Me chamo Caio e tenho 32 anos. Sou casado há 3 anos com Naiara, de 25 anos. Naiara tem uma irmã mais velha, Lidia, de 40 anos. Lidia é casada com Gilberto, de 45 anos, e eles têm dois filhos: Kiara, de 18 anos, e o caçula Murilo, de 15 anos. Não sou muito íntimo deles, só tenho uma boa relação com os meus sobrinhos, especialmente porque Kiara sempre foi carinhosa e Murilo adora jogar videogame comigo quando visito.
Eu tenho uma empresa de vigilância. Há uns dois meses, minha esposa Naiara me pediu um favor:
— Amor, a Lidia está preocupada com a segurança da casa. O Gilberto viaja muito e ela quer câmeras em vários lugares. Você pode ir lá instalar pra ela? Por favor...
Aceitei na hora. O dinheiro era bom, mas fiquei meio sem graça, pois, não tinha muita intimidade com minha cunhada mesmo sendo marido da irmã dela. Cheguei à casa da Lidia por volta das 11h da manhã, com o furgão lotado de caixas de câmeras, fios, DVR e ferramentas. Naiara tinha ficado em casa, dizendo que não queria “atrapalhar o trabalho do marido”.
Toquei a campainha e logo ouvi a voz dela lá de dentro:
— Já vou, Caio! Entra, a porta tá aberta!
Empurrei a porta e entrei. O cheiro de almoço estava muito bom. Lidia estava na cozinha, de costas pra mim, mexendo as panelas. Porra... ela estava vestida de um jeito que eu nunca tinha visto.
Um short jeans justo, daqueles bem curtos, terminando no meio das coxas com sua bunda grande madura. Em cima, só uma blusinha fina de alça, branca, quase transparente de tão desgastada. E o pior (ou melhor): dava pra ver claramente que não tinha sutiã. Os bicos dos peitos pesados dela estavam marcados, pretos, duros, e as aréolas largas apareciam como sombras escuras contra o tecido claro.
— Oi, cunhado... — disse ela virando o rosto e sorrindo, limpando as mãos no short. — Obrigada por vir. A Naiara me salvou te mandando aqui. Senta aí, o almoço tá quase pronto.
Kiara apareceu na sala logo em seguida, já arrumada pra faculdade:
— Tio Caio! Que bom te ver. Vou indo, senão me atraso. Qualquer coisa me chama no Whats, tá?
Murilo desceu as escadas correndo, uniforme da escola meio desarrumado, fone no ouvido.
— E aí, tio! Depois a gente joga aquele jogo novo, hein? Tchau, mãe!
Os dois saíram quase juntos, batendo a porta e nem almoçaram porque estavam atrasados. Fiquei sozinho com Lidia na cozinha. Ela continuou mexendo o almoço. Meu olhar não conseguia desgrudar daquela bunda no shortinho e daqueles mamilos escuros balançando livres sob a blusinha.
Senti meu pau dar uma pulsada forte dentro da cueca, engrossando rápido. Caralho, que porra é essa? pensei. Era minha cunhada, irmã da minha mulher. Errado pra caralho. Mas o tesão veio forte, daqueles que sobem rápido.
— Lidia... sobre o pagamento — falei, tentando disfarçar— Sei que vocês estão passando por um aperto agora, com o Gilberto trabalhando o dobro e você desempregada. Não precisa pagar tudo de uma vez. Posso parcelar em quantas vezes quiserem, sem juros. É família, né?
— Ai, Caio... você é um anjo. Tá tudo tão apertado mesmo. O Gilberto mal fica em casa, o dinheiro não dá, e eu aqui cuidando de tudo: casa, comida, roupa... às vezes fico desesperada, sabe?
Fiquei o resto da tarde pensando naquela frase dela: “às vezes a gente acaba fazendo outras coisas pra acrescentar na renda...”. Enquanto eu instalava as câmeras externas, subindo na escada, suando sob o sol, minha cabeça não parava. Meu pau ficava meio duro o tempo todo dentro da calça de trabalho. Dentro de casa, Lidia fazia faxina. Eu via ela de relance pela janela: agachada passando pano no chão.
