Eu sou o Alexander, tenho 20 anos, e o que rolou com a minha terapeuta de 25 anos foi a foda mais insana, proibida e viciante que já aconteceu na minha vida. Tudo começou seis semanas antes, quando eu marquei consulta com ela por causa da ansiedade que tava me comendo vivo e daqueles problemas com a minha namorada. O nome dela era Clara, novinha, recém saída do mestrado, trabalhando numa clínica pequena no campus. Ela era daquele tipo bonitinha discreta que te deixa louco sem esforço: cabelo escuro sempre preso num rabo de cavalo baixo, maquiagem leve que realçava os olhos castanhos, suéteres justos que marcavam os peitos médios e empinados, calças sociais que desenhavam uma bunda redonda e firme, pernas grossas que pareciam feitas pra abrir. O corpo dela era daqueles que escondia bem, mas quando ela se mexia dava pra ver que tinha carne pra apertar, buceta provavelmente depilada e um cu que eu já imaginava apertado só de olhar. Nas sessões iniciais ela era toda profissional, mas nas últimas duas semanas o clima mudou pra caralho. Ela ria mais das minhas piadas, segurava o olhar no meu por tempo demais, corava quando eu falava de sexo com a namorada. Duas vezes eu vi ela descruzar as pernas devagar, abrindo um pouco as coxas como se quisesse me mostrar o caminho. A voz dela ficava rouca, ela brincava com a caneta entre os dedos, passava a mão no pescoço, mordia o lábio inferior. Eu sentia o cheiro dela de perto, um perfume doce misturado com algo quente, feminino, que me deixava com a pica latejando dentro da calça. Eu contava detalhes da minha vida sexual só pra ver ela reagir, e ela reagia. Ficava molhada, eu tinha certeza, porque a respiração dela acelerava e os mamilos marcavam o suéter fino. Na terça-feira passada a sessão extrapolou o horário. A gente tava falando de coisas pesadas, eu abrindo o jogo sobre como eu me sentia preso, e o timer tocou mas ela não encerrou. Em vez disso ela ficou quieta, olhando pra mim com aqueles olhos que já não escondiam mais nada. Depois de um silêncio que parecia eterno ela falou baixo, quase sussurrando. - Eu provavelmente não deveria dizer isso, mas você torna muito difícil manter a profissionalidade às vezes. A sala ficou parada. Meu coração disparou. Ela se levantou pra me levar até a porta, mas hesitou, mão na maçaneta sem girar. Eu me aproximei devagar, peito colado nas costas dela, e disse firme, olhando nos olhos. - Manda eu ir embora que eu vou. Ela não mandou. Respirava pesado, peito subindo e descendo, bico dos peitos duros contra o tecido. Eu segurei o rosto dela com as duas mãos e beijei primeiro, devagar, sentindo os lábios macios e quentes. Depois aprofundei, língua invadindo a boca dela, chupando a língua dela que tremia. As mãos dela subiram pro meu peito, tremendo, unhas cravando de leve. Eu desci uma mão pra nuca, segurando firme enquanto a outra deslizava por baixo do suéter, sentindo a pele quente da barriga, subindo até os peitos. Apertei um mamilo por cima do sutiã, ela soltou um gemidinho abafado na minha boca. - Isso é uma loucura... - ela murmurou, mas não parou. Eu a guiei até o sofá pequeno do consultório, sentei e puxei ela pro meu colo, de frente, saia subindo até a cintura. Ela trancou a porta com dedos nervosos, chave girando rápido. Agora ela tava montada em mim, buceta quente roçando na minha calça. Eu levantei o suéter dela, tirei o sutiã, e os peitos pularam livres, mamilos rosados e duros. Chupei um com força, língua girando no bico enquanto a mão massageava o outro. Ela jogou a cabeça pra trás, gemendo baixinho. - Ai... Alexander... chupa mais forte... Desci