Meti na minha cunhada com a minha mulher dormindo do nosso lado!

Eram mais ou menos 11:00 horas da noite quando chegamos de uma das viagens de carro mais demoradas que já tínhamos feito. Eu, minha esposa e nossa filhinha estávamos indo passar uns dias de férias com nossa família, ou melhor, com a família dela, já que a casa era do meu sogro. Morávamos na capital do estado e meus sogros moravam em uma cidadezinha do interior.
Assim que chegamos, já muito cansados, tivemos uma surpresa não muito agradável: um casal de amigos do meu sogro acabava de chegar lá também, sem avisar. E eles tinham levado um filho pequeno. Dessa forma, a casa, que já era muito pequena, ficou muito apertada para tanta gente. No entanto, para não dar trabalho, todo mundo concordou em dormir amontoado mesmo. No dia seguinte a gente pensaria em uma solução.
O casal de amigos foi para o quarto do meu cunhado, minha filhinha foi para o sofá, meu cunhado foi dormir na casa de um amigo e eu acabei em um colchão de casal jogado no chão do quarto da minha cunhada. E era justamente nesse colchão que dormiríamos eu, minha esposa e sua irmã mais nova, Tatiane, de 18 aninhos.
No início a Tatiane não gostou muito da idéia, e já estava falando em ir dormir na casa de alguma amiga também. Mas minha esposa conversou com ela e se dispôs a dormir no meio, e eu e a minha cunhada em lados opostos. Depois de me olhar atravessado e fazer cara feia, a Tatiane finalmente concordou. E meus sogros não viram nada demais nisso, até porque nunca foi o tipo de homem safado, que fica passando cantadas em cunhadas ou outras mulheres.
Enquanto jantávamos e nos preparávamos para dormir, eu não consegui evitar sentir um grande tesão em saber que eu dormiria perto da minha cunhada. Ela era muito parecida com a minha mulher, porém um pouco mais bonita, talvez por ser bem mais jovem. Para complicar, devido ao calor que fazia, a Tatiane estava usando uma roupa muito curta e cheia de decotes. E isso deixava minha imaginação à mil por hora.
Não demorou muito e todos na casa já estavam se recolhendo. Depois de vestirmos roupas mais leves, demos por concluído aquele dia e fomos dormir. Já deitado no meu lado do colchão, dei um beijo de boa noite na minha esposa, falei boa noite para a minha cunhada e apagamos as luzes.
Estávamos todos exaustos, de forma que dormimos em poucos minutos. No entanto, não sei quanto tempo depois, acordei no meio da noite com muita vontade de mijar. Procurando não fazer barulho, me levantei com muito cuidado. Mas minha preocupação era excessiva, já que os sons dos roncos da minha mulher e da minha cunhada eram capazes de encobrir qualquer barulho que eu fizesse. Não precisei acender luzes, pois a janela aberta evitava a escuridão completa no quarto.
Quando saí do banheiro e voltei para o quarto, encontrei um cenário complicado. Minha mulher, de forma inconsciente e aproveitando que um dos lados do colchão tinha ficado livre, estava toda esparramada no lugar que antes era meu, deixando apenas o meio do colchão para mim. Como eu estava com muito sono, não dei importância a isso. Assim, com a boa intenção de não acordar ninguém, me deitei no meio das duas, entre minha esposa e minha cunhada, que continuavam dormindo profundamente.
Nessa hora me dei conta de que eu estava deitado ao lado da minha cunhadinha linda. E, como ela estava de costas para mim, sua bunda estava encostada no meu quadril, já que o espaço entre ela e minha esposa era um pouco apertado. Virei o rosto para o lado dela e pude apreciar o cheiro delicioso de seu corpo. Aproximei mais meu rosto de sua nuca e cabelos. Que delícia! Que sorte a minha. Nunca imaginei que um dia eu estaria com o meu corpo colado ao da minha cunhada.
