A surpresa da estagiária

O escritório da Lopes Media ficava no 11º andar de um prédio comercial sem graça na Avenida Rio Branco. Vidros fumê, ar-condicionado gelado demais, plantas artificiais tentando fingir vida. Rafael Lopes, 42 anos, era o tipo de diretor que todo mundo chamava de “doutor” mesmo ele pedindo para não chamarem. Alto, barba bem aparada, ombros largos de quem já foi nadador na juventude e ainda mantinha a vaidade da academia três vezes por semana. Divorciado há quatro anos, discreto sobre a vida pessoal, mas não exatamente celibatário.
A estagiária nova chegou em agosto. Chamava-se Lívia.
19 anos, cursando Publicidade no período da manhã em uma faculdade próxima dali, cabelo castanho liso na altura do meio das costas, pele clara, sorriso fácil e um jeito de falar baixo que obrigava as pessoas a se aproximarem para ouvir. Usava saias lápis discretas, blusas de seda ou algodão bem cortadas, salto médio. Nada chamativo demais — e exatamente por isso chamava atenção. Rafael reparou nela no primeiro dia. Depois passou a reparar todos os dias.
Primeiro foi o cheiro: um perfume leve, cítrico com fundo de baunilha que ficava pairando na sala de reunião depois que ela saía. Depois o jeito como ela mordia a ponta da caneta quando lia relatórios longos. Depois o formato das coxas marcando a saia quando ela se sentava na ponta da mesa dele para mostrar alguma planilha no tablet.
Ele demorou três semanas para chamá-la para “tomar um café depois do expediente e discutir o planejamento da campanha de fim de ano”. Ela aceitou com um “claro, seria ótimo” tão natural que ele quase duvidou que tinha rolado flerte nos olhares anteriores.
Foram a um bar próximo dali: um lugar com luz baixa e jazz suave, um ´prédio com parte escritórios e parte residencial, onde ele também morava. Dois drinques viraram três. A conversa saiu do trabalho rápido demais. Ele perguntou sobre namorados; ela respondeu com um sorriso torto e disse “não estou namorando ninguém agora… gosto mais de deixar as coisas acontecerem”. Ele sentiu o pau dar um pulo discreto dentro da calça social.
Às 22:00 ele perguntou se ela queria ir no apartamento dele para “tomar o último copo com vista melhor”. Ela respondeu que sim, e quando chegaram no elevador, ela entrou primeiro.
No apartamento dele — simples, mas com vista para o Pão de Açúcar iluminado — a coisa escalou rápido. Beijos no corredor, mãos já dentro da blusa dela, sutiã rendado preto sendo aberto com pressa. Ele a prensou contra a parede da sala, levantou a saia, sentiu a liga da meia 7/8 e gemeu baixo contra a boca dela.
“Quero te ver toda”, murmurou ele, voz rouca.
Lívia sorriu daquele jeito lento que ele já conhecia. Pegou a mão dele e conduziu até o quarto. Luz baixa, só o abajur lateral aceso. Ela se virou de costas, deixou ele abrir o zíper da saia. O tecido caiu no chão com um som macio. Ficou só de calcinha preta de renda, meia-calça e salto. Rafael colou o corpo nas costas dela, mordeu a nuca, desceu beijando a coluna. As mãos grandes deslizaram pela cintura fina, desceram até a calcinha. Ele enfiou os dedos por baixo do elástico lateral, esperando encontrar a umidade quente de uma vulva.
Não encontrou.
Seus dedos encontraram pele lisa… e depois algo firme, quente, já duro, apontando para cima, preso contra a barriga por uma fita adesiva médica fina que ele nem tinha percebido até aquele instante.
Ele congelou por meio segundo.
Lívia sentiu a pausa. Virou o rosto devagar, olhando por cima do ombro, olhos grandes e calmos.
“Você não sabia”, disse ela, voz baixa, sem tom de acusação. Apenas constatação.
Rafael respirou fundo pelo nariz. O pau dele, que já estava dolorido de tão duro dentro da cueca, deu outro pulso forte contra a calça. Ele não tirou a mão de dentro da calcinha dela. Pelo contrário: envolveu a ereção dela com a palma, sentindo o calor, a pulsação, o comprimento surpreendentemente agradável.
“Não sabia”, admitiu ele, voz grave. “Mas agora sei.”
Ele apertou de leve. Lívia deixou escapar um gemido curto, os olhos semicerrando.
