Era uma noite quente de verão na casa antiga da família, onde o ar condicionado havia quebrado mais uma vez. Ana, a mais velha, com 20 anos, cabelos castanhos ondulados e um corpo curvilíneo que sempre chamava atenção, estava deitada na cama do quarto que dividia com a irmã caçula, Sofia. Sofia tinha 18 anos, pele morena herdada da mãe, olhos verdes penetrantes e um sorriso que desarmava qualquer um. As duas cresciam juntas, inseparáveis, mas nos últimos anos, algo mudara. Olhares demorados, toques acidentais que duravam mais do que o necessário. O proibido pairava no ar como um segredo sujo e delicioso. Ana estava lendo um livro erótico no celular, escondida sob o lençol fino, o corpo já quente de excitação. Sofia, do outro lado do quarto, fingia dormir, mas seus olhos estavam semicerrados, observando a irmã. O quarto estava iluminado apenas pela luz fraca do abajur, e o silêncio era quebrado apenas pelo som da respiração acelerada de Ana. "Você não consegue dormir também?" Sofia murmurou, virando-se na cama. Sua voz era baixa, rouca, como se estivesse contendo algo há tempos. Ana largou o celular, o coração disparando. "Não... Tá quente demais." Ela se sentou, o babydoll subindo pelas coxas, revelando a pele macia. Sofia se aproximou, sentando na beira da cama da irmã. Seus joelhos se tocaram, e nenhuma das duas se afastou. "É mais do calor, ou é por causa desse livro que você tá lendo?" Sofia sorriu maliciosa, inclinando-se para frente. Seus seios, livres sob a camiseta fina, roçaram levemente no braço de Ana. Ana corou, mas não negou. "Talvez os dois." Os olhos delas se encontraram, e o ar ficou elétrico. Sofia estendeu a mão, tocando o rosto da irmã, traçando os lábios com o polegar. "Eu penso em você há tanto tempo, Ana. Toda noite, quando você acha que eu tô dormindo... eu me toco pensando em você." As palavras foram como um gatilho. Ana puxou Sofia para si, beijando-a intensamente. Os lábios se encontraram macios, quentes, a língua de Sofia invadindo a boca da irmã com urgência. Elas gemeram juntas, as mãos explorando corpos que conheciam desde a infância, mas agora com um desejo voraz. Ana arrancou a camiseta de Sofia, expondo os seios firmes, os mamilos já duros de excitação. Ela os chupou com avidez, mordiscando levemente, fazendo Sofia arquear as costas e soltar um gemido alto. "Ah, mana... isso é tão errado... mas é tão bom", Sofia sussurrou, as mãos descendo para dentro do short de Ana, encontrando-a já molhada. Seus dedos deslizaram pela boceta inchada, circulando o clitóris com maestria. Ana tremeu, as pernas se abrindo instintivamente. Ana retribuiu, virando Sofia de costas na cama e subindo sobre ela. Ela beijou o pescoço, desceu pelos seios, pela barriga lisa, até chegar entre as pernas da irmã. Sofia estava encharcada, o cheiro de excitação preenchendo o quarto. Ana lambeu devagar, saboreando cada gota, a língua dançando no clitóris enquanto dois dedos entravam fundo, curvando-se para acertar aquele ponto que fazia Sofia gritar. "Porra, Ana... me fode, mana... mais forte!" Sofia agarrou os cabelos da irmã, empurrando o rosto dela contra si, as coxas tremendo. Ana obedeceu, chupando com força, os dedos bombando rápido até que Sofia gozou, o corpo convulsionando, um jorro quente molhando o rosto da irmã. Ofegantes, elas se trocaram de posição. Sofia desceu pela irmã, lambendo os seios grandes, mordendo os mamilos até Ana implorar. Ela abriu as pernas de Ana, admirando a boceta depilada e inchada. "Você é tão linda, mana... tão gostosa." A língua de Sofia era implacável, penetrando fundo, chupando o clitóris como se fosse a última coisa que faria na vida. Ana se contorcia, as unhas cravadas nas costas da irmã. Elas se entrelaçaram em 69, bocetas coladas nas bocas uma da outra, lambendo e chupando com desespero. Os gemidos ecoavam, corpos suados se esfregando, o prazer era intenso, proibido, avassalador. Gozaram juntas, gritando o nome uma da outra, os corpos tremendo em ondas de êxtase. Depois, deitadas abraçadas, suadas e satisfeitas, Ana beijou a testa de Sofia. "Isso vai acontecer de novo?" Sofia sorriu, a mão já descendo novamente. "Toda noite, mana. Toda maldita noite." E assim, o segredo das irmãs se tornou o fogo que as consumia, noite após noite, em um amor tão errado quanto perfeito.
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Conto lindo demais, maravilhoso, delicioso de ler e muito bem escrito, apesar de bem curtinho, quase sem detalhes, mas bem excitante. O amor entre meninas é lindo, maravilhoso e sendo irmãs, extrapola todos os sentidos, fica divino essa descoberta do prazer das duas.
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