No entanto, eu não queria dar chances ao azar. Nunca tive problemas com a minha esposa e não seria naquela noite que eu cairia em tentação. Com o pau já extremamente duro, virei para o lado da minha esposa e acabei dormindo. O interessante é que tive um sonho erótico com a minha cunhada, metendo nela, transando com ela de forma muito gostosa. Acordei igual um louco, com a pica quase estourando de tanto tesão.
Não tinha jeito. Eu precisava foder a minha esposa. E eu faria isso alí mesmo, naquele colchão. Quando um homem está com tesão, parece que ele perde a noção do rídiculo, do tempo, do espaço e, por que não dizer, do perigo. Extremamente confuso e louco para meter logo, não me atentei ao fato de que minha esposa e eu tínhamos trocado de lugar no colchão. Assim, me virei para o lado da minha cunhada e a envolvi em meus braços. É claro que, no meu inconsciente, eu estava abraçando minha esposa.
Por uns instantes a Tatiane continuou dormindo. Porém, quando minha mão subiu em direção a um de seus seios, por cima de sua blusa, percebi que ela acordou repentinamente, com um suspiro de surpresa. Não dei nenhuma importância e continuei acreditando que eu estava abraçando era a minha mulher, que, imaginei, logo entenderia a situação e minhas intenções.
Continuei abraçando ela por trás e desci minha mão e a enfiei por dentro de sua blusa. Subi acariciando sua pele até tocar seu seio novamente. Apertei levemente o mamilo suave e já durinho. E foi nessa hora que me dei conta. O peito que eu estava massageando era bem mais redondinho e muito mais firme do que os da minha esposa.
Levei um susto danado e meu coração disparou. Cheguei a pensar que eu ia ter um infarto. Eu vez da minha esposa, eu estava abraçando era a minha cunhada. Minha mão estava dentro da blusa dela, apertando levemente seu peitinho. E ela estava tão agitada que eu conseguia sentir as pulsações do coração dela direto na minha mão. Me apavorei. Ela ia gritar e chamar a atenção, não só da minha mulher, como dos meus sogros e de todo mundo na casa.
Não tive outra opção. Fingi barulho de quem está dormindo e fui afastando o meu corpo lentamente, retirando minha mão de dentro da blusa dela. Porém, nesse momento, percebi que a Tatiane não demonstrava nenhum tipo de resistência. Eu imaginei que ela estava muito assustada e sem entender nada, mas ela estava tão interessada quanto eu em descobrir como aquilo poderia terminar.
Do meu outro lado, os roncos da minha esposa, mesmo baixinhos, me indicavam que ela estava dormindo profundamente. Criei mais coragem. Fingi estar dormindo e continuei apertando o peitinho da minha cunhada, com o meu braço segurando-a firmemente e trazendo o corpinho dela pra mim, para colá-lo ainda mais ao meu. Meu rosto estava a apenas alguns centímetros de sua nuca, e seus cabelos encostavam em meu nariz, me deixando embriagado com seu cheiro.
A Tatiane continuava quietinha, com a respiração ofegante e tremendo todinha. Mas mesmo assim ela não esboçava nenhuma reação, me dando permissão para eu continuar com minhas investidas e na expectativa para ver o que mais que eu me atreveria a fazer com ela. Como tudo estava a meu favor, ajeitei o meu quadril de forma a encostar mais a minha ereção na bundinha dela. Meu pau estava duro igual uma barra de ferro.
- Meu deussssss... meu deusssssss...!!! - ela deixou escapar um grito abafado, quase como um sussurro, quando encaixei o volume do meu pau bem no meio de suas nádegas. Foi loucura demais! Eu não conseguia ver o rostinho dela, mas certamente ela estava com a boca aberta, assustada ou impressionada com tudo aquilo. Isso me fez pensar que minha cunhada não tinha muita experiência com sexo, e eu ia verificar se isso era verdade mesmo.