“E agora?” perguntou ela, provocadora.
Rafael virou o corpo dela de frente. Olhou nos olhos dela por longos segundos. Depois desceu o olhar pelo corpo: seios médios e firmes, barriga lisa, o volume evidente na calcinha preta. Ele se ajoelhou devagar, sem desviar o olhar.
Puxou a calcinha para baixo com calma. tirou gentilmente a fita e o pau dela saltou livre, reto, cabeça já úmida... Era um pau bonito: Uns 16,5cm, circuncidado, levemente curvado para cima e bem depilado.
Rafael segurou na base com uma mão, olhou para cima.
“Posso?”
Lívia passou os dedos pelo cabelo dele, bagunçando de leve.
“Por favor.”
Ele levou a boca até o pau dela. O gosto era limpo, levemente salgado, excitante. Lívia gemeu alto, as pernas tremendo. Rafael chupava com vontade, alternando sucção e lambidas longas na parte de baixo, onde a glande encontrava o corpo do pau. Uma das mãos subiu e apertou os testículos dela com cuidado; a outra segurava a coxa para dar apoio.
“Caralho… Rafael…” ela sussurrou, voz falhando.
Ele tirou a boca por um instante, só para falar:
“Quero te foder. Quero muito. Mas primeiro quero que você goze na minha boca.”
Lívia fechou os olhos e empurrou o quadril devagar, fodendo a boca dele com movimentos curtos. Rafael deixou, relaxando a garganta, deixando ela ditar o ritmo. Não demorou muito. Os gemidos dela ficaram mais agudos, as coxas tensionaram, os dedos apertaram o cabelo dele com força.
“Gozar… vou gozar…”
Ele não tirou a boca. Engoliu tudo, sentindo os jatos quentes e o corpo dela tremendo inteiro. Só quando ela parou de pulsar ele soltou devagar, lambendo a cabeça sensível enquanto ela ofegava.
Lívia o puxou para cima, beijou com desespero, sentindo o próprio gosto na língua dele.
“Agora me fode”, pediu ela, voz rouca. “Quero sentir você dentro de mim.”
Rafael a deitou na cama, abriu as pernas dela. Passou lubrificante (que estava na mesinha de cabeceira) nos dedos, preparou-a com calma, dois dedos, depois três, vendo o anel relaxar aos poucos. Lívia gemia baixo, rebolando contra a mão dele, o pau dela já voltando a ficar duro contra a barriga.
Quando ele se posicionou entre as pernas dela, lubrificado, a cabeça grossa pressionando a entrada, ele parou e perguntou uma última vez:
“Tem certeza?”
Lívia envolveu as pernas na cintura dele, puxando-o.
“Me fode logo, Rafael.”
Ele entrou devagar, sentindo a resistência inicial, depois o calor apertado cedendo. Quando estava todo dentro, os dois pararam, respirando pesado, se olhando.
“Caralho, como você é gostosa”, ele grunhiu.
Ela sorriu, safada.
“Então me mostra o quanto você gostou da surpresa.”
Ele começou a se mover. Primeiro lento, depois mais forte, mais fundo. A cama batia na parede. Lívia gemia sem se conter, unhas marcando as costas dele. Rafael segurava os pulsos dela contra o colchão, fodendo com força, o som molhado dos corpos se chocando preenchendo o quarto.
Quando sentiu que ia gozar, avisou rouco:
“Dentro?”
“Dentro. Por favor.”
Ele gozou com um gemido longo, enterrado até o fundo, pulsando dentro dela. Lívia gozou logo em seguida só com a sensação dele se derramando, o pau dela esguichando de novo entre os dois, melando a barriga de ambos.
Ficaram ali, ofegantes, suados, colados.
Depois de alguns minutos, Rafael beijou a testa dela e murmurou:
“Você fica amanhã à noite também?”
Lívia riu baixo, ainda com ele dentro dela.
“Se você prometer repetir isso… eu fico a semana inteira.”
Ele sorriu contra a pele dela.
“Fechado.”
E apagou a luz.
Foto 1 do Conto erotico: A surpresa da estagiária


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Comentários


foto perfil usuario olavandre53

olavandre53 Comentou em 22/01/2026

Adorei.

foto perfil usuario jota70

jota70 Comentou em 21/01/2026

Delicia de conto, não resisti e toquei uma bem gostoso




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Ficha do conto

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weblover1978

Nome do conto:
A surpresa da estagiária

Codigo do conto:
252641

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
1