Anos atrás, a casa tava vazia pra caralho. Nossos pais tinham viajado pro interior e deixado só nós dois, eu com meus vinte e poucos e ela, a irmãzinha de dezoito, ainda com aquele corpo de quem acabara de virar mulher de verdade. A gente cresceu amando luta livre, WWE pra tudo, imitando os golpes no tapete da sala, rindo feito idiota. Aquele dia não foi diferente. Eu entrei no quarto dela só pra irritar, como sempre, empurrando a porta com o ombro e gritando - Ei, sua nanica, vem cá que hoje eu te aplico o RKO! Ela tava de shortinho curto, daqueles de algodão fino que marcava a bundinha redonda, e uma regata velha que deixava os bicos dos peitos aparecendo. - Vai se foder, seu babaca! - ela respondeu rindo, já se levantando da cama pra me enfrentar. Começamos a brincar, os corpos se embolando, braços e pernas se entrelaçando. Ela era boa nisso, rápida, me derrubava e montava em cima rindo. Em um movimento, ela escorregou a mão sem querer e acertou direto no meu pau por cima da bermuda. O toque foi rápido, mas meu corpo reagiu na hora. Senti o sangue descer, a pica engrossando ali mesmo. Bati na mão dela por reflexo, mas já tava tarde. - Porra, mano, o que foi isso? - ela murmurou, parando de rir de repente. O quarto ficou em silêncio. A gente se olhou, aquele contato visual intenso, daqueles que queimam. Tentei disfarçar, continuei a luta, mas o ar tava pesado, cheio de um desejo proibido que nenhum de nós queria admitir. - Para com isso, vai - eu disse, mas minha voz saiu rouca. Ela não parou. Em vez disso, se inclinou e colou os lábios nos meus. O beijo veio agressivo, línguas se enrolando, saliva trocando, mãos apertando. Meu pau já tava duro pra valer agora, latejando contra a bermuda. Ela sentiu e gemeu baixinho no meu ouvido - Hmmm, caralho... tá duro assim por minha causa? Não durou muito o beijo. O tesão tomou conta em segundos. Tirei a regata dela, os peitos saltaram livres, bicos rosados e duros. Ela puxou minha bermuda pra baixo, minha pica pulou pra fora, grossa, veias marcadas, cabeça brilhando de pré-gozo. - Olha o tamanho dessa pica, mano... - ela sussurrou, olhos arregalados. Virei ela de lado na cama, bunda virada pra mim, mas não fui direto pro cu como na primeira tentativa real. Não. Dessa vez eu queria tudo. Desci o shortinho dela junto com a calcinha, revelando a bucetinha lisinha, já molhada, os lábios inchados brilhando. - Que buceta linda, porra... tá pingando pra mim - eu disse, passando o dedo no grelinho dela. Ela tremeu inteira. - Enfia logo, vai... quero sentir essa pica toda dentro de mim - gemeu ela, rebolando devagar. Eu cuspi na mão, molhei a cabeça da pica e rocei na entradinha da buceta dela. Empurrei devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolindo centímetro por centímetro. - Aaaahhh, que delícia... tá me abrindo toda! - ela gritou, unhas cravando no lençol. Comecei a meter com força, estocadas fundas, o barulho molhado de buceta enchendo o quarto. - Toma, sua safada... sente como essa buceta gulosa engole minha pica - eu rosnava, segurando os quadris dela. O ritmo foi aumentando. Eu metia forte, batendo as bolas na bundinha dela, o suor escorrendo pelos nossos corpos. Ela rebolava contra mim, pedindo mais. - Mais forte, mano... fode essa buceta como se fosse sua! - O grelinho dela tava inchado, eu esticava a mão e beliscava, fazendo ela arquear as costas. Os gemidos viraram desesperados - Haaaa... aaaaiii... tô gozando, porra! - Ela gozou pela primeira vez, buceta apertando minha pica como um punho, suco escorrendo pelas coxas. Não parei. Virei ela de frente, pernas abertas, e meti de novo, olhando nos olhos dela. - Olha pra mim enquanto eu te fodo, irmãzinha... essa buceta é minha agora - eu disse, acelerando. Ela cravou as unhas nas minhas costas, pernas tremendo. - Sim, mano... me usa... me enche toda! - Outro gozo veio, mais forte, ela se contorcendo debaixo de mim. Eu sentia as bolas apertando, o gozo subindo. - Vou gozar, porra... vou encher essa buceta de porra quente! - avisei. - Goza dentro, vai... me inunda