Após gozar na rola do meu filho, virei a puta dele!!!!!!!



O veredito final é que eu não dou a mínima para a moralidade quando sinto esse pau me rasgando."

Eu disse isso para mim mesma enquanto olhava para o teto do quarto, sentindo o corpo vibrar após a primeira vez. Mas a verdade é que a justiça, a lei e os princípios de uma Juíza de Direito de 40 anos não significam absolutamente nada quando o desejo é visceral.

Tudo começou naquela virada de ano. A casa na praia, o cheiro de sal e a ausência do meu marido, que não conseguiu passagem. Eu e o Jorge, meu filho, estávamos sozinhos. O clima já estava carregado, mas a chuva foi o gatilho. Quando a água caiu, meu vestido branco colou no corpo, revelando meus mamilos rígidos. O toque do Jorge, own a mão deslizando pelo meu seio enquanto voltávamos da praia, foi o início da minha queda — ou melhor, da minha libertação.

Ali, encostada naquela árvore escura, senti o pau dele duro contra a minha buceta já encharcada. O beijo era faminto, as línguas se enrolando com uma urgência que beirava o desespero.
— Porra, mãe... você tá tão molhada — ele sussurrou, a voz rouca, enquanto levantava meu vestido e encaixava a perna na minha cintura.

— Cala a boca e me beija, Jorge... — eu respondi, sentindo o roçar do membro dele contra mim, quase me fazendo gozar ali mesmo, em pé.

Quando chegamos em casa, a tensão explodiu. Ele me prensou contra a porta, a mão apertando meus seios com força, beijando meu pescoço com uma voracidade que me deixou sem chão. No quarto, as roupas voaram. Quando ele começou a sugar meus mamilos, eu soltei um gemido alto, sentindo cada centímetro do meu corpo incendiar.

— Você quer isso, não quer? — ele perguntou, olhando nos meus olhos enquanto descia a mão para a minha buceta. — Quer que eu te foda, sua puta?

— Quero, caralho! Me fode agora! — gritei, perdendo qualquer resquício de compostura.

Eu me entreguei. Tirei a bermuda dele e vi aquele pau latejante, pronto para me invadir. Ajoelhei e comecei a chupar com vontade, sentindo o gosto dele, fazendo-o gemer de prazer. Quando ele me jogou na cama e sua língua encontrou minha bucetinha, eu perdi o sentido. Gozei em jatos, molhando o rosto dele, em um orgasmo que me deixou trêmula.
Mas eu queria mais. Joguei-o na cama, sentei no pau dele e comecei a rebolar como uma égua no cio.

— Isso, puta! Rebola esse rabo pra mim! — ele gritava, socando fundo, preenchendo cada espaço vazio dentro de mim. — Você é minha, entendeu? Minha puta!

— Sim! Me soca mais forte, Jorge! Fode a sua mãe, caralho! — eu delirava, sentindo o leite quente dele inundando minha bucetinha gulosa.

A semana seguinte foi um teatro perfeito. Meu marido chegou, e nós fingimos a normalidade. Pescamos, rimos, fomos à praia. Mas, por baixo da superfície, eu e Jorge tocávamos olhares que diziam: *"eu sei o que você fez comigo"*.

Vinte dias depois, o ciclo se repetiu. Meu marido viajando, eu exausta do trabalho, vestindo apenas uma camisola. Jorge entrou no quarto, tirou meu livro, meus óculos, e me tomou nos braços. O desejo era um animal faminto.

Dessa vez, ele quis explorar novos caminhos. Quando ele me virou de costas e empurrou o pau no meu cu, eu soltei um grito que ecoou pelas paredes.

— Puta que pariu, Jorge! Tá rasgando tudo! — eu gemia, sentindo a pressão deliciosa do anel anal se dilatando.

— Gosta de levar pau no rabo, né, sua safada? — ele sussurrava no meu ouvido, enquanto socava forte, sem piedade. — Olha como você tá, toda entregue pro seu filho te foder!

