Depois de esfregar gostoso no meu irmão, eu dei tudo pra ele!
A gente acordou assim, colados no sofá enorme, o corpo dele ainda quente contra o meu, a sala escura só com o brilho fraco da TV que tinha entrado em modo descanso. Meu shortinho continuava encharcado do meu gozo de antes, grudado na pele da buceta inchada, e o cheiro de tesão feminino ainda pairava no ar misturado com o suor dele. Eu me mexi devagar, sentindo a pica dele já meia-dura pressionando minha coxa de novo, latejando como se o pau não tivesse descansado nem um segundo. Porra, meu irmão tava com tesão acumulado de seis meses, e eu sentia a mesma coisa – a buceta latejando, o grelinho sensível querendo mais atrito. Ele abriu os olhos devagar, aqueles olhos escuros cheios de desejo, e passou a mão grande nas minhas costas, descendo até apertar minha bunda por cima do shortinho fino. - Maninha... você tá acordada? - sussurrou rouco, voz grossa de sono e tesão misturado. - Tô... e você tá duro pra caralho de novo, irmão... sinto sua pica latejando na minha coxa - respondi baixinho, rebolando de leve pra provocar, sentindo o volume crescer rápido. Ele soltou um suspiro pesado e me puxou mais pra cima, colando minha buceta no volume da calça de moletom dele. A gente se beijou pela primeira vez de verdade – boca aberta, línguas se enrolando molhadas, saliva escorrendo pelo queixo dele enquanto eu gemia baixinho no beijo. - Hummm... caralho, sua boca é gostosa pra porra... - ele murmurou entre os beijos, mordendo meu lábio inferior. Eu desci a mão e apertei a pica dele por cima da calça, sentindo a grossura, as veias pulsando, a cabeça inchada querendo furar o tecido. - Porra, irmão... sua pica tá tão grossa... eu quero sentir ela dentro de mim hoje... não aguento mais só esfregar - falei, voz tremendo de tesão. Ele não esperou mais. Me levantou no colo como se eu não pesasse nada e me carregou pro quarto dele no fim do corredor, porta fechada devagar pra não acordar os pais. A cama dele era grande, lençol bagunçado do dia anterior. Ele me jogou de costas na cama e tirou a regata larga que eu usava, meus peitos pulando livres, mamilos duros como pedra. - Olha esses peitos... tão lindos, maninha... - ele disse, abaixando a boca e chupando um mamilo com força, língua girando, dentes roçando enquanto a mão dele descia e enfiava por dentro do shortinho, dedos grossos abrindo meus lábios melados da buceta. - Aaaahhh... porraaa... dedo meu grelinho assim... - gemi desesperada, quadril subindo sozinho contra a mão dele. Ele enfiou dois dedos fundo na buceta, curvando pra acertar o ponto G, o polegar girando no grelinho inchado sem parar. O barulho era obsceno – squish squish do mel escorrendo, minha buceta encharcada fazendo barulho de boceta molhada sendo dedada. Eu rebolava no dedo dele, unhas cravando nos ombros largos. - Tá tão molhada, maninha... sua buceta tá piscando no meu dedo... quer pica, né? - ele perguntou rouco, olhos fixos nos meus enquanto aumentava o ritmo. - Quero... quero sua pica grossa me arrombando... me fode, irmão... me fode hoje - implorei, voz saindo quase chorosa de tesão. Ele tirou o shortinho e a calcinha de uma vez, deixando minha buceta exposta, lábios inchados, grelinho vermelho latejando. Depois baixou o moletom e a cueca, a pica pulando pra fora – grossa pra caralho, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, uns 20 centímetros de rola dura apontando pra mim. Eu abri as pernas bem abertas, segurando os joelhos. - Enfia, irmão... enfia essa pica toda na minha buceta - pedi, olhando a rola pulsar. Ele se posicionou entre minhas pernas, esfregou a cabeça da pica nos meus lábios melados, batendo no grelinho algumas vezes pra me torturar. - Hummm... tá quente pra caralho sua buceta... - murmurou. Então empurrou devagar, a cabeça abrindo meus lábios, entrando centímetro por centímetro, esticando a buceta apertada. - Aaaahhh... porraaa... tá abrindo tudo... sua pica é grossa demais... - gemi, sentindo cada veia raspando dentro de mim. Ele meteu até o fundo, bolas batendo no meu cu, e parou ali, pulsando dentro. A buceta apertava em volta dele, mel escorrendo pelas bolas. Começou a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando fundo, o barulho de pele contra pele enchendo o quarto – ploc ploc ploc molhado. Eu gemia sem parar, unhas nas costas dele. - Fode mais forte... me arromba essa buceta, irmão... - pedi desesperada. Ele acelerou, metendo forte, a cama rangendo, meus peitos pulando a cada estocada. O grelinho roçava na base da pica dele a cada vez que ele entrava fundo. Eu sentia o orgasmo subindo rápido. - Aaaahhh... tô gozando... tô gozando