Ela entrou no banheiro enquanto eu tomava banho, daí tudo mudou!
Desde pequenos, eu e a Ana, minha irmã gêmea, vivíamos colados um no outro. Não era só porque a casa era pequena, era porque a gente se sentia estranho separado. Dividíamos o quarto, as roupas sujas no mesmo cesto, até o banheiro a gente invadia sem bater na porta. Nudez nunca foi tabu. Ela trocava de roupa na minha frente enquanto eu jogava videogame no chão, as tetas balançando livres, a bucetinha raspadinha aparecendo de relance quando ela puxava a calcinha. Eu via aquilo todo dia e meu pau às vezes dava uma latejada, mas a gente fingia que era normal. Crescer assim cria uma intimidade do caralho, sabe? A gente se tocava sem maldade, apertava bunda, beliscava mamilo, ria e seguia o dia. Até aquele dia no chuveiro. Eu tava lá, debaixo da água quente, ensaboando o corpo depois de um treino foda. O vapor enchia o banheiro todo. De repente a porta abre e a Ana entra correndo, já pelada, cabelo preso no alto da cabeça. – Porra, mano, eu tô atrasada pra caralho pro trabalho, me deixa entrar aí rapidinho que o outro chuveiro tá quebrado de novo. Ela nem esperou resposta. Abriu a porta de vidro e se enfiou debaixo da água comigo. Nossos corpos se encostaram de imediato. A pele dela era macia pra porra, molhada, quente. Meu pau roçou na coxa dela quando ela se virou pra pegar o condicionador. Eu não consegui evitar, minha mão escorregou na cintura dela, descendo um pouco pro quadril. Ela riu baixinho, mas não se afastou. Em vez disso, encostou de propósito a bunda redonda naquela minha pica semi-dura. O condicionador que ela passou no cabelo era daqueles sedosos, grosso, escorregadio pra caralho. Quando ela se virou de novo pra enxaguar, minha rola já tava dura feito pedra, latejando contra a barriga dela. – Caramba... – ela murmurou, olhando pra baixo. Os olhos dela se arregalaram. – Que pica enorme, mano. Nunca tinha visto você assim de perto. Eu ri, nervoso, mas o tesão já tava dominando tudo. Sem pensar, estiquei a mão e apertei um mamilo dela, daqueles rosados e empinados que eu já tinha apertado mil vezes brincando. Só que dessa vez ela não deu o “ei” de sempre. Soltou um gemidinho baixo, rouco, que fez meu saco contrair. – Hmmm... – ela gemeu, mordendo o lábio. A mão dela desceu devagar, envolveu minha pica grossa, toda melada do condicionador. Começou a masturbar devagar, o movimento escorregadio, perfeito. O barulho molhado ecoava no box. Eu gemi alto, apertando o outro mamilo dela. – Porra, Ana... tá gostoso pra caralho. Ela acelerou o punho, os olhos fixos na cabeça roxa inchada da minha rola. O condicionador fazia tudo brilhar, escorregar entre os dedos dela. Meu pau pulsava, inchando mais. Eu desci a mão pela barriga dela, cheguei na bucetinha lisinha, já molhada de tesão misturado com água. Meu dedo médio escorregou entre os lábios carnudos, encontrou o grelinho inchado e começou a rodar devagar. – Ahhh... caralho, mano... continua aí – ela pediu, voz tremendo. A gente se masturbava mutuamente, corpos colados, água caindo. Ela gemia cada vez mais alto, o quadril rebolando contra minha mão. Eu sentia a buceta dela contraindo nos meus dedos, quente, encharcada. De repente meu pau latejou forte. – Ana... eu vou gozar... porra... – Goza, vai... goza em mim toda – ela mandou, acelerando o punho. Explodi. Jatos grossos de porra quente saíram voando, pintando a barriga dela, os peitos, escorrendo pela pele molhada. Ela riu, mas com tesão nos olhos. – Olha o que você fez, seu