Professorinha deliciosa!

A tela do computador piscava com aquela mensagem nova no Whatsapp Web. Era uma professora da cidade vizinha, Ana. O nome dela aparecia em verde e o papo fluiu rápido. Trocaram fotos, piadas, e em poucas horas já estavam combinando o fim de semana na casa dela.
No sábado à tarde eu cheguei. A casa era simpática, um sobrado aconchegante com jardim na frente. Toquei a campainha e ela abriu a porta sorrindo. Ana era ainda mais gostosa pessoalmente: 32 anos, corpo bem feito, cabelos castanhos caindo nos ombros, seios médios firmes e uma bunda que chamava atenção na calça jeans justa.
- Oi, prazer... sou o Lucas – eu disse, formal, estendendo a mão.
Ela riu baixinho e me puxou pra um abraço rápido.
- Pode relaxar, Lucas. Entra.
Saímos pra dar uma volta de carro pela cidade. O papo era leve, ela contava sobre as aulas, eu falava do meu dia a dia. Paramos num restaurante simples mas gostoso, jantamos, tomamos vinho. O sol já estava baixando quando voltamos pra casa. O clima entre a gente tinha mudado. Olhares mais longos, toques casuais que demoravam.
Chegando, ela avisou:
- Vou tomar um banho rápido. Fica à vontade na sala, a TV é sua.
Fiquei assistindo qualquer coisa, o coração já batendo mais forte. Quando ela voltou, porra... só de calcinha preta de renda. O corpo molhado ainda brilhando, os mamilos escuros marcando o tecido fino. Os pelos da buceta aparecendo levemente por baixo da calcinha. Meu pau deu um pulo na calça na hora.
Ela veio devagar, sentou do meu lado no sofá e cruzou as pernas, me olhando com aquele sorriso safado.
Não trocamos uma palavra. Eu me inclinei e abocanhei um dos seios dela, chupando forte, lambendo o bico duro. Ana gemeu baixinho, jogando a cabeça pra trás.
- Ahhh... isso... chupa mais – ela sussurrou.
Minha mão desceu pela barriga dela, abrindo as coxas macias. Ela abriu as pernas devagar, me dando espaço. Enfiei os dedos por dentro da calcinha e senti a buceta dela encharcada, os lábios inchados e quentes, o grelinho já durinho pulsando. Comecei a massagear devagar, circulando o clitóris enquanto mamava os dois seios alternadamente.
- Hummm... que delícia... continua... – Ana gemia, rebolando devagar contra minha mão.
A calcinha ficou toda molhada. Eu a deitei no sofá, tirei aquela peça rendada com os dentes e abri as pernas dela bem abertas. A buceta dela brilhava, rosada, pingando tesão. Me ajoelhei e abocanhei tudo. Língua lambendo da entrada até o grelinho, chupando os lábios carnudos, enfiando a língua fundo na xana molhada.
- Aiiiii meu Deus... que boca gostosa... chupa minha buceta... assim... – ela gemia desesperada, segurando minha cabeça contra ela.
Ana se contorcia, os quadris subindo e descendo. Eu metia dois dedos nela enquanto sugava o grelinho com força. De repente ela apertou as coxas na minha cabeça e gozou forte na minha boca, jorrando um líquido quente e doce.
- Aaaahhh... tô gozandooooooo... porra... que delíciaaa!
Eu lambi tudo, sem desperdiçar uma gota. A buceta dela pulsava, vermelha de tanto tesão. Ana me puxou pra cima, olhos vidrados.
- Me fode agora... quero sua pica dentro de mim. Sem camisinha, eu tomo remédio e confio em você.
Eu tirei a roupa rápido. Meu pau estava duro pra caralho, latejando, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Coloquei a ponta na entrada da buceta dela, esfregando devagar. Ana abriu mais as pernas, segurando os joelhos.
- Enfia devagar... quero sentir tudo – ela pediu, voz rouca.
Empurrei a cabeça da pica. A buceta dela se abriu devagar, quente, apertada e molhada pra porra. Centímetro por centímetro, senti as paredes carnudas engolindo meu pau inteiro. Quando bati o fundo, ela soltou um gemido longo.
