Sem limites com minha irmã grávida!

Eu, Gabriel, 22 anos, não conseguia mais disfarçar. Minha irmã Emille, 30 anos, grávida de seis meses, estava me deixando doido de tesão todo santo dia. A barriga dela redonda e pesada balançava quando ela andava pela casa, os peitos tinham inchado tanto que os mamilos marcavam na blusa fina mesmo sem sutiã, e o cheiro dela, aquele misto de perfume doce com o suor natural de grávida, me fazia ficar de pica dura só de passar perto. A gente sempre foi muito grudado, morava junto desde que nossos pais viajaram pro exterior, e agora com ela sozinha esperando o bebê do ex babaca que sumiu, eu virava o apoio dela em tudo. Mas por dentro eu só pensava em coisas sujas. Queria chupar aqueles peitos cheios de leite, enfiar minha pica grossa na buceta inchada dela e sentir o cu apertadinho piscando enquanto eu metia fundo. Já tinha visto fotos dela de lingerie velha no celular, aquelas que ela esquecia no backup, e achado calcinhas usadas no cesto de roupa suja com aquele cheiro forte de buceta molhada. Isso só piorava tudo.
Todo dia eu acordava com a pica latejando, ia pro banheiro e batia uma punheta pensando nela. Imaginava Emille de quatro, barriga pendurada roçando na cama, gemendo enquanto eu segurava aqueles quadris largos e socava minha pica até o talo na buceta quente e escorregadia. - Porra, mana, sua buceta tá tão inchada e molhada por causa da gravidez que tá sugando minha pica inteira – eu sussurrava pra mim mesmo enquanto o gozo jorrava na pia. Depois limpava tudo rápido, mas o tesão não passava. Eu queria que ela descobrisse. Queria que ela achasse alguma coisa minha e ficasse excitada também. Então comecei a deixar pistas de propósito. Deixei uma cueca boxer toda melada de porra no cesto de roupa dela, bem em cima das calcinhas. Depois deixei o celular aberto na galeria com uma foto minha de pica dura que eu tinha tirado no espelho do banheiro. E o pior, ou melhor, escrevi num caderno que deixei na mesinha da sala uma página inteira de fantasias: “Quero comer a buceta da Emille grávida, lamber o grelinho inchado dela até ela gozar jorrando leite dos peitos enquanto eu meto no cu dela.”
Aí veio o dia que mudou tudo. Era uma tarde quente de domingo, eu tava na academia da sala suando, só de short, pica semi dura marcando porque tinha acabado de pensar nela tomando banho. Emille desceu do quarto com aquela camisola fina que mal cobria a barriga enorme, os peitos balançando livres, mamilos escuros visíveis. Ela parou na frente da mesinha, pegou o caderno e começou a ler. Eu fingi que não vi, mas meu coração batia forte e minha pica começou a inchar no short. Vi o rosto dela corar, os olhos arregalarem, mas em vez de raiva ela mordeu o lábio inferior e apertou as coxas uma na outra. - Gabriel... que porra é essa que você escreveu aqui? – ela perguntou com a voz rouca, segurando o caderno aberto na página das minhas sacanagens.
Eu parei a academia, me aproximei devagar, pica já meia bomba pulsando. - Mana, eu... eu não consigo mais esconder. Tô louco de tesão por você desde que sua barriga começou a crescer. Você tá tão linda grávida, esses peitos cheios, essa buceta que eu imagino toda inchada e molhada... Desculpa, mas é verdade. – Ela ficou quieta um segundo, depois baixou o caderno e olhou direto pra minha pica marcando no short. - Seu safado... eu achei sua cueca melada de porra ontem. Fiquei cheirando, sabe? E hoje isso... Porra, Gabriel, eu também não paro de pensar em você. Minha buceta tá latejando o dia inteiro desde que engravidei, o grelinho inchado demais, e eu me toco pensando nessa sua pica grossa que eu vejo marcando nas suas calças. Vem cá, irmão. Me mostra de verdade.
Eu não pensei duas vezes. Puxei ela pela cintura, senti a barriga quente e dura roçando na minha barriga, e enfiei a mão por baixo da camisola direto na buceta dela. Estava encharcada, os lábios inchados da gravidez, melados de um creme branco natural que grávida solta. Meu dedo médio deslizou fácil pro dentro, quente pra caralho, e eu comecei a mexer devagar enquanto beijava o pescoço dela. - Caralho, Emille, sua buceta tá tão quente e apertada... olha como tá escorrendo na minha mão. – Ela gemeu baixo, segurou minha nuca e empurrou o quadril contra meus dedos. - Mete mais fundo, Gabriel... ai, isso, esfrega meu grelinho, ele tá tão sensível que eu gozo só com isso. Porra, irmão, você tá me deixando louca.
