A noite já tinha caído pesada quando ela saiu daquele restaurante no centro da cidade, o coração ainda batendo forte de raiva e alívio misturados. Quase quatro anos jogados fora com aquele ex-noivo que só sabia pisar nela. O ar frio da rua bateu no rosto dela, e as lágrimas ameaçavam descer, mas ela segurou. Chamou o primeiro táxi que apareceu, entrou no banco de trás e soltou um suspiro longo, daqueles que carregam o peso do mundo. O taxista era um homem forte, pele branca com um tom dourado de quem pega sol no dia a dia, cabelos negros curtos e bagunçados, uns 28 anos bem vividos. Voz grossa, olhar penetrante que via tudo pelo retrovisor. Ele percebeu o estado dela logo de cara e começou a conversar, gentil, sem forçar. - Ei, moça, tá tudo bem? Noite difícil, né? Pode desabafar se quiser, o trânsito aqui tá lento pra caralho hoje. Ela respondeu baixinho no começo, mas o jeito dele, calmo e firme, foi abrindo caminho. Ele passava as marchas com vigor, a mão grande apertando o volante como se domasse um cavalo selvagem. Cada vez que parava no semáforo, virava o corpo para trás e comia ela com os olhos. O olhar era quente, direto, sem vergonha. Aos poucos a conversa ficou pessoal. Ele elogiava o sorriso dela, dizia que uma mulher como ela merecia coisa melhor. - Você merece um homem de verdade, que te pegue firme e te faça esquecer o resto. Olha pra mim, gata, você tá tremendo... mas não é de frio, né? Só o tom da voz dele já fazia o corpo dela reagir. Um calor subia pela barriga, as coxas apertavam uma contra a outra sem querer. Fantasias começaram a pipocar na cabeça dela: aquelas mãos grandes apertando sua cintura, a boca dele descendo pelo pescoço, a pica dura roçando nela. Ela olhava para o retrovisor e encontrava o olhar dele, cada vez mais faminto. Chegaram ao destino, uma rua escura e quase deserta perto do apartamento dela. Ele parou o carro, desligou o motor e fez questão de sair para abrir a porta. Quando ela ficou de pé na frente dele, as pernas bambearam. Ele era alto pra cacete, ombros largos, rosto quadrado, robusto, olhos negros que pareciam furar a alma. O cheiro dele, mistura de colônia barata e suor masculino, invadiu o nariz dela. Não pensou duas vezes. Agarrou a camisa dele e puxou para um beijo. A boca era macia, quente, a língua gulosa invadiu a dela logo de cara, girando, sugando, lambendo como se estivesse faminto há dias. - Caralho, gata... você é louca assim? – ele murmurou entre os beijos, as mãos grandes descendo pela cintura dela e apertando a bunda com força. Ele a empurrou de volta para dentro do carro, fechando a porta. Os vidros já estavam embaçando. Os beijos ficaram mais safados, molhados, barulhentos. Ele tirava a blusa dela devagar, expondo os seios firmes, mamilos duros de tesão. - Olha esses peitos... perfeitos, porra. Tô louco de tesão por você desde que entrou no meu carro. Sempre fantasiei comer uma passageira gostosa como você aqui dentro, bem safada. Ele abaixou a cabeça e atacou os seios: chupava forte, lambia os mamilos em círculos lentos, mordiscava de leve. Ela arqueava as costas, gemendo baixinho no começo. - Ahhh... continua... chupa mais gostoso... A mão dela desceu pela calça dele, sentindo o volume enorme. A pica estava dura pra caralho, latejando contra o tecido. Ela apertou, acariciou por cima, sentindo as veias pulsando. - Nossa... que pica grossa... tá latejando toda pra mim. Ele gemeu rouco, tirou a calça com pressa. O mastro saltou livre: grosso, longo, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ela não esperou. Abaixou a boca e engoliu devagar, lambendo da base até a ponta, chupando as bolas pesadas. - Isso, porra... chupa gostoso... você mama minha pica como uma vadia faminta. Tô louco pra te chupar também. Enquanto ela mamava com vontade, ele levantou a saia dela, puxou a calcinha encharcada para o lado e enfiou a língua na buceta molhada. Era um 69 apertado dentro do carro. A língua dele era quente, gulosa, lambia o grelinho inchado em círculos rápidos, depois enfiava fundo na entrada, fodendo com a boca. - Hummm... que buceta deliciosa... tá pingando pra mim, caralho. Goza na minha boca, vai... Ela tremia inteira, chupando mais fundo, engasgando um pouco com o tamanho, saliva escorrendo pelo queixo. Os gemidos dele vibravam contra a buceta dela, deixando tudo mais intenso. - Ahhh... sim... lambe meu grelinho... assim... tô quase... porraaa! Eles ficaram assim um bom tempo, corpos suados, o carro balançando levemente. Ela pegou uma camisinha na bolsa, rasgou com os dentes e vestiu nele, apertando bem na base