safado... sujou a irmãzinha toda de novo. Agora limpa essa merda direito. Eu não pensei duas vezes. Me ajoelhei na frente dela, a água batendo nas minhas costas, e comecei a esfregar o sêmen com as mãos, espalhando pela pele. Desci pros peitos, apertando, chupando um mamilo enquanto limpava. Ela gemia baixinho. Minha mão voltou pra buceta, agora escorregadia de porra e água. O dedo deslizou fácil pro grelinho, rodando rápido. – Haaaa... assim... mais forte no grelinho, mano... – ela implorou. Não demorou um minuto. A buceta dela apertou meus dedos, o corpo inteiro tremeu e ela gozou forte, gritando. – Aaaahhh... caralho... tô gozando... porraaa! A gente saiu do chuveiro como se nada tivesse acontecido, mas os olhares eram diferentes. O dia seguiu normal, mas à noite ela não foi pra cama dela. Entrou na minha, só de camiseta larga, e se deitou de lado, a bunda empinada encostando direto na minha pica. Eu fiquei duro na hora. A gente dormiu assim, colados, o calor da pele dela me deixando louco. Foi o começo de algo que a gente sabia que era proibido pra caralho, mas impossível de parar. Nos dias seguintes, a gente se pegava escondido o tempo todo. De manhã, antes de acordar os pais, ela sentava no meu colo no sofá da sala, buceta molhada engolindo minha pica devagar enquanto a gente fingia ver TV. – Shhh... quieto, mano... senão a mamãe acorda – ela sussurrava, rebolando devagar, os peitos pulando dentro da camiseta. Eu apertava a bunda dela, enfiando fundo, sentindo a buceta quente apertar toda vez que ela descia. À tarde, no quarto, enquanto eu jogava, ela se ajoelhava entre minhas pernas, chupava minha pica com fome, lambendo as bolas, enfiando a língua no cuzinho. – Mmm... adoro esse gosto de pau suado – dizia, babando tudo. Eu gozava na boca dela e ela engolia, lambendo os cantos da boca. – Delícia de porra, irmãozinho. Mas o tesão só crescia. A gente queria mais. Queria foder de verdade, sem pressa, sem medo de ser pego. Uma tarde os pais saíram pro supermercado e a gente trancou o quarto. Ana tirou a roupa devagar, de propósito, mostrando cada centímetro. As tetas firmes, os mamilos duros, a bucetinha inchada brilhando de tesão. Eu tava pelado na cama, pica latejando pra cima, veias grossas pulsando. – Vem, mano... hoje eu quero sentir essa pica grossa me enchendo toda – ela disse, subindo na cama de quatro, empinando a bunda pra mim. Eu não aguentei. Segurei os quadris dela e enfiei de uma vez. A buceta estava encharcada, quente, apertando como uma luva. – Aaaahhh... porra... que delícia... – ela gemeu alto, empurrando pra trás. Comecei a meter forte, o barulho de pele contra pele ecoando no quarto. Ploc ploc ploc. Minha pica entrava até o talo, batendo no fundo da buceta. Ela rebolava, gritando. – Mete mais fundo, caralho! Fode essa buceta gulosa da sua irmã... aaaahhh... tá batendo no útero... porraaa! Eu apertava os peitos dela por trás, beliscava os mamilos, metia sem parar. O suor escorria, o quarto cheirava a sexo puro. Ela gozou primeiro, a buceta esguichando, apertando minha rola como se quisesse sugar tudo. – Tô gozando... aaaahhh... irmão... me enche de porra... goza dentro... por favor! Eu não aguentei. Segurei firme e meti até o fim. Meu pau inchou e explodi dentro dela, jatos grossos, quentes, enchendo a buceta toda. – Toma... toma toda essa porra, sua puta... – eu grunhi, gozando sem parar. A buceta dela transbordava, o sêmen branco escorrendo pelas coxas enquanto eu ainda metia devagar, empurrando tudo pra dentro. Ela