Princesa e a Ervilha da lascividade. Sua vergonha foi vista por curiosos escondidos.

A tempestade rugia como se o céu estivesse se rasgando. Relâmpagos cortavam a noite quando uma batida fraca ecoou nos portões do castelo. Os guardas abriram e viram uma jovem encharcada, vestindo apenas um vestido fino colado ao corpo. Ela tremia, mas ergueu o queixo com dignidade.

— Sou a Princesa Elara de Elyndor — disse com voz doce, porém firme. — Peço abrigo.

O rei e a rainha desceram para recebê-la. No mesmo instante, todos os presentes prenderam a respiração.
Elara era pequena — mal chegava a 1,60 m —, mas seu corpo era uma obra-prima de sensualidade delicada. Pele alva como porcelana, cintura absurdamente fina, quadris que se curvavam em um arco perfeito e seios redondos, firmes, do tamanho exato para caber na palma da mão. Os mamilos marcavam o tecido molhado, pequenos e rosados. As coxas eram grossas na medida certa, macias, terminando em uma bunda empinada que balançava levemente quando ela caminhava. Os cabelos loiros longos grudavam nas costas, e os lábios carnudos tremiam de frio. Mesmo molhada e exausta, cada curva do seu corpo parecia gritar para ser tocada.

Era, à primeira vista, a imagem da delicadeza nobre: voz suave, maneiras educadas e um sorriso tímido que conquistava qualquer um. Porém, por baixo dessa fachada doce e quase frágil, escondia-se um segredo e desejo intensos que seriam explorados naquele lugar.

O rei sentiu o pau endurecer dentro das calças. A rainha mordeu o lábio inferior. Os dois guardas que a escoltaram trocaram olhares discretos, já imaginando o que fariam com aquela bonequinha.

A rainha sorriu com malícia.

— Vamos preparar um quarto digno de uma princesa. Testaremos se você realmente é quem diz ser.

Levaram Elara para o quarto mais alto da torre. Enquanto ela tomava um banho quente, a rainha mandou colocar vinte colchões de plumas macias, um sobre o outro, formando uma montanha alta. No fundo, bem no centro, foi colocada uma única ervilha — mas não uma ervilha comum. Era uma pequena esfera encantada, lisa, que pulsava com magia sutil, emitindo vibrações quase imperceptíveis.

Elara saiu do banho enrolada em uma camisola de seda tão fina que era quase transparente. Seus mamilos já estavam duros por causa do tecido roçando neles. Ela subiu na enorme pilha de colchões com dificuldade, deitou-se de costas e apagaram as velas.

A porta se fechou.

No quarto secreto atrás da parede, o rei e a rainha se posicionaram em silêncio. Havia frestas perfeitas para assistir tudo sem serem vistos. Os dois já estavam excitados.

Minutos depois, Elara começou a se mexer inquieta.

A ervilha, mesmo distante, enviava ondas suaves que atravessavam os colchões e tocavam diretamente seu clitóris inchado. A princesa nunca havia sentido nada igual.

— Ah… o que é isso? — sussurrou ela, abrindo as pernas involuntariamente.

Qualquer roçar do lençol em sua pele já era demais. Seus dedos desceram trêmulos, levantaram a camisola e tocaram o próprio clitóris. No instante em que a ponta do dedo roçou a carne sensível, um choque de prazer explodiu pelo corpo inteiro.

— Nnnngh! — gemeu alto, arqueando as costas.

A sensação era devastadora: um fogo líquido que começava no clitóris e se espalhava como mel quente por todo o corpo. Seus mamilos latejavam, a bucetinha piscava, o cu se contraiu. A mente dela começou a derreter. Não era apenas tesão — era uma necessidade absoluta, incontrolável, que dominava cada pensamento.

No quarto secreto, a rainha já tinha a mão dentro das próprias calcinhas, esfregando o clitóris enquanto via a princesa se masturbar. O rei tirou o pau grosso para fora e começou a se masturbar devagar, olhos fixos na cena.

Elara enfiou dois dedos na buceta molhada, fodendo-se rápido, o som molhado ecoando no quarto.

— Haaa… ahh… não consigo parar… está tão bom… — gemia ela, rebolando os quadris contra a própria mão.

O rei não aguentou. Puxou a rainha para frente, fez ela se ajoelhar e enfiou o pau na boca da esposa enquanto os dois continuavam assistindo. A rainha chupava com vontade, babando no pau do marido, gemendo baixinho ao ver Elara se contorcer.

De repente, Elara gozou pela primeira vez. Um jato fino de squirt molhou o lençol.

— Aaaahhh! — gritou, corpo inteiro tremendo, dedos ainda enterrados dentro de si.

Foi nesse momento que a porta do quarto se abriu.