na sua pica... caralhooo! - gritei, buceta apertando forte, jorrando mel quente em volta da rola dele. Ele não parou, continuou metendo no meio do meu gozo, prolongando o prazer até eu tremer inteira. Depois virou meu corpo de quatro, empinou minha bunda e enfiou de novo, agora mais fundo, batendo no colo do útero. - Porra, maninha... sua buceta tá me apertando tanto... tá sugando minha pica... - ele rosnava, mãos cravadas na minha cintura, metendo rápido, bolas batendo no grelinho. Eu rebolava pra trás, encontrando as estocadas, cu piscando de tesão. - Me fode... me usa como sua putinha... enche essa buceta de porra... - gemia, voz rouca. Ele meteu mais uns minutos, suor escorrendo do peito dele nas minhas costas. Senti a pica inchando mais dentro de mim. - Vou gozar, maninha... vou encher sua buceta de porra quente... - avisou, voz entrecortada. - Goza... goza dentro... me enche toda... - implorei. Ele deu mais três estocadas fundas e gozou – jatos grossos, quentes, enchendo minha buceta até transbordar, porra escorrendo pelos meus lábios e coxas. Eu gozei de novo só de sentir ele pulsando dentro, corpo tremendo, gemendo desesperada. - Aaaahhh... porraaa... tô sentindo sua porra jorrando... caralhooo! Ele ficou dentro um tempo, pica ainda latejando, depois saiu devagar, um fio de porra misturado com meu mel escorrendo da buceta aberta. Eu tava mole, ofegante, mas ele ainda tava duro, a pica brilhando de gozo e mel. - Agora eu quero seu cu, maninha... tá piscando pra mim desde que você gozou no meu joelho ontem - ele disse, voz baixa e safada, passando o dedo no meu cuzinho apertado. Eu tremi, tesão misturado com medo. - Tá... mas vai devagar no começo... meu cu é virgem pra sua pica grossa... - respondi, empinando a bunda mais. Ele cuspiu na mão, passou saliva no pau e no meu cu, depois pressionou a cabeça. Doeu pra caralho no começo – a rola grossa abrindo o anel apertado devagar, queimando, esticando. - Aaaaiii... porra... tá doendo... mas continua... enfia... - gemi, mordendo o lençol. Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na minha buceta melada. - Caralho... seu cu tá apertando minha pica toda... tá quente pra porra... - ele rosnou, parando pra eu me acostumar. A dor foi virando prazer devagar, cada veia da pica raspando dentro do cu me fazendo latejar. Ele começou a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando fundo, o cu fazendo barulho molhado de saliva e pré-gozo. - Hummmm... agora tá gostoso... mete mais... fode meu cu... - pedi, rebolando pra trás. Ele acelerou, estocadas mais fortes, mão descendo pra esfregar meu grelinho ao mesmo tempo. O prazer subiu rápido, buceta pingando de novo, cu apertando a pica dele. - Aaaahhh... porraaa... tô gozando com seu pau no meu cu... me fode mais forte... - gritei, corpo tremendo, gozando forte, cu piscando em volta da rola grossa. Ele meteu sem parar no meio do meu gozo, voz rouca. - Vou gozar no seu cu... vou encher esse cuzinho de porra... - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, porra... não aguento... vou soltar tudo... - gritei desesperada, mas rebolando mais, gozando de novo só com a ameaça. Ele não parou. Deu mais estocadas fundas e gozou – jatos quentes enchendo meu cu, porra grossa jorrando dentro do intestino. Eu me acabei, gemendo alto, corpo convulsionando. - Aaaahhh... caralhooo... tô sentindo sua porra quente inundando meu cu... vou me cagar... porraaa! Ele tirou a pica devagar, a cabeça saindo do cu dilatado com um plop molhado. Eu rebolava sem controle, cu piscando, e comecei a cagar mesmo – um jato de porra misturado com merda mole saindo do cu, escorrendo pelas coxas, sujando o lençol, o cheiro forte de sexo e cagada enchendo o quarto. Rebolei mais, empinando, sentindo mais porra e merda saindo enquanto o cu ainda pulsava do gozo. - Olha o que você fez... encheu meu cu e agora tô cagando sua porra misturada... caralho... que delícia safada... - gemi, voz trêmula, ainda gozando leve com o cu aberto. Ele ficou olhando, pica ainda semi-dura pingando, mão acariciando minha bunda suja. - Porra, maninha... você é minha putinha agora... cagou tudo pra mim... - murmurou rouco, satisfeito. A gente ficou ali, suados, melados, sujos de porra, mel e merda, ofegantes, sabendo que isso era só o começo de uma noite que ia virar muitas outras. A buceta e o cu latejavam juntos, o tabu quebrado pra sempre, e eu já queria mais – queria ele me usando todo dia, enchendo os dois buracos até eu não aguentar mais. O quarto cheirava a sexo proibido, e a gente sorriu um pro outro, sujos e felizes pra caralho.
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