Sucumbindo as provocações de meu filho!

Eu, Samantha, 42 anos, cheguei em casa do trabalho mais cedo naquela noite quente de verão. A casa pequena na beira do lago estava quieta, só o barulho distante do meu marido no quintal raspando o píer e abrindo espaço pro jardim da primavera. Tirei a blusa social suada, o sutiã apertado que marcava meus peitos cheios, e fiquei só de saia curta e calcinha fina. Meu corpo ainda quente do dia de escritório, os mamilos já meio duros só de roçar no tecido. Foi aí que ouvi o carro do Ramon estacionando. Meu filho de 20 anos, voltando da faculdade depois de meses sumido entre treinos de luta livre e festas que eu nem queria imaginar. Fazia tempo que ele não pisava aqui, e só de ouvir o motor meu coração já deu um salto estranho.
Antes do jantar, meu marido e o Ramon começaram aquela briga de luta livre de sempre, rolando no gramado como dois animais. Eu assistia da varanda, rindo, mas o Ramon virou pra mim de repente e falou - Ei mãe, e aí? Quer um 1v1 comigo? Não se assuste não, seus joelhos ainda são jovens. Eu ri, mas aceitei. Que merda eu fiz. Começamos no chão, eu tentando imobilizar ele com as pernas, mas o corpo dele era puro músculo de academia e ringue. Nossas coxas se enroscaram, meu peito roçando no dele, e de repente eu senti. A pica do meu filho começando a endurecer contra minha coxa esquerda. Grossa, quente, pulsando por baixo do short de moletom fino. Meu Deus, eu tentei ignorar, desviei o quadril, mas ele me dominou rápido. Me prendeu no chão com as mãos fortes segurando meus pulsos acima da cabeça. O sorriso dele era de vitória pura, mas os olhos tinham algo mais. A protuberância na calça dele pressionava bem no meio das minhas pernas agora, roçando minha buceta por cima da calcinha. Meu coração acelerou pra caralho, a respiração curta. Eu sentia o calor da pica dele crescendo, inchando, e uma umidade traiçoeira começando a molhar meu tecido. - Tá rendida, mãe? - ele provocou, o hálito quente no meu pescoço. Eu só consegui gemer baixinho e acenar com a cabeça, mas por dentro eu tava pegando fogo.
Depois do jantar, que foi rápido e cheio de olhares disfarçados, eu saí pra trilha ao redor da casa. Liguei os aspersores, joguei ração pros gatos que rondavam o lago. A noite estava úmida, o ar cheirando a grama molhada e madeira velha do píer. Foi aí que vi a janela do quarto do Ramon aberta, a luz amarela vazando pra fora. Antes que eu pensasse duas vezes, me aproximei na ponta dos pés e espiei pelas persianas entreabertas. Meu filho estava lá, pelado depois do banho, secando o corpo com a toalha. Pela primeira vez desde que ele era criança eu vi aquilo tudo. A pica dele pendurada pesada entre as pernas grossas, mesmo mole era comprida pra caralho, uns 20 centímetros fáceis, e grossa como meu pulso. A cabeça rosada brilhando, veias saltadas, bolas cheias e pesadas balançando. Ele tinha confiança pra caralho, parou na frente do espelho, deu uma mexida leve na rola e ela começou a subir devagar, endurecendo só de ele se olhar. Meu cu apertou de tesão na hora, a buceta latejando. Corri pra dentro da casa sem calcinha – eu tinha tirado ela molhada lá fora sem perceber –, o coração na boca.
A porta do quarto dele se abriu de repente e lá estava o Ramon, só de short folgado, olhando direto pra mim no corredor. Eu engasguei, as palavras saindo atrapalhadas. - Filho... quanto tempo você vai ficar antes de voltar pra faculdade? - perguntei, tentando disfarçar o rubor. Ele sorriu aquele sorriso safado de novo, encostando no batente. - Duas semanas inteiras, mãe. Tempo pra gente recuperar o atraso, né? - A voz dele era baixa, rouca. Eu virei pra pia da cozinha fingindo lavar uma louça, mas o reflexo na janela da cozinha me traiu: meus mamilos estavam duros pra caralho, perfurando a camiseta fina de algodão, duas pontas evidentes como se pedissem pra serem chupadas. Ele viu. Eu sei que ele viu. Meu filho saiu pra noite, dizendo que ia dar uma volta no lago, mas eu rastejei pra cama logo depois.
Deitada no escuro, os lençóis frios roçando minha pele quente, eu não conseguia parar de pensar. Meus mamilos sensíveis, latejando. A buceta molhada, inchada. Fechei os olhos e revivi a luta: o peso dele em cima de mim, a pica dura roçando minha coxa, depois minha buceta. Minha mão desceu sozinha, dedos abrindo os lábios da minha buceta já encharcada. - Porra... a pica do Ramon... tão grossa... - sussurrei pra mim mesma. Toquei o grelinho inchado, circulando devagar no começo, depois mais rápido. Imaginava ele me prendendo de novo, mas dessa vez sem roupa, a cabeça da pica dele forçando minha entrada, abrindo minha buceta madura de 42 anos. Enfiei dois dedos fundo, gemendo baixinho, o cu piscando de vontade. Gozei forte, o corpo tremendo, pensando na porra dele enchendo minha buceta. Mas isso era só o começo.
No dia seguinte, o passeio de barco com os vizinhos já estava marcado. Acordei cedo, o sol batendo na janela. Escolhi o biquíni vermelho que mal cobria nada – o de cima apertado, sustentando meus peitos grandes com os mamilos quase escapando, o de baixo um triângulo minúsculo que mal escondia minha buceta raspadinha. O tecido fino marcava tudo. Meu marido ia no outro barco com os vizinhos, mas eu e o Ramon ficamos no nosso, remando pro meio do lago. A água calma, o vento quente. Os vizinhos riam ao longe, mas eu só sentia o olhar do meu filho queimando minha pele. Ele remava sem camisa, músculos brilhando de suor, o short de banho folgado deixando a pica dele balançar visível toda vez que ele se mexia.