No final da tarde, já com as câmeras externas no lugar, eu precisava configurar o DVR e instalar o software de monitoramento no notebook dela.
— Lidia, terminei a parte de fora. Preciso instalar o programa no seu notebook agora pra testar as imagens.
— Tá no meu quarto, Caio. Na mesa de escritório. Pode ir lá, eu tô terminando aqui — disse ela, limpando as mãos no short.
Entrei no quarto dela. Sentei na cadeira dela e liguei o notebook. Ela apareceu na porta, ainda suada da faxina.
— Vou tomar um banho rápido porque o Gilberto deve chegar daqui a pouco. Qualquer coisa me chama.
— Fica tranquila. – eu disse
Assim que ela fechou a porta do banheiro e eu ouvi o chuveiro ligar, o notebook travou na hora de baixar o software. O navegador estava aberto em segundo plano, cheio de abas. Tentei fechar, mas precisei entrar no histórico pra limpar cookies e cache. Foi aí que vi tudo. Sites de acompanhantes, Casais Liberais. Meu coração acelerou. E o que me fodeu de vez foi o site Privacy — um daqueles de conteúdo amador pago. Cliquei. Porra... era ela. Lidia. Em fotos e vídeos explícitos pra caralho.
No primeiro vídeo: Lidia de quatro na cama do quarto deles, a mesma cama que estava atrás de mim agora, sendo comida por trás por Gilberto. Em outro vídeo, ela chupando o pau do marido com vontade, baba escorrendo, olhando pra câmera como uma puta safada. Tinha foto dela pelada, pernas abertas, mostrando a buceta carnuda, dedos enfiados dentro.
Mas o que me deixou louco foi um vídeo e fotos com um casal da academia. Um casal conhecido: o personal trainer da Lidia (um cara alto e forte) e a esposa dele. Vídeo de quase 20 minutos: Lidia sendo comida pelo cara no sofá da sala enquanto a esposa do cara sentava na cara dela e Gilberto batendo o pau na cara da esposa do personal.
Meu pau ficou duro pra caralho na hora. Baixei a calça ali mesmo e comecei a bater uma punheta braba, olhando os vídeos com o som baixo. A mão subia e descia rápido no meu pau latejando, imaginando meter na minha própria cunhada. De repente a porta do quarto abriu.
Lidia entrou enrolada só na toalha e seus olhos foram direto pro notebook — o vídeo pausado com ela levando rola — e depois pro meu pau duro na minha mão.
— QUE PORRA É ESSA, CAIO?! — gritou com ódio e pavor na voz ao mesmo tempo.
Fiquei paralisado com o pau latejando na mão, cara de quem foi pego no flagra.
— Lidia... eu... eu só fui limpar o histórico e...
— Seu filho da puta! Você invadiu minha privacidade! — A voz dela tremia de raiva e medo. — Isso é da minha vida, porra! Se o Gilberto descobre... se a Naiara descobre... se alguém da família vê isso... Meu Deus do céu!
Ela estava vermelha, apertando a toalha contra o corpo, mas os olhos não conseguiam desgrudar totalmente do meu pau ainda duro. Havia pânico, sim... mas também algo mais. Vergonha misturada com tesão reprimido.
— Por favor, Caio. Isso não pode sair daqui. No desespero do dinheiro acabamos montando um Privacy amador pra levantar uma grana — disse ela chateada, ainda apertando a toalha contra o corpo.
Meu pau, que estava latejando duro segundos antes, começou a amolecer rápido com o susto. Fiquei ali sentado, calça abaixada, cara de idiota, sem saber o que fazer.
— Lidia... caralho... me desculpa. Eu não queria invadir sua privacidade. O notebook travou e eu... — tentei me explicar, mas ela me cortou.
Ela respirava rápido com os olhos ainda descendo de vez em quando pro meu pau semi-duro. O silêncio ficou pesado por uns segundos. Então eu soltei a pergunta que não queria calar:
— O Gilberto... ele sabe de tudo isso? Ele gosta de ser corno?
