A noite já tinha caído fazia tempo, a rua quieta lá fora, só o barulho distante de um carro passando. Renato mandou a mensagem rápida e estacionou a moto na frente da casa da Ana. O coração dele batia forte, o pau já meia bomba só de pensar nela sozinha. Apertou a campainha, o som ecoando baixo. - Tudo bem irmã – digitou ele antes, mas agora falava ao vivo. - Você tá em casa? Ana respondeu em áudio, sentada no sofá, a voz saindo quase rouca já demonstrando desejo. - Tô sim. - Tá sozinha? - Sim. - O marido vai chegar logo? - Não. Não. Renato sorriu no escuro. - Maninha, tô chegando então. - Pode vim. - Agora a madame não quer se fazer de difícil não né? kk. Ana riu baixinho lá de dentro. - Já fiz muito de manhã. - Safada. Ele empurrou a porta devagar e entrou. Trancou atrás de si com um clique suave. Ali estava ela, sentada no sofá da sala, pernas cruzadas, vestidinho leve de algodão subindo nas coxas grossas, assistindo TV com o volume baixo. O cabelo solto, o cheiro de banho recente invadindo o ar – sabonete de baunilha misturado com aquele perfume doce que deixava Renato louco. Ana olhou pra porta e sorriu. - Mas já amor, chegou depressa hein. Renato sentou no sofá ao lado dela, o corpo quente colando no dela. Começou a acariciar os cabelos macios, enrolando os fios nos dedos. - Quando se trata de você, largo o que tiver fazendo pra vim ao seu encontro, vida. - Que rápido. - Tava por perto também rsr. Tá cheirosa hein, tomou banho agora a pouco foi? - Foi, sentiu? - Sim sim. Do jeitinho que o maninho gosta. Ele afundou o nariz no pescoço dela, cheirando fundo, inalando aquele aroma fresco enquanto a outra mão alisava as coxas macias, subindo devagar. - Cheira mais. - Gosta do meu carinho né? Renato cheirou mais, o nariz roçando a pele quente, sentindo o perfume gostoso invadir os pulmões. - Amo esse carinho gostoso. - E eu amo essa irmãzinha gostosa. Ana alisou o pescoço dele, puxando a cabeça mais pra perto, fazendo ele cheirar ainda mais fundo. Renato continuou cheirando, uma mão no cabelo, a outra na coxa, subindo mais. Começou a beijar o pescoço devagar, lábios quentes traçando a pele, língua dando lambidinhas leves. - Que irmão mais carinhoso meu Deus. - E sou todo seu. Ana interrompeu os beijos no pescoço, virou o rosto e colou a boca na dele. - Vou ter que atrapalhar esses beijos no pescoço, pra uns beijos nessa boca. - Não resistiu né? rsrs. Beija vai, beija que minha boquinha é somente e toda sua. Ana sorriu e foi beijando devagar, lábios macios colando, depois abrindo. A língua dela entrou na boca dele, enrolando na dele num beijo molhado e lento. Renato retribuiu, a língua entrando na boquinha quente dela, enquanto as mãos levantavam o vestidinho e seguravam o elástico da calcinha. Beijando sem parar, mordendo os lábios carnudos, puxando a calcinha devagar pra baixo. Ana tirou a calcinha sozinha, jogando pro lado, e subiu pro colo dele, as pernas abrindo em volta da cintura. Renato segurou a bunda redonda com as duas mãos, apertando firme enquanto não parava de beijar, o pau duro dentro da calça roçando na buceta já molhada. - Meu Deus, por que eu sinto tanto tesão na minha irmã assim? Ana tirou a camisa dele, sorrindo entre os beijos. - Por que hein? - Essa irmã gostosa me seduziu e hoje estou aqui, viciado nela. Sempre fui, ninguém mandou eu ter sido criado perto de duas mulheres gostosas em casa. - Eu até prefiro. - Prefere o que, amor? - Você todo safado. - Hum por que será hein? Renato subiu a mão entre as coxas, pegou direto na bucetinha raspadinha e quente. Os dedos sentiram o grelinho já durinho, inchado, pulsando. Começou a alisar ele devagar, círculos lentos, sentindo o mel escorrer. Ana passou a língua no pescoço dele e chupou forte, deixando marca. - Você é tão safada quanto eu, maninha. Renato acelerou, batendo siririca no grelinho bem mais rápido, apertando o botãozinho inchado enquanto curtia as chupadas no pescoço. Ana gemeu no pescoço dele, mordendo mais forte. - Isso, isso putinha. Ele não aguentou, enfiou o dedo grosso na bucetinha quente e apertada. - Essa bucetinha é de quem, hein? - Do meu irmão. Renato tirou o dedo e enfiou de volta, rapidinho, metendo e tirando sem parar. - Toma toma. - Aiii caralho, minha buceta. Ele pegou ela no colo, carregando pelo corredor até o quarto principal, o quarto onde ela dormia com o marido toda noite. Deitou Ana na cama toda abertinha, pernas abertas, buceta brilhando de mel. - Você gosta desse quarto hein? - É que gosto de te comer na mesma cama que você dorme com o corno. Deu um tapa bem forte na bucetinha, o som molhado ecoando no quarto escuro. Ana gemeu alto. Deu outro tapa bem em cima do grelinho inchado. - Aiiiii, amo você falando assim. - Eu