A dona da casa, Mariana, 30 anos, recém-separada, corpo de academia — coxas firmes, bunda empinada de agachamentos diários, seios médios altos que desafiavam a gravidade —, andava pela obra de shortinho jeans curto demais e cropped branco que mal cobria os mamilos quando suava. Cabelos pretos soltos até os ombros, unhas vermelhas, tatuagem discreta na virilha que só aparecia quando se abaixava. Ela fiscalizava tudo pessoalmente, mas Seu Zé sabia: não era só a obra que ela olhava.
Eram 17h15. O calor úmido grudava a pele. Seu Zé assentava o último azulejo no box do banheiro quando ouviu os passos dela na sala vazia.
— Seu Zé, tá ficando bonito! — falou Mariana, encostando no batente da porta, braços cruzados empinando os seios, suor escorrendo pelo decote.
Ele se endireitou devagar, limpando o suor da testa com o antebraço musculoso, olhos castanhos experientes descendo pelo corpo dela sem disfarçar. 1,85m de altura contra 1,65m dela. Uma montanha de homem experiente olhando uma frutinha madura.
— Tá perfeito, patroa. Amanhã a gente rejunta e fecha. — Voz grossa, rouca de anos gritando ordens no canteiro.
Ela entrou no banheiro apertado, espaço pra um só, mas os dois cabiam colados. o cheiro dele invadiu o nariz dela: suor de homem, cigarro apagado, terra úmida. Ela sentiu a bucetinha piscar.
— Mostra aqui… — pediu, se inclinando pra ver o azulejo, bunda empinada roçando de leve a coxa dele.
Seu Zé não recuou. Mão calejada roçou a curva da bunda dela "sem querer". Ele viu o ar dela mudar.
— Tá bom assim? Ou quer que eu ajuste mais fundo? — disse ele, voz baixa, mão ainda ali, apertando de leve a carne macia.
Mariana virou o rosto, olhos nos dele, mordendo o lábio inferior.
— Ajusta… mais fundo.
Foi o estopim. Seu Zé a puxou pela cintura grossa, virando-a contra a pia de concreto crua. Boca experiente devorou a dela: barba grossa arranhando a pele lisa, língua invadindo sem pedir, mãos grandes abrindo o shortinho com um puxão. A calcinha fio dental preta caiu no chão sujo, revelando a buceta depilada, já molhada.
— Patroa gulosa… — grunhiu ele contra o pescoço dela, mordendo a orelha. — Ficava me olhando o dia todo com essa bundinha rebolando.
Mariana gemeu, mãos pequenas agarrando a regata dele, puxando pra cima. Peito peludo, mamilos duros, barriga tanquinho de quem carrega sacos de cimento desde os 18. Ela desceu a mão pro volume na calça, apertando o pau grosso que pulsava.
— Tira isso… me come logo, Seu Zé… faz tempo que eu quero esse pau de homem de verdade.
Ele abriu o zíper com uma mão, pau saltando livre: 22cm de grossura, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando e já começando a babar, bolas pesadas peludas. Mariana se virou de costas, empinando na pia, pernas abertas. Ele cuspiu na mão, lubrificando o pau, esfregando na entrada dela.
— Pede, vadiazinha… pede pro pedreiro te arrombar.
— Me arromba, Seu Zé! Fode minha buceta… forte!
Entrou devagar primeiro, esticando as paredes apertadas dela, gemendo rouco com o calor. Depois, estocada funda, batendo no colo do útero. Mariana gritou, unhas cravando na pia, seios balançando livres do top. Ele metia ritmado, pausado, cada entrada fazendo barulho molhado, bolas batendo no clitóris dela.
Uma mão dele subiu pro cabelo, puxando pra trás, arqueando as costas dela. A outra apertou o seio, beliscando o mamilo roxo de tesão. Mariana rebolava, buceta sugando o pau dele, sucos escorrendo pelas coxas misturados com poeira.
— Tá gostando de pau de velho, patroa? Meu pauzão de 50 anos te enche mais que esses maricas da academia?
— Sim… caralho… me fode… me enche de porra…
Ele acelerou, suando em cima dela, corpo pesado dominando o dela pequeno. O orgasmo dela veio primeiro: corpo tremendo, buceta apertando como torno, esguichando no pau dele, gemido alto ecoando na casa vazia. Seu Zé segurou firme, continuou metendo, prolongando o gozo dela até as pernas fraquejarem.
— Agora toma a minha… — rosnou, saindo e virando ela de joelhos no chão sujo. Pau na cara dela, masturbando rápido. — Abre a boca, engole tudo.
Mariana obedeceu, língua pra fora, olhos lacrimosos de tesão. Ela pegou o pau dele, ainda trêmula, e colocou na boca: Ele gozou forte: jatos grossos encheram a boca dela, escorrendo um pouco pelo. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios, não desperdiçando nenhuma gota.
Ficaram ofegantes no banheiro bagunçado. Seu Zé puxou ela pra cima, beijando com gosto de porra e suor.
— Amanhã a gente continua a obra… e isso aqui — disse ele, dedo no clitóris inchado dela.
Mariana sorriu, ainda tremendo, calcinha no chão.
— Vem cedo, Seu Zé. Traga o ajudante se quiser… mas o pauzão é seu primeiro.
Ele riu rouco, vestindo a calça.
— Fechado, patroa. Essa casa vai ficar rejuntada… por dentro e por fora.
Saíram juntos, ele trancando o portão, ela com short torto e cropped suado. A obra — as duas — só tava começando.