Molly e os Olhos Famintos

A sala estava mal iluminada, apenas as lâmpadas de canto e o brilho azulado da televisão antiga. Cinco homens em semicírculo, calças abertas, respirações pesadas, olhos fixos nela como predadores que já sabiam que a caçada terminaria em banquete.

Molly estava de joelhos no centro do tapete gasto. Loira, pequena, ossos delicados, pele tão clara que parecia quase translúcida sob a luz fraca. Os seios pequenos tremiam levemente a cada respiração acelerada. Ela não usava nada além de uma calcinha de algodão branca já úmida na frente — o único pedaço de tecido que ainda restava entre ela e a total entrega.

Um deles, o mais próximo, segurou-a pelos cabelos loiros finos e puxou sua cabeça para trás com firmeza, mas sem brutalidade. Só o bastante para expor o pescoço e fazer seus lábios se abrirem num gemido baixo e involuntário.

— Abre mais essa boquinha, princesa — murmurou ele, a voz rouca.

Mas quem realmente comandava a cena era o homem atrás dela.

Ele se ajoelhou devagar, as mãos grandes deslizando pelas coxas finas de Molly, abrindo-as com calma quase reverente. Os outros continuavam se masturbando devagar, esperando a vez, mas ele… ele tinha outro plano. Sempre teve.

Dedos longos afastaram a calcinha para o lado. O tecido já estava colado na pele molhada. Quando o ar frio tocou o clitóris exposto, Molly estremeceu inteira, um som manhoso escapando da garganta.

Ele não tinha pressa.

Primeiro veio a respiração quente contra a carne úmida, só para fazê-la se contorcer. Depois a ponta da língua, lenta, quase tímida, traçando a entrada antes de subir até o clitóris inchado. Um toque leve. Depois outro. E outro. Até que ela começou a rebolar contra o rosto dele sem nem perceber.

Enquanto isso, o primeiro homem enfiou o pau entre os lábios dela. Molly abriu a boca obediente, deixando-o deslizar até o fundo da garganta. Lágrimas surgiram nos cantos dos olhos claros, mas ela não recuou. Pelo contrário: chupava com vontade, a língua trabalhando em círculos, os sons molhados enchendo o ambiente.

Dois outros se aproximaram pelos lados. Ela os pegou com as mãos pequenas, masturbando-os com movimentos rápidos e firmes enquanto mantinha a boca cheia. O ritmo era caótico, desleixado, deliciosamente sujo.

Mas o homem entre suas pernas não se deixou distrair.

Ele lambeu mais fundo agora, a língua plana pressionando o clitóris inteiro, depois sugando com força, depois lambendo de novo em movimentos rápidos e curtos. Molly gemia em torno do pau que a fodia a boca, o som abafado e vibrante. Seus quadris começaram a se mover sozinhos, procurando mais, implorando sem palavras.

Ele enfiou dois dedos dentro dela de uma vez, curvando-os para cima, enquanto a língua continuava castigando o clitóris sem piedade. Molly perdeu o controle do ritmo. A mão que masturbava um dos homens afrouxou, a boca escorregou um pouco do pau, e um gemido longo e quebrado escapou dela.

— Isso… goza na minha boca, Molly — ele murmurou contra a buceta dela, a voz abafada pela carne quente. — Goza enquanto eles enchem tua cara.

Foi o suficiente.

O orgasmo veio violento, fazendo o corpo pequeno dela convulsionar. As coxas tremeram, os dedos dos pés se curvaram, um grito rouco escapou mesmo com a boca ocupada. Ele não parou. Continuou lambendo, sugando, prolongando o prazer até que ela estivesse quase chorando de tanto estímulo.

Quando finalmente ergueu o rosto, o queixo brilhava. Ele sorriu — um sorriso lento, satisfeito, quase cruel.

— Agora eles podem gozar — disse ele, limpando o canto da boca com o dorso da mão.

E então os cinco se aproximaram ao mesmo tempo.

Molly, ainda ofegante, olhos vidrados, boca entreaberta, língua para fora… simplesmente abriu espaço.

Eles não demoraram.

Jatos quentes acertaram seu rosto, seus lábios, o queixo, os seios pequenos. Ela fechava os olhos e gemia baixinho a cada novo jorro, como se cada gota fosse uma recompensa.

Quando o último terminou, ela estava coberta, o cabelo loiro grudado na testa, fios brancos escorrendo pelo pescoço.

O homem que tinha lambido ela até o êxtase se aproximou de novo, segurou seu queixo com carinho e beijou sua boca suja, devagar, provando a mistura de todos eles.

— Boa menina — sussurrou contra os lábios dela. — Muito boa menina.

Molly apenas sorriu, exausta, satisfeita, completamente entregue.

E ainda de joelhos, com o gosto de todos eles na boca, ela pensou, com um arrepio de prazer:

Quero mais.

Foto 1 do Conto erotico: Molly e os Olhos Famintos

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Molly e os Olhos Famintos

Codigo do conto:
252200

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5