Na Mata Atlântica da Serra da Beleza, no Rio de Janeiro, onde a floresta desce em cachoeiras e o nevoeiro cobre tudo de mistério e onde sempre há relatos de coisas estranhas acontecendo vivia Ana, uma bióloga de 32 anos. Morena, corpo atlético de tanto caminhar pelas trilhas, cabelos cacheados presos num coque desleixado, que pesquisava a recuperação da mata após anos de desmatamento. Sozinha na estação de campo, passava semanas sem contato humano. Numa manhã chuvosa, Ana seguia uma trilha antiga em busca de pegadas de onça-pintada. O ar cheirava a terra molhada e bromélias. Ouviu então o assovio característico — agudo, invertido, vindo de todos os lados. O que surgiu entre as árvores foi o Curupira. Baixo, cerca de 1,60m, corpo forte e definido como o de um indígena da mata, pele avermelhada brilhando de suor, cabelos vermelhos flamejantes caindo até os ombros. Olhos negros penetrantes, sorriso malicioso. Os pés virados para trás, descalços na terra úmida. Nu, sem pudor, o sexo semi ereto balançando enquanto se aproximava. — O que uma mulher bonita faz sozinha na minha floresta? — perguntou, voz rouca e divertida. Ana ficou fascinada. Ele chamava-se Kurumi. Nos dias seguintes, ele aparecia sempre que ela caminhava. Guiava-a por trilhas secretas, mostrava ninhos de arara, cachoeiras escondidas. O desejo cresceu como cipó. Uma tarde, após chuva forte, Ana se abrigou numa gruta coberta de musgo. Kurumi surgiu pingando, o corpo pequeno mas musculoso reluzindo. Ela tirou a camisa molhada, ficando só de top esportivo e short. Ele se aproximou, tocou o braço dela com dedos quentes. — Você tem fogo na pele, mulher da cidade. Ana beijou-o primeiro — lábios macios, gosto de folha fresca. Ele correspondeu com fome imediata, língua invadindo a boca dela, mãos pequenas mas fortes apertando a cintura, subindo até os seios. Tirou o top com urgência, expondo os seios médios e firmes, mamilos já duros pelo ar frio. Kurumi abaixou a cabeça, chupando o mamilo esquerdo com força, a língua rodando em círculos enquanto a mão direita apertava o outro seio, beliscando o bico até Ana gemer alto. Ela sentiu o pau dele, agora completamente duro, roçando na sua coxa por cima do short. Era grosso, quente, a cabeça já úmida da lubrificação natural. Ana desceu a mão, envolveu o membro com os dedos — mal conseguia fechar a mão ao redor. Masturbou-o devagar, sentindo as veias pulsarem, o líquido escorrendo pela glande. Kurumi grunhiu, empurrando o quadril contra a mão dela. Ela se ajoelhou no musgo macio. Colocou na boca devagar, a língua lambendo a cabeça primeiro, provando o gosto salgado e selvagem. Desceu até onde conseguia, a garganta relaxando para engolir mais, enquanto a mão massageava as bolas pesadas. Kurumi agarrou os cabelos cacheados dela, guiando o ritmo, fodendo a boca dela com estocadas curtas e firmes. Os pés virados para trás davam equilíbrio perfeito. Ele gozou rápido e forte — jatos quentes, abundantes e grossos batendo no fundo da garganta dela. Ana engoliu tudo, lambendo os lábios depois, olhando para ele com desejo renovado. Kurumi não perdeu tempo. Deitou-a de costas no musgo, tirou o short e a calcinha de uma vez só. Abriu as pernas dela com cuidado, admirando a buceta com poucos pelos, já inchada e molhada. Cheirou-a primeiro, o nariz roçando o clitóris, depois mergulhou a língua. Lambeu devagar, da entrada até o clitóris, chupando enquanto dois dedos entravam nela, curvando-se para acertar o ponto G. Ana arqueou as costas, gemendo alto, as mãos apertando os próprios seios. Ele aumentou o ritmo, a língua rápida e áspera, os dedos fudendo fundo e rápido. Ela gozou com um grito abafado, o corpo convulsionando, esguichando um pouco contra a boca dele. Kurumi subiu, o pau novamente duro como pedra. Posicionou a cabeça na entrada da buceta e olhou para ela dentro dos olhos e foi empurrando devagar. Ana sentiu cada centímetro abrindo caminho, esticando-a deliciosamente. Quando ele estava todo dentro, parou um segundo, os dois ofegantes, olhos cravados um no outro. Então começou a meter. Primeiro lento, saindo quase todo e voltando fundo, fazendo-a sentir cada veia. Depois mais rápido, o quadril pequeno mas poderoso batendo contra o dela, o som molhado dos corpos ecoando na gruta. Ana cravava as unhas nas costas dele, as pernas envolvendo a cintura curta. — Mais forte... me fode mais forte, Curupira... Ele obedeceu. Segurou as coxas dela, abrindo mais, metendo com força animal. Os seios dela balançavam a cada estocada, os mamilos roçando o peito dele. Trocaram de posição: Ana por cima, cavalgando-o com força, rebolando o quadril enquanto ele apertava as nádegas dela, um dedo brincando no cuzinho, pressionando de leve. Ela gozou de novo, contraindo as paredes da vagina ao redor do pau dele. Kurumi gemeu forte e virou-a de quatro rapidamente. Entrou por trás com uma estocada única, fundo, batendo no colo do útero. Ana gemeu forte. Fodeu-a assim, uma mão nos cabelos puxando de leve, a outra apertando a cintura. Ana empinava mais, pedindo mais fundo, mais rápido. Gozaram juntos: ela gritando o nome dele, ele enchendo-a com jatos quentes e abundantes, a porra escorrendo pelas coxas dela quando ele saiu. Ficaram abraçados no musgo, ofegantes, o som da chuva voltando devagar. Desde então, Ana prolongava as expedições. Kurumi aparecia sempre. Às vezes na gruta, às vezes debaixo de cachoeira — ele a segurando contra a pedra fria, metendo enquanto a água caía sobre eles. Outras vezes pendurados numa figueira brava: ela de pernas abertas, ele a fodendo de pé, os pés virados para trás dando equilíbrio perfeito enquanto bombava sem parar. Os colegas comentavam que Ana estava diferente: mais viva, pele brilhante, olhos selvagens. Ela sorria e dizia que era o ar da mata. Só ela sabia a verdade: nas profundezas da Serra da Beleza, um Curupira a possuía com paixão feroz, noite após noite, até o corpo dela tremer de prazer e exaustão. E ela voltava sempre. Sempre.
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