Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 3

Na manhã seguinte, depois de um dia de orgasmos múltiplos, me sentia renovada. Já tava arrumada pra uma visita de imóvel dali a umas horas quando bateram na porta, coisa rara numa terça-feira.

Abri sem nem olhar pelo olho mágico.

Um frio subiu pela espinha quando vi a Larissa na frente da porta

Como eu não falei nada, ela perguntou: “Vai me deixar entrar, dona Helena?”

“O quê? Sim, entra, por favor”, respondi, sem entender por que ela tava ali.

Ela entrou e eu perguntei: “Não era pra você tá na aula?”

“Provavelmente”, ela deu de ombros. “Mas a professora de português não me enche quando eu falto.”

“Por quê?”, perguntei, sabendo que a dona Márcia era uma professora durona, sem papas na língua.

Larissa sorriu: “Digamos que eu sou a aluna na sala dela, mas ela é a aluna entre minhas pernas.”

“Larissa!”, exclamei.

Ela deu de ombros: “A dona Márcia é uma chupadora de buceta completamente submissa.”

Enquanto eu tentava digerir essa informação, Larissa se aproximou e completou: “Igualzinha a você, dona Helena.”

Outro arrepio subiu pela minha coluna com aquela afirmação presunçosa, mas certeira.

“Dona Helena”, ela continuou, usando meu nome pela primeira vez, “você quer chupar minha buceta agora mesmo, né?”

Embora a verdade fosse sim, respondi como uma mulher decente deveria: “Larissa, isso é ridículo.”

O sorriso dela sumiu. Ela suspirou: “Helena, essa tentativa fraquinha de negar é que é ridícula. Você é uma vadia submissa chupadora de buceta que tá louca pela minha buceta desde que viu seu filho arrombando meu cu.”

Pra ser honesta, eu tava mais louca por uma foda no cu do meu filho, mas não ia falar isso de jeito nenhum. Em vez disso disse: “Fiquei só chocada que você leva no cu, você parece uma menina tão boazinha.”

“Então meninas boazinhas não podem levar rola no cu?”, ela questionou.

“É que... eu nunca imaginei você fazendo isso”, falei, me sentindo muito desconfortável. Uma parte de mim queria cair de joelhos e enfiar a cara naquela buceta doce, mas eu sabia que precisava ser a adulta ali.

“Nunca imaginou o quê? Eu levando a rola enorme do seu filho no meu cuzinho?”, ela perguntou sem rodeios, claramente se divertindo com a putaria na minha frente.

“Larissa, chega”, falei firme. “Não gosto desse tipo de linguagem de ninguém, principalmente de uma moça educada como você.”

“Helena”, ela suspirou. “Primeiro, estamos em 2026. Uma mulher pode ser várias coisas ao mesmo tempo. Estudiosa na sala de aula, lésbica chupadora de buceta no banheiro e puta pelos três buracos no quarto, no banheiro dos meninos, no fundo do ônibus voltando do estáfio, na praia... enfim, você entendeu.”

A lista longa fez minha buceta melar na calcinha. Balancei a cabeça e disse: “Bom, as coisas mudaram mesmo.”

“Você nunca foi arrombada por vários numa noite?”, Larissa perguntou.

Verdade era que, numa noite bêbada no primeiro ano da faculdade, fiquei com mais de 1 cara, mas só me foderam na boca e na buceta. Embora eu adorasse levar no cu, nunca tinha sido dupla penetração de verdade, só pau num buraco e brinquedo no outro.

Ela riu quando não respondi. “Tá viajando nas lembranças, né?”

“O quê? Sim, bom... talvez as coisas não sejam tão diferentes agora do que eram antes”, ri, tentando disfarçar.

“Então você já foi uma vadia safada antes?”, ela perguntou, enquanto enfiava a mão por baixo da minha saia e tocava minha calcinha já molhada.

“Suponho que sim”, respondi com um gemido... sem querer admitir meu passado, mas também sem tirar a mão dela como deveria.

