Cumprimentei, com o coração na boca achando que a Larissa podia ter contado tudo pro Lucas: “Boa tarde, Lucas, Larissa.”
“Oi, mãe”, ele respondeu olhando pra cima, tranquilo, sem nenhum sinal de que algo tava errado.
“Oi, dona Helena”, Larissa disse com um sorrisinho que dizia tudo.
“Vai ficar pro jantar, Larissa?”, perguntei, como ela fazia quase sempre.
“Vou sim, dona Helena”, ela confirmou, antes de completar: “se não for incômodo.”
“Claro que não”, respondi balançando a cabeça. “Quanto mais gente, melhor.”
No mesmo instante percebi o duplo sentido da frase e senti o rosto esquentar.
Larissa assentiu devagar: “Concordo plenamente.”
“Ótimo”, falei, indo pra cozinha começar o jantar, a cabeça girando com o peso de cada palavra que saía da boca.
Uns minutos depois, enquanto eu cortava alface pro salpicão, Larissa entrou na cozinha.
Eu travei na hora, nervosa pra caralho.
Ela foi até a geladeira e eu voltei a mexer na salada, rezando pra ela não tocar no assunto.
De repente senti uma mão subindo por baixo da minha saia, direto na buceta.
Soltei um suspiro chocado quando ela sussurrou no meu ouvido: “Sua calcinha ainda tá encharcada, hein.”
“Larissa!”, protestei baixinho, mas não fiz o menor esforço pra afastar a mão dela.
“Fica quietinha”, ela mandou, esfregando meu clitóris inchado por cima da calcinha.
Aquilo era mais chocante ainda do que o que eu tinha visto mais cedo, e mesmo assim meu tesão subia na mesma velocidade.
“Gostou do showzinho?”, ela perguntou.
Minha cabeça era um turbilhão. Gaguejei: “E-eu... não sei.”
“Sua buceta diz que gostou pra caralho”, ela rebateu.
“Larissa, por favor”, gemi baixinho, apavorada que o Lucas pudesse entrar a qualquer momento.
“Por favor o quê? Quer que eu te deixe chupar minha buceta?”, ela provocou, antes de continuar: “Então tá molhada assim porque quer chupar minha buceta, quer mamar na rola grande do seu filho ou quer levar essa rola no cuzinho gostoso?”
Não respondi por dois motivos. Primeiro, eu não tinha resposta — até ela falar em chupar buceta eu nem tinha pensado nisso direito, coisa que não fazia desde os tempos loucos da faculdade. Segundo, os dedos dela tavam me deixando incapaz de raciocinar.
“Quer dizer, seu filho tem uma rola incrível e sabe usar”, Larissa continuou, esfregando minha buceta com mais pressão.
Soltei um gemido involuntário com a descrição e com o toque.
“E puta merda, eu nem sabia o que era dar um cuzinho, mas seu filho mandou eu dar o cu pra ele e, depois que ele arrombou meu cuzinho, fiquei viciada”, ela explicou, sem parar de me provocar.
“Aaaah, meu Deus”, gemi, o segundo gozo em menos de meia hora subindo rápido.
“Você ja levou no cu, dona Helena?”, ela perguntou.
Não respondi, só curtindo o prazer que ela tava me dando.
“Responde, sua vadia”, ela ordenou, dando um tapinha forte no clitóris.
“e-e-eu... já levei”, gaguejei, chocada por ser chamada de vadia pela namorada do meu filho.
“Aposto que se seu filho entrasse agora você abria as pernas e pedia pra ele meter essa rola grossa no seu cu”, Larissa disse com maldade.
“Aaaahhh”, gemi alto, a ideia tão errada de repente parecendo tão certa.
De repente ela me girou, me empurrou pro chão e levantou a saia.
“Chupa”, foi tudo que disse.
Fiquei encarando a buceta dela lisinha, levemente brilhando de tesão. Hesitei só uns segundos antes de me inclinar e passar a língua na buceta da namorada do meu filho.