Continuei alisando os seios dela e apertamente os biquinhos carinhosamente. Senti que eles ficavam cada vez mais durinhos. Enquanto isso eu movia o meu quadril, apertando minha rola contra a bunda dela, fazendo ela perceber como meu pênis estava duro e grosso. E ela continuava quietinha, me dando sinal verde. E eu, é claro, fingindo estar dormindo e aproveitando ao máximo aquela brincadeira. No entanto, já estava na hora de avançar o sinal mais um pouco.
Como percebi que minha cunhada não estava disposta ou com receio de tomar algum tipo de iniciativa, fui deslizando minha mão para fora de sua blusa. Em seguida procurei a mão dela com a minha e a segurei. Que delícia! A mãozinha dela estava suada e, novamente, ela não esboçou nenhuma reação. Com carinho, puxei a mão dela e a guiei para as suas costas. Ela percebeu minha intenção e se deixou levar, totalmente submissa.
Peguei a mão dela e a levei até o meu calção, onde a soltei, bem em cima do pacotão do meu pau. A mãozinha dela estava fechada, e eu esperei, para ver se ela a abriria para segurar a minha vara.
- Ohhhhhhhh... meu deussssssss... não faz isso, Rodrigo! - ouvi ela falar, em um sussurro baixinho, que só entendi porque minha boca estava colada em sua nuca. E a minha esposa alí do lado, roncando tranquilamente.
Um pouco desajeitada, ela abriu a mão e começou a alisar o meu pau, por cima do meu calção, com seu braço estirado por trás de suas costas. Que mãozinha mais gostosa. Ela apertava levemente, e depois punhetava, pegando jeito e dando rítmo aos seus movimentos. Aproveitei para passar meu braço por cima dela novamente. Porém, dessa vez, eu não o enfiei dentro de sua blusa. Meu objetivo se encontrava logo abaixo de seu umbigo.
Ela estava usando um shortinho de tecido fino e elástico na cintura. E isso pra mim foi só felicidade. Sem qualquer dificuldade eu enfiei a mão dentro do shorts dela e a deslizei até sua calcinha. Nessa hora o corpinho da minha cunhada se tremeu todinho.
- Ohhhhhhhh... meu deusssss... Rodrigoooooo... deussss do céu... não faz issoooooo...!! - ela voltou a sussurrar, com a voz trêmula e muito baixa, no exato momento que abri minha mão e empalmei sua bucetinha, por cima de sua calcinha.
A Tatiane, como se estivesse pedindo, ou suplicando, para ser melhor tocada, foi levantando lentamente sua perna, se abrindo mais, para permitir minhas carícias em sua região íntima. Seguindo meu exemplo, ela enfiou a mão por dentro do meu calção e depois para dentro da minha cueca. Quando seus dedos delicados tocaram meu pau, eu não resisti. Enfiei meu rosto no meio dos cabelos dela e procurei sua nuca com a minha boca.
A respiração da minha cunhadinha ficou ainda mais ofegante e ela soltou um gemido de prazer. Meu dedo percorria sua calcinha de cima abaixo, massageando seu clitóris e seus pequenos e grandes lábios. Que delícia! Sua calcinha de algodão e bem folgadinha deixava aqueles toques ainda mais excitantes. Sua mão delicada e quente segurava bem no meio do meu pênis, apertando e punhetando lentamente.
De repente ela resolveu tomar a iniciativa e a nossa brincadeira subiu de nível, e mais rápido do que eu estava esperando. Na verdade eu nem esperava que acontecesse algo mais. Senti sua mão segurar na lateral do meu calção e puxá-lo para baixo, juntamente com minha cueca. Meu pau saltou para fora, duro e em sua ereção máxima. Na mesma hora ela empinou a bunda, procurando encaixar suas nádegas na minha vara. E olha que ela ainda estava de shorts e calcinha até este momento.
- Ohhhhh... meu deusssss... o que estou fazendo?... perdão, meu deusssssss...!! - ouvi ela sussurrar para si mesma, como se estivesse se desculpando para a irmã. A mão dela voltou para a minha vara, me masturbando com mais vontade agora. Não tive dúvidas. Enfiei minha mão dentro da calcinha dela e senti aquela maravilha de xoxota. A petequinha dela era pequena e peludinha, como se estivesse vários dias sem depilar.