“Sua buceta tá molhada de novo, Helena”, ela apontou, enfiando os dedos dentro da calcinha e direto na minha buceta.

Só consegui gemer... impossível negar a prova óbvia. Minha cabeça girava tentando pensar no que dizer em seguida. A real era que eu me sentia com dezenove anos de novo, incapaz de dizer não... igual na faculdade.

“Você era submissa pro seu marido?”, Larissa perguntou, enfiando um dedo na minha buceta fervendo.

“Larissa”, gemi de novo.

“Responde a pergunta”, ela ordenou, batendo no meu ponto G.

“Aaaaahhh”, gemi, as pernas fraquejando.

Ela tirou o dedo e me empurrou pro chão: “Você fica bem natural de joelhos, Helena. Última vez: você era submissa pro seu marido?”

Estranhamente, meu primeiro sentimento quando o dedo saiu foi decepção. O segundo foi um desejo irresistível de obedecer. Não explicava, mas olhando pra Larissa eu via a Jéssica, minha mestra de anos atrás. Respondi: “Sim.”

“E levava no cu?”

“Sim”, admiti, vergonha e tesão se misturando dentro de mim.

“E já chupou buceta antes?”

“Sim”, repeti, feito um papagaio submisso.

“E quer chupar a minha agora?”

“Sim”, assenti, os lábios rosados e brilhantes dela me chamando.

“Pra deixar bem claro”, Larissa disse, levando os dedos pra buceta e enfiando dois lá dentro. “Você quer lamber a buceta da namorada do seu filho?”

Não gostei do lembrete do meu filho, na hora pensei na rola dele socando nela ontem. O lembrete trouxe culpa imediata por estar fazendo isso com a namorada dele... mesmo ela sendo a agressora e claramente adorando.

“Responde, Helena”, ela exigiu, tirando os dedos melados da buceta e levando pros meus lábios.

Queria fingir que protestei, que hesitei, mas abri a boca e chupei os dois dedos como se fosse rola, saboreando o doce da buceta dela com vontade.

“Seu filho também adora chupar minha buceta”, Larissa anunciou, antes de completar: “mas ele não tem a paciência de uma mulher.”

Ela tirou os dedos e perguntou: “Quer provar direto da fonte?”

“Sim”, assenti.

“E como uma mamãe puta e submissa chama quem manda nela?”, Larissa perguntou, segurando minha cabeça e guiando bem na frente da buceta dela.

“Mestra”, respondi sem pensar, igual na faculdade, encarando a buceta dela como se fosse uma obra de arte.

“Então é isso que eu sou?”, ela perguntou, abrindo os lábios da buceta com os dedos.

Querendo provar ela de novo, querendo ser submissa dela, querendo resgatar uma parte da minha sexualidade que enterrei há anos, respondi: “Sim, Mestra Larissa, como posso servi-la?”

“Você entende que eu posso ser uma mestra bem exigente”, ela continuou, enfiando o dedo de novo na buceta.

“Sim, Mestra”, assenti, completamente hipnotizada, vendo o dedo entrar e sair, a boca enchendo d’água.

“Vai obedecer sem hesitar?”

“Sim, Mestra Larissa”, assenti, sem tirar os olhos do movimento.

“Qualquer coisa?”

“Sim, Mestra”, respondi, e naquele momento era exatamente o que eu sentia.

Larissa virou de costas, empinou o rabo e ordenou: “Chupa meu cu, mãe do Lucas.”

Eu queria provar a buceta dela.

Queria que a gozada dela escorresse como vinho nos meus lábios.

Obedeci na hora, enfiei a cara bem no meio da bunda gostosa dela e comecei a lamber o cuzinho apertadinho e franzido.

“Boa, vadia”, Larissa disse depois de uns segundos, enquanto eu girava a língua no salgado do suor ao redor do anel, completamente rendida à humilhação da tarefa.

“Obrigada, Mestra”, respondi baixinho, a voz abafada contra a pele quente.

