Meu Sobrinho Comeu Minha Esposa

Fala pessoal! Tudo bem com vocês?
Recebi esse relato quente diretamente de um seguidor meu, que me mandou o relato completo junto com fotos reais (sim, aquelas bem explícitas que provam que tudo aconteceu de verdade. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto... nossa, é de deixar qualquer um louco).
Ele pediu pra eu compartilhar aqui, mudando só os nomes. Ele se chama Pedro no relato e vou contar como se eu fosse ele.

Conheci minha esposa Karen no Tinder. Eu tinha 32 anos, ela 38 anos. Os dois já estávamos saturados de conversas mornas e fotos posadas, até que o perfil dela surgiu: corpo curvilíneo destacado num vestido justo, decote generoso, pernas cruzadas numa foto de biquíni que fazia qualquer um parar o scroll.

A conversa virou fogo rápido. Trocamos nudes discretos, áudios roucos, fantasias sem filtro. Em quatro dias já sabíamos exatamente onde o outro gostava de ser tocado, o ritmo, a pressão. Marcamos o encontro com a tensão acumulada de quem já tinha se desejado à distância e tudo se encaixou...sexo, beijo, fogo etc. Namoramos e decidimos casar rapidamente, pois, já tínhamos um apartamento pago num bairro nobre da cidade de Campinas-SP.
Como minha família era de outra cidade e a dela também não era muito grande, optamos por uma cerimônia simples. Casamos no cartório, só com a presença dos nossos pais e de dois amigos como testemunhas.

Seis meses depois, alugamos uma chácara linda para fazer a comemoração do casamento com as famílias ampliadas. Eu mesmo cuidei das fotos, como sempre faço: trabalho como fotógrafo de eventos grandes em Campinas e região. Com 1,75 m, corpo malhado de academia, cabelo curto com fios grisalhos que dão um degradê sexy, olhos pretos intensos e barba sempre impecável, vivo recebendo mensagens — não só para ensaios e eventos, mas convites mais... íntimos de casais e conhecidos. Fotos sensuais, até propostas diretas de tirar fotos de sexo. Mas nunca aceitei. Meu profissionalismo sempre falou mais alto. As vezes eu tirava foto de Karen de lingerie e até nua pra ela ver como ela estava e dar aquela apimentada no relacionamento.

Chegamos cedo com o pessoal do buffet e barman que alugamos para deixar tudo no jeito num sábado. A chácara era gigante com chales, piscina e churrasqueira. O pessoal de fora iria dormir lá. Minha esposa Karen estava uma delicia. Com um vestido branco curto, com seus peitos grandes naturais, pele lisinha e cabelos longos loiros.
- Voce ta uma delicia meu amor – eu disse pra ela guardando nossa mala no quarto.
- Ai amor, você que se prepare que vou acabar com você – disse ela toda animada

Os primeiros a chegar foram os pais dela, vindos de Ribeirão Preto. Abraços apertados, elogios ao lugar, fotos rápidas que eu mesmo tirei com a câmera na mão. Logo depois chegaram os meus, de Belo Horizonte, com malas cheias e histórias para contar. A chácara foi enchendo devagar: tios, primos, alguns amigos mais próximos. Risadas, taças tilintando, música baixinha ao fundo.
Mas o que mais me surpreendeu foi a chegada do meu sobrinho Sérgio. Ele chegou por volta das cinco da tarde, sozinho, dirigindo o carro novo que meu irmão e minha cunhada rica tinham dado de presente pela formatura recente em medicina. Quando desceu do carro, vi que o menino tinha virado homem de verdade. 22 anos, 1,88 m de altura fácil, corpo esculpido de quem vive na academia e joga vôlei de praia nos fins de semana. Pele bronzeada, cabelo curto cacheado, barba rala bem aparada, sorriso fácil que herdou do meu irmão. Vestia uma camisa social branca aberta no primeiro botão, manga dobrada mostrando os antebraços definidos, e uma calça jeans que marcava exatamente o que precisava marcar.