- Uuuuhhh... tá tão fundo... que pica grossa... me enche toda...
Comecei a socar devagar no começo, saboreando cada estocada. A buceta dela fazia barulho molhado, squish squish, enquanto eu aumentava o ritmo. Logo estava metendo forte, as bolas batendo na bundinha dela.
- Mais forte... fode minha bucetinha... assim... aaaahhh! – Ana gritava, unhas cravando nas minhas costas.
Eu acelerava, suado, sentindo o prazer subir. Ela rebolava por baixo, pedindo mais. Não aguentei muito. Segurei os quadris dela e gozei fundo, jatos grossos enchendo a xana quente.
- Tô gozandooooooo... toma toda minha porra... – rosnei.
Ela apertou a buceta em volta da pica, ordenhando cada gota.
- Isso... enche minha bucetinha... que delícia...
Ficamos ofegantes por um minuto. Meu pau ainda meio duro dentro dela. Ana virou de quatro no sofá, empinando aquela bunda perfeita, a buceta inchada pingando porra e tesão.
- Me fode de novo... quero mais... sou sua cadelinha hoje.
Segurei a cintura dela e meti tudo de uma vez. O ângulo era perfeito, a pica batendo fundo, roçando o ponto G. Comecei a socar com força, pele contra pele fazendo barulho alto.
- Aiiiiii... assim... mete fundo... rasga essa buceta... hummm... – ela gemia como uma puta desesperada.
Eu dava tapas leves na bunda, puxava os cabelos dela. Ana rebolava contra mim, pedindo mais.
- Mais forte... me usa... sou sua putinha... aaaahhh... vou gozar de novo!
Metemos assim por uns vinte minutos longos e intensos. Eu alternava o ritmo: estocadas lentas e profundas, depois rapidinhas curtas e brutas. O suor escorria, o sofá molhado. Ela gozou mais duas vezes, tremendo inteira, apertando meu pau com a buceta gulosa.
No final eu segurei firme e gozei de novo, enchendo aquela xaninha de porra quente pela segunda vez.
- Toma... mais porra pra você... caralho que delícia...
Ana desabou no sofá, pernas tremendo, buceta vermelha e escorrendo sêmen. Sorrimos um pro outro, exaustos e satisfeitos.
- Isso foi só o começo do fim de semana... – ela disse, ofegante.
Depois ela foi tomar banho. Eu fui em seguida. A noite ainda era longa. Mais tarde, na cama dela, repetimos tudo com ainda mais calma e sacanagem. Experimentei o cuzinho dela também, devagar, lubrificando com a própria porra que escorria da buceta. Ela gemia ainda mais alto quando eu metia no cu apertado.
- Enfia no meu cu... devagar... ai que gostoso... me fode esse rabinho...
O fim de semana inteiro foi uma sequência de foda intensa: no sofá, na cama, no chuveiro, até na cozinha enquanto ela preparava o café. Ana era insaciável, uma professora safada que virava uma cadela no cio quando via minha pica dura.
Cada gemido, cada estocada, cada gozo era carregado de tesão cru. Ela pedia pra eu falar sacanagem o tempo todo:
- Fala que sou sua puta... que vai encher minha buceta de leite todo dia...
- Você é minha putinha gostosa... vou te foder até não aguentar mais – eu respondia, socando fundo.
O ar da casa ficava com cheiro de sexo, suor e porra. Quando chegou a hora de ir embora no domingo à noite, a gente já tinha perdido a conta de quantas vezes gozamos. Ana me deu um beijo longo na porta.
- Volta logo... essa bucetinha vai sentir falta dessa pica braba.
Eu sorri, sabendo que aquela professora tinha virado uma das minhas melhores lembranças.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Professorinha deliciosa!

Codigo do conto:
267634

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/07/2026

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