Passei os dedos levemente na testa de sua bucetinha e fui descendo. Os lábios da xoxota estavam muito quentes, em brasa. Percebi ela levantando sua perna um pouco mais, ficando ainda mais empinada e exposta, procurando meus dedos com seu quadril. Que coisa mais gostosa! O cheirinho delicioso de sua pepequinha exalou no quarto e chegou até o meu nariz, o que me deixou quase maluco de tanto tesão.
- Ahhhhhhhhhhhhh... ohhhhh... hummmmmm... deussss... Rodrigooooo...!! - os gemidos da minha cunhada ficaram um pouquinho mais altos quando eu, com dois dedos, separei os lábios de sua pequena xoxota e com o outro acariciei seu clitóris, que já estava durinho e completamente assanhado. Fiz uma leve pressão em seu grelinho e ela se tremeu todinha, se retorcendo no colchão, empurrando seu corpinho contra o meu. E minha mulher roncando do nosso lado.
A loucura que eu e minha cunhada estávamos fazendo era algo que eu nunca tinha imaginado acontecer. Agíamos os dois sem planejar nada. Era tudo um improviso, uma coisa levando a outra, sem nenhum ensaio. E o mais interessante de tudo isso era o risco que estávamos correndo. A irmã dela, minha esposa, estava deitada ao nosso lado, podendo acordar a qualquer momento e nos pegar no flagra. E esse era mais um motivo para a Tatiane conter os seus gemidos ao máximo.
Com um dedo eu continuei estimulando seu clitóris e, carinhosamente, deslizei outro dedo na sua grutinha quente. Bastou enfiar a metade do dedo e ela não aguentou mais. Suas pernas tremeram involuntariamente e seu corpo se tensionou. Ela tinha acabado de gozar nos meus dedos. Depois ela abaixou sua perna e tirou a mão do meu pau. Parecia que alí tudo já estava terminado. Eu não ia comer a minha cunhadinha linda.
Mas então, levado pela loucura do momento, decidir tentar a sorte para ver se eu conseguia chegar ao último nível, ou seja, ganhar a xoxotinha da Tatiane, mesmo que isso acarretasse em sérios problemas mais tarde. Levei minha mão até a lateral do shorts dela e o puxei para baixo, na direção de suas coxas. Ela pareceu não ter gostado da idéia, pois o segurou firmemente com sua mão, opondo resistência. Mas ela não tirou minha mão.
Ficamos os dois segurando aquele bendito shorts. Eu puxando para baixo e ela tentando segurá-lo no lugar. Finalmente desisti e tirei a minha mão. Estava tudo acabado e eu já me preparava para ir ao banheiro bater uma punheta e acalmar os ânimos. Antes disso, porém, percebi, pela pouca luz que entrava no quarto, que ela tinha abaixado o shorts um pouquinho, e parecia estar incerta sobre ir adiante ao não.
E eu a entendia perfeitamente. Era uma batalha feroz, cheia de dúvidas. Dar ou não dar a buceta para o esposo de sua irmã? E se a irmã acordasse e nos pegasse? Como reagiríamos? Eu sabia que estas dúvidas a estavam corroendo por dentro. Então, de repente, e com certeza levada pelo mesmo tipo de loucura que eu, ela lentamente soltou seu shorts e levantou um pouco o quadril.
Era o sinal. Ela podia ser inexperiente, mas até as meninas inexperientes e tímidas sabem enviar os sinais corretos. Levei a mão até o seu shorts novamente e o abaixei até seus joelhos. Me concentrei nos roncos da minha mulher e, depois de me certificar de que ela estava realmente dormindo, voltei a subir a mão até a cintura da Tatiane, encaixei o dedo na lateral de sua calcinha e a deslizei por suas pernas.
