Era maio de 2011, e Luiz, um rapaz de 19 anos, 187 cm de altura, corpo magro e pele meio morena, estava terminando o último ano do ensino médio numa escola americana. Ele já não era mais virgem, mas tinha transado só duas vezes na vida. Namorava Valentina havia quase três meses. Ela tinha acabado de fazer 18 anos, era um tesão de menina: 160 cm, seios medianos bem firmes, uma bunda suculenta que balançava de um jeito hipnotizante, carinha linda com cabelo castanho escuro longo e olhos castanho-claros que pareciam derreter qualquer um. Valentina era um pouco fria no dia a dia, às vezes até escrota, mas naquele dia da formatura dela e dos amigos dele, estava diferente. Mais carinhosa, mais colada. Depois da cerimônia de tarde, ela deu um beijo molhado nele e sussurrou: - Tenho um presente pra você, mas só te dou de noite, na festa. Luiz passou o resto da tarde ansioso, o pau já meio latejando só de imaginar. Quando chegou na festa, o lugar estava lotado, luzes piscando, música alta. Valentina já estava lá, linda pra caralho num vestido preto tomara-que-caia, curto o suficiente pra mostrar aquelas coxas grossas e a curva perfeita da bunda. Ele pegou na mão dela e puxou pro meio da pista. Enquanto dançavam, ela se esfregava inteira nele. A bundinha dela roçava direto na braguilha da calça, sentindo o pau dele endurecer rapidinho. Luiz tentava disfarçar, mas era inútil. A pica inchava, latejava, pressionando forte contra aquela carne macia. Valentina sorriu safada e aumentou o rebolado, moendo a bunda contra ele como se quisesse provocar. - Tá gostando, né? - ela murmurou no ouvido dele, mordendo de leve o lóbulo. Depois de um tempo dançando, ela o puxou pra um canto escuro da festa, onde tinha um sofá meio escondido e quase ninguém por perto. Sentaram. Os beijos começaram leves, mas logo viraram coisa séria: línguas se enrolando, saliva trocando, mãos explorando. Luiz subiu a mão pela coxa dela, sentindo a pele quente e macia. Valentina gemia baixinho, abrindo um pouco as pernas. De repente ela parou, olhou nos olhos dele com cara de safada e perguntou: - Pronto pro seu presente? Ela desceu a mão e apertou o volume duro na calça dele. - Eu acho que sim! Valentina se levantou na frente dele, abaixou o vestido devagar, revelando os seios medianos, firmes, bicos rosados já durinhos de tesão. Luiz ficou babando. Depois ela virou de costas, levantou o vestido até a cintura e mostrou aquela bunda branquinha, redonda, suculenta, perfeita. Ele não aguentou: agarrou as duas bandas com as mãos grandes, apertando, abrindo, sentindo a maciez. - Que bunda gostosa da porra... - ele rosnou, passando os dedos entre as pernas dela. Por cima da calcinha fina, ele esfregou dois dedos na bucetinha dela. Sentiu o calor, a umidade começando a vazar. Tirou a calcinha devagar, deixou cair no chão e enfiou um dedo na entradinha apertada. Valentina tremeu inteira. - Ahhh... Luiz... que delícia... Ele enfiou mais um dedo, começou a bombear devagar, depois mais rápido, curvando pra esfregar aquele grelinho inchado. A buceta dela ficava cada vez mais molhada, escorrendo leitinho pelos dedos dele. Valentina rebolava contra a mão, gemendo desesperada. - Isso... mete os dedos na minha bucetinha... ai, caralho... tô gozando! Ela gozou forte, apertando os dedos dele, jorrando aquele melzinho quente na palma da mão dele. Luiz tirou os dedos e lambeu, sentindo o gosto doce e safado dela. Valentina virou, ainda ofegante, e falou com voz rouca: - Agora é a minha vez de te dar o presente de verdade. Ela se ajoelhou, tirou o cinto dele com pressa, abaixou a calça e a cueca boxer de uma vez. Quando a pica de 17 cm pulou pra fora, grossa, veia inchada, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, ela arregalou os olhos. - Porra, Luiz... que pica