“Você é mais submissa do que eu imaginava”, ela riu baixinho, enquanto eu continuava devorando o cu dela, querendo mostrar o quanto eu podia ser uma boa putinha obediente.

“Eu disse qualquer coisa”, lembrei, reforçando minha entrega total.

“Vou cobrar isso direitinho, dona Helena”, ela respondeu.

“Sim, Mestra.”

Depois de uns minutos lambendo e chupinhando o cuzinho dela com devoção, Larissa gemeu um pouco e mandou: “Enfia essa língua bem fundo no meu cu, sua chupadora de cu safada do caralho.”

Obedeci sem pestanejar, enfiei a cara inteira entre as nádegas firmes e quentes da Larissa, sentindo o cheiro forte e íntimo da pele suada, um cheiro doce e safado que me deixava zonza. Minha língua tocou primeiro a pele macia ao redor do cuzinho franzido, lambendo devagar o salgado do suor acumulado na dobra, sentindo a textura ligeiramente rugosa do anel apertado pulsando contra a ponta da minha língua. Era humilhante pra caralho, mas exatamente por isso meu tesão só aumentava; eu tava ali, de joelhos no chão da sala, mãe de família respeitável, lambendo o cu da namoradinha do meu filho como se fosse a coisa mais natural do mundo.

“Boa, vadia... lambe direitinho esse cuzinho que seu filho arrombou ontem a noit”, Larissa murmurou com voz baixa e provocante, empinando mais o rabo pra me facilitar o acesso. “Sente o gostinho da porra dele ainda lá dentro? É isso que você merece, sua mamãe-puta.”

“Obrigada, Mestra”, respondi com a voz abafada contra a carne quente, a língua girando em círculos lentos e obedientes ao redor do anel, sentindo ele se contrair e relaxar a cada passada.

Ela deu uma risadinha baixa, cruel e satisfeita. “Você é mais submissa do que eu imaginava, dona Helena. Olha só pra você... de quatro, cara enfiada no meu cu, lambendo como uma cadelinha no cio. Aposto que sua buceta tá pingando no chão só de pensar que é o cu que o Lucas fodeu que você tá limpando agora.”

“Eu disse qualquer coisa...”, lembrei baixinho, a voz tremendo de vergonha e desejo, enquanto enfiava a língua mais fundo, forçando o anel apertado a ceder um pouquinho. O gosto ficou mais intenso: salgado, amargo, com um toque residual de porra seca que grudava na minha língua como um segredo sujo. Meu nariz roçava na pele macia das nádegas, inalando o cheiro cru de sexo recente, suor e excitação feminina.

“Vou cobrar isso direitinho, sua puta velha”, ela prometeu, balançando o quadril de leve pra esfregar o cuzinho na minha boca. “Sim, Mestra”, gemi em resposta, a língua agora pressionando com mais força, entrando uns dois centímetros, sentindo as paredes quentes e macias do reto dela se contraindo ao meu redor.

Depois de minutos lambendo com devoção total, a saliva escorrendo pelo queixo, o rosto todo melado de saliva e suor dela, Larissa soltou um gemido rouco e mandou: “Agora enfia essa língua bem fundo no meu cu, sua chupadora de cu safada do caralho. Quero sentir ela mexendo lá dentro, limpando tudo que seu filho deixou.”

Forcei mais, a língua esticada ao máximo, rompendo o anel apertado até entrar de verdade. O interior era quente, viscoso, o sabor da porra velha misturado com o gosto natural do cu dela me invadindo a boca inteira. Ela começou a se masturbar com força, os dedos passando na buceta molhada enquanto eu comia o rabo dela.

“Aaaaah, porra... isso, não para... enfia mais fundo, lambe o cu que o Lucas abriu...”, ela gemia, o corpo tremendo. “Sente o gosot? É o gosto da porra dele, sua mamãe vadia. Você tá lambendo o lugar onde ele gozou dentro de mim.”