Meu pau, nesse momento, fez contato com a pele macia e lisinha da bundinha da Tatiane. O calor que emanava do meio de suas nádegas era como o fogo de um vulcão.
- Oh, meu deusssss... por favor... não deixa ela acordar!! - ela sussurrou. No meu estado de tesão eu não estava raciocinando direito, mas acho que ela estava com receio de que minha esposa acordasse naquela hora, justo na hora que eu estava prestes a passar a rola na minha cunhadinha linda e cheirosa.
Com seu shorts e sua calcinha na altura dos joelhos, a Tatiane voltou a levantar sua perna um pouquinho novamente. Com sua respiração acelerada por causa da situação de perigo, ela empinou a coluna um pouco mais, expondo bem seu traseiro. Como isso a entradinha de sua xoxotinha estava bem próxima do objeto de seus desejos, ou seja, o meu cacete, que já se encontrava no meio de suas coxas.
Enfiei minha pica por debaixo de suas nádegas e, com a ajuda da pouca claridade e guiado por minha mão, fui procurando o buraquinho daquela pequena buceta peludinha. Quando a cabeça do pau encaixou na entrada quente e escorregadia, eu percebi que minha cunhada estava tremendo novamente, aflita e ansiosa. Fiquei parado, só com a cabeça do pau encaixada. Volei a colocar minha mão em sua cintura.
- Pode enfiar? - sussurrei na nuca dela. Não houve resposta. Minha cunhadinha não falou nada, apenas colocou a mão para trás, na minha coxa, e deu uma apertadinha. Novamente eu entendi sua mensagem. Empurrei meu quadril carinhosamente e meu pau foi abrindo caminho para dentro dela com facilidade, deslizando para dentro daquela bucetinha que ardia como fogo, e estava tão melada que chegava a escorrer melzinho para as coxas de sua dona.
- Uhhhhhhhhhhhhh... deus do céu... ahhhhhhhhhhhh...!! - ela lutou desesperada para conter um gritinho de dor ou prazer, ou talvez ambos. Vi como ela cerrou sua mão em forma de punho e voltou a levantar sua cabeça, possivelmente abrindo sua boca, buscando fôlego. Alí naquele colchão, em uma situação de perigo extremo, com meu calção e cueca abaixados, com o shorts e a calcinha da Tatiane na altura de seus joelhos e sua perna levamente levantada, eu engatei minha pica até o fundo de sua xaninha apertada.
Em seu estado de excitação, minha cunhadinha empurrava seu corpo contra o meu, querendo mais vara, e eu sentia os músculos de sua bucetinha jovem se contrairem ao redor do meu pau, apertando, sugando, de forma involuntária. Apertei ela ainda mais em meus braços e colei minha boca em sua nuca, beijando, cheirando e gemendo baixinho. E ficamos assim por vários minutos.
Depois eu puxei meu pau levemente, até deixar só a cabeça dentro de sua buceta. Então, com uma investida rápida, voltei a enfiar tudo, até meu saco encostar em sua bundinha lisinha. O corpinho da minha cunhada voltou a tremer todinho e ela levantou a cabeça novamente.
- Santo deus... oh... deus... nossaaaa... eu vou morrer desse jeito... ohhhhhhhhhhhhh...! - ela sussurrou, bem baixinho. A deliciazinha estava gozando na minha vara. Seu gozo quente lambuzou todo o meu pênis.
Enquanto o corpinho da Tatiane dava os últimos espasmos de seu orgasmo, eu fiquei parado, com minha pica engatada bem no fundo dela, sentindo sua buceta pulsar e contrair.
- Goza, gatinha... pode gozar bem gostoso... sua irmã não está ouvindo...!! - sussurrei na nuca dela e depois dei uma mordidinha em sua orelha. A coitadinha se contorceu em meus braços, louca de vontade de berrar como uma desesperada.
