Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Venho de uma família rica e respeitável. Meus pais e irmãos acham que sou uma boa menina que está aproveitando a faculdade. Eles nunca imaginaram o que eu faço quando saio de casa.
Naquela tarde a faculdade tinha acabado e o trânsito estava engarrafado. Eu estava na Kombi velha que o pai de um colega tinha emprestado. Éramos uns sete ou oito espremidos ali dentro: alguns da minha turma, outros de períodos diferentes. Homens e mulheres misturados.
Alguém puxou o assunto do nada.
— Vocês ouviram falar da Diaba Pelada?
A Kombi inteira riu. Eu tentei me controlar para que o pessoal não reparasse como aquela pergunta me afetou.
— Aquela história maluca? — falou uma menina.
— Deve ser mentira.
— Ou alguém que bebeu muito e inventou — completou outro.
Um dos caras, do banco da frente, se virou:
— Eu conheço um cara que jura que viu. Disse que ela apareceu nua no meio do mato, só de máscara, e se ofereceu pro grupo que tava fumando baseado.
— Mentira — falei, forçando uma expressão de choque. Apesar da vontade de dizer que ele estava bem informado. Realmente foi assim mesmo que fiz.
— Que horror. Uma mulher andando pelada na frente de vários homens desconhecidos? Que falta de vergonha.
Por dentro, minha buceta já estava úmida só de ouvir. Cada palavra sobre mim, dita por pessoas que não faziam ideia de que eu estava ali, me deixava mais molhada. Era um tesão estranho e delicioso.
— Dizem que o corpo dela é absurdo — continuou o cara.
— Peito grande, bunda empinada, cabelo preto longo, pele morena…
Alguém deu uma risada e olhou pra mim.
— Puta que pariu, parece até a Sabrina.
Todo mundo riu. Eu abri a boca fingindo indignação e levei a mão ao peito, sentindo o rosto esquentar de verdade — não de vergonha, mas de excitação.
— Gente, que absurdo! Eu?! — forcei uma risadinha constrangida.
— Eu mal consigo me trocar no vestiário na frente das outras meninas. Fico vermelha só de pensar. Se eu fosse essa tal de Diaba Pelada, já estaria pelada aqui dentro da Kombi se jogando em cima de todo mundo.
Mais risadas.
— Relaxa, Sabrina — falou uma colega. — Todo mundo sabe que você é a mais certinha da turma.
— Pois é — completei, baixando o olhar como se estivesse envergonhada. — Essa mulher deve ser uma louca. Ou um fantasma. Já ouvi gente falando que ela só aparece na lua minguante, e que é o espírito de uma aluna que morreu depois de ser abandonada nua pelo namorado.
— Eu ouvi outra versão — disse um dos meninos. — Que ela aparece só pra quem tá chapado, como se fosse uma entidade da maconha. E que quem goza nela passa em todas as matérias do semestre.
A Kombi inteira caiu na gargalhada.
Eu ri junto, mas por baixo da saia minha calcinha já estava encharcada. Cada chute errado, cada teoria maluca, cada vez que descartavam a possibilidade de ser eu… só aumentava o tesão. Era viciante ouvir eles falarem de mim como se eu fosse uma lenda, enquanto eu estava ali, quietinha, fingindo ser a menininha inocente.
Um dos caras do fundo se inclinou para frente, rindo:
— Vocês sabem que tem gente tentando fazer ela aparecer de verdade? Uns malucos da Engenharia estão organizando uma sessão espírita numa casa abandonada perto daquele descampado onde ela surgiu. Acenderam vela, botaram foto de mulher nua, até escreveram o nome “Diaba Pelada” no chão.
— Sério? — perguntei, forçando uma cara de nojo, mas por dentro meu coração acelerou. A ideia de alguém tentando me “invocar” me deixou ainda mais molhada.
— Pois é — continuou ele. — Falaram que se ela aparecer, a gente tem que oferecer alguma coisa. Tipo… porra. Tipo muita porra. Tem um maluco que jura que pra ela conseguir ficar no nosso mundo ela precisa beber porra pra caralho, senão some de novo.
A Kombi explodiu em risadas e gritos de “eeeeca” e “que nojo”.
— Que absurdo! — falei, fazendo cara de vergonha, mas apertando as coxas uma na outra. — Imagina se ela aparecer mesmo… o que será que acontece? Será que ela só fica olhando ou… se joga em cima de todo mundo?
— Se aparecer eu fujo — falou uma menina.
— Eu não — riu um dos caras. — Eu fico pra ver se a lenda é real.
Eu baixei a cabeça fingindo constrangimento, mas por dentro estava sorrindo. A ideia da sessão espírita na casa abandonada já tinha se alojado na minha mente. Eu já estava imaginando aparecer lá, de máscara, nua, e ver a cara deles quando a “lenda” se tornasse real.
Enquanto o trânsito engarrafava ainda mais, eu fiquei ali sentada, com cara de menina certinha, ouvindo as pessoas falarem da Diaba Pelada como se fosse uma lenda. E por dentro eu só conseguia pensar em quantas vezes ainda ia fazer aquela lenda voltar a aparecer… e especialmente naquela casa abandonada.
Eu só tinha uma certeza, eu iria aparecer quando fosse invocada, só precisava confirmar o local e dia.
Tentando não me dedurar, tive sorte de conseguir a informação.
Naquela mesma semana, uma colega de turma me contou sem querer:
— Meu irmão é um idiota. Pediu dinheiro emprestado pra pegar táxi de madrugada porque vai numa sessão espírita maluca pra tentar invocar a Diaba Pelada. Ficaram obcecados com aquilo.
Eu sorri por dentro. Na mesma noite, descobri a localização da casa abandonada. Ficava perto do descampado onde eu tinha aparecido antes, cercada de mato alto e escuro. Perfeita.
