A Professora e o aluno proibido




Era o fim do semestre na universidade antiga, e o campus estava quase deserto. A sala de aula do prédio de Humanas cheirava a giz velho e madeira polida. Professora Helena, 42 anos, corpo escultural moldado por anos de ioga e corrida, cabelos castanhos ondulados caindo até os seios fartos, usava uma saia preta que marcava cada curva e uma blusa de seda branca com os primeiros botões abertos — o suficiente para mostrar o vale entre os seios e o sutiã de renda preta. Ela sabia o efeito que causava. Sempre soube.
Lucas, 19 anos, aluno do quarto período, alto, corpo atlético de quem joga futebol aos fins de semana, ficou depois da aula "para tirar uma dúvida". Ele estava de calça jeans apertada que não escondia o volume quando olhava para ela. Já fazia meses que os olhares se cruzavam. Que as mãos dele "acidentalmente" roçavam a dela ao entregar trabalhos.
— Lucas... — a voz dela era baixa, sensual, com aquele tom de quem já ganhou o jogo antes de começar. — Fecha a porta.
Ele obedeceu, o clique da tranca ecoando como um tiro. Helena se encostou na mesa do professor, cruzando as pernas devagar, a saia subindo até mostrar um pouco mais das coxas.
— Você tem tirado notas baixas de propósito, não é? Só pra ficar depois da aula comigo.
Lucas engoliu em seco, o pau já endurecendo só de ouvir aquilo.
— Professora... eu...
— Quieto. — Ela se aproximou, os saltos batendo no chão como um aviso. Parou a centímetros dele, o perfume caro invadindo as narinas do garoto. — Você me quer desde o primeiro dia de aula.
Ele corou violentamente, mas não negou. Helena sorriu, predatória, e segurou o volume na calça dele com força.
— Grande... maior do que eu imaginava. Esses garotos da sua idade são tão... cheios de energia.
Ela abriu o zíper devagar, tirando o pau dele para fora — grosso, latejando, a cabeça vermelha já melada. Helena lambeu os lábios.
— Agora ajoelha — disse Lucas, surpreendendo-a com a voz rouca de tesão.
Helena arqueou a sobrancelha e obedeceu. Uma professora de 42 anos ajoelhada para um aluno de 19. O poder invertido a deixava molhada...
Ela engoliu o pau dele até a garganta sem aviso, sem preliminares. Lucas gemeu alto, segurando o cabelo dela com força, fodendo a boca dela como se fosse uma buceta. Helena engasgava, babava, os olhos lacrimejando, mas não parava — chupava com fome, uma mão massageando as bolas, a outra enfiada por dentro da própria saia, se tocando enquanto era usada.
— Puta safada... minha professora é uma puta que adora pau de aluno...
Helena gemeu em volta do pau dele com o xingamento, gozando só com os dedos e a humilhação.
Lucas a puxou pelos cabelos, tirando-a da boca com um som obsceno de saliva.
— Tira a roupa. Quero ver esses peitos que você fica exibindo pra turma inteira.
Ela obedeceu, tirando a blusa e o sutiã, os seios grandes e firmes balançando livres, os mamilos duros como pedras. Lucas chupou um com força, mordendo, enquanto enfiava três dedos na boceta dela sem aviso — estava encharcada, escorrendo pelas coxas.
— Caralho, professora... você é uma cachorra no cio.
— Me fode, Lucas. Me fode como o macho que você é.
Ele a virou de costas na mesa do professor, empinando aquela bunda perfeita. Puxou a saia até a cintura, rasgou a calcinha com um movimento bruto (ela adorou) e enterrou o pau até o talo de uma vez só.
Helena gritou, as unhas arranhando a madeira. Lucas metia como um animal, os quadris batendo com força, o som molhado enchendo a sala.
— Isso, toma pau, sua vadia... toda a faculdade vai saber que você é minha puta agora.
Ele puxava o cabelo dela, forçando-a a arquear enquanto socava fundo, a outra mão descendo para esfregar o clitóris inchado.
— Eu vou te encher de porra até escorrer na sua mesa...
Helena gozou forte com as palavras dele, o corpo convulsionando, apertando o pau dele como um torno. Lucas não aguentou — gozou junto, jatos grossos e quentes inundando ela por dentro, marcando território.
Ficaram assim um tempo, ofegantes, o pau dele ainda dentro dela, pulsando. Depois Lucas saiu devagar, vendo o gozo escorrer pelas pernas dela.
Helena se virou, ainda tremendo, e beijou a boca dele com fome.
— Amanhã — disse, lambendo o lábio inferior dele — você vem sem cueca. E vamos ter outra aula extra.
Lucas sorriu, segurando o rosto dela.
— Sim, professora.
E assim começou o semestre mais quente da vida dos dois.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Professora e o aluno proibido

Codigo do conto:
248134

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
28/11/2025

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