Eu tirei o short, minha pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu os lábios. - Meu Deus, que pica linda... maior que eu imaginava. Vem, deixa eu chupar. – Emille se ajoelhou com dificuldade por causa da barriga, mas segurou minha pica com as duas mãos e enfiou na boca quente e molhada. Chupou com vontade, língua rodando na cabeça, sugando as bolas enquanto uma mão massageava a barriga dela própria. Eu segurava o cabelo dela e metia devagar na garganta. - Isso, mana, mama minha pica... engole tudo, porra, que boca gulosa. Olha sua barriga balançando enquanto você me chupa, tá me deixando louco.
Depois de uns minutos babando toda minha pica, ela se levantou, tirou a camisola e ficou nua na minha frente. Peitos enormes, mamilos escuros e duros pingando um fiozinho de leite claro. Barriga redonda e esticada, buceta inchada com os lábios abertos mostrando o interior rosado molhado. Eu a levei pro sofá, sentei ela de lado pra não apertar a barriga e abri aquelas coxas grossas. - Deixa eu lamber essa buceta grávida, Emille. – Ajoelhei e enfiei a língua direto no grelinho inchado, chupando forte enquanto dois dedos entravam e saíam da buceta escorregadia. O gosto era doce e salgado ao mesmo tempo, leite escorrendo dos peitos dela enquanto eu chupava. Ela segurava minha cabeça e gemia alto. - Aiiiii, porra, Gabriel, chupa meu grelinho assim, seu desgracado... tá me fazendo gozar, irmão! Olha, como tô jorrando na sua boca!
Ela gozou forte, buceta apertando meus dedos, leite espirrando dos mamilos quando eu apertei os peitos. Eu levantei, pica dura pra caralho, e virei ela de quatro no sofá, barriga pendurada linda pra baixo. Segurei os quadris e encostei a cabeça da pica na entrada da buceta. - Vou meter tudo, mana. Sua buceta grávida vai engolir minha pica inteira. – Empurrei devagar, senti as paredes quentes e molhadas se abrindo, e entrei até o fundo. Era apertado pra cacete por causa da gravidez, mas escorregadio. Comecei a socar ritmado, bolas batendo na buceta, barriga dela balançando a cada estocada. - Caralho, Emille, sua buceta tá me espremendo... olha como tá melada na minha pica. Tá gostando, mana? – Ela empinava o cu pra trás e gemia. - Tá delicioso, irmão... mete mais forte, fode minha buceta grávida! Eu quero sentir sua porra lá dentro!
Eu meti mais rápido, uma mão apertando um peito e tirando leite que escorria na mão dela, outra mão esfregando o grelinho. O barulho era molhado, slap slap slap, misturado com os gemidos dela. Depois tirei da buceta e encostei na rosinha do cu. - Posso meter no seu cu também? Tá piscando pra mim. – Ela olhou pra trás com olhos de puta. - Mete no meu cu, Gabriel... devagar primeiro, mas depois fode fundo. Eu quero sentir os dois buracos usados por você hoje. – Eu cuspi na pica e empurrei devagar no cu apertadinho. Entrou centímetro por centímetro, quente e seco no começo, depois molhado do creme dela. Quando estava todo dentro, comecei a meter com força, uma mão no grelinho, outra apertando a barriga dela de leve. - Porra, mana, seu cu tá engolindo minha pica... tá tão apertado que eu vou gozar logo.
Emille gemia alto, mão dela própria esfregando a buceta enquanto eu fodia o cu. - Ai, irmão, tá tão fundo... meu cu e minha buceta tão pulsando juntos. Goza dentro de mim, enche meu cu de porra quente! – Eu não aguentei mais. Segurei a barriga dela com as duas mãos e meti fundo três vezes fortes, depois explodi. Jatos grossos de porra enchendo o cu dela, escorrendo quando eu tirei devagar. Ela gozou de novo, leite espirrando dos peitos no sofá, buceta contraindo sozinha.
Mas não parou aí. Depois de recuperar o fôlego eu a levei pro quarto, deitei ela de lado e entrei de novo na buceta por trás, devagar agora, beijando o pescoço, mão na barriga sentindo o bebê mexer de leve. - Eu te amo assim, Emille... grávida, safada, toda minha. – Ela virou o rosto e me beijou fundo. - Eu também, Gabriel... agora você é o pai de verdade. Fode sua irmã grávida todo dia. Minha buceta, meu cu e meus peitos cheios de leite são só pra sua pica. – A gente fodeu mais duas vezes naquela tarde: uma com ela por cima, barriga roçando na minha, peitos balançando e leite pingando na minha boca enquanto eu chupava os mamilos; outra com ela de costas pra mim no espelho, pra eu ver tudo — pica entrando e saindo da buceta inchada, cu piscando, barriga enorme tremendo.
De noite, depois de tomar banho juntos e eu lavar a buceta e o cu dela com sabonete enquanto ela gemia baixinho, a gente deitou na cama. Ela encostou a barriga na minha e segurou minha pica semi dura. - Amanhã eu quero acordar com você me comendo de novo. Deixa eu achar mais coisas suas, tipo uma foto sua gozando pensando em mim. E eu vou deixar minhas calcinhas meladas de buceta pra você cheirar. – Eu sorri e enfiei um dedo na buceta ainda melada de porra. - Combinado, mana. Essa barriga grávida vai me fazer gozar todo dia até o bebê nascer... e depois também.