Novamente subi minha mão por dentro de sua blusa, alisando a pele de sua barriga, e fui subindo, até chegar em seus peitinhos, os quais apertei levemente e fiquei massageando. Com muito cuidado e silêncio, eu e minha cunhada selamos aquele momento de loucura extrema e improvisada com um delicioso movimento de vai-e-vem de nossos quadris, enquanto meu pau entrava e saia de sua bucetinha pequena e apertada, porém, toda melada e gulosa.
Invadida por uma paixão momentânea, a Tatiane segurou minha mão e a levou até sua boca. Depois de passar meus dedos em seus lábios, ela, para minha surpresa, começou a chupar e morder os meus dedos, enquanto empurrava seu quadril no mesmo compasso que o meu, procurando uma penetração ainda mais profunda. Não aguentei mais.
- Ahhhhhhhhhhhhhh... vou gozar, gatinha... vou gozar agora...!! - sussurrei no ouvido dela e ela, um pouco assustada, colocou a mão para trás, na minha coxa, e me empurrou, tentando me afastar dela.
- Dentro não... por favor... dentro não...! - ela falou baixinho, quase implorando. Puxei meu pau para fora, mas deixei a cabeça da rola entre suas nádegas, bem em cima de seu cuzinho. Os jatos de esperma vieram como jatos, lambuzando aquela bundinha maravilhosa.
- Ohhhhhhhhhhh... deussssssss...!! - ela sussurrou pela última vez e ficamos os dois em silêncio completo. Os únicos sons no quarto eram de dois corações batendo acelerado e os roncos da minha esposa alí do lado, nos indicando que aquela foda maravilhosa não tinha sido percebida. Então, o que aconteceu em seguida foi algo que nunca mais vai sair da minha memória.
Minha cunhada, em um movimento super sensual, terminou de tirar seu shorts e sua calcinha. Com os olhos arregalados e com a ajuda da pouca claridade, vi ela dobrar sua calcinha e usá-la para limpar toda a porra que eu tinha injetado no rêgo de sua deliciosa bundinha. Depois ela dobrou a calcinha mais um vez e a enfiou debaixo do colchão. Então ela vestiu seu shorts, se deitou novamente e caiu no sono, ao meu lado, sem me falar mais nada.
Eu também estava caindo de sono depois daquela gozada. Só tive tempo suficiente de guardar meu pau todo melado na minha cueca e ajeitar meu calção. Do meu lado minha esposa dormia como um bebê. Do outro lado minha cunhadinha cheirosa já estava dormindo também. Dei mais um beijinho em sua nuca e dormi. Aquele beijinho foi o meu compromisso com ela de nunca mais comentar aquele episódio, e pelo visto ela também não o faria.
No dia seguinte, quando acordei, eu estava sozinho no colchão. Todos já tinham se levantado e estavam tomando o café da manhã e se preparando para as atividades do dia. Fui ao banheiro mijar e, quando tirei a minha rola para fora, ela estava toda cheia de sêbo, desde a base até a cabeça. Era sêbo que a bucetinha da Tatiane tinha deixado no meu pau, uma prova de que aquilo foi de verdade mesmo, e não apenas um sonho.
- Êêê, cunhado que ronca, meu deussssss... como você aguenta, mana? - minha cunhada falou quando entrei na cozinha, lotada de gente comendo. Minha esposa caiu na gargalhada.
- Você que ronca, Tatiane... e muito... parece que fez curso avançado de ronco! - falei e ela me deu um largo sorriso.
- Seu bobo!... vem... aproveita que o café está quentinho... fui eu que fiz! - minha cunhadinha linda respondeu e me deu as costas. Olhei rapidinho para a bundinha dela e agradeci à minha sorte por ter me permitido provar aquela deliciazinha. No entanto, eu e ela soubemos atuar como se aquilo nunca tivesse acontecido. Foi algo que ocorreu em um momento de loucura, e que continuamos guardando no cantinho mais escondido de nossas memórias.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meti na minha cunhada com a minha mulher dormindo do nosso lado!

Codigo do conto:
255286

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/02/2026

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