Tinha recebido uma ligação surpresa no almoço marcando uma visita às 15h numa casa vazia no Brooklin. Cheguei cedo, estacionei o carro na rua arborizada e fiquei esperando uns minutos, o ar-condicionado ligado no máximo pra tentar esfriar o calor que subia do meu corpo só de lembrar da Larissa.
Quando um carro parou atrás do meu, saí e fui ao encontro do cliente. Congelei no meio da calçada: uma garota desceu vestindo o uniforme do colégio do Lucas , exatamente o mesmo que a Larissa usava mais cedo.
Suspirei fundo, tentando manter o profissionalismo, e perguntei: “Você veio ver a casa?”
A morena de cabelo liso e olhos afiados parou na minha frente e disse sem rodeios: “Vim pra você comer minha buceta dentro da casa.”
“Como é que é?”, soltei, o ar fugindo dos pulmões.
Ela revirou os olhos dramaticamente: “Sua punição por gozar sem permissão é me chupar nessa casa que você tá mostrando.”
“Não posso fazer isso”, protestei, horrorizada com a ideia de transar no trabalho.
Ela suspirou mais alto ainda, cruzando os braços: “Anda logo, pet da Larissa. Preciso voltar pro colégio tô matando aula por sua causa.”
“Por favor, eu...”, comecei, mas ela me cortou.
“Quer que eu ligue pra Larissa?”
“Não!”, respondi rápido demais, o medo de mais punições me acertando como um soco.
A casa tava completamente vazia, sem vizinhos bisbilhoteiros à vista, sem risco de ser pega. Mas mesmo assim...
“E me disseram que você adora bucetinha nova”, ela completou com um sorrisinho safado.
Fechei os olhos por um segundo, envergonhada. Mentiria se dissesse que a ideia de enfiar a cara na buceta daquela garota linda não me deixou com água na boca. O problema era minha imagem, meu emprego, minha vida.
“Quer mesmo?”, ela insistiu quando eu fiquei quieta. “Quer comer minha buceta, mãe do Lucas?”
Ouvir o nome do meu filho na boca dela tornou tudo mais arriscado, mais proibido, mais excitante de um jeito doentio. Sussurrei: “Quero.”
“Como é?”
“Quero”, falei mais alto.
“Quero o quê?”
“Quero lamber sua buceta.”
“Minha buceta?”
Suspirei, dizendo as palavras cruas me deixando ainda mais molhada: “Sim, quero comer sua buceta.”
“Então vamo.”
Dois minutos depois, a garota quem eu nem sabia o nome pulou em cima da bancada da cozinha, por sorte fora da vista de qualquer janela, e abriu as pernas devagar. A saia subiu revelando que ela não usava calcinha por baixo, os lábios rosados já brilhando de tesão, o clitóris inchadinho despontando.
“Vem lamber”, ordenou, puxando minha cabeça pela nuca.
Minha boca encheu d’água na hora. A lambidinha rápida na Larissa ontem tinha acordado um lado meu que eu enterrei há décadas: a bi submissa que vivia pra agradar bucetas na faculdade. Um lado que eu não conseguia mais controlar.
Sem dizer nada, me aproximei devagar, o coração martelando no peito como se fosse explodir. A bancada da cozinha era alta demais pra eu ficar de joelhos no chão frio de porcelanato, teria que me curvar como uma cadela obediente, o pescoço já protestando antes mesmo de começar. Apoiei as mãos na borda gelada da pedra granito pra me equilibrar, inclinei o tronco pra frente e trouxe o rosto bem perto daquela bucetinha exposta. O calor que subia dali me acertou primeiro: um vapor quente, úmido, carregado de tesão adolescente. O cheiro me invadiu as narinas como um soco, suor fresco, misturado com o aroma forte e doce-ácido de excitação pura, aquele cheiro de buceta jovem que eu não sentia há décadas. Era exatamente igual ao das minhas colegas de faculdade: salgado, animal, viciante pra caralho. Meu nariz roçou de leve nos pelinhos curtos e aparados, sentindo a textura macia e áspera ao mesmo tempo, enquanto minha boca enchia d’água involuntariamente.
Estiquei a língua devagar, quase tremendo, e dei a primeira lambida longa da entrada melada até o clitóris já inchado e vermelho. O gosto explodiu na minha língua: salgado no começo, depois doce como mel de cana misturado com um toque azedinho de excitação acumulada. Os lábios grandes dela eram macios, quentes, escorregadios de mel que grudava na minha língua e escorria pelo queixo. Passei a língua de novo, mais devagar dessa vez, sentindo cada dobrinha se abrir sob a pressão, os pelinhos roçando na ponta do meu nariz, o clitóris pulsando contra a minha língua como se tivesse vida própria. Meu pescoço doía pra cacete na posição curvada, as costas tensionadas, mas eu não conseguia parar, era como se meu corpo inteiro tivesse sido reprogramado pra servir.
“Isso, escrava da Larissa... toma sua punição direitinho”, ela murmurou com voz manhosa e cruel, abrindo mais as pernas pra me dar acesso total. “Embora eu ache que isso tá parecendo bem mais uma recompensa pra você, sua safada. Olha só como você tá babando na minha bucetinha... que delicia, hein? Uma corretora de imóveis respeitável de joelhos, cara enfiada na buceta de uma amiga do seu filho.”
