Era um fim de tarde abafado no escritório da velha empresa de advocacia, no centro da cidade. O ar-condicionado zumbia preguiçosamente, mas o calor ainda grudava na pele. Dr. Eduardo, 65 anos, cabelo grisalho impecável, terno italiano que disfarçava o corpo ainda firme de quem malha desde os 40, fechava a porta da sala privativa com um clique discreto.
Sofia, 18 anos recém-completos, estagiária de direito no último período, estava debruçada sobre a mesa, separando processos. A saia cinza subia um pouco demais quando ela se esticava para alcançar uma pasta no canto. As meias 7/8 pretas terminavam exatamente onde a coxa começava a engrossar, e o decote da blusa branca deixava entrever o bojo do sutiã de renda branca. Ela sabia que ele olhava. Sempre soube.
— Sofia. — A voz dele era grave, rouca de uísque e cigarros caros. — Fica mais um pouco. Preciso ditar uma petição... urgente.
Ela virou o rosto, mordendo o canto do lábio inferior. Os olhos verdes brilhavam de um jeito que não era só obediência.
— Claro, doutor.
Ele se aproximou por trás, tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele e o cheiro amadeirado do perfume. As mãos grandes, veias saltadas, apoiaram-se na mesa, uma de cada lado do corpo dela, prendendo-a sem tocar. Ainda.
— Você tem feito um trabalho excepcional — murmurou no ouvido dela, o hálito quente roçando a orelha. — Mas eu percebi que você gosta de ser desafiada.
Sofia engoliu em seco. O coração batia tão forte que ela tinha certeza de que ele ouvia.
— Eu... gosto de aprender, doutor.
Ele sorriu contra o cabelo dela.
— Então aprenda isso.
A mão direita desceu devagar, os dedos roçando a lateral da coxa dela, subindo até o elástico da meia. Sofia tremeu, mas não recuou. Pelo contrário: empinou levemente o quadril, oferecendo mais.
— Doutor... — a voz saiu baixa, quase um gemido.
— Quieta. Aqui quem manda sou eu.
Ele puxou a saia até a cintura com um movimento firme. A calcinha era branca, de algodão com rendinha — inocente e absurdamente excitante. Eduardo passou o polegar por cima do tecido, sentindo o calor úmido que já escorria.
— Molhada assim só de eu te olhar o dia inteiro? Sua safadinha...
Sofia apoiou as mãos na mesa, abrindo mais as pernas sem que ele precisasse pedir. Ele riu baixo, satisfeito. Desceu a calcinha até os joelhos, expondo-a completamente. O ar frio do escritório bateu na buceta depilada, inchada, brilhando de tesão.
Eduardo se ajoelhou atrás dela — um homem de 65 anos ajoelhado para uma garota de 18. O contraste o deixava louco. Ele abriu as nádegas dela com as duas mãos e enterrou a boca ali sem aviso. A língua experiente lambeu de baixo para cima, sugando o clitóris, chupando com força até Sofia soluçar.
— Porra, doutor... eu nunca...
— Eu sei — ele rosnou contra ela, a barba grisalha arranhando a parte interna das coxas. — E agora vai ser só comigo.
Dois dedos grossos entraram de uma vez, curvando exatamente no ponto que ele sabia que fazia garotas da idade dela enlouquecerem. Sofia mordeu o próprio braço para não gritar. Ele bombeava devagar, torturando, enquanto a língua não parava.
— Goza na minha boca, estagiária. Goza pro seu chefe.
Ela gozou forte, as pernas tremendo, o corpo inteiro se desfazendo em espasmos. Eduardo bebeu tudo, lambendo até a última gota, como se fosse o melhor vinho que já provara.
Quando se levantou, o pau já estava fora da calça — grosso, veiudo, cabeçudo, latejando. Ele esfregou a cabeça na entrada dela, melando-se toda no gozo dela.
— Olha pra mim.
Sofia virou o rosto, os olhos vidrados. Ele segurou o queixo dela com firmeza.
— Pede.
— Por favor, doutor... me fode. Me fode forte.
Ele entrou de uma vez só, até o talo. Sofia arqueou as costas, gemendo alto demais — ele tapou a boca dela com a mão, enquanto metia fundo, possessivo, os quadris batendo contra a bunda dela com um som molhado e obsceno.
— Isso, toma pau de homem de verdade. Seu namoradinho de faculdade nunca vai te comer assim.
Ele puxou o cabelo dela, forçando-a a arquear mais, enquanto socava sem piedade. A mesa rangia. Os processos caíam no chão. Nenhum dos dois ligava.
— Eu vou gozar dentro de você, Sofia. Vou te marcar. Toda vez que você sentar nessa cadeira amanhã, vai lembrar do pau do seu chefe dentro de você.
— Sim... sim... me enche com a sua porra, doutor... por favor...
Ele gozou com um grunhido animal, jatos quentes e grossos inundando o útero dela. Sofia gozou junto, apertando tanto que quase o expulsou. Ficaram assim, colados, ofegantes, o suor dele pingando nas costas dela.
Depois de um tempo, Eduardo saiu devagar, vendo o gozo escorrer pelas coxas dela. Pegou um lenço no bolso do paletó e limpou-a com cuidado, quase carinhoso.
— A partir de amanhã — disse, ajeitando a saia dela — você vai usar saia mais curta.
Sofia sorriu, ainda tremendo.
— Sim, doutor.
Ele beijou a nuca dela, possessivo.
— Boa garota.