grossa. Sentou devagar no colo dele. A cabeça da pica forçava a entrada da buceta apertada, esticando tudo. - Aiiiiii... que grossa... vai devagar... ahhhhh! Ela desceu centímetro por centímetro, sentindo cada veia roçando nas paredes internas. Quando chegou no fundo, soltou um gemido desesperado. - Tá toda dentro... me encheu inteira... que delícia... Começou a cavalgar. Devagar no início, depois mais rápido, quicando com força. As mãos dele apertavam a bunda, guiando o ritmo, dedos apertando a carne macia. - Isso, cavalga na minha pica... rebola gostoso... você é uma puta safada mesmo. Olha como sua buceta mama meu pau. Os gemidos enchiam o carro: - Ahh... ahh... mais forte... me fode... tua pica tá me matando de prazer... hummmm! Mudaram de posição. Ele a virou de quatro no banco de trás, enfiando tudo de uma vez. O barulho molhado de pica entrando na buceta encharcada era obsceno. - Toma... toma essa pica grossa... vou te arrombar todinha. Ele metia fundo, rápido, as bolas batendo contra o clitóris. Ela mordia o banco para abafar os gritos. - Isso... assim... me rasga... tô gozandoooooooo... porraaa... gozei! O corpo dela convulsionava, buceta apertando a pica dele. Ele não parou, continuou metendo enquanto ela gozava, prolongando o prazer. Depois virou ela de lado, uma perna para cima, entrando mais fundo ainda. O suor escorria, os vidros completamente embaçados. Ele colocava o dedo na boca dela para ela chupar, abafando os gemidos altos. - Chupa meu dedo enquanto eu te fodo... que vadia gulosa. Ela chupava como se fosse outra pica, olhos revirando de tesão. Pediu o cu. Ela topou, louca de desejo. Ele cuspiu na mão, lubrificou o cuzinho apertado e foi entrando devagar. - Relaxa... isso... abre pra mim... que cu gostoso, apertadinho... Ela gemia de dor e prazer misturados. - Aiiiii... devagar... tá entrando... ahhhh... mais... fode meu cu... Ele acelerou, metendo com força, uma mão no grelinho dela, esfregando rápido. Os gemidos ficaram desesperados, quase uivos. - Tô gozando de novo... pelo cuzinhooo... porra... me enche... goza dentro! Ele não aguentou. Gozou forte, enchendo a camisinha dentro do cuzinho dela, corpo tremendo inteiro, rosnando. - Caralho... que delícia... gozei pra caralho... Ficaram ali, abraçados, suados, respirando pesado por um tempo. Depois ela se arrumou, trocou números com ele e foi embora com as pernas tremendo. Desde então, sempre que precisava de um "taxi", era ele quem aparecia. O ponto final nunca era a casa dela. Era sempre um motel discreto, onde as noites viravam maratonas de sexo sem limites. No motel, as coisas ficavam ainda mais intensas. Uma vez, ele chegou já com a pica dura dentro da calça. Mal fechou a porta do quarto e já jogou ela na cama, arrancando a roupa. - Hoje vou te comer todinha, devagar e depois bruto. Quero ouvir você implorando pela minha pica. Ele começou lambendo cada centímetro: pescoço, seios, barriga, descendo até a buceta depilada. Chupava o grelinho inchado, enfiava dois dedos, depois três, abrindo ela. - Olha como tá molhada... essa buceta tá pedindo pra ser comida. Ela se contorcia, mãos no cabelo dele. - Lambe mais... enfia a língua... ahhh... isso... sou tua vadia hoje... Ele subiu, enfiou a pica sem camisinha dessa vez (depois de combinarem), sentindo o calor úmido engolir tudo. Metia devagar, girando os quadris, roçando no ponto G. - Sente como te encho... cada veia pulsando dentro de você. Os gemidos dela ecoavam no quarto: - Mais fundo... me fode... tua pica é perfeita... tô louca... hummmm... vai... vai... Ele virava ela de bruços, levantava a bunda e metia no cu de novo, alternando com a buceta. Gozavam juntos várias vezes, corpos escorregadios de suor e gozo. Ele puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, chamava de todos os nomes safados. - Toma no cu, sua putinha... aperta minha pica... isso... Ela respondia no mesmo tom, voz rouca de tanto gemer. - Me arromba... quero teu leite todo... goza no meu rosto depois... As sessões duravam horas. Posições impossíveis, oral profundo até engasgar, dedos no cu enquanto ele comia a buceta, vibradores que ele trazia, tudo. Ela saía sempre destruída de prazer, buceta e cu latejando, mas com um sorriso enorme. Toda vez que o telefone tocava e era o número dele, o corpo dela já reagia. A buceta molhava só de imaginar aquela pica grossa entrando de novo. Era vício puro. O taxista gentil virou o amante mais safado e insaciável que ela já teve. E ela, a passageira que nunca mais pegaria táxi só pra ir pra casa.
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