Dois guardas robustos entraram, preocupados com os gritos.

— Princesa? Está tudo bem?

Eles pararam, boquiabertos. Elara estava nua da cintura para baixo, pernas abertas, buceta brilhando de tesão, dedos ainda dentro de si, corpo pequeno e perfeito brilhando de suor.

A princesa olhou para eles com olhos vidrados de luxúria. A sensação que controlava seu corpo não permitia vergonha — só desejo.

— Por favor… — pediu com voz rouca. — Eu não aguento… toquem em mim. Qualquer coisa… por favor…

Os guardas se entreolharam. Não sabiam que estavam sendo observados pelo rei e pela rainha. Mas a visão daquela princesinha safada implorando foi demais.

Eles subiram na montanha de colchões.

Um guarda segurou os pulsos dela acima da cabeça, expondo os seios. O outro abriu as coxas grossas e enfiou a língua na bucetinha encharcada. No instante em que a língua quente tocou seu clitóris, Elara explodiu em outro orgasmo violento.

— Aaaaiii! — berrou, corpo convulsionando.

O fogo líquido tomou conta novamente. Cada lambida, cada chupada, cada aperto nos seios fazia sua mente derreter mais. Ela não conseguia pensar — só sentia.

Enquanto isso, no quarto secreto, o rei não aguentou mais. Puxou a rainha de quatro, enfiou o pau fundo na buceta dela e começou a fodê-la com força, os dois gemendo enquanto assistiam os guardas usarem a princesa.

Elara foi virada de bruços. Um guarda enfiou o pau grosso na bucetinha apertada dela por trás, esticando as paredes sensíveis. O outro colocou o pau na boca dela. Ela chupava com desespero, babando, gemendo em volta do membro enquanto era arrombada.

— Mais fundo… por favor… me usem… — implorava entre chupadas.

Os guardas a foderam de todas as formas: um na buceta, o outro na boca; depois trocaram; depois um na buceta e o outro enfiando devagar no cuzinho virgem apertado. Cada penetração provocava orgasmos seguidos. Elara squirtava sem parar, o corpo pequeno tremendo como uma boneca de luxo sendo destruída de prazer. O fogo dentro dela não parava — quanto mais a tocavam, mais forte ficava.

No final, os dois guardas gozaram quase ao mesmo tempo: um enchendo a bucetinha de porra quente, o outro jorrando na garganta dela. Elara engoliu tudo, gemendo, ainda gozando baixinho.

Os guardas saíram cambaleantes, satisfeitos e confusos.

No quarto secreto, o rei gozou dentro da rainha com um grunhido baixo, os dois tremendo de prazer ao verem o espetáculo.

Na manhã seguinte, Elara desceu com as pernas bambas, marcas de chupões no pescoço e coxas, um fio de porra ainda escorrendo pela perna. Mesmo assim, sorriu com doçura.

A rainha sorriu de volta.

— Amanhã à noite faremos o teste de verdade… só nós três.

Segunda noite – O teste real

Na noite seguinte, assim que o sol se pôs, o rei e a rainha entraram no quarto da torre. Elara já estava deitada nua sobre a montanha de vinte colchões, o corpo pequeno e sensual brilhando à luz das velas. Seus seios subiam e desciam rápido, os mamilos rosados duros como pedrinhas. A bucetinha estava inchada e molhada só de antecipação. A ervilha mágica pulsava suavemente lá embaixo, já fazendo a princesa se contorcer levemente.

O rei fechou a porta com um clique pesado e sorriu.

— Hoje ninguém mais vai te tocar, princesinha. Só nós dois. Vamos ver até onde vai essa sua sensibilidade deliciosa.

A rainha se aproximou primeiro, os olhos brilhando de desejo. Começou a se despir devagar, tirando o vestido real, revelando seios grandes e pesados, cintura larga e uma buceta já brilhante de tesão.

— Olha só para ela, meu rei… — murmurou a rainha, passando a mão pelos próprios mamilos. — Tão pequena, tão perfeita… e tão absurdamente sensível. Eu adoro isso. Qualquer coisinha faz ela derreter. Ver ela gozar sem controle me deixa molhada como nunca.

Elara gemeu só de ouvir as palavras, o fogo líquido já começando a se espalhar.

O rei também tirou as roupas, revelando o corpo musculoso e o pau grosso, longo e já completamente duro, a cabeça brilhando de pré-gozo.

— Eu também adoro — disse ele com voz rouca, subindo na montanha de colchões. — Ver você gozar só com um toque… é viciante. Quanto mais fácil ela goza, mais eu quero meter fundo nela até ela implorar para parar… e depois implorar para continuar.

