Um broche e duas fodas



Raquel ajoelhou-se entre as pernas de Paulo no sofá da sala. Do quarto ouvia-se o barulho da água do chuveiro: António estava a tomar banho e a preparar-se para o jantar de negócios.
— Ele demora sempre a vestir-se — murmurou ela, a voz baixa, os olhos escuros fixos nos dele. — O fato está no armário, a gravata já escolhida. Temos tempo. Tempo suficiente para eu te provar bem antes que ele saia.
A saia preta plissada subiu pelas coxas firmes e torneadas. O corpo escultural de um metro e cinquenta e sete — seios generosos e firmes, cintura estreita, ancas largas e arredondadas — curvava-se com elegância. A blusa de cabedal preta estava aberta até ao meio, revelando o sutiã de renda que mal continha o peito. As unhas vermelhas desapertaram o cinto dele e libertaram o pénis já duro.
— Raquel… — a voz dele saiu rouca. — Se ele sair do banho…
— Não sai tão cedo. Está a lavar o cabelo. — Ela desceu a cabeça e engoliu-o devagar, a língua a pressionar a veia grossa, os lábios vermelhos a deslizar até quase ao fundo. — Diz-me o que sentes. Em voz alta. Quero ouvir.
— A boca… a boca é quente e apertada. Os lábios… esses lábios vermelhos à volta de mim… — as mãos dele desceram até ao cabelo loiro. — Mais fundo. Quero sentir a garganta.
Raquel obedeceu. O ritmo acelerou, a língua a rodar, a mão a massagear a base. Os seios pesados balançavam a cada movimento, o cabedal da blusa rangia suavemente. Quando ele se contraiu, ela não se afastou.
— Vem. Na boca. Agora — sussurrou ela, a voz embargada. — Quero engolir tudo antes que ele saia do quarto.
Paulo gozou em jactos quentes e grossos. Raquel engoliu, limpou os lábios com o dedo e chupou-o, os olhos fixos nos dele. Do quarto ouviu-se a água a desligar e o barulho de gavetas a abrir.
— Ele está a vestir-se — murmurou ela, levantando-se com calma. Ajeitou a saia e fechou a blusa. — Fica quieto. Eu trato disto.
António saiu do quarto já de fato escuro, a gravata bem ajustada, o cabelo ainda húmido.
— Pronto, vou andando. O jantar é às oito e meia. Não me esperes acordada — disse ele, beijando-a na face. — Paulo, fica à vontade. A Raquel trata de ti.
A porta da frente fechou-se. O silêncio preencheu a casa.
Raquel virou-se para Paulo, o sorriso lento e decidido. Puxou-o pela mão.
— Agora vens comigo. Para o quarto.
Levou-o pelo corredor até ao quarto principal. A cama grande, as luzes baixas. Raquel despiu-se com calma: primeiro a blusa de cabedal, depois o sutiã de renda, os seios firmes e generosos a libertarem-se. A saia caiu pelas ancas, revelando as cuecas pretas e as meias de seda. O corpo escultural ficou à mostra — pele macia, coxas torneadas, a curva suave da barriga, o sexo já húmido.
Abriu a gaveta da mesa de cabeceira e tirou um vibrador cor de pele, liso e grosso. Ligou-o. O zumbido baixo encheu o quarto.
— Deita-te — disse ela, a voz rouca. — Quero-te a foder-me devagar. E quero o vibrador ao mesmo tempo.
Paulo deitou-se. Raquel subiu para cima dele, guiou o pénis até à entrada da cona e desceu lentamente, engolindo-o até ao fundo. O corpo dela arqueou-se, os seios a balançar. Colocou o vibrador cor de pele contra o clitóris e aumentou a intensidade.
— Assim… bem fundo — gemeu ela, começando a mover as ancas num ritmo lento e profundo. — Diz-me o que queres. Diz-me como me queres foder.
— Quero foder-te como a puta que és — respondeu ele, a voz baixa e firme, as mãos a agarrar as ancas largas. — Como a porca que se ajoelha no sofá enquanto o marido se veste. Como a vaca que engole esperma e depois vem pedir mais. Continua a mexer-te. Quero ver esses seios a saltar.
Raquel obedeceu. O ritmo acelerou. O vibrador tremia contra o clitóris, o pénis entrava fundo a cada descida. Os gemidos dela saíam longos e abertos.