enorme... nunca vi uma assim... Ela pegou com as duas mãozinhas, acariciando o comprimento, sentindo o peso, a rigidez. Começou a bater punheta devagar, depois acelerou, a pele macia deslizando no pau latejante. Luiz gemia, segurando o cabelo dela. - Chupa, vai... bota na boca. Valentina abriu os lábios e engoliu a cabeça. No começo foi meio desajeitado, mas ela foi pegando o jeito, chupando mais fundo, lambendo a glande, passando a língua na veia de baixo. Logo estava mamando com vontade, fazendo barulho molhado, babando no pau inteiro. - Glup... glup... hmmm... que pica gostosa... - ela murmurava entre uma chupada e outra. Luiz se levantou, ficou de pé na frente dela. Valentina de joelhos, olhando pra cima, chupava com mais fome, enfiando o máximo que conseguia na garganta. Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boquinha devagar. Os gemidos dela vibravam no pau. - Ahhh... assim... chupa mais fundo... que boca quente da porra... Ele sentia o gozo subindo. Avisou: - Vou gozar... - Não na boca, hein? - ela disse rápido, tirando o pau por um segundo. Mas Luiz estava louco de tesão. Segurou a cabeça dela firme e enfiou de novo. Quando explodiu, jorrou uma porrada de leite grosso, enchendo a boca dela. Valentina engasgou, tentou puxar, mas ele segurou. A porra escorreu pelos cantos dos lábios, pingando nos seios dela. - Seu nojento filho da puta! - ela reclamou, cuspindo um pouco, mas rindo depois. - Eu disse pra não gozar na minha boca! Luiz riu, limpando o pau nos lábios dela. - Desculpa... mas foi bom demais. Cinco minutos depois, vendo ela ali peladinha, seios melados de porra, buceta brilhando, ele já estava duro de novo. Valentina subiu no colo dele. - Quero você dentro de mim agora. Mete essa pica grande na minha bucetinha. Ele sentou no sofá, pau apontando pra cima. Ela se posicionou, segurou a base grossa e desceu devagar. A cabecinha forçou a entradinha virgem, ela sentiu dor, mas continuou. - Aiiiii... tá doendo... mas continua... ahhh... Centímetro por centímetro, a buceta apertada engoliu a pica inteira. Quando sentou até o fundo, ela parou, tremendo, acostumando com o tamanho. - Caralho... tá me enchendo toda... que delícia... Começou a subir e descer, rebolando, gemendo alto. Luiz segurava a bunda dela, ajudando no ritmo. - Isso, cavalga na minha pica... quica gostoso... Depois de um tempo ele levantou com ela no colo, colocou contra a pilastra fria. Virou ela de costas, levantou uma perna e meteu de novo, fundo, forte. O barulho de pele contra pele ecoava: plap, plap, plap. - Ahhh! Fode... mete mais forte... rasga minha bucetinha! - Valentina gritava, desesperada. Ele metia com tudo, a pica entrando e saindo brilhando de mel, as bolas batendo no grelinho dela. Segurava os cabelos, puxava de leve, dava tapas na bunda. - Toma, sua safada... gosta de pica grande, né? Diz que gosta! - Gosto... ai, caralho... adoro essa pica me fodendo... mais fundo... vou gozar de novo! Ela gozou apertando a buceta, esguichando um pouco, pernas tremendo. Luiz não parou. Continuou metendo como um animal, suado, gemendo rouco. - Tô quase... onde quer que eu goze? - Aonde quiser... menos dentro... ahhh! No último segundo ele tirou a pica, esfregou entre as bandas da bunda e explodiu de novo. Jatos grossos e quentes cobriram toda aquela bundinha branquinha, escorrendo pela rachinha, pingando no chão. Parecia que nunca tinha gozado antes, tanta porra. Valentina se virou, ofegante, sorriu cansada e o abraçou. - Foi o melhor presente que eu podia te dar... Eles se limparam como deram, vestiram as roupas e voltaram pra festa de mãos dadas, corpos ainda formigando, com aquele segredo safado entre eles. Aquela noite virou uma das lembranças mais intensas da vida do Luiz.
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