Negócio internacional

A suíte presidencial do hotel cinco estrelas brilhava com luz dourada e silenciosa.
As taças de champanhe e gin ainda estavam sobre a mesa de mármore. As caixas de joias abertas espalhavam diamantes e ouro pelo sofá. A lingerie de renda preta que Demir mandara entregar para ela vestia-lhe o corpo como um prémio deliberado. Raquel ajustava o colar no pescoço quando a porta se abriu.
Demir entrou primeiro, a camisa já desapertada. Burak vinha atrás, o telemóvel discreto na mão. As câmaras ocultas — escondidas no teto, atrás do espelho e junto à cabeceira — já gravavam há mais de uma hora. Tudo ficava registado.
— Come closer, you little slut. Let me look at that body properly. You closed the biggest fucking deal of the year for us, so tonight you’re going to be our personal whore. Get over here and show me what that expensive lingerie looks like on a dirty girl like you. (Chega mais perto, sua putinha. Deixa-me olhar bem para esse corpo. Fechaste o maior negócio do caralho do ano para nós, por isso esta noite vais ser a nossa puta pessoal. Vem cá e mostra-me como essa lingerie cara fica numa puta suja como tu.)
Raquel aproximou-se, o olhar firme.
— I’m here. I know what this night is for. I accepted it the moment I put on the lingerie you bought me. (Estou aqui. Sei para o que é esta noite. Aceitei no momento em que vesti a lingerie que me compraste.)
Demir passou os dedos pelo colar, depois pela renda do sutiã, apertando um pouco.
— Good. Because we don’t want any hesitation from our little slut. Tell me you want both of us to use you tonight. Say it like the dirty whore you are. (Bem. Porque não queremos qualquer hesitação da nossa putinha. Diz-me que queres que os dois te usem esta noite. Diz como a puta suja que és.)
Ela olhou de um para o outro.
— I want both of you. I accept everything. Use me. (Quero os dois. Aceito tudo. Usem-me.)
Burak ergueu o telemóvel, a gravar o rosto dela com um sorriso sujo.
— Listen to that. She said it in English this time, the little whore. Perfect. Every dirty word is right there for the camera. Keep talking, slut. We want to hear that mouth work. (Ouve isto. Ela disse em inglês desta vez, a putinha. Perfeito. Cada palavra suja está ali para a câmara. Continua a falar, puta. Queremos ouvir essa boca a trabalhar.)
Demir puxou-a com força para mais perto, as mãos a descerem pelas ancas enquanto Burak se colocava atrás dela e lhe apertava as nádegas.
— We’re going to take our fucking time with this body. No rush. This suite, the jewellery, the champagne… everything was bought so we could turn you into our private little slut for the night. And we’re going to enjoy every second of using you. (Vamos demorar o nosso tempo do caralho com este corpo. Sem pressa. Esta suite, as joias, o champanhe… tudo foi comprado para podermos transformar-te na nossa putinha privada durante a noite. E vamos desfrutar de cada segundo a usar-te.)
Levaram-na até à cama enorme de lençóis de seda preta. As joias tilintavam. Demir deitou-a de costas e desceu a lingerie com calma, mas com intenção. Burak ficou de lado, o telemóvel apontado, enquanto as câmaras ocultas captavam cada movimento.
Quando Demir se posicionou entre as pernas dela e entrou com um movimento lento e profundo, Raquel prendeu a respiração. O primeiro gemido saiu em inglês:
— Oh God… yes… just like that… fuck… (Oh Deus… sim… exactamente assim… porra…)
Burak aproximou-se, o telemóvel mais perto do rosto dela.
— There it is. The little whore is speaking English when it feels good. I fucking love that. Keep moaning for us, you dirty slut. Tell us how much you love being used. (Lá está. A putinha está a falar inglês quando sente prazer. Adoro isso do caralho. Continua a gemer para nós, sua puta suja. Diz-nos o quanto adoras ser usada.)
Demir moveu-se com mais firmeza, a voz rouca e baixa.
— Tell us what you want, you greedy little slut. Use whatever language comes out of that filthy mouth. We want to hear every dirty sound you make while we fuck you. (Diz-nos o que queres, sua putinha gananciosa. Usa a língua que sair dessa boca imunda. Queremos ouvir cada som sujo que fazes enquanto te fodemos.)
Raquel arqueou as costas, a voz a misturar-se:
— Deeper… please… não pares… just don’t stop… fuck me harder… (Mais fundo… por favor… não pares… simplesmente não pares… fode-me mais forte…)
Burak riu baixinho, ainda a gravar.
— She’s mixing it now, the dirty whore. English and that other language. I still don’t understand every word, but the way this little slut sounds when she’s full of cock… fucking perfect. (Ela está a misturar agora, a puta suja. Inglês e aquela outra língua. Continuo sem perceber todas as palavras, mas a forma como esta putinha soa quando está cheia de pau… perfeito do caralho.)
Eles trocaram de posição sem pressa. Burak tomou o lugar de Demir enquanto este lhe ocupava a boca e o pescoço. Depois inverteram outra vez. Raquel aceitava tudo, o corpo quente e disposto. Quando o prazer aumentava, os gemidos saíam quase sempre em inglês:
— Yes… right there… harder… I’m so close… treat me like your whore… (Sim… mesmo aí… mais forte… estou tão perto… trata-me como a vossa puta…)
E outras vezes, quando o corpo tremia mais forte, voltava ao português:
— Assim… por favor… mais fundo… usem-me…
Demir olhou para o sócio, ainda a foder com força.
— Listen to this dirty little slut. When it gets intense she switches. I don’t need a full translation anymore. The sound of this whore moaning is enough. (Ouve esta putinha suja. Quando fica intenso ela muda. Já não preciso de uma tradução completa. O som desta puta a gemer chega.)
Burak manteve o telemóvel apontado, a voz baixa e suja.
— And we’re recording every second of this slut being used. The phone and the cameras. You’ll never forget the night two men turned you into their personal whore. Neither will we. (E estamos a gravar cada segundo desta puta a ser usada. O telemóvel e as câmaras ocultas. Nunca te vais esquecer da noite em que dois homens te transformaram na puta pessoal deles. Nem nós.)
O ritmo acelerou. Raquel tremia entre eles, a voz a partir-se em frases longas:
— Don’t stop… please… I want both of you… ahhh… continua… just like that… fuck your dirty slut… (Não pares… por favor… quero os dois… ahhh… continua… exactamente assim… fode a vossa puta suja…)
Quando o momento chegou, puxaram-na para a beira da cama. Ela ajoelhou-se no chão macio, o colar ainda ao pescoço, o rosto erguido. Burak manteve o telemóvel a gravar o instante em que os dois gozaram sobre o peito, o pescoço e a boca aberta dela. O líquido quente escorria pela pele, misturando-se com o brilho das pedras e da renda. As câmaras ocultas registaram tudo.
Raquel ficou imóvel durante alguns segundos, a respirar fundo. Depois limpou os lábios e olhou para cima.
— That was… intense. I felt everything. (Isto foi… intenso. Senti tudo.)
Demir passou o polegar pelo queixo dela, a voz ainda rouca.
— Good girl. You took everything we gave you like a perfect little whore. Exactly the way we wanted our slut to take it. (Boa rapariga. Recebeste tudo o que te demos como uma putinha perfeita. Exactamente da forma que queríamos que a nossa puta recebesse.)
Burak parou a gravação do telemóvel, mas as câmaras ocultas continuavam.
— Next time the deal is even bigger, we do this again. Same suite. Same jewellery. Same dirty little slut on her knees. And we’ll keep every recording of you being used. (Da próxima vez que o negócio for ainda maior, fazemos isto outra vez. A mesma suite. As mesmas joias. A mesma putinha suja de joelhos. E vamos guardar todas as gravações de ti a seres usada.)
Raquel sorriu de lado, a voz ainda rouca, e murmurou uma última frase misturada:
— I already know I’ll say yes again… mesmo que me doa amanhã. (Já sei que vou dizer que sim outra vez… mesmo que me doa amanhã.)
Demir riu baixinho, ainda a olhar para ela com desejo.
— What did you say this time, you filthy girl? Tell me. Even the part I won’t understand. (O que é que disseste desta vez, sua rapariga imunda? Diz-me. Mesmo a parte que eu não vou perceber.)
Mas ela apenas se levantou, ainda marcada pelo que eles tinham deixado nela, e foi buscar a taça de champanhe que restava na mesa. As câmaras ocultas continuavam a gravar. A noite na suite presidencial ainda estava longe de terminar
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Negócio internacional

Codigo do conto:
273660

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
02/10/2026

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