sei disso, sua putinha. Ele é corno mesmo, pois ninguém manda ele não comer direito essa delícia aqui. Falando isso, enfiou dois dedos na bucetinha, metendo e tirando rápido. - É, tem que ensinar. - Mas não tem problema não, enquanto seu irmão estiver aqui você nunca vai passar necessidade. - Ainda vai fazer a irmã deixar a cama toda molhada. Renato meteu e tirou os dedinhos na xaninha gulosa, fazendo barulho molhado. - A intenção é essa, sua gostosa. E quando o corno perguntar, o que tu vai responder? - Derrubei água. - Ele vai sentir cheiro de buceta, né princesa? - Faço questão de molhar com água mesmo. - Haha safada. Por isso que te amo, você sempre tem uma solução pra tudo, até pras nossas sacanagens. Ana sorriu safada. - Vamos até o lado que ele dorme. - Que danada. Fica de quatro lá, fica. Ana virou de quatro na cama, cabeça encostada no travesseiro do marido, bunda empinada alta, buceta e cu piscando expostos. Renato deu um tapa bem forte na bunda, fazendo a carne estalar e ficar vermelha. - Nossa, que visão maravilhosa desse rabo gostoso todo empinadinho hein. O que eu faço? - Tem que comer bem. Ele tirou a calça e a cueca, a pica grossa e longa pulando pra fora, veias marcadas, cabeça vermelha babando pré-gozo grosso. Segurou a base e bateu a cabeça da pica na bucetinha molhada, roçando devagar. - Olha essa pica latejando pra você, maninha. Tá vendo como ela fica dura só de ver essa buceta casada na cama do corno? Enfiou devagar, centímetro por centímetro, sentindo a buceta apertar e sugar a pica inteira até as bolas. - Aaaahhh… que xota gulosa… tá me engolindo inteiro… porra, mais apertada que nunca! Começou a meter forte, as bolas batendo na bunda, o barulho molhado enchendo o quarto. Uma mão segurando a cintura, a outra descendo pra esfregar o grelinho rápido. Ana gemia no travesseiro do marido. - Mete mais fundo, irmão… rasga minha buceta na cama dele… sou sua puta… fode enquanto ele não tá… Renato acelerou, metendo bruto, o suor escorrendo do peito dele pro corpo dela. - Vou encher essa buceta de porra quente bem aqui no lado dele… você quer, putinha? - Quero, Renato… goza dentro… me enche toda… ai, caralho, não para, não para de bombar..... tô gozando forte na sua pica! Ana gozou apertando a pica, mel jorrando pelas coxas, molhando o lençol do marido. Renato não parou, jorrou forte, jatos grossos de porra quente enchendo o útero, transbordando e escorrendo. Tirou a pica suja, deu um tapa na bunda de novo. - Agora abre esse cu pra mim. Quero comer os dois buracos na cama dele. Ana segurou as nádegas com as duas mãos, abrindo, fazendo o cuzinho piscar alucinante. Renato enlouqueceu com a visão, cuspiu no cuzinho apertado, pressionou a cabeça da pica e entrou devagar, sentindo o anel piscar e apertar. - Ai, porra, aii caralho… tá rasgando forte meu cu… mas que delícia… mete tudo, irmão… fode meu cu no travesseiro do corno! Ele meteu fundo, devagar no começo, depois acelerou, uma mão no grelinho esfregando, a outra tapando a boca dela pra abafar os gritos. O suor dos dois misturava, o quarto cheirando a sexo proibido, lençol molhado de mel e porra. - Que cu guloso… tá me sugando… vou encher ele de porra também! Renato gozando novamente, jatos quentes no fundo do cu. Ana virou, chupou a pica suja de porra e mel, limpando tudo com a língua gulosa. - Adoro o gosto da nossa mistura… -Agora senta na minha cara, quero sugar essa buceta e esse cu melados. Eles continuaram por mais de uma hora: Ana sentando na pica rebolando no lado da cama do marido, Renato comendo de frente olhando nos olhos, sussurrando sacanagem no ouvido dela. - Você é vai ser sempre minha cachorrinha, Ana. Toda vez que o corno sair, eu vou fazer o possível pra vim comer essa buceta e esse cu na cama dele. - Entendi, irmão… sou sua vadiazinha, você sabe… minha buceta e meu cu estarão sempre aqui pra quando você quiser vim me comer gostoso… No final, os dois exaustos, corpos colados no lençol molhado, porra escorrendo da buceta e do cu, cheiro de sexo no ar. Renato beijou a testa dela, o pau ainda latejando. - Agora eu preciso ir, irmã… mas amanhã vou fazer o possível pra voltar, pois não consigo parar de pensar em você e nessa xota gostosa que já tá viciada na minha pica, né? Ana sorriu, já sentindo o mel escorrer de novo só de pensar. - Você é sempre bem vindo, irmão… pra trazer sempre mais porra pra mim. O corno nunca vai descobrir que a esposa dele goza mais com o irmão do que com ele. Ele saiu pela porta, a noite escura engolindo a moto, deixando Ana sozinha na cama do marido, o corpo marcado, a buceta e o cu latejando de saudade, o lençol todo melado pra ela “derrubar água” depois.
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