— Tio! —, abraçando forte de quem não se via há anos. — Parabéns atrasado, cara. Que lugar foda vocês escolheram.
— Valeu, Sérgio. Tá grandão, hein? Malha mais que eu agora — brinquei

Karen apareceu logo atrás de mim, com uma taça de espumante na mão. Quando ela viu Sérgio, os olhos dela brilharam um segundo a mais do que o normal.
— Olha só quem chegou! Sérgio, né? — ela estendeu a mão

Ele riu, aquele riso baixo e confiante.
— Tia Karen... você tá linda demais nesse vestido. O tio aqui ganhou na loteria.
Ela deu uma risadinha.
— Obrigada, sobrinho. E você... tá parecendo modelo de academia. Cuidado que as primas aqui vão querer tirar foto com você o tempo todo.

Eu observei a troca de olhares. Não era nada explícito, mas tinha uma eletricidade ali. Sérgio deixando a mão um segundo a mais na cintura dela durante o abraço. Coisas que só quem já sentiu desejo na pele percebe. Depois disso, Sérgio circulou pela festa, cumprimentando todo mundo...as meninas cochichando sobre ele, como se fosse o centro das atenções; Mas eu via: de vez em quando os olhos dele procuravam Karen no meio da multidão. E ela... bom, ela também não disfarçava tanto assim quando ele passava perto. Não era ciúme. Era outra coisa. Era curiosidade. Era vontade de ver até onde aquela faísca ia.

No meio da tarde, eu estava no deck, com a câmera na mão, capturando a bagunça, quando vi Sérgio saindo de um dos chalés. Meu sobrinho tinha trocado a camisa social por uma aberta, desabotoada até o meio do peito, a sunga branca... com volume ali marcava generoso. As reações foram imediatas. As primas adolescentes cochichando e tirando fotos disfarçadas no celular. Até as esposas dos nossos amigos — aquelas casadas há anos, com filhos — viraram o pescoço. Uma delas, a Fernanda, amiga da Karen do pilates, comentou alto o suficiente para eu ouvir:
— Meu Deus, é sobrinho do noivo? Tá de brincadeira...

Minha esposa saiu com um biquíni branco minúsculo que eu mesmo tinha escolhido pra ela numa viagem ao litoral — parte de baixo cavada, marcando as curvas do quadril, e top que mal continha aqueles peitos grandes naturais, com o decote transbordando. Ela já estava bem soltinha — umas quatro taças de espumante, drinks — rindo alto, dançando sozinha na beira da piscina com uma amiga. Na real, eu estava hipnotizado. Ver Karen assim, desejada por todo mundo, mas especialmente por Sérgio... aquilo estava me deixando louco de um jeito bom. Meu pau latejava só de imaginar. Não era ciúme — era tesão puro. Tesão de ver minha mulher gata sendo o centro das atenções.

O volume ali embaixo não deixava dúvida: o cara era bem dotado, e a sunga molhada marcava. Algumas das convidadas – até as mais velhas – não disfarçavam os olhares.

Fernanda estava com a mão no ombro de Karen, rindo baixinho, voz alcoolizada e sem filtro. Eu me aproximei devagar, fingindo pegar um drink, e parei perto o suficiente pra ouvir a conversa das duas.
— Ai, Karen, me conta a verdade... você gosta de um novinho, né? — Fernanda disse, com os olhos brilhando de malícia. — Não vem com essa de casada fiel. Eu vi como você olhou pro sobrinho do Pedro. Aquele Sérgio... meu Deus, que homem que virou! Se eu fosse solteira, já tinha pulado em cima.