a mão entre as pernas dela, por cima da calcinha fina. Tava encharcada, tecido grudado na buceta inchada. Esfreguei o grelinho por cima do pano, sentindo ela tremer. Ela começou a rebolar no meu colo, esfregando a buceta molhada na minha coxa. Eu abaixei a calça, pica grossa e latejante pulou pra fora, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela olhou pra baixo, olhos arregalados. - Caralho... que pica grossa... - sussurrou, mão tremendo ao redor dela, masturbando devagar, polegar espalhando o líquido na glande. Eu tirei a mão dela, segurei os quadris e guiei a cabeça da pica pra entrada da buceta, afastando a calcinha pro lado. Empurrei devagar, sentindo as paredes apertadas e quentes me engolindo centímetro por centímetro. Ela tava molhada pra caralho, mas ainda apertada, buceta pulsando ao redor da minha rola. - Uhhh... tá me abrindo toda... - ela gemeu, unhas cravando nos meus ombros. Eu segurei firme e comecei a meter, devagar no começo, depois mais fundo, fazendo ela subir e descer no meu pau. O sofá rangia baixo. A gente tentava ficar quieto porque as paredes eram finas e ainda tinha gente no prédio, mas era impossível. Cada estocada fazia um barulhinho molhado de buceta encharcada. Eu metia fundo, bolas batendo na bunda dela, sentindo o útero dela bater na cabeça da pica. Ela enterrou o rosto no meu pescoço, mordendo pra abafar os gemidos. - Mete mais... por favor... fode minha buceta... - ela pediu, voz rouca e desesperada. Aumentei o ritmo, segurando a bunda dela com as duas mãos, abrindo as bandas e metendo com força. O cheiro de sexo encheu a sala, suor misturado com buceta molhada. Ela tava pingando, escorrendo pelos meus ovos. Eu sentia o grelinho dela roçando na base da pica toda vez que ela descia. De repente o corpo dela travou, buceta apertando minha rola como um punho. - Ai ai ai... tô gozando... caralho... não para... - ela gritou baixinho, corpo convulsionando, unhas rasgando minha camisa, buceta esguichando um pouco de porra clara nos meus pelos. Eu não parei. Continuei metendo enquanto ela gozava, prolongando o orgasmo dela até ela tremer inteira. Só então eu senti minhas bolas subirem. Segurei os quadris dela com força e meti bem fundo. - Toma toda a porra na sua buceta, sua putinha disfarçada de terapeuta... - rosnei, gozando jato atrás de jato, enchendo o útero dela de sêmen quente e grosso. Ficamos ali, ofegantes, pica ainda dentro, porra escorrendo devagar pela buceta inchada. Ela me olhou com cara de choque misturado com tesão puro, ajeitando o cabelo bagunçado. - Nós nunca mais podemos fazer isso... - disse baixinho, mas o beijo molhado que me deu depois mostrava que era mentira. Eu saí da clínica como se nada tivesse rolado, pica ainda latejando dentro da calça, cheiro dela grudado em mim. Em casa tomei banho pensando naquilo, culpa e tesão misturados. Mas a história não terminou ali. Duas horas depois meu celular vibrou com mensagem de número anônimo. - Não consigo parar de pensar na sua pica dentro de mim. Eu respondi na hora, e marcamos de ela vir pro meu apartamento no dia seguinte, alegando uma sessão extra. Quando ela chegou, porta mal fechada, eu já estava com a pica dura. Puxei ela pra dentro, beijei com fome, tirei a roupa dela em segundos. Peitos, buceta, tudo exposto. Ela tava sem calcinha dessa vez, buceta já molhada brilhando. Eu joguei ela na cama de bruços, levantei a bunda dela e meti dois dedos na buceta, abrindo bem. - Hoje eu quero mais que isso... - eu disse, voz grossa. Ela olhou pra trás, olhos vidrados. - O que você quer, Alexander? Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e depois no cuzinho rosado e apertado dela. - Quero foder esse cu virgem até você gritar. Ela tremeu, mas empinou mais a bunda. - Mete... mas vai devagar no começo... tá? Eu encostei a glande no cu dela, pressionando devagar. O anel apertado resistiu, ela gemeu de dor. - Ai... ai porra... tá doendo... tá muito grosso... - reclamou, mas não fugiu. Empurrei mais, sentindo o cu dela abrir milímetro por milímetro, quente, apertado pra caralho. Metade da pica entrou e ela já tava suando. - Uhhh... meu cu tá queimando... mas continua... fode meu cu... - pediu, voz entre dor e prazer. Eu segurei a cintura dela e meti o resto de uma vez. Ela gritou, corpo inteiro tremendo. - Aaaahhh caralhooo... tá rasgando meu cu... ai ai ai... Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. O cu dela tava seco no começo, mas o atrito gerava calor, e logo o pré-gozo dela e o meu lubrificaram. O ritmo aumentou. Ela começou a rebolar de volta, dor virando prazer puro. - Agora tá gostoso... mete mais fundo no meu cu... ahhh porra... que delícia essa pica no meu rabo... Eu metia com força, bolas batendo na buceta molhada dela. Ela enfiou a mão entre as pernas, esfregando o grelinho rápido enquanto eu socava o cu. - Tô sentindo você todo dentro de mim... meu cu tá pulsando... não para... - gemia, voz rouca. O prazer dela subiu rápido. Buceta escorrendo, cu apertando minha pica como se quisesse espremer. De repente ela travou, corpo inteiro convulsionando. - Tô gozando... tô gozando gostoso pelo cu... porraaa... aaaahhh... - gritou desesperada, cu piscando forte ao redor da minha rola, esguichando na cama. Enquanto ela gozava eu continuei metendo, sentindo o orgasmo dela me apertar. Ela tava fora de si, gritando. - Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda, Alexander... não goza dentro... por favor... eu vou me cagar... - implorou, voz quebrada de prazer. Eu sorri, segurei mais firme e meti mais fundo ainda. - Eu vou encher esse cu de porra mesmo assim, sua safada. E gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo o intestino dela enquanto ela ainda tremia do orgasmo. Ela sentiu cada jato. - Aaaahhh... tá enchendo meu cu de porra... caralho... Eu gozei tudo, pica latejando dentro do cu apertado. Depois, devagar, comecei a puxar. Ela rebolava a bunda, empinando, gemendo. - Tira devagar... ai... Quando a cabeça da pica saiu com um plop molhado, o cu dela ficou aberto, piscando. E então veio: ela rebolou forte, gemendo de vergonha e tesão misturado, e uma porra grossa, marrom-clara, misturada com meu sêmen branco escorreu do cu dela, escorrendo pelas coxas, pingando na cama. Ela cagou mesmo, pedaços moles misturados com a porra que eu tinha enchido lá dentro, cheiro forte de sexo e merda enchendo o quarto. - Olha o que você fez... tô cagando sua porra misturada com minha merda... ai que vergonha... mas que delícia... - ela gemeu, rebolando mais, empurrando tudo pra fora, corpo tremendo de outro mini-orgasmo. Eu assisti tudo, pica ainda dura, passando a mão na bunda suja dela, espalhando a mistura. Ela virou de lado, olhos vidrados, ofegante. - Nunca mais... mas eu quero de novo... - sussurrou. Depois a gente tomou banho juntos, limpando tudo, rindo nervoso. No dia seguinte chegou outra mensagem anônima. - Ainda sinto seu sêmen escorrendo do meu cu. E assim começou a nossa loucura secreta. Eu nunca mais fui o mesmo depois daquela foda, e ela também não. Toda vez que eu penso nisso, a pica endurece na hora. Foi proibido, sujo, dolorido, prazeroso pra caralho e inesquecível.
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