Ela tava certa pra caralho. A punição era me humilhar no meio do meu trabalho, com risco de perder tudo se alguém aparecesse, mas agora, ali entre as coxas firmes dela, com o cheiro e o gosto me dominando, eu tratava aquilo como o maior presente da vida. Lambia com fome desesperada, língua achatada varrendo os lábios grandes de baixo pra cima, coletando todo o mel que escorria, depois focando no clitóris inchado. Circulava devagar ao redor dele, sentindo ele pulsar e crescer mais sob a minha língua, depois sugava com força, puxando o botõezinho pra dentro da boca e chupando como se fosse um pau pequeno. O som era obsceno: molhado da minha saliva misturada com o mel dela, meus gemidos abafados contra a carne quente, os suspiros dela ficando mais altos e roucos.
Queria fazer ela gozar rápido, queria sentir aquela inundação quente e grossa que a Larissa me negou ontem com só uma lambidinha de provocação e hoje me obrigando a chupar cu em vez de buceta. Minha própria buceta latejava dentro da calcinha encharcada, o clitóris roçando no tecido toda vez que eu me mexia, mas eu não ousava tocar sabia que não tinha permissão. Era só sofrimento e tesão misturados, o corpo tremendo de vontade enquanto eu servia.
“Que MILF gulosa do caralho...”, ela ronronou, enfiando os dedos no meu cabelo com mais força e puxando minha cabeça pra trás só o suficiente pra me fazer olhar pra cima, pro rosto dela corado e safado. “Tá louca pra beber meu melzinho, né? Tá sentindo o gosto da bucetinha que o Lucas pode comer qualquer dia desses? Aposto que você imagina ele metendo nessa mesma buceta que você tá limpando agora... sua mamãe tarada.”
As palavras me acertaram como tapas quentes. Soltei um gemido longo e abafado contra a buceta dela, a língua voltando a trabalhar com mais desespero. Lambi mais fundo, enfiando a ponta na entrada apertada, sentindo as paredes internas se contraírem ao meu redor, quentes e viscosas. O mel escorria pelo meu queixo, pingava no chão da cozinha vazia, molhava a gola da minha blusa.
Eu Precisava agradar, precisava fazer ela gozar, precisava daquele gosto que não sentia há vinte anos.
“O Lucas sabe que a mamãe dele é uma chupadora de buceta safada?”
Rezei pra que não. Olhei pra cima, olhos marejados de tesão: “Espero que não.”
“Guardo seu segredinho”, ela prometeu, antes de completar: “mas vou usar essa língua gostosa de vez em quando, tá?”
“Sim, senhora”, concordei sem pensar, voltando a enterrar a cara na buceta dela.
A posição era desconfortável pra caralho, pescoço doendo, costas curvadas —, mas os gemidos dela foram aumentando, o quadril rebolando contra minha boca. Eu lambia mais rápido, língua entrando na entrada apertada, depois voltando pro clitóris, chupando com força enquanto sentia o mel dela escorrendo pelo meu queixo.
“Quer minha gozada, sua MILF chupadora de buceta?”
“Quero”, gemi contra a carne quente, morrendo de vontade.
“Implora, mãe do Lucas.”
“Aaaah, por favor, senhora... me deixa provar sua gozada doce... usa minha língua e minha cara pro seu prazer, por favor...”, implorei, lambendo sem parar, sentindo ela tremer.
“Senhora... gostei disso”, ela riu.
De repente agarrou minha nuca com as duas mãos e puxou minha cara com força contra a buceta, rebolando bruto. Eu continuei lambendo, sentindo o mel escorrendo pelo meu rosto, nariz, queixo. Mais umas lambidas rápidas e ela explodiu: um jorro quente e grosso de gozo espirrou na minha boca, nos lábios, no rosto inteiro. Engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo pescoço, molhando a gola da blusa.
Era como um batismo. Eu tava viciada de novo: viciada em buceta, em agradar, em gozo de mulher.
“Continua lambendo, mãe do Lucas”, ela mandou, ainda ofegante.
Obedeci, língua lenta agora, limpando cada gota, sugando os lábios melados, sentindo o gosto celestial que eu tinha esquecido. Doce, salgado, ácido, viciante. Terminei lambendo devagar, extraindo o último restinho enquanto ela tremia de leve.
Quando soltou minha cabeça, disse: “Puta merda... você é melhor que as nerdinhas que me chupam de vez enquando.”
Fiquei estranhamente lisonjeada. Levantei, rosto todo brilhando de gozo dela, e falei: “Obrigada, senhora.”
“Me dá seu celular.”
Fui na bolsa, peguei o telefone e entreguei.
Ela digitou algo rápido e devolveu. O celular dela vibrou. Olhei na tela: tinha mandado uma mensagem pra ela mesma. “Me manda mensagem sempre que quiser sua buceta servida.”
Meu rosto pegou fogo. Aquilo era mais perigoso que o que eu tinha acabado de fazer.
“Tá tudo bem, mãe do Lucas. Seu segredo fica comigo... desde que você seja obediente.”
“Sim, senhora”, assenti, ainda no modo submissa total.
Ela pulou da bancada, rindo: “Senhora... adorei.”
Saiu andando e me deixou lá, mais uma vez, lidando com as consequências da minha fraqueza.
Caralho! Isso tava saindo completamente do controle.