Karen deu uma gargalhada alta, jogando a cabeça pra trás, os peitos quase escapando do top do biquíni.
— Para, Fê! Tá louca? Ele é sobrinho do meu marido... Mas, pô... olha praquilo. O menino ta chamando atenção de todo mundo. — falou em tom brincalhão e sincero
As duas riram juntas, Fernanda dando um tapa leve na bunda dela.
—Você tá casada há seis meses, amiga. Ainda tá na fase de lua de mel. Mas admita: dá uma vontade, né? Imagina aquele novinho te pegando com força, te chamando de tia enquanto...
Karen corou um pouco, mas não negou.
— Shhh, cala a boca! — ela sussurrou, mas rindo. — Você me deixa louca com essas ideias. Mas... sei lá. É só olhar, né? Não vai rolar nada.

Eu senti um calor subir pelo corpo inteiro. Meu pau endureceu na hora dentro da bermuda, latejando com força. Ouvir aquilo – minha mulher admitindo o tesão no meu sobrinho, mesmo que brincando – era melhor que qualquer pornô. Não era raiva. Era excitação pura, misturada com uma curiosidade doentia.

No final da festa cada um foi pro seu quarto e chalé. Meu quarto e de Karen ficava na parte isolada da casa. Entrei no banho junto com Karen e comecei a provocar ela passando a mão na buceta grande dela e fui direto ao ponto.
— Tá excitada pelo meu sobrinho, né? — falei baixo no ouvido dela, enfiando o dedo devagar entre os lábios carnudos, sentindo ela toda melada.

Ela deu um gemido abafado, mas logo virou o rosto, fingindo indignação, com aquele sorrisinho safado que eu conhecia bem.
— Para com isso, amor! Tá louco? — disse ela, tentando afastar minha mão, mas sem força nenhuma — Ele é seu sobrinho... que ideia ridícula. Eu só tava sendo educada, conversando normal. Você que tá vendo coisa onde não tem.
— Admite, Karen. Admite que ficou molhada vendo o Sérgio daquele jeito. Aquele pau marcando na sunga... imaginou ele te chamando de tia enquanto te come?
— Tá... tá bom, amor... eu admito — confessou finalmente, a voz rouca, ofegante. — Fiquei excitada pra caralho vendo ele.
- Vamos resolver isso, vou chamar ele pro nosso quarto e eu fico assistindo tudo. – sugeri pra ela.

Eu senti o pau latejando só de ver aquela reação: surpresa, medo... e uma excitação que ela não conseguia esconder.
— Você... tá falando sério? — sussurrou ela. — Chamar o Sérgio aqui? Agora?
— Tô falando sério pra caralho, amor. Quero ver você com ele. Quero ver você se acabando no pau do meu sobrinho. E ele vai adorar.
— Tá bom... chama ele. Mas se ele não quiser...
— Ele vai querer — garanti, já pegando o celular. Mandei uma mensagem rápida pro Sérgio: "Ei, sobrinho. Vem aqui no nosso quarto tomar uma cerveja gelada comigo e com a Karen?

Meu coração disparou. Karen se ajeitou na cama, ainda enrolada na toalha branca. Ela estava nervosa, mas os olhos brilhavam de tesão puro. Eu abri a geladeira do quarto, peguei três cervejas long neck geladas e esperei. Ele entrou sorrindo, mas parou no meio do caminho quando viu Karen sentada na beira da cama, só de toalha, as pernas cruzadas de um jeito que deixava pouco pra imaginação.
— E aí, tio... tia... After vip, é? — disse ele

— Entra, fecha a porta — falei, entregando uma cerveja pra ele. — Senta aí, fica à vontade.

Karen não aguentou mais e deixou a toalha despencar com um movimento provocante. Completamente nua. Peitos grandes balançando pesados, mamilos inchados, buceta brilhando de tão encharcada, os lábios carnudos já abertos de tesão.
— Vem cá, sobrinho... — sussurrou ela — Vem foder tua tia como você quis o dia inteiro.

