A Descoberta no Quarto Compartilhado

No interior de Santa Catarina, numa cidadezinha abraçada por pinheiros altos e cheiro de resina, Sofia e Julia eram amigas de alma desde pequenas. Ambas com 16 anos recém completos, dividiam o quarto antigo na casa da avó durante as férias de verão. O calor úmido de janeiro fazia o ar ficar denso, carregado de um perfume doce de flores silvestres que entrava pela janela aberta.
Sofia era loira, cabelos ondulados caindo como seda dourada sobre os ombros delicados, pele clara coberta por sardas suaves que pareciam beijos do sol. Seu corpo era esguio, seios pequenos e empinados, mamilos rosados que se destacavam sob o tecido fino das camisolas. Julia, morena, tinha cabelos lisos pretos que escorriam como uma cascata de ébano pelas costas nuas. Suas curvas eram mais generosas — seios fartos e pesados, cintura fina que se abria num quadril largo e convidativo, coxas macias que se roçavam quando andava.
As duas eram virgens. Nunca haviam sentido mais que beijos apressados e mãos tímidas de garotos. Mas naquela casa antiga, com o calor envolvendo tudo como um abraço pegajoso, o ar entre elas começou a crepitar.
Uma noite, após um dia inteiro na cachoeira gelada, voltaram com a pele ainda úmida e fresca. Tomaram banho juntas — hábito antigo de infância —, mas dessa vez os olhares se demoraram. Sofia viu as gotas d’água escorrendo pelos seios cheios de Julia, parando nos mamilos endurecidos pelo ar. Julia sentiu um calor subir ao notar como a água contornava o corpo magro de Sofia, deslizando pela barriga lisa até se perder na calcinha branca colada, delineando os lábios íntimos.
No quarto, deitaram na cama grande de lençóis brancos, só de camisolas leves que grudavam na pele suada. O ventilador girava devagar, espalhando um sopro morno. Conversaram baixinho sobre namorados, mas o assunto escorregou para segredos mais íntimos.
— Você já... se tocou de verdade? — sussurrou Julia, a voz rouca, o rosto corando sob a luz fraca do abajur.
Sofia mordeu o lábio inferior, sentindo um formigamento entre as pernas.
— Já... muitas vezes. E você?
— Também... mas sempre fico pensando se estou fazendo certo... se poderia ser... melhor.
O silêncio caiu pesado, carregado de eletricidade. Julia virou-se de lado, os olhos castanhos fixos nos de Sofia.
— Me mostra como você faz? Por favor...
Sofia sentiu o coração disparar, o corpo inteiro arrepiar. Acenou devagar, o desejo já pulsando quente no ventre. Deitou de costas, ergueu a camisola até acima dos seios, expondo a pele clara e lisa. Desceu a calcinha devagar até os joelhos, abrindo as pernas com uma timidez deliciosa. A bucetinha dela era delicada, lábios rosados e lisos, o clitóris já inchado e brilhante de umidade.
Começou devagar: o dedo médio deslizando em círculos leves sobre o grelinho sensível, a respiração ficando mais profunda, os mamilos endurecendo ainda mais. Julia observava hipnotizada, o próprio corpo reagindo — sentia a calcinha ficar molhada, o calor se espalhando.
— Assim... bem devagar no começo... sentindo cada toque... — explicou Sofia, voz trêmula de prazer.
Ela acelerou o ritmo, o quadril se erguendo levemente, gemidos suaves escapando dos lábios entreabertos. Julia não resistiu mais: tirou a calcinha com um gesto urgente, abrindo as pernas ao lado da amiga. Sua boceta era mais carnuda, lábios maiores e inchados, o mel já escorrendo pelas coxas internas.
Imitou os movimentos, os dedos deslizando na própria umidade com um som molhado sutil. As duas deitadas lado a lado, se tocando, os olhares se encontrando cheios de desejo. Os gemidos se misturaram no ar quente, corpos se contorcendo devagar.
— Posso... tocar você? — perguntou Julia, a voz quase um sussurro suplicante, os dedos tremendo de excitação.
Sofia abriu mais as pernas, convidando.
— Sim... toca em mim... por favor...
