Pensando no professor

O relógio marcava 14:30 quando Larissa finalmente chegou em casa. A casa estava silenciosa — o pai trabalhando e a mãe tinha saído para algum compromisso. Ela deixou a mochila cair no chão com um baque surdo e foi para o quanto, se jogando na cama ainda vestida com o uniforme do colégio: saia xadrez azul-marinho e camisa branca de algodão já meio transparente de tanto uso.
Tirou os sapatos, mas não as meias. Às vezes gostava de ficar com elas....enquanto se mexia na cama.
Fechou os olhos e deixou a imagem voltar como se fosse um filme que ela já conhecia de cor, mas que nunca cansava de assistir.
O professor Matheus.
Aula de Literatura, terceira série do ensino médio. Ele estava explicando “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector e, no meio de uma frase sobre invisibilidade e desejo reprimido, olhou diretamente para ela. Não parecia um olhar qualquer para Larissa. Pra ela foi daqueles que duram meio segundo a mais do que o necessário. Meio segundo em que o ar parece engrossar. Ele percebeu que ela olhou, corrigiu a postura, pigarreou, continuou falando… mas Larissa sentiu o calor subir pelo pescoço e se instalar entre as pernas como uma corrente elétrica.
Desde aquele dia, toda vez que ele passava perto da carteira dela, o perfume amadeirado dele misturado com o cheiro de livro velho entrava pelas narinas dela e fazia seus mamilos endurecerem contra o sutiã de algodão simples. Ela odiava e amava isso ao mesmo tempo.
Agora, deitada, ela abriu os botões da camisa devagar. Um. Dois. Três. Até a pele ficar exposta. O sutiã bege claro apareceu, os bicos já marcados no tecido. Ela passou as unhas de leve por cima deles, sentindo o arrepio descer direto até o clitóris.
— Professor… — murmurou baixinho, quase sem querer.
Desceu a mão pela barriga, entrou por baixo da saia amarrotada. A calcinha já estava úmida no meio. Ela pressionou dois dedos por cima do tecido, sentindo o volume quente e inchado do clitóris implorando por mais pressão.
Imaginou ele ali, sentado na beirada da cama, dizendo com aquela voz grave e calma:
— Você não prestou atenção na aula hoje, Larissa. Vai precisar recuperar o conteúdo… agora.
Ela afastou a calcinha para o lado com um dedo trêmulo. Estava lisinha, molhada, os lábios inchados e escorregadios. Começou a fazer círculos lentos em torno do clitóris, sem tocar diretamente ainda — exatamente como imaginava que ele faria. Ele não seria apressado. Ele a faria implorar primeiro.
— Me mostra como você faz quando está sozinha pensando em mim — ela o ouviu dizer na cabeça.
Larissa gemeu baixo, mordeu os lábios. Enfiou o dedo médio na entrada da bucetinha virgem... sentindo os músculos internos se contraírem de vontade de mais, enquanto o polegar continuava os círculos no clitóris.
Imaginou as mãos grandes dele segurando suas coxas, abrindo-as mais, a barba rala roçando a parte interna da perna enquanto ele descia o rosto. Imaginou a língua quente e plana lambendo devagar, subindo até o clitóris e depois sem pressa, como quem saboreia cada gota.
— Assim, professor? — sussurrou ela, enfiando um segundo dedo, esticando a si mesma, sentindo a pressão deliciosa.
A outra mão subiu até o seio esquerdo, puxou o sutiã para baixo, apertou o mamilo com força entre polegar e indicador. A pontada de dor misturada com prazer fez sua buceta se contrair forte em volta dos dedos.
Ela aumentou o ritmo, o som molhado ecoando baixinho no quarto. O quadril começou a subir sozinho do colchão, fodendo a própria mão como se fosse o colo dele.
— Me fode, professor… por favor… me fode com força… — as palavras saíam entrecortadas, quase ininteligíveis.
Visualizou ele abrindo o zíper, tirando o pau grosso e duro para fora. Imaginou ele esfregando a cabeça nos lábios dela, molhando-os, antes de empurrar devagar, centímetro por centímetro, até encostar no fundo.
O orgasmo veio como uma onda que ela tentou segurar por alguns segundos, só para sentir o prazer se acumulando ainda mais. Quando finalmente deixou vir, seu corpo inteiro arqueou, os dedos esfregando o clitóris em círculos rápidos e brutais.
Ela gozou gemendo o nome dele baixinho, repetidamente, como uma prece suja:
— Matheus… Matheus… ahh, caralho… Matheus…
Ficou alguns segundos imóvel, ofegante, sentindo as contrações suaves ainda percorrendo a vagina. Os dedos saíram brilhando, encharcados. Ela os levou até a boca, lambeu devagar, imaginando que era ele provando o gosto dela.
Depois rolou de lado, abraçou o travesseiro, ainda com a saia levantada, a calcinha de lado, o sutiã torto, o coração batendo forte no peito.
Amanhã teria aula de Literatura de novo.
E ela já sabia que não ia prestar atenção em mais nada além da forma como ele segurava o giz, do jeito que a camisa caía perfeita no corpo dele, da linha do maxilar quando ele virava o rosto para o lado.
E isso era bom.
Porque amanhã ela ia chegar em casa e fazer tudo de novo.
Exatamente igual.
Ou talvez… um pouquinho mais forte.
Foto 1 do Conto erotico: Pensando no professor


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Ficha do conto

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weblover1978

Nome do conto:
Pensando no professor

Codigo do conto:
253378

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
28/01/2026

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