Tia Fabi



Era o último fim de semana de janeiro, aquele calor que parece derreter até o pensamento. Minha irmã tinha viajado a trabalho para Brasília e deixou o Caio comigo, como sempre fazia nas férias. “É só uma semana, Fabi, ele é tranquilo.” Tranquilo, eu pensava, olhando para o menino que já não era mais menino.
Caio tinha acabado de fazer 19 anos. Alto, pele bronzeada de quem joga futebol na praia, cabelo ondulado caindo na testa, corpo de academia sem exagerar. Quando ele chegou na sexta à noite, carregando a mochila e aquele sorriso fácil, eu senti um aperto estranho no peito. Fazia anos que eu não o via sem camiseta; agora ele estava ali, de short de tactel e regata cavada, os ombros largos, a barriga tanquinho aparecendo toda vez que ele se espreguiçava.
Eu tenho 45, divorciada há sete, sem filhos. Sempre cuidei do corpo: corrida, musculação, bronzeado de piscina. Naquele dia eu estava de biquíni por baixo de uma saída de praia branca, quase transparente. Preparei o jantar, abri um vinho branco gelado, disse que era pra relaxar do calor.
Conversamos sobre faculdade, sobre as namoradinhas dele que não duravam, sobre o meu “exército de gatos” (só tenho dois). A cada taça, o ar ficava mais pesado. Ele me olhava diferente, ou talvez eu é quem estivesse olhando diferente. Quando ele se inclinou pra pegar a garrafa na mesa de centro, a regata subiu e eu vi a linha do short marcando o volume. Engoli em seco.
Depois do jantar, fomos pra piscina. A casa é grande, muros altos, ninguém vê. A luz da piscina deixava tudo azul. Eu tirei a saída de praia e pulei na água. Ele ficou na borda, olhando.
“Vem, Caio, tá uma delícia.”
Ele tirou a regata devagar, depois o short. A sunga preta era pequena demais pro que carregava. Quando ele entrou na água, eu senti o coração disparar. Nadamos, brincamos de empurrar um ao outro, rimos alto demais. Em certo momento ele me pegou pela cintura por trás, fingindo que ia me afogar. Eu me apoiei nas mãos dele e senti o pau dele duro, encostado na minha bunda.
Nenhum dos dois falou nada. Só ficamos ali, parados na água até a cintura. Eu virei devagar. Nossos rostos estavam a centímetros. Ele respirava pesado.
“Tia…”
Eu coloquei o dedo nos lábios dele. “Não fala nada.”
Beijei. Primeiro leve, testando. Depois fundo, língua, fome. Ele correspondeu como se tivesse esperado a vida inteira por aquilo. As mãos dele foram direto pra minha bunda, apertando forte, me puxando contra ele. Eu senti o tamanho dele, duro, quente, pulsando contra minha barriga.
Saímos da piscina sem nos soltar. Fomos pro quarto de hóspedes, o mais perto. A luz do abajur era baixa, quente. Ele tirou o meu biquini com as mãos tremendo. Quando eu fiquei nua, ele parou, olhou meu corpo inteiro: seios firmes, cintura marcada, o sexo depilado, já brilhando.
“Tia Fabi… você é a mulher mais linda que eu já vi na vida.”
Eu o empurrei na cama e subi em cima. Beijei o pescoço, o peito, desci lambendo cada gomo da barriga. Quando cheguei na sunga, puxei com os dentes. O pau dele saltou grande, grosso, cabeça vermelha, uma gota já escorrendo. Eu lambi devagar, da base até a ponta, sentindo ele tremer inteiro.
“Tia Fabi… eu nunca…”
Eu sorri. “Hoje você vai aprender tudo.”
Engoli devagar, sentindo cada centímetro entrar na minha boca. Ele gemeu alto, segurou meu cabelo. Desci até o talo, subi rodando a língua, chupei forte a cabeça, desci de novo. Ele estava fora de si, quadril subindo, gemendo meu nome misturado com “tia” de um jeito que me deixava louca.
Quando senti que ele estava perto, parei. Subi, sentei no peito dele, esfreguei meu sexo na barriga dele, molhando tudo. Ele olhava hipnotizado.
“Quero você dentro de mim, Caio. Agora.”
Eu me posicionei, segurei o pau dele e desci devagar. Entrou apertado, quente, perfeito. Eu gemi alto, ele arregalou os olhos. Comecei a cavalgar devagar, depois mais rápido, os seios balançando, ele segurando minha cintura como se eu fosse escapar.
“Porra, tia… você é tão gostosa…”
Eu desabei em cima dele, beijando enquanto quicava, sentindo ele bater fundo. Virei de costas, sentei de novo, empinando pra ele ver tudo. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, ajudando o movimento, gemendo sem parar.
Quando senti o orgasmo chegando, mandei ele meter por trás. Deitei de bruços, ele subiu em cima, entrou fundo, forte, sem dó. Eu gritei no travesseiro, gozei apertando ele inteiro. Ele não aguentou: gozou dentro, jatos quentes e muitos, gemendo meu nome no meu ouvido.
Ficamos ali, suados, ofegantes, ele ainda dentro de mim. Depois ele deitou do meu lado, cabeça no meu peito, me abraçando como se eu fosse dele.
“Tia… eu te amo desde que me entendo por gente.”
Eu beijei a testa dele, sentindo ele endurecer de novo só de encostar.
“Então fica aqui essa semana inteira. E não chama de tia na cama.”
Na manhã seguinte, minha irmã ligou perguntando se estava tudo bem.
“Tudo ótimo”, eu respondi, enquanto Caio chupava meu peito embaixo do lençol. “Ele tá sendo muito… bem comportado.”
Desliguei o telefone e puxei ele pra cima de mim de novo.
A semana inteira foi assim. Piscina, sofá, cozinha, chuveiro. Ele aprendeu rápido. E eu… eu me descobri de novo aos 45 anos nos braços do meu sobrinho de 19.
Quando minha irmã voltou buscar ele no domingo, eu estava de robe, rosto lavado, sorriso tranquilo.
Caio me abraçou forte demais na despedida. Minha irmã nem percebeu.
Mas no carro, ele me mandou mensagem:
“Ano que vem eu faço 20. E passo o mês inteiro aí.”
Eu respondi só com um emoji de diabinho.
E já comecei a contar os dias...

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Ficha do conto

Foto Perfil weblover1978
weblover1978

Nome do conto:
Tia Fabi

Codigo do conto:
248184

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/11/2025

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