Era uma segunda-feira de uma semana curta, feriado na quarta e poucos alunos apareceram. O colégio inteiro parecia vazio, mas nunca estava de verdade. A sala de vídeo ficava no fim do corredor do terceiro andar, porta pesada de madeira, fechadura nova, ar-condicionado que gelava até os ossos. Clara tinha pego a chave na secretaria com a desculpa de “revisar provas gravadas”. A secretária nem levantou os olhos. Eram 16:31 quando Luana entrou sem bater, trancou a porta por dentro e girou a chave duas vezes. Na mochila, um vibrador. Nos olhos, pura safadeza. Clara estava lá, sentada na última fileira de cadeiras estofadas, luz azulada do projetor iluminando o rosto tenso. Ela usava um vestido florido solto, por causa do calor daquela época do ano no Rio de Janeiro. “Travou a porta direitinho?”, Clara perguntou, voz baixa. Luana nem respondeu com palavras. Só mostrou a chave, jogou a mochila no chão e foi direto pra cima da professora. O beijo foi imediato, molhado, violento. Luana empurrou Clara contra a parede fria, mão já dentro do vestido, subindo direto até encontrar a calcinha de renda que já estava ensopada. “Você passou o dia inteiro assim, né? Molhada pensando em mim”, Luana sussurrou contra a boca dela, enfiando dois dedos sem cerimônia. Clara gemeu alto, o som ecoando na sala fechada. “Tira tudo”, Luana mandou, já puxando levantando o vestido de Clara. Em segundos a professora estava só de calcinha. Luana abriu as pernas dela com os joelhos e se ajoelhou no chão. Puxou a calcinha pro lado e mergulhou a boca. A língua entrou fundo, chupando tudo, lambendo de baixo pra cima, parando só pra mamar o clitóris com força. Clara agarrou o cabelo da menina, rebolando na cara dela sem pudor nenhum. “Luana… porra… assim eu gozo rápido demais…” “Então goza”, Luana respondeu, voz abafada contra a carne. Enfiou três dedos de uma vez, curvando pra dentro, enquanto a boca não largava o clitóris. Clara gozou em menos de um minuto, o corpo inteiro tremendo, um grito que ela teve que abafar colocando as mãos na boca. Ainda tremendo, Clara puxou Luana pra cima, beijando o gosto de si mesma na boca da aluna. “Minha vez.” Ela virou a menina de costas, abaixou o short do uniforme e a calcinha dela até os tornozelos e mandou Luana se apoiar na mesa de som. A bunda morena e empinada ficou exposta, perfeita. Clara abriu as nádegas com as duas mãos e lambeu de uma vez só, da bucetinha até o cuzinho, sem aviso. Luana gritou de surpresa e tesão. “Caralho, professora… aí não…” “Aí sim”, Clara respondeu, enfiando a língua no cuzinho enquanto dois dedos voltavam pra dentro da buceta. Luana se contorcia inteira, empinando mais, pedindo mais. Foi aí que Luana falou pra Clara pegar o vibrador roxo na mochila. “Trouxe pra gente brincar com ele.” Clara não pensou duas vezes. Ligou o brinquedo, enfiou devagar na bucetinha encharcada de Luana enquanto a língua continuava fodendo o cuzinho. A menina começou a tremer quase na hora, pernas falhando. Do corredor, um barulho seco: passos. Alguém subindo a escada. As duas congelaram por meio segundo. O vibrador ainda zumbia dentro de Luana. Clara tapou a boca da menina com força e continuou, mais devagar, mais fundo. Os passos passaram direto. Quem quer que fosse, seguiu em frente. Luana gozou assim mesmo, abafando os gemidos na mão de Clara, o corpo convulsionando tanto que quase caiu. Um jorro quente escorreu pelas coxas e pingou no chão acarpetado. As duas caíram sentadas no chão, encostadas na parede, ofegantes, suadas, rindo baixo de nervoso. Luana encostou a testa na de Clara. “Semana que vem eu venho com um plug. E a gente grava tudo.” Clara, ainda sem ar, só conseguiu responder com um beijo longo, cheio de promessa. A chave girou na fechadura às 17h12. Elas saíram separadas, com cinco minutos de diferença, cheirando a sexo e adrenalina. Ninguém nunca soube. Mas a fita do projetor ficou rodando sozinha, luz azul piscando na sala vazia, como se tivesse visto tudo.
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