Segunda-feira, 8h15. André chegou à empresa com o coração na boca e o terno novo que Caroline insistiu que ele usasse. O crachá agora dizia Diretor Comercial. As pessoas que semanas antes cochichavam sobre as demissões olhavam para ele com uma mistura de inveja e curiosidade. Ninguém sabia. Ninguém podia saber.
No intervalo do almoço, o celular vibrou. Mensagem de Victor:
“Hoje 19h. Cobertura. Ela vem sozinha dessa vez. Você fica em casa esperando foto e vídeo. Quero ver se você aguenta ser corno à distância também.”
André sentiu o estômago revirar e o pau endurecer ao mesmo tempo. Respondeu apenas:
“Sim, senhor.”
Às 18h45 Caroline saiu de casa. Vestido vermelho curto, decote profundo, salto alto preto, sem nada por baixo — exatamente como Victor tinha mandado na mensagem da tarde. Antes de fechar a porta, ela se virou para André, deu um beijo lento na boca dele e sussurrou:
— Não se masturbe, tá? Quero você bem cheio de tesão quando eu chegar em casa cheia dele.
A porta fechou. André ficou parado na sala, o silêncio da casa gritando.
19h12 – Primeira foto chegou. Caroline de joelhos no tapete da cobertura, o pau de Victor inteiro na boca, olhos olhando direto para a câmera. Legenda: “Já engolindo o chefe. Ele disse que hoje vai me foder em todos os cômodos.”
19h28 – Vídeo curto. Caroline de quatro no balcão da cozinha de mármore, Victor socando por trás, os peitos dela batendo no granito frio. O som molhado da buceta dela ecoava no áudio. Victor olhava para a câmera e falava:
— Olha como sua esposa se abre pra mim, André. Tá vendo como ela goza diferente quando é pau de verdade?
Caroline gemia alto, sem vergonha:
— Isso… fode mais fundo… me enche de novo…
André se tocou por cima da calça, mas parou. Obedeceu.
21h03 – Outra foto. Caroline deitada na cama de Victor, pernas abertas, a buceta vermelha e inchada, porra escorrendo em fios grossos até o cu. Victor segurava o celular com uma mão e com a outra abria os lábios dela pra mostrar melhor o estrago. Legenda:
“Primeira gozada na porta do útero. Agora vou pro cu. Depois volto pra buceta. Ela pediu pra eu gozar três vezes hoje.”
André largou o celular na mesa e se sentou no sofá, respirando pesado. O pau doía de tanto tesão acumulado.
23h17 – Caroline chegou em casa. O vestido amarrotado, cabelo bagunçado, batom borrado, cheiro forte de sexo e uísque. Ela nem acendeu a luz da sala. Foi direto até André, subiu no colo dele ainda de salto e abriu as pernas.
— Me come agora, amor. Enquanto ainda tá quente e cheio dele.
André sentiu a boceta dela escorregadia, dilatada, quente. Entrou fácil, quase sem resistência. A sensação era humilhante e excitante ao mesmo tempo. Caroline rebolava devagar, falando no ouvido dele:
— Ele gozou três vezes… duas na buceta, uma no cu… eu pedi pra ele não limpar. Queria chegar em casa pingando pra você sentir.
André socava com força, mas sabia que não preenchia nem metade do que Victor tinha feito. Caroline apertou os peitos dele com as unhas e continuou:
— Ele disse que na sexta eu vou dormir lá e você vai ficar aqui em casa… e vai poder ver tudo pela câmera que ele vai instalar no quarto. Ao vivo.
André gozou quase na mesma hora, gemendo alto, enchendo a esposa com o que restava dele depois de horas de tesão represado. Caroline nem gozou dessa vez — apenas sorriu, acariciando o rosto dele.
— Você foi muito bonzinho hoje, corno. Por isso amanhã de manhã, antes de você ir trabalhar, eu vou te contar os detalhes… tudinho que ele fez comigo nesses cômodos. Enquanto você me lambe pra limpar.
Ela se levantou, deixou o vestido cair no chão e caminhou nua até o banheiro, porra escorrendo pelas coxas grossas.
— Vem, amor. Hora de você fazer seu serviço noturno.
André se levantou, pernas bambas, e a seguiu.
Na empresa, na quarta-feira, Victor passou pelo corredor novo da diretoria e deu um tapa nas costas de André na frente de dois estagiários que fingiram não ver.
— Bom trabalho na semana passada, diretor. Continue assim.
André sorriu e abaixou a cabeça, vermelho, mas o pau já latejava dentro da calça social.
Na sexta à noite, Caroline saiu com uma mala pequena. Vestiu um conjunto de lingerie preta que Victor tinha mandado entregar em casa — sutiã aberto nos bicos, calcinha fio-dental, cinta-liga. Antes de entrar no Uber, mandou um áudio pra André:
— Amor, liga a câmera do quarto dele às 21h. Ele vai me foder a noite inteira… e eu vou gemer seu nome de vez em quando, só pra te deixar mais louco ainda.
André ficou sentado na cama do casal, laptop aberto, esperando o link que Victor enviaria.
Quando a imagem apareceu — Caroline já nua, de quatro na cama enorme, Victor atrás dela com o pau inteiro enterrado no cu —, André soube que não tinha mais volta.
O emprego estava salvo.
A hipoteca estava paga.
Os filhos continuavam na escola particular.
E ele… ele tinha virado o corno oficial do patrão.
E estava começando a gostar.
Caroline virou o rosto para a câmera escondida, olhou direto para a lente e sussurrou, entre gemidos:
— Te amo, corno… agora cala a boca e goza vendo teu chefe me comer gostoso.
E André obedeceu. Mais uma vez.