desabou na cama, ofegante, mas o olhar ainda era de fome. – Ainda não acabou, mano... eu quero mais. Quero você no meu cu agora. Eu pisquei, surpreso. A gente nunca tinha feito anal. Mas o tesão tava no talo. Ela se virou de barriga pra cima, abriu as pernas e cuspiu na própria mão, passando no cuzinho rosado e apertado. – Enfia devagar... tá virgem ainda... mas eu quero sentir dor e prazer junto. Eu posicionei a cabeça da pica, ainda melada da porra da buceta, e empurrei. O cuzinho resistiu, queimando. Ela gemeu alto, unhas cravando nos meus ombros. – Aaaaiii... caralho... tá doendo... mas não para... enfia mais... aaaahhh! Centímetro por centímetro, minha pica grossa abriu o cu dela. O anel apertava forte, latejando, quente pra caralho. Doía pra ela, dava pra ver no rosto contorcido, mas os olhos brilhavam de tesão. Quando eu tava todo dentro, ela soltou um gemido longo, desesperado. – Haaaa... tá cheio... sua pica no meu cu... fode devagar primeiro. Comecei a meter, devagar no começo, sentindo o cu dela se acostumar. O atrito era insano, apertado, quente. Ela gemia misturando dor e prazer, rebolando devagar. – Assim... assim... tá começando a ficar bom... mete mais forte agora... aaaahhh... porra... Acelerei. O cu dela engolia minha pica toda, o barulho molhado da porra da buceta ajudando a lubrificar. Eu metia fundo, batendo as bolas no cu dela. Ela se contorcia, tetas pulando, mão no grelinho esfregando rápido. – Aaaahhh... tá bom pra caralho... fode esse cu virgem... mais fundo... aaaaiii... dói mas eu amo... porraaa! O prazer tomou conta. Ela gozava sem parar, o cu apertando minha rola como um torno. Gemidos desesperados enchiam o quarto. – Tô gozando de novo... com essa pica gostosa socada no cu... aaaahhh... irmão... se você gozar dentro... eu vou me cagar... tô falando sério... aaaahhh... mas não para... goza no meu cu... por favor! Eu metia como um animal, suado, as veias do pescoço saltadas. O cu dela pulsava, o grelinho inchado sob os dedos dela. Ela gritava, corpo tremendo inteiro. – Aaaahhh... tô gozando... me acabando gostoso... goza dentro... eu vou me cagar toda... caralhooo! Não aguentei mais. Meu pau inchou dentro do cu apertado e explodi. Jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela. – Toma no cu, sua safada... toma toda a porra do irmão! Ela gritou alto, gozando mais forte que nunca, o corpo convulsionando. – Aaaahhh... tô gozando com sua porra quente no meu cu... porraaa! Quando eu parei de gozar, puxei devagar. A pica saiu com um ploc molhado. Ela rebolou a bunda imediatamente, empinando, o cuzinho piscando. E aí aconteceu. O cu dela se abriu um pouco e começou a sair tudo: porra grossa branca misturada com um pouco de coco mole, escorrendo pela bunda, pelas coxas. Ela gemia, rebolando devagar, empurrando mais. – Olha... tô cagando sua porra... aaaahhh... tá saindo tudo... que delícia safada... O quarto cheirava a sexo, suor e aquela mistura proibida. Ela ria, ofegante, virando pra me beijar. – Isso foi o melhor de tudo, mano... a gente é gêmeo pra caralho... ninguém nunca vai entender. A gente se limpou devagar, rindo, mas sabendo que ia repetir. Esconder isso dos pais era foda, mas o risco só deixava tudo mais gostoso. Toda noite ela dormia com a bunda encostada na minha pica, e a gente fodia quietinho, gemendo baixo pra não acordar ninguém. A vida de gêmeos virou uma sacanagem constante, buceta, cu, porra pra todo lado. E a gente não queria parar nunca.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.