Karen desceu a mão pro short dele, puxou pra baixo, o pau saltou: grosso, venoso, maior que o meu, cabeça inchada babando pré-gozo. Ela arregalou os olhos e caiu de joelhos na hora, como uma puta faminta.
— Caralho, que pauzão... — gemeu ela se ajoelhando devagar na frente dele

Ela segurou o pau dele com as duas mãos, como se mal coubesse, e começou a chupar. Primeiro devagar, lambendo a cabeça, depois engolindo mais fundo, os lábios esticados em volta daquele pauzão. Sérgio gemeu alto, jogando a cabeça pra trás, uma mão no cabelo loiro dela guiando o ritmo.

Eu batia punheta mais rápido agora, vendo minha esposa chupando o pau do meu sobrinho como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Ela babava toda, os peitos balançando a cada movimento, olhando pra cima pra ele com aqueles olhos safados.
— Isso, tia... chupa gostoso... — ele gemia empurrando um pouco mais fundo na boca dela.

Depois de uns minutos, ele a puxou pra cima, abriu as pernas dela sem cerimônia e desceu a boca direto na buceta. Karen gritava sem controle, rebolando na cara dele quando a língua dele encontrou o clitóris, chupando forte, enfiando dois dedos grossos dentro dela ao mesmo tempo.
— Ai porra, Sérgio! Chupa essa buceta casada... me faz gozar na tua boca, sobrinho... isso, isso...!

Ela gozou rápido, violento, esguichando na cara dele, o corpo convulsionando. Eu quase gozei só de ver. A buceta dela brilhava de tão molhada, os lábios carnudos inchados, ele lambendo tudo como se tivesse fome. Finalmente, ele subiu, posicionando aquele pauzão na entrada dela. Olhou pra mim uma última vez.
— Mete, sobrinho. Come a buceta da minha mulher. Enche ela.

Ele empurrou devagar no começo, a cabeça grossa abrindo ela toda. Karen gritou, agarrando os lençóis.
— Ai caralho... que pau grande... vai devagar... não, vai fundo... mete tudo!

Ele meteu. Até o talo. Começou a bombar forte, o corpo dele batendo no dela, os peitos dela quicando a cada estocada. Ela gritava o nome dele, "Sérgio... ai Sérgio... fode a tia...". Ele chamava ela de tia o tempo todo, gemendo baixo, suando em cima dela. Eu assistia tudo, punhetando rápido, o tesão me consumindo. Era perfeito. Minha mulher sendo comida pelo meu sobrinho dotado, se acabando de prazer. Ela gozou de novo, mais forte, apertando ele dentro dela, gritando rouca.
— Vou gozar, tia... vou encher essa buceta... — ele avisou, acelerando como um pistão.
— Goza! Goza tudo dentro! Enche tua tia de porra! — ela berrou.

Ele deu umas bombadas finais fortes e gozou. Jatos grossos dentro dela, enchendo a buceta toda, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Karen tremeu num orgasmo violento logo depois, gritando alto. Eu gozei na mesma hora, jatos quentes na minha própria mão, vendo aquela cena: minha esposa melada de porra do meu sobrinho, sorrindo satisfeita, os dois ofegantes na cama.
Sérgio olhou pra mim, ainda duro com o pau pingando, e sorriu.
— Tio... isso foi foda.
- Não acostuma não – eu disse pra ele em tom de brincadeira.
...
SEGUE AS FOTOS DA FESTINHA PARTICULAR COM MINHA ESPOSA KAREN
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Foto 1 do Conto erotico: Meu Sobrinho Comeu Minha Esposa

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Comentários


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subjetiva Comentou em 06/01/2026

Que delícia 😋

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Eros2019 Comentou em 05/01/2026

QUE CU DELICIOSO

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marcelo49 Comentou em 05/01/2026

Marido sortudo. Votado

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segredo-nosso- Comentou em 05/01/2026

Caramba, história gostosa, Fotos excitantes, e Se for mesmo sua Mulher, que corpo e buceta linda 😈 (Conto Votado ✅️)




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Ficha do conto

Foto Perfil spartacusnovinho
spartacusnovinho

Nome do conto:
Meu Sobrinho Comeu Minha Esposa

Codigo do conto:
251134

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
5