— Mais… mais forte — pediu ela, a voz embargada. — Fode-me como a puta que sou. Diz-me outra vez. Quero ouvir.
— És uma puta. Uma porca. Uma vaca quente que se oferece ao diretor enquanto o marido vai para o jantar — ele empurrou para cima, fundo. — E vais gostar quando eu te enfiar no cu. Queres?
— Quero. Quero que me fodes o cu. Quero que me enchas. — Ela parou, levantou-se devagar e virou-se de quatro na cama, as ancas levantadas, as costas arqueadas, o corpo escultural completamente exposto. — Usa a saliva. Enfia devagar. Quero sentir tudo.
Paulo ajoelhou-se atrás dela. Passou a língua pela entrada estreita, depois a cabeça do pénis, e empurrou devagar. Raquel soltou um gemido longo, a testa contra o colchão.
— Mais… mais fundo — pediu ela. — Fode-me o cu como a porca que sou. Diz-me. Diz-me enquanto me fodes.
— És uma porca. Uma puta. Uma vaca que gosta de levar no cu — ele começou a mover-se, primeiro lento, depois mais forte, as mãos a agarrar as ancas. — E vais contar tudo ao António, não vais? Vais dizer-lhe que te fodi o cu enquanto ele estava no jantar.
— Vou… vou contar tudo — gemeu ela, a voz rouca, o corpo a abanar a cada embate. — Vou dizer-lhe que me chupaste, que me fodeste a cona, que me encheste o cu de esporra. E ele vai gostar. Isso dá-lhe tesão. Ele gosta de saber que a mulher dele é uma puta. Continua. Mais forte. Enche-me.
O ritmo ficou mais intenso. O som da pele a bater na pele encheu o quarto. Raquel empurrava as ancas para trás, pedindo mais, o vibrador ainda ligado na mão, a pressionar o clitóris enquanto ele a fodia.
— Vou gozar… no cu — avisou ele, a voz rouca.
— Gozar. Enche-me. Quero sentir a esporra quente lá dentro — pediu ela.
Ele enterrou-se fundo e gozou em jactos longos e quentes, enchendo-a. Raquel tremeu, o corpo a contrair-se à volta dele. Quando ele se retirou, um fio branco escorreu pela coxa dela.
Não pararam.
Raquel virou-se de novo, deitou-se de costas, as pernas abertas, o corpo escultural a brilhar de suor. O vibrador cor de pele continuava a zumbir.
— Agora a cona. Quero-te outra vez. Dentro. E quero que me trates outra vez por puta e porca enquanto me fodes.
Paulo posicionou-se entre as coxas dela e entrou de uma só vez. O ritmo começou lento e profundo, depois acelerou. As mãos dele apertavam os seios firmes, os dedos a pinçar os mamilos.
— És uma puta. Uma porca. Uma vaca que se deixa encher duas vezes na mesma noite — dizia ele, a voz baixa, a cada embate. — E vais contar ao teu marido. Vais dizer-lhe que te fodi o cu e a cona, que te enchi de esporra, que te chamei de puta enquanto gozavas.
— Vou… vou contar tudo — gemeu ela, as unhas a cravar-se nas costas dele. — Vou dizer-lhe que me trataste por porca e por puta, que me fodeste até não conseguir mais, que me encheste a cona. E ele vai ficar duro só de ouvir. Mais… mais fundo. Quero sentir a esporra outra vez.
O ritmo ficou violento. O vibrador pressionado entre os corpos, o clitóris a tremer. Raquel gozou primeiro, o corpo a contrair-se em espasmos longos, a cona a apertar-se à volta dele. Paulo seguiu-a segundos depois, enterrado fundo, enchendo-a outra vez com jactos quentes e densos.
Ficaram assim, colados, a respiração acelerada. Ele ainda dentro dela, a esporra a escorrer lentamente pela coxa. Raquel passou a mão pelo cabelo suado e sorriu, a voz rouca e satisfeita.
— Ele só volta depois da meia-noite. Temos tempo. E quando ele chegar… eu conto-lhe tudo
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Comentários


foto perfil usuario lucasemarcia

lucasemarcia Comentou em 24/09/2026

Maravilhoso! Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
Um broche e duas fodas

Codigo do conto:
273108

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
24/09/2026

Quant.de Votos:
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