de leitinho! - ela pediu, rebolando mais rápido. Eu meti fundo uma última vez e explodi. Jatos grossos de porra saindo da minha pica, enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo misturado com o mel dela. - Aaaahhh, caralho... tá quente demais! Sinto cada jato batendo lá no fundo! - ela gemeu, gozando junto comigo, buceta piscando e sugando tudo. A gente ficou ali uns segundos, ofegantes, minha pica ainda dentro da buceta cheia de porra. Mas o tesão não tinha acabado. Eu tirei devagar, vendo a porra branca escorrer da bucetinha inchada. Virei ela de lado de novo, bunda empinada. Cuspi nas pontas dos dedos, molhei o cu dela, aquele buraquinho virgem apertado, rosadinho e piscando. - Agora vai ser no cu, irmãzinha... vou tirar sua virgindade anal de verdade - eu avisei, voz rouca de desejo. Ela ficou tensa, mas o tesão falava mais alto. - Vai devagar, mano... tá grande demais pra esse cu apertado - murmurou ela. Eu pressionei a cabeça da pica, que ainda tava melada da porra da buceta, contra o cu dela. Empurrei devagar, sentindo a resistência. O cu cedeu um pouco e a cabeça entrou. - Aaaaiii... dói pra caralho! - ela gritou, mas não pediu pra parar. Eu travei as pernas dela entre as minhas e dei mais estocadas lentas, centímetro por centímetro, abrindo aquele cu virgem. - Hmmm... que cu gostoso e apertado... tá me espremendo a pica toda - eu gemia, sentindo o prazer subir. A dor dela virou prazer aos poucos. Ela começou a rebolar devagar, gemendo mais baixo. - Continua... tá doendo mas tá bom... fode meu cu, mano... - Os gemidos foram ficando desesperados conforme eu acelerava. Metia mais fundo agora, o cu dela se acostumando, engolindo minha pica até as bolas. O barulho era obsceno, pele batendo em pele suada. Eu metia com intensidade, uma mão no grelinho dela, dedilhando rápido. - Goza com minha pica no cu, vai... se acaba pra mim! - Ela tava louca, corpo tremendo. - Aaaahhh... aaaaiii... tô gozando de novo... com o pau no meu cu! - gritou ela, buceta jorrando suco mesmo sem nada dentro, cu apertando minha pica em espasmos. Os gritos eram desesperados - Haaaa... porra... tá me rasgando mas eu amo... me fode mais fundo! Eu não aguentava mais. O cu dela tava tão apertado, tão quente, que o gozo subiu rápido. Ela sentiu e gritou, voz quebrada de prazer e medo - Se você gozar dentro do meu cu, mano... eu vou me cagar toda! Não goza dentro, por favor... aaaahhh... mas continua metendo! Eu ignorei o pedido no calor do momento. Meti mais fundo, estocadas brutas, e explodi. Porra grossa jorrando direto no intestino dela, enchendo o cu virgem de leitinho quente. - Toma no cu, sua safada... tá levando toda minha porra! - eu rosnei enquanto gozava. Ela se acabou de novo, gozando com a pica ainda enterrada no cu, corpo convulsionando. - Aaaaiii... caralho... tô gozando com sua porra no meu cu! - gritou ela, lágrimas de prazer nos olhos. Quando eu finalmente tirei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando, e começou a vazar. E o momento exato em que ela rebolou e o cu se abriu, liberando tudo misturado, o prazer no rosto dela mesmo com a bagunça. Ela rebolou instintivamente, bundinha empinada, e então aconteceu. O cu dela se contraiu e ela cagou mesmo, um jato quente misturado com minha porra branca escorrendo, sujando as coxas, o lençol, tudo. - Porra, mano... eu avisei... tô me cagando com sua porra saindo do cu! - ela gemeu, ainda rebolando, o prazer misturado com a humilhação safada. Eu olhei aquilo tudo, pica ainda meio dura, e senti o tesão voltar só de ver. A gente ficou ali, suados, sujos, ofegantes, sabendo que aquilo tinha mudado tudo. O resto do dia passou em silêncio cúmplice. A gente evitou se olhar muito, mas o tesão ficou no ar. Anos depois, toda vez que eu vejo ela, lembro daquele dia: a luta que virou beijo, a buceta cheia de porra, o cu virgem sendo arrombado, os gemidos desesperados e o final onde ela rebolou cagando minha porra misturada. Foi a primeira vez. E foi inesquecível.
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