Eles se deitaram ao lado de Elara, um de cada lado. A rainha foi a primeira a tocá-la: passou a ponta da língua bem devagar sobre o mamilo esquerdo da princesa.

No mesmo instante, Elara arqueou o corpo inteiro como se tivesse levado um choque.

— Aaaahhh! — gritou, já gozando forte. Um pequeno jato de squirt escapou da bucetinha. — Por favor… é demais… minha pele… tudo queima de tesão!

O rei riu baixinho, satisfeito.

— Ouviu isso, Vespera? Ela gozou só com a língua no mamilo. Que princesa mais perfeita nós encontramos. Essa sensibilidade é um tesouro.

A rainha lambeu o outro mamilo, chupando devagar, enquanto o rei descia a mão pela barriga lisinha de Elara até chegar à bucetinha encharcada. Mal encostou dois dedos nos lábios inchados e Elara explodiu novamente, tremendo violentamente.

— Haaaa! Não… não consigo controlar… cada toque… me domina… — soluçava de prazer, lágrimas de tesão escorrendo pelo rosto.

— E nós amamos isso — sussurrou a rainha contra o seio dela. — Quanto mais você goza fácil, mais nós queremos te usar. Sua hipersensibilidade é um presente, princesinha. Vamos te foder até você não aguentar mais de tanto prazer. Eu quero ver você quebrar de tesão.

O rei posicionou Elara de quatro sobre os colchões. A rainha sentou na frente dela, abrindo as pernas.

— Chupa minha buceta enquanto ele te come — ordenou a rainha com voz autoritária.

Elara obedeceu imediatamente, enfiando a língua quente na boceta molhada da rainha. No instante em que começou a lamber, o rei enfiou o pau grosso na bucetinha apertada dela por trás, em uma estocada lenta e profunda.

Elara gritou contra a buceta da rainha, o som abafado, enquanto gozava de novo só com a penetração.

— Tão apertada… tão molhada… — grunhiu o rei, segurando os quadris finos dela e começando a meter com força. — Cada vez que eu entro, você aperta e goza. Delicioso. Eu poderia ficar horas assim, sentindo você pulsar no meu pau.

A rainha segurava a cabeça loira de Elara contra sua buceta, rebolando.

— Isso, chupa direitinho… ahh, que boquinha talentosa… mesmo gozando sem parar você continua lambendo. Que boa menina sensível. Continue, princesinha… me faz gozar na sua língua enquanto o rei te arromba.

Eles trocaram de posição várias vezes. O rei deitou de costas e fez Elara cavalgar nele. O corpo pequeno da princesa subia e descia no pau grosso, os seios balançando, gemendo alto a cada descida.

— Olha como ela quica… — disse a rainha, admirada, enquanto lambia o cuzinho de Elara e enfiava a língua devagar. — Tão sensível que até o cu dela treme quando eu lambo. Eu amo como ela reage a tudo.

Elara soluçava de prazer:

— Sim… por favor… me usem… meu corpo todo é de vocês… cada toque me faz gozar… não para… não para nunca!

A rainha subiu no rosto de Elara, sentando-se completamente enquanto o rei continuava fodendo a bucetinha dela por baixo. Os dois monarcas se beijavam por cima da princesa, gemendo enquanto usavam o corpo hipersensível dela como brinquedo perfeito.

Por horas eles a foderam: buceta, boca, cu, seios. Cada estocada, cada lambida, cada chupada provocava novos orgasmos em Elara. O fogo líquido nunca diminuía — quanto mais a tocavam, mais intenso ficava, até ela mal conseguir formar palavras, só gemer e implorar.

No clímax final, o rei enterrou o pau até o fundo na bucetinha dela e gozou forte, enchendo-a de porra quente e grossa. Ao mesmo tempo, a rainha gozou na boca de Elara, inundando sua língua com seu mel.

Elara, exausta, coberta de suor, porra e seu próprio squirt, tremia sem parar, ainda tendo pequenos orgasmos residuais.

O rei acariciou o cabelo loiro dela com carinho.

— Você passou no teste com louvor, Princesa Elara de Elyndor. Sua sensibilidade é a coisa mais excitante que já vimos.

A rainha beijou seus lábios inchados e sorriu.

— A partir de agora, toda noite você dorme aqui… e nós vamos garantir que essa sua pele maravilhosa nunca descanse de tanto prazer.

Elara sorriu fraco, olhos vidrados, voz rouca:

— Obrigada… meus reis… eu sou de vocês.

Foto 1 do Conto erotico: Princesa e a Ervilha da lascividade. Sua vergonha foi vista por curiosos escondidos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Princesa e a Ervilha da lascividade. Sua vergonha foi vista por curiosos escondidos.

Codigo do conto:
257795

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
25/03/2026

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