Priscila sentiu o sabor de sexo de verdade

Na semana seguinte, o sistema da empresa caiu na terça. Providencialmente não foi na quarta, pois ela já tinha perdido o culto na quarta anterior e deu a desculpa de ter que trabalhar até mais tarde. Ela não podia perder o culto de novo.
Novamente, ela entrou com Rodrigo no carro, quase não falaram mas antes, durante o dia, ele já tinha a elogiado pela roupa que ela estava: vestido azul-marinho novo, cabelo solto, batom vermelho discreto (coisa que nunca usava na igreja e raramente usava no trabalho). Quando entraram no quarto, ela fechou a porta com o pé e o beijou com vontade, língua, mordida, desespero. A mão dela já abrindo o cinto dele antes mesmo de ele acender a luz vermelha.
“Eu não consegui mais orar direito depois da ultima quarta", sussurrou contra a boca dele. “Toda vez que fechava os olhos eu lembrava de você dentro de mim. Eu me toquei três vezes pensando naquela noite.”
Rodrigo gemeu baixo, já duro só de ouvir.
“Mostra pra mim.”
Priscila tirou o vestido em um movimento só. Lingerie preta de renda, calcinha minúscula, sutiã que mal segurava os seios. Coisa que ela comprou escondido, pagou no débito pra não aparecer no cartão do marido.
Ela empurrou ele pra cama, subiu em cima, tirou a camisa dele com pressa.
“Hoje eu quero tudo de novo. Mas dessa vez eu mando.”
Beijou o peito dele, desceu lambendo, abriu a calça e pegou o pau já duro na boca sem cerimônia nenhuma. Chupou fundo, engasgando de propósito, olhando pra cima com aqueles olhos de santa safada.
“Você me ensinou a gostar disso… agora aguenta.”
Rodrigo só conseguia gemer, mão no cabelo dela, vendo a mulher mais evangélica da empresa chupando como profissional.
Depois ela subiu, tirou a calcinha devagar, ficou de quatro na cama, bunda empinada.
“Come minha buceta primeiro. Quero ficar bem molhada pra depois…”
Ele obedeceu. Lambeu, chupou, meteu a língua, enfiou três dedos enquanto mamava o clitóris. Priscila gritava alto, sem se importar com a parede fina.
“Ai, meu Deus… me fode… me fode logo…
Ele entrou de uma vez, fundo, forte. Ela rebolava de encontro, pedindo mais, mais rápido, mais fundo. Gozou rápido, apertando o pau dele, chorando de tesão.
Quando o orgasmo passou, ela virou, ofegante, olhou pra trás:
“Agora atrás. Mas eu quero ir por cima.”
Rodrigo deitou de costas. Priscila pegou o lubrificante que comprou escondida na bolsa, passou no pau dele, passou no próprio cuzinho com calma, gemendo baixinho enquanto se preparava.
Sentou devagar.
Primeiro só a cabecinha. Respirou fundo. Desceu mais um pouco. Doía um pouco, mas doía gostoso. Quando sentiu ele todo dentro, ficou parada um segundo, olhos fechados, boca aberta.
“Olha pra mim”, Rodrigo pediu, voz rouca.
Ela abriu os olhos.
Começou a mexer. Devagar, depois mais rápido. Subia e descia, o cuzinho engolindo o pau inteiro, os peitos balançando livres, cabelo grudado de suor.
“Olha… olha o que você fez comigo… eu virei puta por você…”
Ele segurou a cintura dela, ajudando o movimento.
“Você é a puta mais linda do mundo, Priscila.”
Ela gozou assim, cavalgando no cuzinho, gritando alto, corpo tremendo, lágrimas escorrendo. Quando sentiu ele pulsar dentro dela, apertou de propósito, quis sentir cada jato.
Depois desabou no peito dele, os dois suados, ofegantes, rindo baixinho.
Ficaram assim um tempo.
Rodrigo beijou a testa dela.
Priscila sorriu, beijando o peito dele.
“Semana que vem eu quero trazer um brinquedo. Quero você me vendo gozar com outro pau de borracha enquanto você me come atrás.”
Ele riu, apertando a bunda dela.
“Amém, Priscila. Amém de novo.”
E ali, naquele quarto de motel, a mulher mais santa da Assembleia de Deus se perdeu de vez.
E nunca mais queria ser encontrada.

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Ficha do conto

Foto Perfil weblover1978
weblover1978

Nome do conto:
Priscila sentiu o sabor de sexo de verdade

Codigo do conto:
248258

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/11/2025

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