Julia estendeu a mão, os dedos trêmulos roçando primeiro os lábios suaves, sentindo o calor úmido. Depois encontrou o clitóris endurecido, rodando devagar, pressionando com a quantidade certa de força. Sofia arqueou as costas, um gemido longo escapando, os seios subindo e descendo rápido.
— Ai, Julia... assim... mais rápido... está tão bom...
Julia aumentou o ritmo, sentindo o grelo pulsar sob seus dedos, o mel escorrendo abundante. Sofia retribuiu: a mão deslizando entre as coxas macias da amiga, dedos explorando os lábios grossos e molhados, circulando o clitóris inchado com delicadeza crescente. As duas se tocaram mutuamente, ritmos se sincronizando, quadris rebolando em busca de mais pressão, mais prazer.
Então se beijaram — lábios macios se encontrando primeiro timidamente, depois com fome voraz. Línguas se entrelaçando, explorando, saboreando o gosto uma da outra enquanto os dedos continuavam o trabalho sensual abaixo.
Mudaram de posição com urgência: Sofia subiu sobre Julia, as bocetas quase se tocando — apenas os clitóris roçando um no outro quando os quadris se moviam em círculos lentos e deliciosos. O atrito era elétrico, a umidade das duas se misturando, o calor das peles se fundindo.
— Me chupa... quero sentir sua boca em mim... — implorou Sofia, a voz carregada de desejo.
Julia obedeceu com avidez. Deitou a amiga de costas, abriu as pernas com mãos trêmulas, mergulhou o rosto entre elas. O cheiro doce e inebriante a envolveu. Lambeu devagar primeiro, a língua deslizando pelos lábios, provando cada gota de mel. Depois concentrou-se no clitóris, rodando em círculos rápidos, sugando suavemente enquanto um dedo apenas massageava a entrada sem penetrar fundo. Sofia agarrou os cabelos pretos da amiga, empurrando o rosto contra si, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo.
— Isso... ai, Julia... sua língua é tão quente... não para, por favor...
Sofia gozou intensamente, o corpo convulsionando em ondas, o mel jorrando na boca da amiga, que lambeu tudo com fome.
Trocaram de lugar. Sofia se posicionou entre as coxas generosas de Julia, abrindo-as com reverência. A bucetinha dela era exuberante, lábios inchados e rosados, brilhando de desejo. Sofia lambeu com devoção — língua rápida e precisa no clitóris, sugando forte, alternando com lambidas longas da entrada até o grelo. Dois dedos apenas acariciavam os lábios externos, pressionando sem entrar. Julia arqueou o corpo, mãos apertando os próprios seios fartos, beliscando os mamilos enquanto gemia o nome da amiga.
Gozou com um grito abafado, as coxas apertando a cabeça de Sofia, o corpo tremendo em espasmos longos e deliciosos.
Passaram a noite inteira explorando: se tocando com dedos ávidos, línguas dançando em cada curva sensível, clitóris se roçando em tesão frenético até gozarem juntas mais vezes, corpos suados colados, seios se esfregando, mamilos endurecidos roçando pele. Sem nada penetrar fundo — a virgindade preservada, mas o prazer descoberto em sua forma mais sensual, mais íntima, mais avassaladora.
Quando o sol nasceu, estavam enroscadas, peles marcadas por beijos vermelhos e chupões suaves, o ar cheirando a sexo doce e feminino.
— Foi... a coisa mais deliciosa que já senti — sussurrou Julia, beijando lentamente o pescoço da amiga, a mão ainda acariciando um seio.
Sofia sorriu, os olhos brilhando de satisfação.
— E a gente nem perdeu nada... só descobriu o paraíso juntas.
Naquelas férias, o quarto virou seu santuário secreto. Toda noite, mergulhavam mais fundo no prazer uma da outra — toques mais ousados, lambidas mais lentas e torturantes, orgasmos que as deixavam trêmulas e ofegantes. Virgens ainda, mas completamente despertas para o desejo que só elas podiam saciar.
E quando voltaram para a cidade, levaram aquele fogo escondido — e a promessa de muitos encontros roubados, pele com pele, sussurros e gemidos só delas.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Descoberta no Quarto Compartilhado

Codigo do conto:
250983

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
04/01/2026

Quant.de Votos:
3

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