Vergonha e fome brigavam dentro de mim. Vergonha de estar ali no chão da cozinha chupando a buceta dela enquanto meu filho tava na sala do lado; fome porque o tesão me dominava, a necessidade de obedecer tomava conta, anulando bom senso, decência e moral.
Quando o gosto único dela bateu na minha língua, voltei pros tempos de faculdade, lambendo a buceta da minha colega de quarto como se fosse ontem.
Tinha esquecido como uma buceta tinha um sabor tão distinto, tão viciante.
Ela gemeu: “Não é a primeira vez que você faz isso.”
Não respondi, só continuei lambendo, esquecendo que era mãe, que meu filho tava ali do lado, que ela era a namorada dele.
De repente ela me empurrou pra trás e sorriu: “Isso foi só uma amostrinha, dona Helena.”
Fiquei surpresa por ser afastada e mais surpresa ainda pela decepção que senti.
Queria enfiar a cara de novo naquela buceta.
Ela olhou pra baixo e sorriu, como se lesse minha fome: “Relaxa, dona Helena. Não sou pão-dura com minha buceta, mas quero que você mereça.”
Eu tava confusa. Ela ia mesmo me deixar na vontade?
Levantei devagar, voltei pro balcão.
Fiquei parada uns segundos tentando me recompor do surto antes de continuar o jantar, a cabeça explodindo em mil direções.
O resto do preparo foi no piloto automático. Fiz tudo mecanicamente enquanto tentava entender as duas loucuras do dia.
Por que eu fiquei tão excitada vendo meu filho arrombar o cu da namorada?
Por que não saí correndo quando a Larissa me pegou olhando?
Por que deixei ela me tocar assim?
Por que obedeci e chupei a buceta dela com meu filho na sala ao lado?
Por que eu tava louca por aquele gosto doce de buceta?
Por que minha calcinha tava encharcada de novo só de lembrar a última hora?
Essas perguntas e outras me cercavam enquanto eu só conseguia atribuir tudo a uma abstinência sexual absurda.
O jantar rolou sem maiores incidentes, embora eu tenha comido na ponta da cadeira, morrendo de medo que a Larissa abrisse a boca.
À noite, sozinha na cama, peguei meu vibrador mágico — que era mesmo mágico — e comecei a me masturbar.
Fechei os olhos e lembrei vividamente da rola enorme do meu filho, das palavras safadas da Larissa fingindo ser eu, do toque chocante dela na minha buceta e do cheiro doce e do gosto da buceta dela.
O gozo veio rápido enquanto eu imaginava estar de joelhos de novo, lambendo a buceta perfeita da Larissa... meu passado lésbico submisso voltando com tudo.
Com as vibrações me deixando louca, lembrei dos tempos de faculdade, das vezes que servi minha colega dominante, a Jéssica, que me treinou como uma chupadora submissa.
Lembrei de chupar ela enquanto estudava.
Lembrei de chupar ela no banho.
Lembrei de acordar ela quase todo dia com lambidas lentas na buceta.
Lembrei dela me foder com strap-on, me fazendo implorar pra gozar.
Lembrei dela arrombar meu cu e me transformar numa viciada em rola no cu, tendo meus orgasmos mais fortes levando no rabo.
Imaginei que agora era a Larissa que eu servia.
Mas quando o gozo explodiu em mim, a última imagem foi eu de quatro levando a rola do meu filho no cu.
Fiquei lá deitada, curtindo o orgasmo intenso, o corpo pulsando, a cabeça girando.
Quando o prazer terminou de percorrer cada centímetro do meu corpo, da ponta dos dedos dos pés até a cabeça, uma culpa repentina me invadiu.
Eu tinha acabado de gozar fantasiando em ser a submissa da namorada do meu filho.
Tinha gozado imaginando meu filho comendo meu cu.
Caralho!, Caralho!!!, Caralho!!!!!
Caralho! Caralho! A continuação e mais excitante ainda uau