A Raquel abriu o portão do jardim já de fato de banho preto. O top era estilo bandeau, sem alças, a segurar os seios pesados com firmeza, o tecido brilhante a marcar o volume e o sulco profundo entre eles. Em baixo, a parte de malha texturizada, justa, a assentar nas ancas largas e a subir um pouco nas coxas macias. O sol da tarde batia-lhe na pele e a água da piscina reflectia a luz contra o corpo maduro e confiante. O Álvaro entrou com a pasta debaixo do braço, o olhar a demorar-se mais do que o profissional permitia. — Obrigado por me receberes assim… de improviso — disse ele, a voz um pouco rouca. — Preciso de uma ajuda. É sobre um financiamento de investimento. Um projecto que não pode sair desta conversa. Se a coisa correr mal… — Entra — cortou ela, já a caminhar em direcção à espreguiçadeira. — Café primeiro. Depois falamos de números. E tenta não olhar tanto para o meu peito enquanto falas de percentagens. Ele riu-se baixo, sentou-se e aceitou a chávena. Bebeu um gole, mas os olhos escapavam sempre para o volume apertado no top preto e para a forma como o tecido texturizado se colava à pele. A Raquel notou. Cruzou as pernas devagar, deixando o tecido subir mais um pouco. — Estás nervoso, Álvaro. Ou estás só a ficar duro? Ele pousou a chávena. — Estou as duas coisas. E tu sabes. Ela inclinou-se para a frente, o decote a abrir-se. — A L disse-me uma coisa sobre ti. Disse que eras um fodilhão. Que quando te metias entre as pernas de uma mulher não saías de lá facilmente. Eu fiquei curiosa. Queria ver se era verdade… ou se ela estava só a exagerar para me dar inveja. O Álvaro engoliu em seco. — A L fala de mais. — Fala. E eu gosto de confirmar as coisas com os meus próprios olhos… e com a minha cona. Levantou-se, desceu os dois degraus da piscina e entrou na água sem tirar o fato de banho. A água subiu-lhe pelas coxas, molhou o tecido preto e tornou-o quase transparente. Virou-se de costas para ele, puxou o top bandeau para baixo e deixou os seios livres a balançar na superfície. Depois empurrou a parte de baixo pelas ancas e ficou nua, só com a água a lamber-lhe a pele. — Vem. Ou tens medo de molhar a pasta? O Álvaro tirou a roupa depressa e entrou. Assim que se aproximou, ela puxou-o pela nuca e beijou-o com fome, a língua a entrar fundo, a mão a descer e a apertar o pau já duro. — Eu mando hoje — sussurrou ela contra a boca dele. — Tu só fodes quando eu deixar. E eu quero ouvir-te dizer o que a L nunca te ouviu dizer. Empurrou-o para o degrau raso, fez com que se sentasse e ajoelhou-se na água. Engoliu-o até à base de uma só vez, a garganta a abrir-se, a língua a rodar. Chupou-o com ritmo lento e profundo, os olhos a olhar para cima, até ele estar a tremer e a agarrar-lhe o cabelo. — Raquel… caralho… Ela parou, a saliva a escorrer-lhe pelo queixo, e subiu-lhe para o colo. Encaixou a cona molhada na ponta do pau e desceu centímetro a centímetro até ficar sentada até ao fundo. — Assim… sente como estou apertada. Foi exactamente assim que a L te descreveu. Disse que gostavas de sentir a mulher a controlar o ritmo. Então controla. Começou a mexer-se com movimentos circulares e deliberados, a água a agitar-se à volta deles, os seios a bater-lhe no peito. Ele tentou acelerar, mas ela agarrou-lhe os pulsos e manteve o controlo. — Mais devagar — ordenou ela. — Quero sentir cada veia. Quero saber se és mesmo o fodilhão que ela diz. O Álvaro gemeu, a cabeça deitada para trás. — Fodi a L aqui. Neste mesmo sítio. Há dois anos. Ela também se sentou em cima de mim exactamente assim. Gozou duas vezes antes de eu conseguir vir. A Raquel sorriu, sem parar de se mexer. — Então não és o primeiro a foder-me nesta piscina. Já levei o Rui aqui. E o T. E ainda um cliente cujo nome não te vou dizer. Mas és o primeiro a quem eu deixo ir ao cu nesta água. Queres? Ele assentiu, ofegante. Ela levantou-se, virou-se, apoiou as mãos na borda e ergueu o rabo para fora da água. — Então vem. E não sejas delicado. O Álvaro molhou o pau na cona dela e empurrou devagar no cu. A Raquel arquejou alto quando a cabeça grossa abriu caminho. Ele entrou centímetro a centímetro até ficar todo dentro, as bolas a bater-lhe nas nádegas molhadas. — Fode — ordenou ela. — Fode-me o cu como se fosse a última vez. Ele fodeu-lhe o cu com estocadas profundas e ritmadas, a água a salpicar a cada movimento. A mão direita desceu e circulou no clitóris dela enquanto a outra lhe apertava a anca. — És melhor do que a L disse — gemeu a Raquel, a voz já rouca. — Mais fundo… assim… ahhh… Gozou com força, o corpo a tremer, o cu a apertar-lhe o pau. O Álvaro veio pouco depois, fundo, jacto após jacto dentro dela. Ainda semi-duro, retirou, virou-a e enfiou outra vez na cona, fudendo até gozar de novo, enchendo-a. A água ficou turva à volta dos corpos. Encostados à borda, ofegantes, a Raquel passou a mão pelo peito molhado dele e sorriu, ainda a latejar. — Então? Confirmaste o que a L disse? Ele riu-se, cansado, a mão ainda a apertar-lhe uma nádega. — Confirmei. E pior… agora quero mais. Ela beijou-lhe o maxilar, a voz baixa e satisfeita. — Então o financiamento fica para depois. Porque eu ainda não acabei contigo
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