Lidia mordeu o lábio inferior, vermelha. Olhou pro chão, depois pro notebook onde o vídeo dela sendo comida ainda estava pausado.
— Ele... gosta — respondeu baixinho. — O Gilberto adora assistir. Ele participa também. A gente só não filma tudo porque tem medo de vazar. Mas ele fica louco quando me vê com outro homem. Fica assistindo, batendo punheta... às vezes entra no meio.
Só de ouvir aquilo meu pau deu uma pulsada forte e começou a endurecer de novo na minha mão, inchando rápido, ficando grosso e vermelho. Lidia percebeu na hora. Seus olhos fixaram no meu caralho subindo.
— Porra, Lidia... isso é foda — falei. — Olha o que você faz comigo. Dá uma pegada aqui... só pra sentir. E me diz uma coisa... você toparia subir fotos e vídeos comigo? Cunhado comendo a cunhada safada. Isso ia vender pra caralho, ia dar bem mais dinheiro pra vocês.
Ela ficou quieta uns segundos, respirando pesado. Depois, sem falar nada, soltou a toalha. A toalha caiu no chão e o corpo maduro dela apareceu inteiro: peitos grandes e pesados, bicos escuros duros, buceta carnuda já brilhando de molhada, coxas grossas. Lidia se aproximou, ajoelhou entre minhas pernas e segurou meu pau com a mão quente.
— Seu safado... — murmurou, antes de abrir a boca e enfiar a cabeça grossa pra dentro.
Ela chupou com fome, como puta profissional. Lambia toda a extensão, descia até as bolas, subia chupando forte, babando tudo. Olhava pra cima com aqueles olhos de quem já estava entregue. Meu pau ficou duro pra caralho de novo, latejando na boca quente da minha cunhada.
— Isso, Lidia... chupa o pau do cunhado — gemi baixo.
Depois de uns minutos mamando gostoso, eu não aguentava mais. Peguei uma camisinha que tinha no quarto, coloquei rápido e mandei ela ficar de quatro na cama do quarto — a mesma cama que ela fodia com o marido.
Lidia obedeceu. Empinei aquela bunda grande madura e meti tudo de uma vez na buceta quente e molhada dela. Comecei a comer forte, socando fundo, minhas bolas batendo na bunda dela. O barulho de carne era alto.
— Ai, Caio... porra... que rola grossa — gemeu ela, empinando mais.
Virei ela de frente, abri bem aquelas pernas e meti de novo, olhando pra cara dela enquanto comia a irmã da minha mulher. Depois tentei colocar no cuzinho dela, esfregando a cabeça na rosca apertada.
— Não... ali não, Caio. Hoje não — ela pediu, apertando.
Respeitei e voltei pra buceta. Meti mais rápido, fundo. Lidia começou a tremer, apertou minha cintura com as pernas e gozou gostoso no meu pau, gemendo baixo, rebolando enquanto a buceta pulsava, molhando todo o meu pau e pingando na cama. Tirei a camisinha correndo, fiquei de pé na frente dela e mandei:
— Abre a boca sua safada. Vai tomar meu leitinho e vou tirar foto ainda -eu disse já sentindo o leito percorrer todo o meu pau
Lidia abriu, língua pra fora. Gozei forte, jatos grossos e quentes batendo na língua dela, enchendo a boca da minha cunhada. Ela engoliu tudo, limpou o resto com a boca e lambeu meu pau. Me arrumei o mais rápido possível, puxei a calça, guardei as ferramentas. Lidia vestiu um robe rápido.
— Gilberto deve estar chegando... vai, Caio. Depois a gente conversa sobre... isso — disse ela, ainda com a voz rouca.
Saí da casa dela com o coração acelerado, pau ainda sensível e a cabeça cheia de imagens proibidas. O cheiro da buceta da minha cunhada ainda estava nas minhas mãos enquanto eu dirigia pra casa, pensando em quando ia poder comer ela de novo.
...
FOTOS QUE FIZEMOS E QUE MINHA CUNHADA ME PASSOU DEPOIS.