- Mãe, esse biquíni tá te deixando gostosa pra caralho hoje - ele soltou de repente, baixo, só pra mim. Eu corei, mas meu grelinho pulsou. - Cala a boca e me respeita, Ramon, os vizinhos vão ouvir. - respondi, mas ri. A gente parou numa enseada escondida pros vizinhos não verem. Ele mergulhou, depois me puxou pra água. Nossos corpos se encostaram debaixo d’água. A pica dele, já meia dura, roçou minha coxa de novo. - Tá sentindo, mãe? É a mesma da luta de ontem... só que agora sem roupa no meio. - ele sussurrou no meu ouvido, a mão descendo pra apertar minha bunda por baixo da água. Meu cu apertou na mão dele. - Filho... isso é loucura... mas eu tô molhada pra caralho desde ontem. - confessei, a voz tremendo.
Ele me virou de costas pra ele na água, uma mão subindo pro meu peito, apertando o mamilo duro por cima do biquíni. A outra mão foi direto pra minha buceta, afastando o tecido molhado e enfiando um dedo grosso. - Porra, mãe, sua buceta tá encharcada... apertadinha ainda... - ele gemeu. Eu gemi alto, segurando na borda do barco. Os dedos dele fodiam minha buceta devagar, o polegar roçando meu grelinho inchado. - Quero comer você, mãe... quero enfiar essa pica grossa toda na sua buceta madura. - ele disse, mordendo meu ombro. Eu virei o rosto e beijei ele na boca, língua rolando safada. - Então me fode, filho... me fode agora, aqui mesmo.
Ele me puxou pro barco, me deitou no fundo de madeira quente. Tirou meu biquíni de baixo com os dentes, abriu minhas pernas. A pica dele, agora totalmente dura, latejava na minha frente: cabeça roxa, veias pulsando, pré-gozo escorrendo. - Olha o tamanho, mãe... vai caber tudo na sua buceta gulosa? - ele provocou. Eu abri mais as pernas. - Enfia logo, Ramon... rasga minha buceta com essa pica grossa do caralho. - Ele entrou devagar no começo, a cabeça abrindo meus lábios, depois meteu fundo num golpe só. Eu gritei de prazer, as paredes da minha buceta esticando ao redor dele. Ele começou a foder forte, o barco balançando, a água batendo nas laterais. Cada estocada fazia meus peitos pularem, mamilos duros pedindo boca.
- Tá gostoso, mãe? Tá sentindo o filho te arrombando? - ele perguntava entre gemidos, uma mão no meu grelinho, esfregando rápido. - Sim, porra... fode mais forte... enche minha buceta de porra quente... - eu respondia, cravando as unhas nas costas dele. Ele virou eu de quatro, metendo por trás, a pica batendo fundo no meu cu quase, mas focando na buceta. O som molhado de pele contra pele ecoava. Eu gozei primeiro, esguichando na madeira do barco, o corpo convulsionando. Ele não parou, fodeu mais rápido. - Vou gozar, mãe... toma toda a porra do filho na sua buceta... - e explodiu dentro de mim, jatos quentes enchendo meu útero, escorrendo pelas minhas coxas.
A gente ficou ali, ofegantes, o sol batendo. Depois vestimos as roupas rápido antes dos vizinhos chegarem. Mas eu sabia: aquelas duas semanas iam ser só o começo. Toda noite eu ia querer aquela pica grossa de novo, toda manhã ia acordar com o cu e a buceta latejando de saudade. Meu filho tinha voltado pra casa... e pra dentro de mim.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256889 - Sem limites com minha irmã grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256888 - Incrédula com o que vi! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
256880 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 3! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256821 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 2! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256773 - Primeira vez com a titia! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256766 - Relação amistosa com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256764 - Não consigo resistir a minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256693 - Acordando minha irmã, com minha língua na buceta! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256692 - Tarde quente com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256625 - Fingi que dormia e acabei comendo minha tia! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256612 - Comendo minha irmã no barco! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256607 - Massagem na irmã grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256511 - Mostrando minha bucetinha pro meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256452 - Meu padastro me consolando! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256449 - Obcecado pela minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256440 - Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256436 - Comi minha sobrinha antes dela casar! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256414 - Sendo naturalista com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256413 - Noites com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256402 - Provocando meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256401 - Sem limites com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256389 - Conversa picante com meu tio via whatsapp! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256387 - Meu filho de volta pra casa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256369 - Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho! - Categoria: Incesto - Votos: 11
256329 - Descobri o segredo de minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256326 - Batendo na bunda da priminha! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256322 - Comendo minha irmã, após ve-la pelada no banheiro! - Categoria: Incesto - Votos: 12
256311 - Minha irmã me deixa louco! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256309 - Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256238 - Irmão meteu em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Sucumbindo as provocações de meu filho!

Codigo do conto:
256887

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0