O Marido Corno e o Chefe Insaciável




A empresa estava à beira da falência. Demissões em massa. André, 42 anos, gerente médio, suava frio há semanas. Hipoteca, filhos na escola particular, vida de aparências. A reunião particular no escritório do Sr. Victor, o CEO, 60 anos, corpo de touro, terno sob medida, olhos de predador que já tinham devorado metade das secretárias e estagiárias da empresa, foi o ultimato.
— André, você sabe que eu gosto de você... mas números são números. Amanhã você limpa a gaveta.
André gaguejou, implorou. Victor apenas sorriu, olhando a foto da família na mesa dele: André, a esposa Caroline, 35 anos, corpo de deusa descuidado — peitões naturais 100 cm que ainda desafiavam a gravidade, bunda redonda de academia, cabelos loiros longos, rosto de quem já foi modelo antes do casamento.
— A não ser... que você tenha algo pra me oferecer que valha mais que seu cargo.
André entendeu na hora. Engoliu seco. A imagem da Caroline nua passou pela cabeça dele como um filme pornô que ele mesmo já tinha se tocado vendo.
— Minha esposa... ela faria qualquer coisa pra me ajudar.
Victor riu alto, já duro dentro da calça.
— Leva ela hoje às 20h na minha cobertura em Ipanema. Sozinha com você. Se ela for boa... você fica. E sobe de cargo.
20h. O elevador abriu direto na cobertura de Victor. Vista panorâmica do mar, luz baixa, uísque caro. Caroline entrou de vestido preto justo que André tinha mandado ela usar — sem sutiã, sem calcinha, como o chefe tinha exigido por mensagem.
Victor nem cumprimentou André. Foi direto pra ela, mão grande apertando a bunda dela na frente do marido.
— Que delícia de puta casada você trouxe, André. Olha esses peitos... ainda mais gostosos pessoalmente.
Caroline corou, mas não recuou. André ficou parado, pau traindo-o dentro da calça, duro de humilhação.
Victor puxou o decote do vestido pra baixo com violência. Os peitões saltaram livres, mamilos rosados já duros de tesão e medo. Ele chupou um com força, mordendo, enquanto a outra mão enfiava por baixo do vestido, encontrando a boceta já molhada.
— Caralho, André... sua mulher tá encharcada. Ela quer pau de chefe, não é?
Caroline gemeu alto quando dois dedos grossos entraram nela sem aviso.
— Fala pra ele, Caroline. Fala pro seu marido corno que você quer meu pau.
Ela olhou pra André, olhos vidrados.
— Eu... eu quero, amor. Pro seu emprego... eu dou pra ele.
Victor riu, tirando o terno. O pau saltou pra fora — 25 cm de grossura brutal, cabeçudo, latejando. Maior que o de André em todos os sentidos.
— Ajoelha, Caroline. Mostra pro seu marido como se chupa pau de homem de verdade.
Ela ajoelhou, boca aberta, engolindo o que conseguiu. Victor segurou o cabelo dela e fodeu a garganta com força, bolas batendo no queixo, baba escorrendo pelos peitos.
André só olhava, mão dentro da calça se tocando sem vergonha.
— Isso, corno... se toca vendo sua esposa virar minha puta.
Victor jogou Caroline no sofá de couro, pernas abertas. Mandou ela tirar o vestido, ficando nua só de saltos.
— Olha essa boceta casada, André... lisinha, inchada... vou arrombar ela na sua frente.
Entrou de uma vez, até o talo. Caroline gritou alto, unhas cravando nas costas dele.
— Porra, que boceta apertada... seu marido nunca te fodeu direito, né sua vadia?
— Nunca... nunca assim... ai caralho, tá fundo demais...
Victor socava como animal, peitos dela balançando violentamente, uma mão apertando o pescoço dela, a outra batendo na cara.
— Fala pra ele, Caroline. Fala que agora você é minha.
— Eu sou tua, Victor... sou tua puta... fode mais forte... na frente do meu marido...
André gozou na própria mão só de ouvir, gemendo baixinho.
Victor virou Caroline de quatro, cara no colo do marido.
— Segura a cabeça da tua esposa, corno. Segura enquanto eu como o cu dela.
André obedeceu, segurando o rosto dela cheio de lágrimas e baba enquanto Victor cuspia no cu dela e enfiava tudo de uma vez. Caroline urrou, gozando forte, jatos de squirt molhando o sofá caro.
— Toma no cu, sua puta casada... toma enquanto teu marido vê quem é o macho da casa agora...
Fodeu o cu dela sem piedade, alternando pra boceta, os dois buracos arrombados, escorrendo. Caroline gozava sem parar, gritando o nome dele.
— Eu vou gozar dentro de você, Caroline. E teu marido vai te lamber depois.
— Sim... sim... goza dentro de mim... mostra pra ele quem manda...
Victor gozou com um rugido animal, enchendo o útero dela até transbordar, depois tirou e mandou André lamber.
— Lambe, corno. Lambe a porra do teu chefe da boceta da tua esposa.
André obedeceu, língua enfiada na boceta arrombada, lambendo cada gota enquanto Caroline acariciava o cabelo dele, sorrindo.
Victor se vestiu, pau ainda meia-bomba.
— Segunda-feira você assume a diretoria, André. E toda sexta ela vem aqui. Sem calcinha. Pra eu comer enquanto você assiste.
Caroline, voz rouca, cheia de porra escorrendo pelas coxas:
— Eu venho todo dia se precisar, amor. Valeu a promoção.
E assim, o emprego foi salvo. E o casamento... ganhou um novo dono.

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Comentários


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lozo Comentou em 29/11/2025

Delicia, delicia, delicia de conto, e como tem casos assim reais, verdadeiros e todos gozam literalmente e vida e são felizes mesmo. Mulher linda, jovem gostosa, tem que dividir mesmo e se trouxer alguma plus, melhor ainda. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Marido Corno e o Chefe Insaciável

Codigo do conto:
248186

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
29/11/2025

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