A partir dali nossa casa virou um ninho de sacanagem constante. Toda manhã eu acordava com a pica dentro da buceta dela ou do cu, leite dos peitos dela escorrendo na minha boca enquanto eu metia. À tarde ela me mandava fotos da buceta inchada aberta no banheiro, dizendo - Vem comer sua irmã grávida, irmão, tô molhada só de pensar na sua pica grossa. – E eu ia correndo, jogava ela na mesa da cozinha, abria as pernas e lambia o grelinho até ela gozar gritando meu nome. À noite era sessão longa: eu deitado, ela cavalgando devagar pra proteger a barriga, peitos na minha cara, eu chupando leite direto enquanto minha pica entrava fundo na buceta quente. Depois virava de quatro e eu fodia o cu até encher de porra de novo.
Uma vez ela me surpreendeu. Voltou da consulta médica toda molhada, tirou o vestido e me mostrou a buceta brilhando. - O médico disse que tá tudo ótimo, barriga perfeita, e eu fiquei pensando em você o tempo todo. Agora me fode aqui mesmo na sala, Gabriel. Quero sentir sua pica batendo no fundo enquanto eu aperto esses peitos e tiro leite pra você beber. – Eu obedeci na hora. Deitei ela no tapete, abri as pernas, meti tudo e comecei a socar enquanto ela apertava os mamilos e jatos de leite caíam na minha boca. - Bebe meu leite, irmão... enquanto fode minha buceta grávida. Porra, eu sou sua puta agora, só sua.
O tesão só aumentava. Eu deixava mais coisas pra ela achar — uma calcinha minha com porra fresca, um vídeo curto meu batendo punheta gemendo o nome dela. Ela achava, se tocava e depois me chamava pra terminar o serviço. Uma noite ela me esperou nua na cama, barriga brilhando de óleo que ela passou, buceta aberta com dois dedos dentro. - Olha o que eu achei hoje, seu safado... agora vem aqui e me engravida de novo com essa porra grossa. – Eu ri e subi nela, metendo devagar, sentindo cada detalhe da buceta inchada, do cu apertado ali perto, da barriga roçando. Gozei tanto que escorreu pelas coxas dela.
Dias viraram semanas, e a barriga dela cresceu mais, peitos mais cheios, buceta mais sensível. A gente transava em todas as posições possíveis sem machucar: de lado, ela sentada no meu colo com barriga contra minha barriga, eu por trás de pé enquanto ela se apoiava na parede. Sempre com diálogos sujos, gemidos altos e gozo pra todo lado. - Sua pica tá me viciando, Gabriel... enche meu cu de porra de novo, irmão. – E eu enchia. - Bebe meu leite enquanto mete, mana, sua buceta tá me espremendo tão gostoso. – Ela bebia e gemia.
No final das contas, eu tinha realizado todas as fantasias sujas e criado novas todo dia. Emille grávida era minha, buceta, cu, peitos, barriga, tudo. E o tesão só crescia. Toda noite antes de dormir eu entrava devagar na buceta dela já melada e dormia dentro, sentindo o calor e a barriga dela contra mim. - Boa noite, mana... amanhã mais porra pra você. – Ela respondia sonolenta mas safada: - Boa noite, irmão... minha buceta já tá ansiosa pela sua pica grossa de novo.
E assim continuou, intenso, chulo, molhado e perfeito. Minha irmã grávida virou minha mulher safada, e eu nunca mais parei de querer ela. Fim... ou melhor, só o começo de muito mais sacanagem.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256888 - Incrédula com o que vi! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
256887 - Sucumbindo as provocações de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256880 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 3! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256821 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 2! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256773 - Primeira vez com a titia! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256766 - Relação amistosa com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256764 - Não consigo resistir a minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256693 - Acordando minha irmã, com minha língua na buceta! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256692 - Tarde quente com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256625 - Fingi que dormia e acabei comendo minha tia! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256612 - Comendo minha irmã no barco! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256607 - Massagem na irmã grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256511 - Mostrando minha bucetinha pro meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256452 - Meu padastro me consolando! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256449 - Obcecado pela minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256440 - Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256436 - Comi minha sobrinha antes dela casar! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256414 - Sendo naturalista com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256413 - Noites com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256402 - Provocando meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256401 - Sem limites com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256389 - Conversa picante com meu tio via whatsapp! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256387 - Meu filho de volta pra casa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256369 - Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho! - Categoria: Incesto - Votos: 11
256329 - Descobri o segredo de minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256326 - Batendo na bunda da priminha! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256322 - Comendo minha irmã, após ve-la pelada no banheiro! - Categoria: Incesto - Votos: 12
256311 - Minha irmã me deixa louco! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256309 - Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256238 - Irmão meteu em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Sem limites com minha irmã grávida!

Codigo do conto:
256889

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0