A suspeita do Rui



No sábado à tarde, já em casa, Raquel estava no sofá com o telemóvel na mão quando a mensagem do Rui chegou. O António tinha saído e a casa estava quieta.
«Vi-te a sair da empresa há pouco. De jeans justos, top curto, a sorrir ao lado de um gajo que ninguém conhece. Agora trabalhas aos sábados ou foi outra coisa?»
Ela leu, mordeu o lábio e respondeu de imediato:
«Foi trabalho. Precisava da opinião do diretor num processo. E tu estavas a espreitar?»
«Estava na esplanada. Vi-te bem. O corpo daquela maneira, o cu marcado nos jeans… e o sorriso de quem acabou de gozar. Não me digas que só falaram de números.»
Raquel sentiu o calor subir entre as pernas só de ler. Ainda tinha a esporra do Paulo lá dentro, quente e densa, e agora o Rui a provocar.
«E se não fosse só números? Tens problema com isso?»
«Não. Tenho vontade. Quero saber se ainda estás molhada. Se ainda sentes ele dentro de ti. E quero a minha vez.»
As mensagens continuaram durante a tarde. Rui era directo, sem rodeios. Perguntava se ela tinha gozado, se o diretor a tinha fodido de pé ou de quatro, se ela tinha empinado o cu como gostava. Raquel respondia com frases curtas e quentes, a dizer que sim, que tinha levado fundo, que ainda sentia o corpo a latejar. Contou-lhe que tinha ido de fio dental e jeans justos de propósito. Ele respondeu com uma foto do pénis já duro, a dizer que queria enfiar-lho naquela mesma secretária.
«Marca-me uma reunião. Qualquer desculpa. Quero-te no escritório outra vez. Quero-te de saia, sem cuecas, pronta.»
Ela hesitou só um segundo. O risco excitava-a. Respondeu:
«Precisas de financiamento para alguma coisa? Posso agendar para a sexta, fim do dia. O piso fica quase vazio.»
«Perfeito. Vou tratar do pedido. E tu trata de ires sem cuecas.»
Durante a semana as mensagens não pararam. De manhã, à hora de almoço, à noite quando o António já dormia. Rui mandava-lhe áudios baixos a dizer o que lhe queria fazer. Raquel mandava fotos discretas: a saia subida no elevador, o sutiã de renda à vista por baixo da blusa, o dedo a passar pela cona já molhada no WC da empresa. O tesão ia crescendo todos os dias.
Na sexta chegou ao escritório vestida de propósito. Saia preta justa que subia quando se sentava, blusa de seda fina sem sutiã por baixo, só o tecido a marcar os mamilos, collants finos e saltos. O cabelo loiro arranjado, os lábios vermelhos, o perfume mais forte. O corpo de um metro e cinquenta e sete, atesoado, as coxas firmes e o cu empinado bem à mostra. Por baixo da saia, nada. Só pele.
Rui entrou pontualmente, fechou a porta e trancou-a. Nem cumprimentou. Aproximou-se, puxou-a pela cintura e beijou-a de boca aberta, a mão a subir pela coxa até encontrar a cona já molhada.
— Estás sem nada — murmurou contra a boca dela. — Boa puta.
Raquel gemeu baixinho quando os dedos dele entraram nela. Estava encharcada. Ele virou-a de costas, puxou-lhe a saia até à cintura e empurrou-a contra a secretária. O cu empinado ficou à vista, as nádegas firmes, a entrada brilhante de desejo.
Ele cuspiu na mão, passou pelo pénis duro e enfiou de uma vez, fundo. Raquel soltou um gemido longo, a testa a bater na madeira, as unhas a agarrar a secretária.
— Assim… todo — pediu ela, a voz rouca. — Quero sentir-te a abrir-me.
Rui agarrou-lhe as ancas com força e começou a foder. Estocadas profundas e ritmadas, o som da pele a bater no cu dela a encher o gabinete. A cada investida os seios balançavam livres por baixo da seda, os mamilos duros a roçar o tecido. Ele falava-lhe ao ouvido enquanto a metia:
— Puta casada. Vens trabalhar de saia sem cuecas só para levar no cu do amigo. Gozaste com o diretor no sábado e agora estás aqui outra vez, a pedir mais. És uma vaca. Uma porca que gosta de ficar cheia e ir para casa com a esporra a escorrer.
Raquel empurrava o cu para trás, a pedir mais forte. As coxas firmes tremiam, o suor a brilhar na pele. Ele puxava-a pelas ancas a cada estocada, o pénis a entrar até ao limite, a enchê-la por completo. O cheiro a sexo misturava-se com o perfume dela.
— Diz-me o que sou — gemeu ela.
— És a puta do departamento. A que fode no escritório quando quer. A que gosta de ser usada e depois sorrir como se nada fosse.
O ritmo ficou violento. Raquel gozou primeiro, o corpo a apertar-se à volta dele em espasmos fortes, a cona a contrair-se e a molhar ainda mais. Rui enterrou-se fundo e gozou logo a seguir, em jactos longos e quentes, enchendo-a até ao fundo. Ficou lá dentro alguns segundos, a pulsar, antes de sair devagar. Nada escorreu. A esporra ficou lá dentro, densa e quente.
Raquel endireitou-se devagar, puxou a saia para baixo, ajeitou a blusa. As pernas ainda tremiam. Olhou para ele com o mesmo sorriso calmo de sempre.
— Agora senta-te. Vamos falar do financiamento. E marca já a próxima reunião.
Rui riu baixo, ainda a fechar as calças, o olhar a percorrer o corpo dela.
— A próxima é para a semana. E dessa vez quero-te de quatro em cima da secretária do diretor
Foto 1 do Conto erotico: A suspeita do Rui


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Comentários


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vergatuga Comentou em 28/09/2026

Conti cheio de tesao

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ruiana Comentou em 28/09/2026

é muito bom foder no escritório....já comi a minha secretária e estagiária, e só baixei os estores. Normalmente são fodas memoráveis.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
A suspeita do Rui

Codigo do conto:
273349

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/09/2026

Quant.de Votos:
5

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