Transmissão às 23:47 Eles escolheram o apelido mais óbvio e ao mesmo tempo mais inocente possível: A câmera do notebook estava posicionada na escrivaninha baixa do quarto dela. Luz suave de duas fitas de LED roxas contornando a cabeceira da cama. Nenhum dos dois aparecia inteiro no quadro ainda — só das clavículas pra cima, rostos próximos, como quem divide um segredo. “Se alguém da faculdade reconhecer a voz, acabou nossa vida social”, ela riu, mordendo o canto do lábio inferior. “Se alguém da faculdade reconhecer a voz e continuar assistindo… aí quem tem problema é ele”, ele respondeu, já com aquele tom rouco que aparecia quando ficava nervoso e excitado ao mesmo tempo. Os nomes verdadeiros eram Lara e Gabriel. Amigos desde os 15. Se beijaram uma vez bêbados no carnaval de 2020 e nunca mais tocaram no assunto — até três semanas atrás, quando a conversa começou como piada e terminou com os dois se masturbando no viva-voz depois de uma garrafa de vinho barato. Agora estavam ali. 47 espectadores. Subindo devagar. Lara vestia só uma camiseta larga do Radiohead que mal cobria a curva da bunda. Ele estava de moletom cinza sem camisa por baixo. Os dois descalços. Os pés dela roçavam de leve na panturrilha dele fora do quadro. Ela leu o primeiro comentário em voz alta, voz teatral: “‘Tira a camiseta dela devagar, sol’” Fez uma careta divertida. “Já começaram mandando.” Gabriel se aproximou mais da orelha dela, microfone quase encostando na boca: “E se eu obedecer?” Ela virou o rosto devagar. Nariz roçando no dele. “E se eu deixar?” Primeiro beijo da noite foi lento, quase preguiçoso. Línguas que já se conheciam, mas fingiam que era novidade. A mão dele subiu pela nuca dela, dedos se enroscando no cabelo castanho ondulado. A dela desceu pelo peito nu dele, unhas arranhando de leve os mamilos já duros. Os números subiram: 81 ? 124 ? 179. Alguém doou 50 reais com a mensagem: “Quero ver as mãos dela dentro do moletom dele.” Lara leu, riu baixo contra a boca dele e perguntou olhando direto pra câmera: “Vocês são safados mesmo, né?” Mas a mão já estava descendo. Passou devagar pela barriga dele, contornou o elástico, entrou. Gabriel soltou um suspiro longo que o microfone captou cristalino. Ela não tirou a mão de dentro da calça — apenas mexeu devagar, sem pressa, deixando claro pelo movimento do braço que estava segurando e acariciando ele inteiro. Ele fechou os olhos por um segundo, testa encostada na dela. “Caralho, Lara…” Ela sorriu pro chat, maliciosa: “Ele tá bem duro, gente. Querem que eu mostre?” Uma enxurrada de corações, foguinhos, “mostra”, “tira tudo”. Gabriel puxou a camiseta dela pelos ombros. O tecido caiu devagar, revelando os seios médios, bicos castanhos já enrugados de tesão. Ele abaixou a cabeça e chupou um deles sem cerimônia, língua plana, depois dentes de leve. Lara arqueou as costas, mão ainda dentro do moletom dele, acelerando o ritmo. “Quero sentar na tua cara”, ela murmurou, baixo o suficiente pra ser ouvido só por ele… e pelo microfone. Gabriel levantou o rosto, olhos escuros, pupilas dilatadas. “Então senta.” Ele se deitou na cama, cabeça perto da câmera. Lara subiu por cima dele, de frente pro notebook. Ajeitou os joelhos dos dois lados da cabeça dele, segurou na cabeceira e desceu devagar até encostar. Quando a língua dele a tocou, ela deixou escapar um gemido longo, quase um ronronar. “Porra… assim… vai devagar no começo…” O chat enlouqueceu. Ela começou a rebolar devagar, quadril desenhando círculos preguiçosos enquanto olhava direto pra lente. Cabelo caindo no rosto, bochechas coradas, boca entreaberta. Gabriel segurava as coxas dela com força, dedos afundando na carne. De vez em quando ele gemia contra ela e o som vibrava direto no clitóris. Alguém doou 200 reais com a mensagem: “Quero ver ele gozando dentro dela.” Lara leu, riu ofegante e respondeu: “Calma aí… a gente ainda nem tirou a calça dele direito.” Mas já estava descendo o corpo. Puxou o moletom dele até os joelhos. O pau dele saltou livre, vermelho, brilhando com a lubrificação. Ela segurou na base, olhou pra câmera e lambeu devagar da raiz até a cabeça, língua plana, olhos fixos na lente. Depois subiu de novo, posicionou ele na entrada e desceu de uma vez, engolindo tudo. Os dois soltaram um gemido ao mesmo tempo. A câmera pegava o ângulo perfeito: o pau dele desaparecendo dentro dela, as coxas dela tremendo um pouco a cada descida, os seios balançando, as mãos dele agarrando a bunda dela abrindo e fechando. “Vai gozar assim?”, ela perguntou ofegante, rebolando mais rápido. “Se você não parar de apertar desse jeito… vai.” Ela apertou de propósito, músculos internos se fechando em volta dele. Gabriel jogou a cabeça pra trás, garganta exposta, um “caralho” rouco escapando. “Olha pra câmera quando gozar”, ela mandou, voz autoritária de repente. Ele obedeceu. Olhos abertos, boca entreaberta, pupilas tremendo. O corpo dele inteiro se contraiu. Lara sentiu os jatos quentes dentro dela e isso a levou junto — cabeça caindo pra trás, gemido alto e descontrolado, unhas cravadas nos ombros dele. Ficaram parados alguns segundos, ofegantes, suados, ainda conectados. Ela olhou pro chat. 1.847 espectadores. “Vocês são doidos”, riu, voz rouca. Gabriel puxou ela pra deitar em cima dele, ainda dentro dela, e deu um beijo lento na testa dela. “Desliga ou deixa rolando mais um pouco?”, ele perguntou baixo. Lara olhou pra câmera, sorriu devagar e respondeu: “Deixa rolando… quem sabe a gente não faz round 2 pro pessoal?” E deixou a transmissão ligada. Enquanto os dois se beijavam devagar, ofegantes, o contador continuava subindo. Fim da primeira parte.
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