Deixei o carro escondido a uma boa distância. Tirei toda a roupa, dobrei com cuidado e deixei no banco de trás. Coloquei apenas a máscara preta que cobria os olhos. Fiquei completamente nua sob a luz fraca da lua e comecei a caminhar pelo campo. O vento frio arrepiava minha pele, os mamilos endureceram na hora e a grama roçava nas minhas coxas. O nervosismo existia — dessa vez eu estava sozinha, sem a gangue —, mas o tesão era muito maior. Cada passo me deixava mais molhada. Eu sentia o ar frio entrar entre minhas pernas e a buceta latejar de expectativa.
Eu sentia medo, mas o tesão era muito maior.
Cheguei perto da casa abandonada e me escondi atrás de uma janela quebrada. Lá dentro havia quatro homens. Um deles era o irmão da minha colega. Eu só o tinha visto uma vez, de passagem. Com a máscara, ambiente escuro e a mudança no tom de voz que eu sempre usava quando virava a Diaba Pelada, ele não tinha como me reconhecer.
Eles estavam sentados no chão em círculo, com velas acesas, um círculo riscado e o nome “Diaba Pelada” escrito de forma torta. Um deles segurava um isqueiro tremendo.
— Diaba Pelada… se você estiver aqui, se mostre — disse um, a voz um pouco trêmula.
— A gente te oferece o que você quiser — completou outro.
— Se for real, a gente te dá o que pedir — falou o irmão da minha colega.
— Só aparece de uma vez.
Eu respirei fundo, em silêncio passei pela janela e desci até o chão e entrei na casa engatinhando, de quatro, nua, gemendo baixinho. Meus seios pesados balançavam a cada movimento, a bunda empinada para cima, a buceta já brilhando de tesão e escorrendo um fiozinho pela coxa. O chão era frio e sujo, mas isso só aumentava minha excitação.
Os quatro engasgaram ao mesmo tempo.
— Vocês ouviram?
— Caralho… — sussurrou alguém.
— Ela veio… ela veio de verdade — falou outro, a voz falhando.
Eu continuei engatinhando até o centro do círculo, ainda gemendo, e só então me sentei sobre os calcanhares, abrindo as coxas bem largas, mostrando tudo.
Com a voz mais rouca e diferente da Sabrina certinha, falei:
— Vocês me chamaram.
— Vim beber porra. Sem isso eu não consigo ficar em paz neste mundo.
O silêncio foi absoluto por dois segundos. Depois o caos começou.
O irmão da minha colega foi o primeiro a se mexer. Tirou o pau já duro e eu me aproximei de quatro, engolindo ele até a base. Ele gemeu alto, a mão hesitante no meu cabelo.
— Porra… que boca… — ele respirou fundo.
— Ela mama que nem puta.
Enquanto eu chupava, os outros três se aproximaram. Mãos nos meus seios, apertando e torcendo os mamilos, na minha bunda, dedos enfiando na buceta e no cu ao mesmo tempo. Eu gemia com a boca cheia, o som abafado, o corpo inteiro tremendo de prazer.
— Ela é real… — murmurou um.
— Olha esse corpo, porra… esses peitos… essa bunda…
— Tá encharcada, mano. Olha como tá escorrendo.
— Não sei se é assombração ou mulher de verdade, mas é muito gostosa e fogosa.
Eu me virei de quatro de novo e empinei a bunda o máximo que consegui.
— Me usem. Quero porra. Muita porra.
O primeiro enfiou na minha buceta com força. Eu gritei de prazer, o som ecoando na casa abandonada. A penetração foi profunda e grossa, me preenchendo por completo. Outro se ajoelhou na minha frente e eu o chupei com fome enquanto era fodida. Logo estavam me revezando sem piedade. Um no cu, abrindo meu buraco devagar e depois metendo com vontade. Outro na boca, segurando minha cabeça. O terceiro esperava a vez, se masturbando e comentando:
— Olha como ela rebola… a puta tá adorando.
— A Diaba Pelada é mais puta do que eu imaginava.
O irmão da minha colega me fodeu com uma mistura de medo e tesão, segurando meus quadris com força, batendo a bacia na minha bunda.
— Caralho… aperta assim de novo… — ele gemia.
Eu gozava sem parar, o corpo inteiro convulsando, a sensação de estar completamente exposta e desprotegida só aumentando tudo. Cada estocada, cada tapa na bunda, cada mão puxando meu cabelo me deixava mais louca. Eles me viravam, me puxavam, me enchiam pelos dois buracos ao mesmo tempo. Em dado momento eu estava deitada de costas no chão sujo, com um pau na boca, outro na buceta e mãos apertando meus seios com força, torcendo os mamilos até doer de prazer.
— Grita mais, Diaba… — um deles falou.
— A gente quer ouvir.
Eu gritava. Gemia. Pedia mais.
Quando gozaram, foi quase juntos. Porra quente escorrendo no meu rosto, nos peitos, dentro da buceta e do cu. Eu engoli o que pude, lambendo os lábios e os cantos da boca, ainda com a máscara no rosto, o corpo inteiro sujo e satisfeito.
Ofegante, me levantei devagar, porra escorrendo pelas minhas coxas e pingando no chão.
— Agora posso ficar um pouco mais em paz… — falei com a voz rouca. — Mas se quiserem me invocar de novo… eu apareço.
Saí da casa engatinhando de novo, de quatro, ainda gemendo baixinho, até sumir no mato escuro. Só quando estava longe o suficiente me levantei e corri até o carro, ainda nua, o corpo sujo de sêmen, terra e suor.
No caminho de volta, com o cheiro deles grudado em mim, eu já pensava na próxima vez que a Diaba Pelada seria invocada.




