foi... você me deixou louca... mas eu queria tanto que você me tocasse também... – respondi, voz fraca, ainda com o corpo colado no dele. Ele riu baixinho, beijou o topo da minha cabeça. - Outro dia a gente conversa sobre isso... agora só fica aqui quietinha. A gente ficou abraçado até o filme acabar. Meu shortinho encharcado grudado na pele, a perna dele molhada do meu gozo, a pica dele ainda meio dura contra mim. Dormimos assim, colados, o tabu e o tesão pairando no ar como uma promessa silenciosa. Eu sabia que isso tinha mudado tudo. E que a próxima vez não ia parar só na esfregada.
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