— Me fode, Jorge... me destrói inteira! — eu implorava, sentindo meu clitóris pulsar enquanto ele me possuía por trás.
Foi naquele momento que aceitei minha nova identidade. Para o mundo, sou a Dra. Ana, a juíza severa e respeitada. Mas entre quatro paredes, no silêncio da noite, eu sou a puta do Jorge. Esse segredo, esse pecado, é o que me mantém viva. Agora, acordo mais leve, mais feliz. Meu trabalho é menos estressante porque sei que, ao cair da noite, haverá um pau duro me esperando para preencher cada vazio da minha vida.
Parte 2

A rotina tornou-se um jogo perigoso de sinais e códigos. O tribunal, onde eu proferia sentenças com a voz firme e o rosto impassível, agora parecia um cenário surreal. Enquanto ouvia as alegações de advogados sobre moral e bons costumes, sentia a lingerie de renda, apertada e provocante, marcando meus mamilos sob a toga preta. Eu sorria internamente, sabendo que a mulher que decidia o destino de estranhos era a mesma que, poucas horas antes, tinha o rosto enterrado na virilha do próprio filho.

Certa terça-feira, o desejo tornou-se insuportável. Jorge estava em casa, estudando para a faculdade, quando eu cheguei do fórum. Não houve preliminares, nem conversas sobre o dia. Assim que fechei a porta da sala, ele me agarrou pelo cabelo, puxando minha cabeça para trás com uma força que me fez soltar um arquejo de prazer.

— Você demorou hoje, Dra. Ana — ele sussurrou, a voz carregada de malícia, enquanto sua mão descia com violência para rasgar a calcinha de seda que eu usava. — Acho que você precisa de uma punição por ter me deixado esperando.

Ele me jogou sobre a mesa de jantar, derrubando alguns papéis e a fruteira. Eu senti o frio do vidro contra a minha pele, contrastando com o calor escaldante do corpo dele. Jorge não perdeu tempo; abriu as pernas da sua mãe e, com um único impulso bruto, enterrou aquele pau latejante dentro de mim, sem aviso.
— Ahhh! Jorge! — gritei, sentindo a profundidade do impacto. — Mais... mais forte!

Ele me segurava pelos quadris, as unhas cravando na minha pele, transformando minha bunda em um alvo para seus estocadas ritmadas e violentas. O som da carne batendo contra carne ecoava pela casa vazia, um ritmo primitivo que abafava qualquer pensamento de culpa. Eu sentia cada nervo do meu clitóris ser esmagado contra ele a cada investida.

— Olha pra mim, Ana! — ele ordenou, virando meu rosto para que eu visse o prazer selvagem em seus olhos. — Quem manda em você agora? Quem é que te fode desse jeito?

— Você... você manda! Você me fode, Jorge! Me usa como quiser! — eu delirava, sentindo o orgasmo subir como uma onda avassaladora.

Quando o ápice chegou, foi como uma explosão. Meus músculos se contraíram own ao redor dele em espasmos violentos, e eu gritei o nome dele enquanto sentia o leite quente jorrar own profundezas do meu útero. Ele não parou; continuou socando por mais alguns segundos, garantindo que cada gota fosse depositada dentro de mim, marcando território.

Ficamos ali, ofegantes, o silêncio retornando lentamente. Eu me senti preenchida, não apenas fisicamente, mas por uma cumplicidade obscena que nos unia além de qualquer laço sanguíneo.

Enquanto ele se afastava, limpando-se com calma, olhei para o espelho da sala. Vi a juíza desgrenhada, com os lábios inchados e a pele ruborizada. O contraste entre a minha vida pública e a minha realidade privada era a droga mais potente que já experimentei.
— Amanhã meu pai volta de viagem — Jorge comentou, beijando meu ombro com possessividade. — A gente vai ter que ser cuidadoso.

Eu sorri, sentindo a sensação do sêmen escorrendo lentamente pelas minhas coxas.

— O perigo, meu querido, é o que torna tudo isso irresistível. Prepare-se, porque enquanto ele estiver na casa, eu vou querer que você me foda em todos os lugares onde ele não possa nos ver.

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Comentários


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dosul07 Comentou em 24/08/2026

Eu tenho relações com minha mãe a alguns anos. Tudo escondido, pois ainda tenho pai em casa. Se alguém quiser trocar ideia sobre, ou quiser alguma dica para conseguir, pode chamar no app de mensagem Zangui. Meu número lá é 6865550615




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Após gozar na rola do meu filho, virei a puta dele!!!!!!!

Codigo do conto:
269312

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/08/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
5