A Corrida Inesquecível



Era uma noite chuvosa no Rio de Janeiro, daquelas em que as ruas ficam escorregadias e o trânsito parece eterno. Ana, uma motorista de app de 32 anos, estava terminando seu dia. Ela era alta, com cabelos castanhos ondulados presos em um rabo de cavalo prático, corpo atlético de quem malha nas horas vagas, e um sorriso fácil que conquistava avaliações cinco estrelas. Vestia uma calça jeans justa e uma blusa branca simples, mas que marcava suas curvas generosas.
O pedido veio do nada: uma corrida curta, do centro para o Flamengo. A passageira se chamava Lívia, segundo o app. Quando Ana parou no local combinado, uma mulher elegante saiu do prédio de vidros espelhados e entrou no carro dela, correndo da chuva. Lívia devia ter uns 28 anos, pele morena clara, cabelos pretos longos e lisos que caíam como uma cascata sobre os ombros. Usava um vestido vermelho colado ao corpo, curto o suficiente para mostrar pernas torneadas, e saltos altos que a faziam parecer uma deusa urbana. Seus olhos verdes brilhavam sob a luz fraca do poste.
— Boa noite! Desculpa a demora, com essa chuva não dá pra ficar na calçada esperandol — disse Lívia, acomodando-se no banco de trás com um sorriso malicioso.
Ana olhou pelo retrovisor e sentiu um arrepio. Aquela mulher era linda, cheirando a perfume doce e caro.
— Sem problema. Para onde mesmo? — perguntou Ana, ligando o GPS.
A conversa fluiu fácil durante o trajeto. Lívia era designer gráfica, solteira, saía de uma festa onde bebeu um pouco demais. Contou piadas, elogiou o carro limpo de Ana e, aos poucos, os olhares no retrovisor se tornaram mais intensos. Ana sentia o coração acelerar toda vez que Lívia se inclinava para frente, deixando o decote do vestido revelar mais do que deveria.
Quando chegaram ao destino — um prédio de fachada antiga em frente à praia —, Lívia pegou o celular e franziu a testa.
— Merda... Esqueci a carteira em casa. E o app não tá aceitando o cartão agora, diz que tem um erro. Eu... não tenho como pagar a corrida.
Ana parou o carro na vaga de visitantes e virou-se para trás, erguendo uma sobrancelha.
— Sério? Olha, eu entendo, acontece. Mas eu preciso do pagamento, né?
Lívia mordeu o lábio inferior, aqueles olhos verdes fixos nos de Ana. Ela se inclinou mais para frente, o vestido subindo um pouco nas coxas.
— Eu moro aqui em cima, sozinha. Que tal... eu te convidar pra subir? Tomar um drink, relaxar um pouco. Eu prometo que compenso a corrida de um jeito... bem melhor que dinheiro.
O ar no carro ficou pesado. Ana sentiu um calor subir pelo corpo. Ela era bissexual, tinha tido algumas aventuras com mulheres antes, mas nada tão direto assim. Olhou para Lívia, vendo o desejo estampado naquele rosto perfeito.
— Você tá falando sério? — perguntou Ana, com a voz rouca.
Lívia sorriu, estendendo a mão e tocando levemente o braço de Ana.
— Totalmente. Vem comigo. Você não vai se arrepender.
Ana desligou o app, trancou o carro e seguiu Lívia até o elevador. O silêncio entre elas era elétrico, cheio de promessas. No apartamento — um lugar moderno, com luzes baixas e uma bela vista da Baía de Guanabara —, Lívia serviu vinho tinto em duas taças.
— Saúde — brindou Lívia, aproximando-se perigosamente.
Elas beberam, e logo as taças foram esquecidas na mesa. Lívia puxou Ana pela cintura, colando seus corpos. O beijo veio faminto, línguas se entrelaçando com urgência. Ana gemeu ao sentir as mãos de Lívia deslizando por suas costas, apertando sua bunda com força.
— Você é tão gostosa dirigindo... Imaginei isso a corrida toda — sussurrou Lívia, mordiscando o pescoço de Ana.
Ana não perdeu tempo. Empurrou Lívia contra a parede, erguendo o vestido vermelho até a cintura. Por baixo, só uma calcinha de renda preta, já úmida. Ana ajoelhou-se, beijando as coxas internas de Lívia enquanto puxava a calcinha para o lado.
— Porra, você tá encharcada — murmurou Ana, antes de mergulhar a língua na bucetinha depilada e quente de Lívia.
Lívia arqueou o corpo, gemendo alto, as mãos nos cabelos de Ana.
— Isso... assim... me chupa...
Ana lambia com vontade, sugando o clitóris inchado, enfiando dois dedos dentro dela, sentindo as paredes contraírem. Lívia tremia, as pernas fraquejando, até gozar forte na boca de Ana, gritando seu nome.
Ofegante, Lívia puxou Ana para cima e a levou para o sofá. Tirou a blusa e o sutiã de Ana, revelando seios fartos com mamilos duros. Chupou um deles enquanto abria o zíper da calça de Ana, enfiando a mão dentro da calcinha.
— Minha vez de te fazer gozar — disse Lívia, masturbando Ana com dedos ágeis, circulando o clitóris enquanto beijava seu pescoço.
Ana se contorcia, gemendo, as unhas cravadas nas costas de Lívia. Elas se despiram completamente, corpos nus se roçando no sofá. Lívia se posicionou entre as pernas de Ana, clitóris contra clitóris, o atrito molhado e intenso fazendo as duas delirarem.
— Mais forte... vai, me fode — pedia Ana, rebolando contra ela.
Elas gozaram juntas, corpos suados e trêmulos, ecos de gemidos preenchendo o apartamento.
Depois, deitadas no chão, rindo baixinho, Lívia traçava círculos no peito de Ana.
— Acho que a corrida tá mais que paga, né?
Ana sorriu, beijando-a de novo.
— Com certeza. Mas quem sabe eu não te dou uma carona de graça da próxima vez?
A noite estava só começando. A chuva lá fora continuava, mas dentro, o calor entre elas não tinha fim.

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Ficha do conto

Foto Perfil weblover1978
weblover1978

Nome do conto:
A Corrida Inesquecível

Codigo do conto:
248182

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
29/11/2025

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