As palavras me incendiaram. Minha buceta queimava de tesão, mesmo com a vergonha tentando me dominar. O corpo tremia todo.

Ela se afastou um pouco e disse: “Puta merda, dona Helena, você é mesmo uma mamãe safada pra caralho.”

“Posso gozar, Mestra?”, perguntei, louca de tesão, morrendo de vontade.

“Vai em frente”, ela assentiu, sentando na beirada do sofá e esticando a perna. “Vem se esfregar na minha perna, vai.”

“Sim, Mestra”, obedeci rapidinho, me arrastando até ela. Mesmo sabendo que a tarefa era pra me humilhar mais ainda.

“Aaaaah, isso”, ela riu. “Você é mesmo uma putinha nojenta.”

“Sua putinha... sou sua vadia, Mestra...”, gemi, rebolando com mais força, a buceta escorregando na meia fina, o clitóris latejando a cada passada.

“Ah, é? Você vai ser bem mais que só minha putinha”, ela sussurrou no meu ouvido, voz carregada de promessas sujas. “Pretendo te transformar na maior MILF vadia dessa porra toda.”

“O que... o que você pretende fazer?”, perguntei ofegante, curiosa e louca, rebolando agressivamente enquanto o gozo subia como uma onda.

“Te dividir com todas as meninas... deixar elas sentarem na sua cara uma depois da outra depois da aula...”, ela começou.

“Aaaaah, sim...”, gemi alto, imaginando aquelas gostosas que eu via no quando ia buscar o Lucas as vezes.

“Te botar numa festinha com um groly hole na parede pra você mamar rola atrás de rola dos caras sem ninguém saber que é a mãe do Lucas chupando tudo.”

“Porra, caralho, simmmm...”, balbuciei, a imagem de rolas jovens e grossas enchendo minha boca me levando ao limite.

“Ou quem sabe te botar pra levar triplo... pau no cu, na buceta e na boca ao mesmo tempo... tipo a vadia suja e desesperada que você quer ser.”

“Siiiiimmm caralhoooo!”, gritei, o orgasmo explodindo em mim de forma humilhante, a buceta contraindo forte enquanto eu gozava escarranchada na perna dela, o mel escorrendo, pingando no chão. “Me faz sua puta completa, Mestra!”

De repente ela me empurrou com força pro chão, o corpo ainda tremendo de gozo, e rosnou: “Eu te dei permissão pra gozar, sua puta desobediente?”

“N-n-não...”, gaguejei, chocada, o corpo convulsionando no chão enquanto a gozada ainda jorrava em espasmos.

“Não o quê?”, ela exigiu, ficando de pé e me olhando de cima como se eu fosse lixo.

“Não, Mestra...”, respondi fraquinho, lágrimas de vergonha e tesão nos olhos.

“Você vai ser punida por essa desobediência, sua cadelinha safada. E vai ser punida feio.”

Queria argumentar que ela tinha liberado quando mandou eu me esfregar, mas sabia que sub não corrige mestra. “Sim, Mestra...”

“Tchau, vadia”, ela disse friamente, virando as costas e batendo a porta com força.

“Tchau, Mestra...”, murmurei sozinha, ainda deitada no chão, o corpo mole, a buceta latejando, o rosto melado de saliva, porra e lágrimas.

Fiquei ali parada por longos minutos.

Vergonha queimando a pele.

Tesão latejando entre as pernas.

Culpa apertando o peito.

Euforia misturada com nojo de mim mesma.

Mortificação total.

Delírio absoluto.

Quando o orgasmo finalmente se dissipou, deixando só tremores leves e um vazio suado, meu coração despencou no estômago.

Que porra eu tinha feito?


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Comentários


foto perfil usuario jow36

jow36 Comentou em 03/03/2026

Uma subimissa espetacular e cheia de perguntas na mente uau

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 03/03/2026

Totalmente alucinante




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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Como a namorada do meu filho comeu meu cu - Parte 3

Codigo do conto:
256059

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/03/2026

Quant.de Votos:
5

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